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Amor com amor se paga – Parte I

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Esta é a história de um homem, que reencontra o amor de sua vida, alguns anos depois e descobre o amor de uma forma inusitada. Esta é a primeira parte

Minha história
Dizem que as almas estão ligadas por um propósito de vida, que elas tendem a se atrair mutuamente, assim como dizem que a gente só ama verdadeiramente uma vez na vida, que uma vez encontrada a nossa alma gêmea ela estará ligada a você para todo o sempre, que este será o seu único e verdadeiro amor, bom dizem um monte de coisas e quer saber eu acho que uma boa parte é verdadeira, mas nem tudo, deixa eu explicar um pouco da minha vida para vocês.
Meu nome é Leonardo, tenho atualmente quarenta anos e sempre fui muito safado, comecei minha vida sexual bem cedo, minha mãe vendia produtos de beleza em casa e volta e meia alguma freguesa sempre ia comprar alguma coisa e impreterivelmente sempre levavam suas filhas ou filhos para acompanha-las, bom nunca fui de gostar muito de meninos, agora das menininhas eu adorava, lembro como se fosse hoje algumas vezes em que uma ou outra vinha brincar comigo, eu devia ter por volta de uns dez anos, e eu sempre procurava leva-la a um canto escondido e adorava passar a mão nelas, pedir um beijinho ou até mostrar o piruzinho, na “inocência” nem pensava que elas poderiam contar para suas mães. Foi onde comecei a entender que criança é um bichinho safadinho, que desde que tratada com carinho, elas têm a tendência a não contar nada das safadezas para os adultos. Cansei de esfregar o pauzinho em suas bundinhas, alisar suas xoxotinhas e ganhava altos beijos delas e nunca fui delatado.
Os anos foram passando e como eu tinha muitos primos, a tendência entre os doze ou treze anos foi a descoberta do sexo entre nós, o que era natural, mas já sabendo da natureza das crianças, agora mais consciente, sempre procurei me aproximar das primas mais novinhas, adorava aquelas entre os sete e nove anos, era bem mais fácil de alicia-las para ganhar um boquetinho ou dar uma lambidinha na xerequinha. Já bem mais experiente alertava elas para que não contassem nada aos meus tios e sempre fui atendido, prova disso é que devo ter me aproveitado de umas quatro ou cinco primas e nunca fui pego.
Já com uns dezesseis anos, me apaixonei por uma vizinha, seu nome era Karen, uma gracinha no auge dos seus sete aninhos, loirinha, baixinha, porém ela tinha uma bunda enorme para sua idade. Logo arrumei um plano para poder me aproveitar dela. Como na minha casa sempre teve muitas frutas, bastou que eu descobrisse qual ela mais gostava e pimba, era goiaba e bastou que eu ofertasse algumas para que ela ficasse doidinha para entrar no meu quintal para pegar mais. Nesta época, minha mãe já trabalhava fora e eu tinha a casa toda para mim durante todo o dia.
Um dia me certifiquei que ninguém visse e deixei-a entrar, mas com a condição de que teria que pagar uma prenda, deixar eu dar um beijo nela, o que ela aceitou de pronto, minha armadilha estava lançada e ela caiu. Depois do primeiro dia, eu ficava ansioso para chegar da escola e encontrar Karen para brincar com ela, e cada dia avançava mais até estar com ela completamente nua sentadinha no meu colo pincelando meu pau na portinha da sua bucetinha ou enterrado entre as polpinhas da sua bunda. Não tardou para que eu estivesse comendo ela, cansei de meter meu pau em sua bucetinha infantil, e por vezes tentei colocar meu pau em seu cuzinho, mas sempre enterrado em suas macias carnes.
Porém esse “romance” durou pouco mais de um ano, pois uma vez o irmão dela a viu entrando em meu quintal e desconfiado de alguma coisa, contou para os pais. Deu uma merda federal, a sorte é que na hora em que os pais dela bateram no meu portão, ela realmente estava em cima do pé de goiaba e ainda não tínhamos começado nossa putaria habitual. Foi realmente muita sorte, senão teria ido parar na Febem. Foi duro passar por ela algumas vezes na rua e vê-la sorrindo maliciosamente para mim, só que o irmão dela, havia se tornado seu Pitbull para o meu lado, não largando mais do seu pé, quando se tratava de mim. Ela cresceu linda e maravilhosa e não pude nunca mais sentir seu perfume infantil.
Os anos voaram e eu já estava com vinte anos, desde Karen, me aproximar de uma criança havia se tornado praticamente impossível, já que eu não tinha contato com mais nenhuma e convenhamos o nosso círculo social praticamente nos impede nesta idade. Mas aí eu conheci minha atual esposa, Sandra, com seus dezesseis aninhos, na flor da idade me fez esquecer aqueles desejos que a sociedade considerava insanos.
Namoramos por um ano e logo no segundo nós nos casamos. Sandra sempre foi muito fogosa, fazíamos tudo em matéria de sexo, sempre disposta a novas experiências, experimentamos de tudo um pouco. Sexo selvagem, dogging, sado e chegamos até a prática que mantivemos por quase todo nosso relacionamento o Swing, onde encontramos a forma mais prazerosa do sexo sem restrições.
Posso dizer a todos que eu fui sortudo em encontrar minha esposa, porém como dizem: A convivência arruína qualquer felicidade! E é real, viver com Sandra era realmente extraordinário, mas estava começando a me cansar, eu gostava do sexo com minha mulher e de nossas peripécias sexuais, mas eu queria sossego, queria ficar dentro de casa e curtir uma foda mais tranquila, enquanto ela queria sair mais e mais, conhecer novos caras e fazer mais uma loucura.
Logo nosso relacionamento esfriou de vez, eu já estava com 27 anos e ela bem mais nova, deu um fim em nosso casamento, nos separamos e acabei voltando a morar sozinho na casa da minha mãe, que já não estava mais entre nós. E é aqui cinco anos depois, que a história realmente começa.

Todo amor que houver nessa vida
Estava de volta ao bairro onde cresci, mais velho e mais experiente, já não conhecia praticamente ninguém, afinal havia passado sete longos anos longe dali, indo apenas ocasionalmente visitar minha mãe. Trabalho em uma multinacional, na área de negócios, por isso passo muito tempo em casa fazendo o chamado Home-office, que consiste em fazer o trabalho da empresa em casa, fazendo contato com os vendedores e empresas, no conforto do meu lar, o que me dá muito tempo livre.
Um dia, numa ida despretensiosa ao mercadinho do bairro para comprar algumas coisas que estavam faltando, entrei na fila do caixa e ao me olhar para a menina que passava as compras, me deparei com uma mulher loira, de cabelos lisos, de olhar e sorriso encantadores, que me cumprimentou com um doce bom dia:
– Bom dia! Desculpe perguntar, mas eu te conheço? – Falou enquanto passava minhas compras pelo leitor.
– Não sei, tenho o rosto muito comum, eu já morei aqui, mas há muito tempo atrás, voltei há poucos dias. – Lhe respondi, devolvendo o sorriso.
– Tenho a impressão que eu te conheço sim. Você não é o Leo? Filho da dona Hosana?
– É, sou eu mesmo, só não me lembro de você. Mas também você devia ser bem novinha quando eu me mudei, porque já fazem sete anos que eu estava fora.
– Na verdade eu te conheço desde bem novinha sim, bem antes disso, meu nome é Karen, sou fila da Lourdes. – Ela apenas sorriu, porque acho que nessa hora devo ter ficado de todas as cores possíveis, afinal o que a impediria de fazer um escândalo se ainda lembrasse do que havia feito com ela.
– Tenho boas lembranças de nós dois brincando no seu quintal, quem sabe a gente não pode conversar melhor depois? Me procura, ainda moro no mesmo lugar. – Só consegui assentir com a cabeça e pegar as minhas compras e sair o mais rápido dali.
Passei o resto da semana dentro de casa, apenas imaginando a hora que a polícia iria bater na minha porta para me prender, afinal a legislação hoje em dia diz que nestes casos, o crime só prescreve 20 anos depois da criança completar 18 anos, ou seja, o cronometro apenas tinha iniciado a correr, já que ela devia ter acabado de completar essa idade. Porém, nada aconteceu e eu finalmente tive coragem de sair de casa, era domingo e fui a padaria comprar pão fresco para um café da manhã, quando ao passar pela praça do bairro, vi Karen ao longe, ainda tentei mudar de calçada, mas ela me viu e foi ao meu encontro.
– Oi Leo, não te vi desde o dia do mercado, o que aconteceu? Está me evitando?
– Não, claro que não, apenas estava trabalhando, sabe como é, vida atribulada. – Eu tentava não olhar para ela, desviava o olhar o quanto podia.
– Sei que deve estar com receio que eu ainda me lembre do que nós dois fazíamos lá na sua casa, mas quero que saiba que eu ainda lembro de tudo, mas com saudade daquele tempo.
– Como assim, do que você está falando, não me lembro que a gente fazia nada demais, você ia lá em casa pegar frutas, só isso, nada mais. – Eu tentava fugir, mudar de assunto, desconversar, mas ela estava disposta a colocar em pratos limpos o nosso passado.
– Deixa de bobeira Leo, eu lembro bem para que eu ia para sua casa, você me levava lá para dentro para me comer e não posso negar que eu adorava.
– Errr… Acho que nós dois éramos muito novos, estávamos fazendo besteira sem pensar nas consequências. – Tentei fugir, mas não deu, logo ela me derrubou de vez.
– Era eu que procurava você seu bobinho, já sabia muito bem o que eu queria. Tanto que tive uma bela carreira depois daquele dia que os meus pais arrumaram aquela confusão. Vou te mostrar!
– Valentina, “Tininha”, vem cá com a mamãe! – Olhei em direção a praça e vi um anjo resplandecer, correndo em nossa direção. Uma menininha que não devia ter mais do que 6 anos, branca como leite e com lindos cabelos loirinhos e cacheados à altura do ombro. Ela se agarrou na cintura de Karen e nos olhava com aqueles grandes olhos cor de mel.
– Essa é a minha filhota, Valentina. Viu como eu gosto da coisa, ela tem só 6 aninhos.
– É eu tô vendo, pelos meus cálculos você tem 18 ou 19, estou certo?
– Sim 19 anos, eu comecei cedo, muuuiiito cedo. – Ela me olhava e mordia os lábios enquanto falava. – Você me ensinou muito Leo e sou grata demais a você, se não tivéssemos brincado daquele jeito, eu nunca saberia que é tão bom e não teria a “Tininha” hoje em dia. Vai lá brincar filha, depois a mamãe vai. – Olhei hipnotizado a menina se afastar de nós, era a cópia dela na infância. – Minha vida mudou muito, mas só tenho a agradecer.
– Bom, você e o pai dela devem estar muito felizes em ter uma menina tão linda. – Ela mordeu novamente o lábio inferior, franziu as sobrancelhas e balançou a cabeça negativamente.
– Que nada, eu nem sei quem é o pai dela, deve ser um dos muitos meninos que tive ao longo da minha adolescência. É, “Seu Leo”, você me transformou em uma verdadeira puta, viciada em pau, e desde novinha. Depois de você eu não parei mais. E eu nunca me apeguei a outro cara além de você, até hoje estou solteira, e você?
– Caramba que história. E eu, eu estou divorciado, fazem 3 meses que me separei e é definitivo, minha mulher, acredite ou não já está até com outro cara.
– Danadinha ela.
– Sim, muito. Acho que todas as mulheres da minha vida são assim, ou não? – Olhei pra ela.
– Bom, não sei as outras, mas se eu conto de alguma forma, eu tenho certeza que sim! Olha, tenho que voltar para a praça, não posso deixar a Valentina tanto tempo sozinha, ela é danadinha, sabe como é, puxou a mãe. Que tal se a gente marcasse alguma coisa, sei lá, um cinema, um shopping, a “Tininha” adora pipoca e ela iria adorar te conhecer melhor. Olha anota aí, xxxxx-xxxx, esse é o meu telefone, me manda mensagem e a gente marca.
– Uhum, sei. Acho que não tem problema, eu te mando uma mensagem quando tiver em casa. – Me despedi dela com os tradicionais dois beijinhos no rosto e retornei o meu caminho, só que agora mais confiante e certo que de uma maneira ou outra iria comer de novo aquela deliciosa buceta.

Menina linda, virou mulher
Não demorei a mandar mensagem pra Karen, logo a tarde já estávamos trocando alguns SMS, quase que conversando com ela.
Não demorou mais de meia hora, ouvi o interfone tocar e ao olhar pela câmera pude vislumbrar Karen a frente do meu portão, um arrepiou correu por minha coluna e tratei de abrir o portão dando de cara com ela, acho que me perdi em meus pensamentos, pois me voltava a memória todas as vezes em que tive que coloca-la pra dentro escondida, tomando cuidado para que ninguém a visse, só que agora era diferente, ambos éramos adultos, nada nos impedia. Se me permitirem um adendo, gostaria de descrever Karen: Era uma mulher de aproximadamente 1,60m, uns 55 kg, tinha os cabelos loiros escorridos nas vezes em que a encontrei estavam presos em um coque, mas soltos iam até a altura das costas, corpinho mignon, uma verdadeira falsa magra, bunda mediana e peitinhos pequenos, daquele tipo que cabem na boca. Estava com um vestido de alças, leve sobre o corpo, até bem-comportado pro meu gosto. Ela lembrava vagamente aquela atriz Carolina Dieckman.
– Oi Leo, não vai me convidar para entrar? – Fui tirado do transe pela sua doce voz.
– Claro, entre por favor. Sinta-se em casa. – Ela segurou em meu braço e eu a conduzi para dentro, em direção a minha sala. Ela se sentou em meu sofá e batendo com a mão em seu lado me convidou para sentar junto dela.
– Senta Leo, não precisa ter formalidade comigo não, eu acho que a gente já se conhece muito bem. – Antes de me sentar perguntei se bebia algo, balançando uma gar”Tininha” de Heineken. Ela negou com a cabeça e eu me sentei.
– Ué, não bebe nada não?
– Eu não bebo, eu sou evangélica.
-Quem diria, Karen evangélica, não dá pra acreditar.
– Acho que já faz bastante tempo, você nem me conhece mais.
– Tudo bem, sem problemas Karen, e então, me conta o que tem feito nos últimos anos. O que te fez se transformar em evangélica?
– Nada de muito especial, não vou dizer que não foi nada, até porque não fui das mais santas do bairro, digamos que você me transformou em uma putinha, acabei sendo aquela que os meninos vinham se aliviar. Acho que desde que fomos obrigados a parar de nos encontrar, eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser em pau, sempre que via você passar por mim na rua, a minha vontade era de correr em sua direção, pular no seu colo e te pedir pra me comer ali mesmo na rua, a merda era o meu irmão, que depois daquele dia não saia mais do meu pé, jurando que iria contar pros meus pais se me visse sequer olhando pra você. Então já dá pra imaginar como eu sofri e tive que arrumar um jeito de saciar o tesão que eu sentia, que você deixou aceso sem ter a chance de apagar.
– Eu via seus olhares pra mim na rua, mas não podia me arriscar a sequer chegar perto de você e te confesso que nunca te esqueci, mesmo depois de tantos anos. – Meu pau já dava sinais de que estava gostando da conversa e eu não procurei disfarçar. E ela já notando meu estado, continuou a conversa.
– Aí um belo dia quando eu estava com 14 anos, descobri que estava grávida, não era para menos, trepava com “deus e o mundo”, acho que tinha uns 4 moleques que me comiam todos os dias e a gente nem pensava em se proteger, acho que a gravidez foi um prêmio, porque era para ter acabado com uma doença, sei lá. Cheguei a dar pra 3 ao mesmo tempo, eu era impossível de saciar. – Meu cacete já latejava dentro da bermuda com o caminhar da conversa. – Aí sabe como é, mãe solteira, tendo que trabalhar, sem ter apoio da minha mãe, acabei sendo ajudada por minha tia Alba, que me convenceu a entrar pra igreja e hoje estou assim. – Olhei pra baixo e coloquei minha mão sobre seu joelho e ao não ver nenhuma reação contrária, fiquei alisando suas pernas.
– Olha, Leo, eu sou evangélica, mas não tô morta, eu tenho desejos como qualquer outra, ainda mais depois de tanto tempo solteira. Não me tenta por favor. – Puxei a mão dela em direção ao meu pau, e ela acabou segurando o por cima do pano. – Acho que eu ainda te deixo como antes.
– Claro que deixa Karen, ainda te acho linda demais, parece que não se passou nenhum único dia desde a nossa última vez. – Guiei a mão dela por dentro da minha bermuda, segurando meu pau.
– Que saudade, já faz tempo que eu não sei o que é isso.
– Ele é todo seu, como sempre foi. – Ela mesmo puxou pra fora já caindo de boca.
Apenas me reclinei no sofá e fiquei curtindo aquela boquinha subindo e descendo no meu cacete, pensando em como aquela criança havia evoluído desde a última vez em que a comi. Havia virado uma mulher muito experiente, que agora novamente voltava a me dar prazer. Ela engolia o caralho com maestria, indo até a garganta e voltando. Tratei de soltar as alças do seu vestido, deixando cair e mostrando os pequenos seios, passei a brincar com os mamilos que sequer pareciam ter amamentado.
– Ai que loucura, que delícia, você é realmente uma tentação, bastou eu me aproximar de você pra sentir esse fogo de novo, ai meu deus, quanto tempo eu sonhei com esse pau de novo na minha boca. – Eu já não estava quase me aguentando, iria gozar, porém não queria que fosse naquela boquinha, eu tinha outros planos para aquela foda. Levantei ela e olhando em seus olhos falei:
– Calma garota, você ainda vai ter muito tempo pra mamar a vontade nesse caralho, mas agora deixa eu te dar um pouquinho de prazer. – Aproximei minha boca do seu pescoço e fui descendo, beijando cada parte da pele macia dela, do jeitinho que eu ainda lembrava, indo em direção aos mamilos, onde fiquei rodeando minha língua, alternando entre um e outro, sugando e mordendo um de cada vez. Dava pequenas sugadas olhando para o seu rosto, buscando cada reação da expressão dela, que se contorcia a cada toque.
Busquei com minha mão o meio das pernas, puxei sua calcinha para o lado e meus dedos tocaram a buceta. Foi como se uma onda de choque percorresse todo o corpo dela, imediatamente meus dedos foram ensopados por uma golfada de líquidos que brotaram da xereca lisinha que encontrei. Busquei dedilhar o grelinho dela alternando entre metidas do meu dedo no canal da buceta e as chupadas que eu dava em seus peitinhos, que podiam furar uma blusa de tão duros que estavam.
Ela se contorcia entregue ao prazer que desfrutávamos, gemendo alto, me pedindo mais. Sua mão que estava em meu cacete, agora segurava minha cabeça tentando controlar as chupadas, enquanto a outra foi parar no meio das pernas tentando afundar ainda mais o meu dedo em suas carnes. Já quase desfalecida, de tanto gozar, a puxei pra cima do meu colo, encaixando facilmente meu pau entre os lábios da xereca que eu tão bem conhecia desde a infância, que não ofereceu resistência e engoliu todo de uma vez, fazendo a cabeça se encostar lá no fundo.
– Ai Leo, que saudade desse pau, quanto tempo eu sonhei em ter ele dentro de mim de novo, você não imagina quanto que eu queria isso. Ai meu deus, que gostoso, deixa eu cavalgar nessa pica toda, hoje eu quero sair daqui com a buceta esfolada de tanto te dar. – Apenas deixei ela controlar a situação. Ela colocou as duas mãos no meu peito, reclinou a cabeça pra trás e passou a cavalgar freneticamente, subindo e descendo de olhos fechados.
Eu a segurava pela cintura e admirava a escultura que molhada de suor, brilhava em meu colo. Voltei a mamar em seus peitos, agora sugando forte, colocando quase todo o peito dentro da minha boca, como tinha imaginado. Como tinha ficado funda a buceta daquela mulher, pois meu pau não escapava nenhuma vez, comparado a tantas vezes que costumava escapar quando ainda era criança. Ela rebolava e apenas sentindo minha piroca a invadir, cada vez mais forte, até que num rompante ela arqueou o corpo e se jogando sobre mim, mordeu o meu ombro e gozou, gemendo e gritando. Aproveitei para dar a ela tanta porra quanto consegui.
– Eu vou gozar gostosa, rebola bem devagarinho, que eu tô enchendo sua xota de leite, vagabunda gostosa. – E também fechei meus olhos e relaxei meu corpo, sentindo nossas peles se tocarem, completamente encharcadas.
– Aih, Leo que delícia, quanto tempo esperei pra te sentir dentro de mim de novo, do jeitinho que eu me lembrava. – Se espreguiçou, languida, me olhando de canto de olho, com a cabeça em meu ombro. – Quantas meninas como eu você deixou apaixonadas? Eu só tinha sete anos e nunca esqueci o meu primeiro homem.
– Depois de você, eu não tive mais nenhuma, não é fácil para um homem encontrar meninas naquela idade.
– Mas você ainda gosta de crianças? – Retirou a cabeça do meu ombro e me encarou, confusa.
– Ah Karen, não é dizer que eu goste ou não goste, é que não há nada mais intenso do que o amor de um homem e uma menininha naquela idade. Eu acho que há ganhos para os dois lados, enquanto a menina ganha o seu primeiro amor, descobrindo a sexualidade na melhor idade, o homem aprecia ter em seus braços um corpo tão jovem pra desfrutar, poder ensinar a ela como ter prazer, ser o seu tutor na vida, mostrando como ela tem o poder mesmo tão jovem de deixar um homem feito, aos seus pés.
– Eu não imaginava que você ainda gostasse, pensei que só tinha me comido porque você também era jovem e tava querendo passar o pau em qualquer coisa que se mexia. – Riu divertida, ainda encaixada no meu pau, que sequer amoleceu. Vendo a minha cara de tesão com o assunto, voltou a rebolar devagarinho, me provocando mais. – Quer dizer que você ainda pensa em ter outra novinha no seu pau?
– Hoje em dia é praticamente impossível de arrumar uma menina naquela idade, tá tudo muito chato nesse mundo, tudo muito policiado, qualquer coisa já é assédio, já é estupro, não dá pra tentar nada daquele jeito. – Eu voltei a segurar em sua cintura, acompanhando o bailar dos seus quadris.
– E se tivesse uma mãe que te oferecesse a filha, pra você ser o primeiro macho dela?
– Hahahah. – Não me contive e ri alto. – Isso é mais impossível ainda Karen, qual mãe que em sã consciência iria deixar um homem comer a filha dela? – Ela me olhou séria, me encarando.
– Eu, ué. – Sorri e continuei olhando pra ela, aguardando que continuasse. – Eu sempre achei a mesma coisa que você. Acho lindo uma criança descobrir o amor tão cedo, assim como eu descobri. Poder ter um macho pra chamar de seu. Poder se sentir amada e desejada mesmo que a sociedade não permita. Eu tenho uma filha e desde que ela nasceu eu ficava pensando: Será que algum dia ela vai ter a oportunidade de conhecer um macho, tão pequenininha como eu. – Olhei estupefato para ela.
– Sério, nunca imaginei que pudesse ouvir uma coisa tão excitante de alguém assim na minha vida. Ainda mais você sendo evangélica.
– Já te falei, eu sou evangélica, mas não tô morta, tenho desejos e sei que a minha menina também vai ter os dela, não posso castra-la, proibi-la de sentir prazer, e se é pra ser assim, prefiro que seja com alguém que possa ama-la de verdade, assim como você me amou. É, e eu tô percebendo que você gosta mesmo, olha como seu cacete tá durão já dentro da minha xereca. Mete mais forte, pensando como seria meter na minha pequenininha. – Ela não precisou falar de novo, a abracei pela cintura e passei a enfiar o mais forte e mais rápido que pude, fazendo com que meu saco se chocasse contra sua bunda. Ela começou a gemer de novo, com a boca próxima ao meu ouvido, aumentando ainda mais o meu tesão.
– Mete safado, mete, que a próxima xoxotinha que você vai comer vai ser a da minha filhota, da “Tininha”. Eu quero a minha menininha gemendo também nessa piroca. Isso, vai mais rápido, que eu vou gozaaaaaarrrr….. – Apertei ainda mais meus braços em torno da cintura dela e acelerei a metida, até que:
– Eu vou encher a sua buceta de porra, gostosaaaaaaa…. E vou mostrar pra sua putinha o que é ter um macho de verdade dentro daquela bucetinha pequenininha…. Eu vou arrombar ela pra você veeeerrr…. – Gozei uma quantidade enorme de porra, incrivelmente, pois já era a segunda vez. Ela voltou a se jogar por cima de mim e por fim relaxei de novo, fechando meus olhos. Acabamos adormecendo juntinhos ali mesmo no sofá.
Acordamos algumas horas depois, já era noite. Retirei Karen de cima de mim e fui para a cozinha preparar alguma coisa para que nós comêssemos. Alguns minutos depois vi a loira entrar arrumando o vestido e os cabelos.
– Oi dorminhoca, tá com fome?
– Ai, Leo, eu tô é muito envergonhada do que acabei de fazer, das coisas que eu falei. Eu sei que o tesão falou mais alto, mas me desculpa, eu só quero ir embora, por favor. – Fui em sua direção e a abracei, a envolvendo em meus braços, para que se sentisse segura, pois, percebi que o remorso estava batendo. – O que você vai pensar de mim? Eu não sou mais essa depravada que estava aqui hoje não, eu sou uma mulher direita, que deveria estar em casa cuidando da filha. Por favor me deixa ir.
– Calma Karen, eu sou seu amigo, pode relaxar, eu não estou aqui para te julgar não, eu só quero o seu bem. Tudo que fizemos aqui hoje foi porque a gente ainda se gosta, a gente ainda quer de alguma forma ficar junto. E se eu também falei algo que te desagradou, me desculpa, não queria falar aquelas coisas da sua filha, sei que era apenas uma insanidade passageira por causa do tesão. Esquece.
– Mas é justamente isso que está me atormentando Leo. Porque os meus sentimentos são verdadeiros, eu realmente quero que a minha filha possa ter alguém que se importe com ela. A coitadinha já não tem pai. Não tem os avós, meu irmão caiu no mundo e eu nem sei onde está, nenhuma figura masculina na vida dela, nem ninguém pra cuidar dela. Eu só quero alguém que a ame como mulher, porque é o que resta pra ela. E eu sei do fundo do meu coração que esse alguém tem que ser você. Você sempre foi um bom homem e eu acredito que continua sendo, sua mãe sempre falou bem de você para minha tia.
Nós simplesmente nos beijamos. E eu abraçado com aquela mulher, fiquei realmente pensando em tudo que ela havia me dito, em tudo que aconteceu até aquele momento que nos levou até ali. Será que era uma nova oportunidade? Uma nova chance? Uma nova vida?

* * * * * * * * * * * * * * *
Gostaria de agradecer a todos que leram o conto até aqui, agradecer pela paciência e dizer a todos que o conto já está pronto, estão irei lançar uma parte a cada dia.
Quero agradecer ainda a todos que de forma direta ou indireta me fizeram ter a vontade de voltar a escrever mais conto.
Quero também deixar um super obrigado e um agradecimento especial ao meu amigo Fer1996 que me incentivou até demais para que esses e mais contos fossem para o papel. Obrigado amigo.

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23 Comentários

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  • Responder Armando

    Não temos palavras para agradecer a este divino AUTOR.
    Sempre inspirado. Sempre com relatos de puro carinho de machos conscientes de seus deveres: sobretudo o de tratar bem pepekinhas infantis… Provendo para elas muita gala, esvaziando suas bolas em puro ato de amor e tesão, amor tão incompreendido infelizmente…
    Mas ao menos por este maravilhoso Site e pela maravilhosa contribuição de autores assim, este amor pode ser fantasiado e vivido.

    Muito obrigado ao Autor e ao Site.

    • Leonardo Cruz

      Armando, obrigado, faço minhas as suas palavras. São comentários assim que me motiva a escrever mais, sempre.

  • Responder lucio

    meu escritor favorito ta de volta!!! agr eu me acabo nessa quarentena

    • Leonardo Cruz

      Espero que goste do conto e dos próximos. Continue acompanhando a série.

  • Responder Amanda pedófila

    Mais contos de pedofilia ???? To amando , a mao ate treme imaginando e masturbando , continua que ta top , adoro maes q entregam suas filhas pra pedofilos ou pedofilas , me enchem de tezão… bjinhos

    • Leonardo Cruz

      Obrigado Amanda, que bom que gostou, espero que goste também da continuação e dos próximos contos. Leia os anteriores, pois seguem a mesma linha. Se quiser manter contato: [email protected]

  • Responder Math

    Então você voltou!

    • Leonardo Cruz

      Voltamos e com alguns bons contos, eu espero que gostem.

  • Responder Cândido

    Muito bom o conto espero ansioso pelo continuação

    • Leonardo Cruz

      Espero que a continuação continue agradando, assim como os próximos contos.

  • Responder Skywalker

    Parabéns muito bem escrito

    • Leonardo Cruz

      Valeu obrigado, espero que curta os próximos episódios.

  • Responder Fer1996

    Obrigado pela menção honrosa, meu amigo. Seus contos são definitivamente deliciosos, muitos estavam com saudades de suas sagas! Fico feliz em poder ter colaborado, ainda que indiretamente. Boa sorte com mais este trabalho! PS: Valentina ❤.

    • Leonardo Cruz

      Obrigado meu amigo, estamos juntos sempre. Wlw pelas palavras.

  • Responder Tonyalves100

    Leonardo Cruz, vc é fantástico, faça a continuação desse conto pois ele merece, já li todos os seus contos,
    Vem no meu telegram @tonyalves100 que tenho excelente material de incesto, mas como eu vou saber que é vc mesmo? O Verdadeiro Leonardo Cruz.

    • Leonardo Cruz

      Olá Tony, não uso telegrama, por isso se alguém entrar em contato não sou eu. Mas obrigado pela consideração. Agradeço as palavras.

    • Leonardo Cruz

      Se quiser manter contato peço que me mande um email: [email protected]

  • Responder Loirinha

    Ai meu Deus, ja tava doidinha por mais um conto. Meus dedinhos estão tremendo pra ficarem cansados.

    • Picagostosa

      Oi loirinha deixo eles meladinhos fazendo vc goza gostoso a fim me chama [email protected]

    • Leonardo Cruz

      Loirinha, obrigado, espero que nos próximos capítulos continue cansando seus dedinhos.

  • Responder Kid

    Nem li ainda , só vim avisar q estava com sdds

    • Leonardo Cruz

      Estamos de volta e cheios de novidades, espero que gostem dos próximos capítulos.

    • Kid

      Pelo jeito vou adorar ✌😉