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Engravidando a depressiva 2

1654 palavras | 2 |4.22
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Leiam o conto anterior para entender.

Cleide se tornou minha amante, sempre que estava com tesão ou com o saco carregado eu ia a guarulhos e descarregava sempre dentro dela. Ela se tornou submissa e resolveu que seria minha para sempre, mesmo sendo casada.

Assim foram meses de foda muito boa o de ela aprendeu a dar o cu e engolir porra de um macho de verdade. Seu casamento melhorou, sua depressão sumiu e estava mais feliz pois agora até seu marido a procurava na cama, o único porém é que ela não o deixava gozar mais dentro dela por determinação minha, pois agora eu era seu macho e qualquer risco de gravidez seria comigo.

Seu marido era pastor de uma igreja renomada e vivia a vida de missionária, o que o fazia se ausentar de casa com frequência e as vezes por meses, aproveitando essa deixa eu passei a praticamente morar na casa dela. Cleide me deu as chaves da casa e pude passar a ter livre acesso a tudo e sem frescura, o que era muito conveniente.

Tudo estava muito bom até que um dia, ao acordar pela manhã de pau duro, resolvi fazer o sexo matinal e a acordei chupando aquela bucetinha que eu alarguei e que antes era cabeluda e agora era bem lisinha. Cleide acordou tremendo em um gozo maravilhoso e foi recompensada com um beijo fervoroso e cheio do seu caldo enquanto eu entrava nela vagarosamente mas com vontade.

A crentizinha gemeu forte quando sentiu o pau bater no útero e rebolou apertando meu pau naquela bucetinha apertadinha. Foi muito gostoso, apesar de tanto tempo ela ainda era apertadinha e gostosa como nenhuma outra jamais foi.

Virei ela de costas logo após seu segundo gozo e comecei a percorrer minhas mãos pelo sei corpo enquanto a observava atentamente. Cleide era branquinha com seios médios, uma bundinha arrebitada e bem redondinha, cintura fina e quadril largo, seus cabelos acobreados eram bem longos e ótimos para serem puxados para fazer com que obedecesse seu dono. Desci com a boca por suas costas até sua bunda e então atolei a língua em seu cu provocando um suspiro intenso desesperado daquela vadia crente.

Enrolei minha mão direita em seu cabelo e puxei fazendo com que arqueace a coluna e arrebitada e abunda, então com a mão esquerda conduzi meu pau ao seu buraco e introduzi de forma firme e carinhosa até que meus bagos batessem em sua bunda. Quando sentiu o pau todo ela gemeu alto ao mesmo tempo que um som de espanto se fez ouvir na porta. Ambos nós viramos para ver quem era, já pressentindo o pior, e nos separamos com uma mulher de seus 40 anos parada na porta com a mão na boca.

Na hora Cleide quis sair mas não deixei, aquela mulher nos olhando me deu mais tesão. Se ia dar merda, então pelo menos eu iria gozar, então me empenhei ainda.mais em foder aquela vadia e quanto mais ela lutava mais eu me empenhava. Agarrei firme em seus cabelos e com a mão livre passei por debaixo do seu corpo e comecei a masrurba-la, ela até tentou resistir mas em pouco tempo estava gemendo forte e tremendo enquanto eu foda cada vez mais rápido enquanto olhava aquela mulher.

Bastou pouco para que nos dois gritassemos em um gozo mais que espetacular enquanto a outra também delirava com a saia levantada e os dedos afundados na buceta. Ela tremia mais que minha putinha, a ponto de encostar na soleira da porta e escorregar até o chão depois de perder as forças c a gozada que deu.

Refeitos Cleide se levantou da cama fazendo um rio de porra escorrer por suas pernas e foi até a mulher e a ajudou a se levantar e a fez sentar na cama. Eu por minha vez apenas me deitei confortavelmente, com o pau meia bomba, e aguardei o desfecho das coisas.

A mulher era branca, também usava roupas da igreja mas, assim como minha vadia, tinha beleza escondida por debaixo daqueles trapos. Era bem parecida com Cleide, corpo violão, um pouco fora do peso, mas nada excepcional, peitos médios para grandes, cabelos acobreados e olhos cor de mel, que contratavam muito com seus cabelos.

– Mãe – disse a vadia para a mulher – o que faz aqui a essa hora?

– Ô filha, quis te fazer uma surpresa, você está sempre tão sozinha e depressiva, por isso resolvi aproveitar da chave que me deu e te ver sem aviso. Eu não contava que fosse deparar com essa cena.

– A senhora deveria ter avisado mamãe. Desculpe pelo que viu, estou totalmente sem graça.

– Eu quem peço desculpas filha, não devia ter vindo mesmo. Não fique sem graça também, pois seu amante não está nem um pouco.

Enquanto elas falavam eu reparava no corpo da mãe e fiquei excitado novamente, ela era tão gostosa quanto a filha e também tão carente quanto, foi então que resolvi me apresentar e tomar a frente da situação.

– Muito prazer – disse eu me curvando em sua direção e apontando a mão em um cumprimento casual – me chamo Eduardo, ao seu dispor.

– Tire essa mão daqui, vi bem o que estava fazendo com ela ainda a pouco seu sem vergonha. Você sabe que ela é casada e ainda assim invade sua casa, dorme com ela e ainda fazem sexo anal, tudo isso aqui é o mais puro pecado.

Nessa hora eu me enfezei e desci da cama ficando de pé bem a sua frente, com o pau na sutura da sua cara.

– Verdade, minhas mãos realmente percorreram cada orifício da sua filha a pouco e ela adorou, assim como você que tanto gostou que usou suas próprias mãos para se satisfazer enquanto nós via foder forte em um gostoso sexo anal. Então não seja hipócrita, pois agora mesmo, enquanto falo com você, sua boca treme e seus olhos não sabem se ficam em meus olhos ou na minha rola. Então faça logo o que quer fazer antes que eu me aborreça.

– Você é muito ousado – disse tentando se levantar mas foi contida por mim que a segurei pelos cabelos longos e a fiz arquear a cabeça para trás.

– Não amor, não faça isso – disse Cleide tentando me conter.

– Fique quieta vagabunda, você sabe bem que quem manda nessa casa e em tudo que tem nela sou eu, então apenas assista e não reclame.

A mãe tentava fugir enquanto levava uma surra de pau na cara enquanto eu tentava colocar meu pau em sua boca.

– Não, você acabou de tirar do cu dela, não vou por isso na boca. Também sou casada, é pecado isso.

– Você, assim como a vadia da sua filha é mal casada e não tem um macho de verdade para foder sua buceta. A partir de hoje isso muda, então apenas abra a boca e chupe essa rola antes que eu me enfuressa e bata na sua cara para te obrigar a fazer o que você já quer. Não pense que sua filha irá te ajudar, ela vai apenas me obedecer.

– Mas eu tenho nojo, também nunca fiz isso.

A mamãezinha estava cedendo ao desejo, então fui mais carinhoso e expliquei que sua filha fazia lavagem etal todas as noites para que não sujasse meu pau com merda e que chupar era algo que ela aprenderia com facilidade.

Em pouco tempo já estava com aquela mulher nua na cama e chupando minha rola como uma vadia profissional. Como brinde para colar sua escravidão eu cuspi em sua boca para que ela tivesse .aos do meu gosto e fiz com que Cleide chupasse a primeira buceta da sua vida. Essa mulher urrava de prazer e sua primeira gozada foi na boca da filha, logo depois montei nela e descobri que havia alguém ainda mais apertada que a filha.

Mandei que subisse no meu pau e a ensinei a cavalgar, foi difícil a princípio, mas ela aprendeu e gostou. Enquanto me cavalgava sua filha botou a buceta na minha cara e gozava enquanto beijava a mãe.

Naquele dia gozei mais duas vezes, todas dentro da puta mãe e depois tive que sair para trabalhar, afinal, eu não poderia viver as custas delas e nem do corno.
Antes de ir embora ambas me.prepararam o café da manhã bem reforçado, as duas apenas de langerie e, enquanto eu comia Camila, a mãe puta da Cleide, me mamava embaixo da mesa feito uma bezerrinho.

Na hora de ir embora mandei que viesse todos os dias pela manhã e que estava proibida de ter relação com a filha sem mim, fora que seu marido agora só deveria gozar fora dela, nunca mais dentro. Camila aceitou e me beijou junto com a filha na porta de casa e então fui embora.

Dali em diante as coisas apenas melhoraram, até porquê as duas descobriram juntas que estavam grávidas três semanas depois. Por sorte o corno tinha voltado a duas semanas e tiveram relação, então ele sequer desconfiou da esposinhas puta. Já a sogra teve que forçar o marido a comê-la logo que sentiu algumas alterações no corpo.

Na próxima, caso queiram, eu conto como a cunhada entrou na parada também.

Crentes safadas, amo vcs, me chamem para conversar.

Telegran @negrotop
[email protected]

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2 Comentários

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  • Responder Suzi

    Transa de manhã, transa de tarde, transa de noite, transa o dia inteiro…esse é o famoso… comigo ninguém pôde! Bom demais!

  • Responder Beto e filha

    Seus contos e otmo continua