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Um macho que conheceu outro macho e virou passivo – 02

873 palavras | 3 |3.78
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A verdade é que basta experimentar uma rola a primeira vez, logo, quer a segunda, a terceira e vai sempre querendo mais.

Pois é, meus amigos, contei aqui como foi minha primeira experiência gay.

Relembrando um pouco do que relatei antes, volto a dizer que sempre fui macho, nunca me interessei por cacete de homem.

De repente, a coisa mudou. Numa noite tomando umas cervejas num restaurante, o acaso me levou a conhecer um garçom, um cara legal com quem me dei bem.

Falei sobre ele no meu primeiro relato, pessoa experiente na área gay, calmo, paciente, um cacete respeitável, bonito, se comportou maravilhosamente bem comigo.

Somente no terceiro encontro ele conseguiu me penetrar. Nos dois primeiros foi apenas uma preparação e muito bem feita. Se contentou com umas chupadas e algumas punhetas debaixo do chuveiro.

Apesar de toda calma dele, pacientemente esperar o momento certo para concretizar a transa e, também, eu já estar me sentindo mais à vontade, quando conseguiu penetrar bem fundo, nem tudo correu às mil maravilhas. Houve sujeira, fiquei chateado e constrangido.

Mais um vez ele demonstrou paciência e deu provas da sua experiência. Disse que isso podia acontecer e que era para não me aborrecer.

Ele tinha sempre ao lado da cama uma toalha úmida, água com algum produto misturado de cheiro tipo uma lavanda, e nessa hora foi usada para amenizar a situação.

E o que mais me deixou à vontade é que depois dessa coisa chata da sujeira e ter limpado tudo, ele ficou mais louco ainda querendo me penetrar de novo e com um tesão danado.

Convém ler a primeira parte para entender melhor como foi minha primeira experiência.

Pois bem, ontem tivemos outro encontro que considero incrível, fiquei surpreso com a minha atuação, tivemos um papo durante a transa que nunca imaginei ser capaz de manter com alguém, principalmente num momento em que você sabe que está se submetendo e totalmente entregue à vontade do seu parceiro.

Em vez de eu relatar em detalhe o que aconteceu ontem, prefiro reproduzir o diálogo que rolou assim que me coloquei de quatro para que ele viesse por cima de mim tipo cachorrinho.

ELE: — De quatro não, deita esticado de barriga prá baixo e abre as pernas, quero te comer deitado por cima.

EU: — Do jeito que você quiser, sou toda sua, te esperando aberto, todinho prá você.

Me estiquei e fiquei de costa prá ele, coloquei o travesseiro por baixo da minha cintura para subir um pouco a bunda e abri bem as pernas.

ELE: — Assim…, vou te comer muito, te foder muito, botar esse cacete todo dentro de você. Quanto tempo pensei nisso, agora te arrombo toda.

EU: — Vem, toda sua, bota tudo lá dentro, já aguento sua rola, bota tudo.

ELE: — É assim que se fala, minha gostosinha, vou te comer, comer essa bundinha branca gostosa, toda lisinha.

EU: — Vem, toda aberta prá você, come, bota lá dentro.

ELE: — Minha gostosa, você aprendeu depressa, sente minha piroca lá dentro.

EU: — Põe tudo, sou toda sua, sua garotinha, mete gostoso.

Nesta altura, já estava todo dentro de mim, penetração completa, me deixou de pau tão duro que eu quase gozava, eu queria me segurar, ficar aguentando aquela rola sem gozar, deixar ele primeiro meter muito e fundo. Cheirava e lambia meu pescoço, passava a mão em todo meu corpo, bom demais.

ELE: — Toma minha gostosa, já engoliu minha rola toda, tá toda lá dentro, vou gozar muito lá dentro, te fazer de minha fêmea, só minha.

EU: — Goza muito, tô esperando, vai, goza, me faz de fêmea, de sua fêmea, só sua, não quero outra rola, só a sua.

ELE: — Ai.., ai…, ai…, vou gozar…, vou esporrar tudo dentro…, bundinha gostosa, vou gozar…, vou esporrar…, não aguento mais, vou gozar….

Gente, foi uma gozada homérica, prá valer, meu pau durão também já no ponto de gozar.

Ele tinha também uma toalha que forrava a cama prá, quando eu gozasse por baixo, não sujasse o lençol. Ele caprichava em tudo.

Depois dessa gozada toda, fomos pra debaixo do chuveiro, tentei outra punheta nele, mas aí ele já não conseguiu gozar de novo, disse que depois de uma primeira gozada, tinha que dar um tempo, senão não conseguia.

Foi bom demais, volto lá de vez em quando, a vontade é ir todo dia, mas não posso. Já tive problema com isso também, de chegar no restaurante e encontrar meus amigos sentados numa mesa papeando e tomando cerveja.

Agora procuro ter mais cuidado, antes de entrar no restaurante olho no estacionamento se tem o carro de algum deles estacionado por lá. E também procuro ver se não tem alguém conhecido, é a forma de guardar segredo desse meu caso.

E assim, estou lá transando, um machão que nunca pensei encontrar. E como falei antes, tem um colega dele, garçom também, que já me deu uma cantada e quer também me comer. Já estou programando mais este parceiro prá minha coleção.

E assim foi minha noitada de ontem, quando tiver novidade com este outro garçom, conto aqui prá vocês.

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3 Comentários

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  • Responder Carente ID:7qdnbttqrb

    Quiero um coroa para fazer cariño no seu Pau
    [email protected]

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Faz a chuca, pede a seu amcho para te ensinar, quero ve vc dando a seus amigos, ninguem vai para a cama com inimigos

  • Responder [email protected]@ ID:gsus5r20b

    Adorei o conto, como é bom encontrar um homem que come a gente com calma, com paciência a minha primeira penetração levou um mês para se concretizar eu era bem novinho depois nunca mais parei e só transo com homens !