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Como descobri o tesão aos 12 anos (2° parte)

947 palavras | 1 |4.27
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Continuação do relado do meu amigo. Tudo escrito por ele.

Os dias se passaram e a vida continuou como sempre, não conversava com meu irmão sobre o que havia acontecido com Douglas e continuávamos a brincar com nossos amigos, mas agora eu possuía um pouco mais de malícia e a vontade de sentir novamente aquela sensação não passava, mas para a minha tristeza, Douglas não foi em minha casa nos dias posteriores.
Os dias passaram e em um final de tarde estava em minha casa brincando quando chegou um amigo, seu nome era Kelson, ou Kelsinho para os íntimos, um menino de 8 anos, cabelos negros, pele branca queimada do sol e um corpo magro mas muito bem definido, mas somente naquele dia reparei em um detalhe, ele possuía um bumbum que apesar de não ser enorme era empinado e redondinho, típico de garotos travessos que passam o dia brincando no meio da rua, contrastando com meu corpo um pouco gordinho, mas que apesar de tudo era bem distribuído, com coxas e braços grossos, quanto a cor da pele eu também era branco queimado do sol.
Ao chegar em minha casa, Kelson foi para onde eu estava e pediu para brincar comigo, eu que sentia muito carinho por ele fiquei muito feliz com a chegada dele, começamos assim a brincar inocentemente, mas com o passar do tempo comecei a lembrar da brincadeira com o Douglas e fiquei imaginando como seria brincar daquele jeito com o Kelsinho. Aos poucos fui reparando no corpo do meu amigo e vendo o quão bonito ele era e no quanto sua bunda era redondinha e isso começou a me deixar excitado, principalmente em momentos que ele ficava de quatro para pegar algum brinquedo.
Naquele momento a excitação falou alto, então decidi tentar algo com ele, mas não poderia fazer de qualquer jeito, pois ele poderia não gostar de ser tocado sem permissão e muito menos de um convite indecente. Sendo assim, comecei a provocar ele na intenção de brincar de luta com ele, o plano foi um sucesso e ele partiu pra cima de mim.
Durante a luta, devido ao meu maior tamanho, eu não tinha problema nenhum em sarrar disfarçadamente a bundinha dele, e em um momento decidi ousar um pouco mais e apertei sua bunda com vontade, Kelsinho não demonstrou nenhuma reação contraria, parecia ainda estar envolvido na brincadeira, já eu não pensava em outra coisa a não ser no bumbum dele, por isso repeti as passadas de mão mais algumas vezes. Cheguei em um ponto em que meu pinto chegava a doer de tão duro, mas apesar da vontade de ir adiante, minha falta de coragem não estava me ajudando, eu tinha medo de falar para ele o que eu queria e ser rejeitado, portanto, decidi apenas aproveitar o que eu tinha coragem de fazer. Mas em dado momento meu amigo se calou e disse:
– Ei Lucas, você quer brincar de uma coisa? Perguntou meu amigo olhando fundo nos meus olhos.
– Que coisa? Pergunto eu um pouco confuso.
– De você me comer. Falou ele me deixando em choque.
Para a minha surpresa, meu amiguinho já não era tão inocente quanto eu pensava e estava entendendo muito bem o que eu fazia com ele e o que eu queria, e talvez por ver que eu não tive coragem de ir em diante, Kelsinho tomou a dianteira, me deixando sem reação. Eu mal acreditava no que ele tinha falado, mas era real e eu não podia perder a chance.
Fomos para o quarto, chegando lá meu amigo subiu na cama, abaixou seu short até a metade das coxas e apoiou-se na cabeceira da cama empinando a bunda para mim. Eu que já estava duro de tesão desde que brincávamos, subi logo em seguida na cama e baixei meu short me posicionando atrás dele, onde vi que a bunda dele era ainda mais linda do que eu imaginava. Kelsinho lubrificou seu buraquinho com saliva e, segurando meu pênis, direcionou para seu anelzinho. Eu já louco de tesão, comecei a pressionar meu pinto na entrada dele e aos poucos fui lhe penetrando e sentindo o calor daquele cuzinho que se provou ainda mais gostoso do que o da experiência anterior.
Depois de penetrar ele completamente, passei um tempinho parado tateando aquele corpinho, e aos poucos iniciei um vai e vem muito gostoso que se tornava mais prazeroso ainda quando eu via o rosto do meu amiguinho que, diferente do Douglas, parecia estar curtindo tanto quanto eu. Aos poucos fui intensificando a velocidade de penetração até que senti algo no pinto, uma sensação de prazer que me fez suspirar e me deixou com as pernas bambas, eu havia gozado seco.
Pouco depois de sentir essa sensação escutamos a voz de alguém que vinha entrando em minha casa, era minha irmã mais velha que havia vindo nos visitar e por azar ainda estávamos no quarto quando ela entrou nele procurando por mim, ela não chegou a ver nada pois já havíamos vestido nossas roupas, porém ela não era boba e desconfiou do que tinha rolado, então ela nos passou um sermão enorme e mandou meu amigo embora, mas ao menos não falou nada para a minha mãe. Devido ao sermão e ao medo de sermos flagrados ficamos muito tempo sem fazer nada do tipo, mas o destino não quis que aquela fosse nossa última vez…

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1 comentário

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  • Responder Saulo

    Amei, continue