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Minha irmã é minha Amante – Iniciação Anal

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Irmão inicia irmã mais nova na arte do sexo anal

Este conto é uma descrição de uma das muitas situações ocorridas no conto principal (Minha irmã é minha Amante). Nesse vou detalhar como ocorreu a iniciação da minha deliciosa irmã aos prazeres do sexo anal. Esta história ocorre aproximadamente 10 meses após o início das atividades sexuais entre eu e minha irmã no conto principal.

Alguns meses haviam se passado desde que eu e minha irmã havíamos começado a namorar escondido, e nossa vida sexual estava a todo vapor. Fazíamos sexo sempre que estávamos sozinhos (e isso acontecia bastante), graças a rotina profissional dos nossos pais.

Quase um ano havia se passado desde o começo de tudo, e nós dois havíamos crescido um pouco, já que estávamos na adolescência. Eu estava com 13 anos e minha irmã com 11 anos, Eu cresci 10cm nesse período e agora já era mais alto que a minha mãe, tendo quase a altura do meu pai, e minha irmã tbm tinha ganho alguns cm de altura e o mais importante, o corpo dela havia ficado ainda mais feminino.

Minha irmã havia ganho uns 3 cm de altura e ganho uns 5 de largura no quadril (e na bunda) ficando com a bunda ainda maior e mais bonita que anteriormente, e os seus seios haviam se desenvolvido um pouco mais. Antes eram apenas os mamilos ligeiramente inchados agora eram realmente pequenos seios arredondados com o formato de uma pequena pera e apontando para cima.

Apesar de pequenos, eu saboreava aqueles seios como um manjar divino todas às vezes que transávamos em alguma posição que me permitisse sugá-los enquanto penetrava a violentamente a bocetinha linda (e agora coberta com lindos pelos loiros) da minha irmã.

Como descrito no conto anterior, eu e minha irmã estávamos apaixonados e nossa vida sexual era super intensa, fazíamos sexo em várias posições e eu e minha irmã tínhamos uma grande sintonia sexual. Ambos éramos (ainda somos) adeptos do sexo selvagem, com bastante força e carícias selvagens. E graças a isso transávamos como coelhos no cio todas as tardes quando voltávamos da escola.

Mais uma vez como foi descrito no conto anterior, eu já havia tentado durante as nossas transas diárias fazer sexo anal com a minha irmã sem sucesso algumas vezes. Mesmo imitando os atores pornôs eu não havia conseguido sucesso e eu não entendia o motivo. Isso estava me frustrando um pouco, pois eu queria muito provar o sexo anal com minha irmã.

Mas isso iria mudar, para melhor. Havíamos chegado da escola e após termos tomado banho e fomos, sem nenhum de nós precisar chamar para o quarto dos nossos pais, começamos a transar assim q tiramos a toalha.

Cheguei perto dela e a puxei para mim, enquanto nossas toalhas caíram no chão, eu estava com as duas mãos na bunda dela e apertava enquanto começamos a nos beijar. Começamos com um beijo lento e enquanto as nossas línguas se entrelaçavam, subi uma das mãos para um dos seus lindos seios, senti o mamilo rígido em minha mão enquanto minha boca descolava da dela e descia em direção ao outro seio, mas durante a descida ia beijando todo o caminho entre a boca e o seio.

Ao chegar ao seio suguei com cuidado e prazer aquele lindo seio rosado e ao soltar o seio a cada vez que ia respirar eu perguntava a minha irmã se ela tava gostando de sentir meu pau duro se esfregando nela. Ela sempre me dava deliciosas respostas positivas, que me deixavam com ainda mais tesão principalmente quando as respostas eram ligadas a eu enfiar meu pau inteiro nela e encher a buceta dela com meu esperma.

Depois de alguns minutos de apalpação e sucção, pedi para minha irmã chupar meu pau, o que ela fez com muito prazer. Ela se ajoelhou devagar e ao fazer isso beijava meu corpo da mesma maneira que eu havia feito com o dela. Ao estar de frente a minha ereção ela suavemente começou a fazer movimentos circulares com a língua ao redor da glande e quando percebeu que eu estava sentindo muito prazer com isso começou a sugar diretamente meu pau, enquanto continuava fazendo movimentos circulares com a língua ao redor dele. Estava delicioso, mas eu não queria curtir sozinho.

Ao sentir que estava me aproximando de gozar pedi para minha irmã para e se deitar na cama, ela se deitou de barriga para baixo e levantou um pouco o quadril. Nessa posição a bunda grande dela ficava bem aberta me dando plena visão (e acesso a seu cuzinho rosado). Em seguida Eu me deitei dentro das pernas dela, ficando com a cara bem em frente a sua boceta e seu cu.

Eu gostava muito de fazer sexo oral nela nessa posição, pois ela rebolava insanamente enquanto eu sugava aquela deliciosa buceta rosada, e que agora era coberta por lindo pelos dourados. E sendo assim comecei a sugar com prazer aquela boceta molhada e a cada vez que ela se mexia eu sentia meu nariz passar bem a frente do seu lindo cuzinho.

Após alguns instantes de sexo oral, eu fiz algo que até agora não havia tentado que foi subir a língua e chupar o cuzinho da minha irmã. Ela já estava gemendo e rebolando bastante com o sexo oral normal. Mas ao sentir a minha língua tocar seu cu, minha irmã soltou um gemido diferente. Era um gemido mesclado com medo e prazer que me deixou muito excitado e na minha excitação comecei a lamber e sugar aquele cuzinho rosado sem pudor.

Após alguns instantes de sexo oral, minha me pediu para parar e penetrar ela, pq ela não aguentava mais e queria meu pau dentro dela. Não me fiz de rogado com esse pedido, parei o sexo oral, fiquei de joelhos e puxei para cima o quadril da minha irmã, fazendo com que ela ficasse de quarto (Doggystyle) e a penetrei com força em uma única estocada!

Minha irmã gemeu alto e começou a rebolar enquanto eu dava estocadas violentas e dava tapas na grande bunda dela. Após algumas tapas, a minha irmã que tinha a pele bem clara, já estava ficando com as marcas da palma da minha mão marcadas em vermelho e começou a gozar.

Percebi que ela tinha chegado ao clímax antes de mim e enquanto continuava dando estocadas fortes e rápidas nela abri as suas nádegas com as mãos e pude perceber que o cuzinho dela piscava intensamente. Vendo isso senti um tesão extremo e enquanto via o cuzinho da minha irmã piscando durante o clímax dela, atingi o meu clímax e gozei com tudo que eu tinha na buceta da minha irmã.

Ao sentir o primeiro jato de esperma saindo, dei várias estocadas fundas na minha irmã, para ter certeza que todo meu sêmen ia ser depositado nela. Após o nosso clímax, continuamos grudados e “desabamos” de lado na cama ficando de conchinha.

Ficamos alguns minutos recuperando o fôlego enquanto trocávamos suaves carícias apaixonadas e trocávamos beijos. Após recuperarmos o fôlego, fomos nos lavar e em seguida voltamos para o quarto. E ao sentarmos na cama comecei a conversar com ela enquanto trocávamos carinhos. E perguntei o que ela tinha sentido quando eu chupei o cuzinho dela, e minha irmã me respondeu que havia sido muito bom, apesar de ter sido estranho e ela ter sentido um pouco de vergonha.

Enquanto trocávamos palavras e carinhos pensei comigo que valia a pena arriscar e assim que meu pau começou a dar sinais que estava pronto para um segundo round, eu pedi a minha irmã q ela me deixasse chupar o cuzinho dela. Ela hesitou de começo, disse que tinha um pouco de vergonha, mas após algumas carícias e juras de amor eterno ela cedeu e me permitiu fazer o que eu queria.

Mais uma vez ela se colocou na mesma posição e eu fiz a mesma coisa, comecei chupando a boceta dela e quando vi que ela já estava rebolando a bunda na minha cara eu passei a lamber seu belo cuzinho. O ânus da minha irmã estava bem limpinho devido ao banho recém tomado e eu pude me deliciar lambendo e beijando. Em alguns momentos eu enfiava a língua (mesmo tendo um pouco de medo de encontrar merda no caminho, o meu tesão falava mais alto), após alguns minutos de prazer, com a minha irmã gemendo alto ao rebolar a bunda na minha cara, eu senti meu pau completamente ereto.

E vi que o cuzinho da minha irmãzinha estava cedendo a minha língua e o meu dedo, que ocasionalmente eu colocava na bunda dela e fazia uma penetração anal suave. Após vários minutos desse prazeroso deleite, eu percebi que talvez agora eu conseguisse fazer a penetração anal da minha irmã, na qual até agora eu não havia tido sucesso.

Então após ter feito isso por mais alguns minutos, de maneira que tanto a buceta, quanto o cuzinho da minha irmã estavam ensopados com minha saliva, e minha língua e dois dedos já entravam parcialmente no seu ânus, eu pedi para minha irmã deitar de lado que eu ia tentar comer o cuzinho dela.

Ao me ouvir falar ela arregalou os olhos com surpresa, mas como ela também tinha muita curiosidade em saber como era o sexo anal se deitou do meu lado de conchinha e esperou. Meu pau estava duro como uma rocha nessa hora e eu me posicionei e comecei a fazer a penetração anal nela. Posicionei meu pau na entrada do ânus dela e comecei a fazer o movimento de penetração. Ao contrário da boceta, o cuzinho não abriu facilmente. Principalmente um cuzinho virgem como o dela, mas como ela já estava super excitada devida ao sexo oral, senti que ele cedia milímetro a milímetro a cada vez que eu repetia o movimento de penetração.

Após alguns minutos fazendo o movimento de penetração, meu pau já tinha penetrado a glande inteira no cuzinho dela, e estávamos sentindo um prazer enorme. Pra nossa surpresa o sexo anal era incrivelmente prazeroso e a cada vez que eu repetia o movimento de penetração minha irmãzinha soltava um pequeno grito de prazer, enquanto mantinhas os olhos fechados e fazia uma cara de extremo prazer.

Ao sentir que mais da metade do meu pau havia penetrado o cuzinho da minha irmã, acelerei a penetração indo bem mais fundo a cada estocada. Poucos segundos depois minha irmã gritou que estava gozando, e eu percebi que ela tinha tido um orgasmo violento, ao ponto de me pedir para parar de penetrá-la, pois estava muito sensível.

Ao ver isso tirei meu pau do seu ânus e tirar de dentro vi o cuzinho da minha irmã dilatado, de maneira semelhante ao que ocorria com as atrizes pornô na fita VHS do meu pai. Ao ver isso fiquei extremamente excitado e enfiei meu pau completamente nela novamente de uma única vez, ao fazer isso ela deu um gemido alto e tremeu um pouco, eu acelerei a penetração, ela me pedia para parar o tempo todo, mas eu ignorei seus pedidos e meu pau nela com prazer e força, dando estocadas rápidas e fortes sem parar e mais uma vez em alguns poucos minutos (2 ou 3) ela chegou ao clímax pela segunda vez.

Mais uma vez ela me pediu para parar e retirar meu pau do ânus dela, mas eu ( que tenho tendências ligeiramente sádicas no sexo, minha irmã tem tendências masoquistas, por isso combinamos perfeitamente) ignorei e continuei penetrando ela com mais velocidade e força a cada estocada, dando meu máximo a cada uma delas.

Ficamos nessa deliciosa brincadeira por mais alguns minutos e minha irmã gozou pela terceira vez, e a cada vez que eu a via alcançar o clímax eu sentia mais vontade de intensificar o sexo anal enquanto ela me implorava aos gemidos para parar e eu continuava insanamente. Tive muito prazer nessa tarde e após o terceiro orgasmo da minha irmã senti que o meu estava próximo.

Continuei com a penetração intensa por mais alguns poucos minutos e não aguentando mais me conter gozei com toda a força no cuzinho dela, na posição de conchinha enquanto puxava o braço dela para trás para que ela não conseguisse se afastar de mim com as mãos. Ao sentir que eu havia chegado ao clímax dentro do cu dela, minha irmã gemeu e rebolou intensamente para me fazer liberar todo meu esperma.

Após ter alcançado meu clímax ficamos alguns minutos deitados enquanto recuperávamos nosso fôlego, pois havia sido um sexo muito intenso e prazeroso. Passados vários minutos, minha irmãzinha começou a rir e me disse que havia sido o melhor sexo que ela já havia feito e que iríamos repetir a dose com certeza, mas que eu não podia mais segurar os braços dela e que eu tinha que parar quando ela pedisse. Eu disse que não podia prometer nada, já que tinha sido realmente muito bom e que a bunda dela era gostosa demais.

Rimos bastante, tomamos banho e após algum tempo tentamos novamente. Porém, naquele momento não conseguimos fazer sexo anal duas vezes seguidas (algo que conseguimos com alguns dias de prática), então fizemos sexo normal mais uma vez e nos preparamos pra a chegada da nossa mãe em casa, vinda do trabalho.

Nos dias seguintes experimentamos os limites do sexo anal e percebemos uma série de peculiaridades que precisavam ser seguidas para que o sexo anal fosse prazeroso, como um bom sexo oral para que minha irmã ficasse excitada e facilitasse a penetração e bem como as diferentes posições e qual delas era mais prazerosa.

O que me fez perceber que para mim a mais prazerosa das posições era a Doggystyle, onde durante o sexo eu podia retirar o meu pau do cuzinho da minha irmã e ver aquele lindo cu rosado dilatado e cheio do meu esperma. Nessas tardes fizemos sexo anal sem restrições e pudores e pude escutar e presenciar os mais deliciosos gemidos e orgasmos da minha irmã enquanto penetrava violentamente o cuzinho dela sem misericórdia.

Continuamos fazendo sexo anal sem medo e sem pudor, porém só podíamos fazê-lo em casa, pois fazíamos barulho demais durante a penetração anal. E além disso eu não conseguia manter meu pau longe da boceta da minha irmã, é algo do qual eu não sou capaz de explicar, apenas posso dizer que meu pau e a boceta dela foram feitos um para o outro.

E mesmo com o sexo anal sendo extremamente delicioso, eu não conseguia parar de foder e gozar dentro da buceta da minha irmã. Existe um magnetismo entre os dois de maneira que, mesmo que tivéssemos feito um delicioso sexo anal eu não me sentia satisfeito até gozar uma ou duas vezes dentro da sua boceta, e percebia que minha irmã também não se sentia completamente satisfeita até que eu tivesse dado uma ou duas belas gozadas e enchido sua linda bucetinha loira com meu esperma.

Ainda hoje, sempre que temos certeza que não vamos ser incomodados (geralmente no meu apartamento) fazemos sexo anal e temos bastante prazer enquanto eu encho o cuzinho e a boceta da minha irmã com meu esperma.

Pretendo escrever outras situações ocorridas nos nossos 3 primeiros anos como casal (como quando transamos na feira de ciências da escola, quando dormimos juntos no sítio do nosso tio avô, as férias na casa de praia) então podem aguardar que tem mais conto vindo

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