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Eu e minha filha 3 retificação

483 palavras | 1 |4.20
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Acordei com a sensação de ter dormido o sono mais pesado da minha vida, achei ter tido sonhado que tinha um envolvimento sexual com minha própria filha, mas este sentimento logo passou quando olhei do lado e vi ali, minha bebê dormindo como uma princesa, princesa essa que me torturava me fazendo ter sentimentos de culpa por a desejar e ao mesmo tempo me fazia querer ela como se fosse a única mulher da face da terra. Sua camisola estava na cintura, praticamente nua coberta apenas com uma micro calcinha branca deixando sua bucetinha completamente exposta, me aproximei e dei um beijo em sua barriguinha, ela não reage ainda estava dormindo, continuo com leves beijos em sua barriga e logo sinto sua mão fazendo carinho na minha nuca, olho pra ela e ela sorri com um olhar malicioso, extremamente provocativo contínuo com os beijos só que agora sem ser muito suave pois ela já não tinha mais a preocupação de acordar ela, ela se arrepia quando passo a língua molhada em seu umbigo, sua barriguinha é completamente deliciosa, ela se arrepia toda e continuo descendo com ao beijos até chegar em sua calcinha, mordo a ponta e começo a puxar pra baixo com a boca, o cheiro era delicioso, estava completamente encharcada, já ouvia seus gemidos, finalmente aquela bebê que tinha saído de mim ia ser minha, meu pau estava estourando de vontade, eu deslizava a mão em seu corpo e ela se contorcia, senti suas mãos segurando minha cabeça e empurrando contra sua buceta, ela abriu as pernas e esfregou toda sua buceta em minha boca, que sabor meus caros, completamente úmida, pronta pra ser introduzida, eu estava extasiado, finalmente a podia matar meus desejos por alguém que aos olhos de todos eu jamais poderia fazer aquilo, a sensação era indescritível, minha filha, de pernas abertas pra mim.
Mas como tudo que é bom dura pouco, logo ela que tinha apenas 13 aninhos toma as rédeas da situação e corta meu barato, depois de esfregar a buceta completamente molhada na minha cara ela me puxa e diz pra eu ir tomar um banho frio que estou descontrolado e no fim ainda diz que não era pra eu bater punheta porque isso era coisa de moleque. Eu completamente desapontado, sangue quente e pau duro parti pra cima dela e dei um beijo em sua boca prendendo o corpo contra o dela, ela consegue se livrar e diz que forçando eu nunca teria nada.
Fui pro banho, fiquei quase 30 minutos num banho gelado, meu pau doida de vontade de gozar, estava com a sensação de porra empedrada nas bolas do saco, a dor era insuportável mas eu não poderia forçar nada, tinha que deixar as coisas rolarem e foi o que eu fiz.

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1 comentário

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  • Responder Anônimo ID:1cnmlrq0oprg

    Excelente conto. Continue