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Uma Cúmplice Quase Perfeita – Pt 2

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Três anos se passaram, e é claro, que nesse período muitas coisas aconteceram, mas vamos direto ao que interessa. Eu estava com dezesseis quase dezessete anos, e Agatha seis aninhos. Eu ainda cuidava dela, no entanto em circunstancias mais auspiciosas. A mãe de Gil abriu uma confeitaria, e isso mudou totalmente a vida dela. Mudou-se para um bairro melhor, compraram carro, faziam viagens, Gilvanda começou a fazer inglês, faculdade, largou o emprego na fabrica de autopeças e, montou uma sorveteria que vendia um Açaí MARAVILHOSO. Enquanto isso, meu irmão, trouxa, continuava fazendo filho, e sem ambição na vida. Em três anos, meu irmão (Welbert) fez mais dois filhos, com duas mulheres diferentes, Kauan com Luciana e Giovana com Marinice. Eu continuava trabalhando de babá com minha sobrinha, Agatha. Motivada pela prosperidade de Gilvanda e sua mãe, eu ambicionava ter a mesma qualidade de vida. Comecei a me dedicar mais aos estudos, a mãe de Gil pagou inglês pra mim, e me dava um salario de 900 reais para que eu cuidasse de Agatha. Sei que 900$ podem parecer pouco dinheiro atualmente, mas na época, era dinheiro pra caralho. Gilvanda me dava concelhos amoroso, e o principal deles, era: “Não se meta com homem fodido. De pobre já basta você!” Gilvanda era um pouco gordinha, não chegava a ser obesa, mas sempre foi acima do peso. Gilvanda se parece muito com a Raíza Costa, uma apresentadora do GNT.

Modéstia a parte, eu sempre fui bonita, magrinha, com corpo harmônico e proporcional. Sou uma falsa magra convicta, não tenho muitos exageros, tenho curvas naturais, seios médios para pequenos, mulata, cintura fina, com cabelos lisos escuros. Dizem que me pareço com a Winnie Harlow. Provavelmente nunca ouviram falar dela, mas ela é uma modelo canadense que tem vitiligo. Sinceramente, eu não me acho parecida com ela, mas, desde que essa menina começou a bombar nas redes sociais começaram a comparar nossas semelhanças. Eu tenho traços indígenas bem marcantes, meu pai é índio.

Gilvanda adorava me apresentar para os amigos da faculdade dela. Saíamos muito, mas sempre que ela via que os homens estavam dando mais confiança pra mim do que pra ela, Gil começava a me rebaixar. Dizia que eu tomava conta da filha dela, que eu era empregada, falava que eu era uma amiga da faze “pobrinha”, fazia questão de dizer que comprou minhas roupas ou que eram emprestadas, enfim… Eu ficava muito chateada com isso. No entanto, sempre relevava, afinal de contas, eu me beneficiava. Intendia que, talvez, aquele fosse o preço que eu tinha que pagar para chegar onde eu queria. Eu tinha dezesseis anos, era jovem, linda, sem filhos, e Gil, não era feia ou velha, mas tinha filho, e os homens, principalmente os mais novos, universitários, não querem saber de uma mulher com uma filha pra criar. Sendo assim, por mais que ela me rebaixasse eu sempre me dava bem: Pegava os mais gatos, os mais inteligentes, e muito raramente, trepava com um playboy riquinho, que na maioria das vezes era uma merda, mas eu me divertia.

Trepei também com um professor de Gilvanda gatíssimo… Teodoro era grisalho, charmoso, lindo, intelectual, sexy, sedutor. Todas as alunas queriam dar pra ele, mas Teo era extremamente discreto. Eu fui com Gil em um simpósio em São Paulo, eram três dias de evento, e ficamos em um hotel… Gilvanda saía com um colega de sala, passou a noite fora, eu aproveitei que fiquei sozinha no quarto e dei gostozinha pra Teodoro. Fodemos a noite toda, ele era muito gostoso, me fodeu tanto que eu fiquei toda assada. Quando Gil chegou na manha seguinte e viu Teo no meu quarto, ela ficou indignada, Teodoro ficou extremamente constrangido, pois achou que eu estava sozinha no quarto. E o pior: Morávamos em uma cidade relativamente pequena, eu fazia inglês em uma escola, e lá conheci uma garota da mesma idade que eu, Anna Debora era filha de Teodoro. Fui fazer um trabalho na casa dela, quando cheguei lá, Teo quase teve um troço, passou mal, a preção dele caiu, enfim… Foi um horror! Mas depois, eu ri tanto! Teodoro era casado com uma jornalista que apresentava o jornal local da Globo da nossa cidade. A mulher era linda, mas homem é tudo safado!

Em outra ocasião, deixamos Agatha com minha mãe, e fomos para uma festa em um sitio. Um amigo da faculdade de Gil nos chamou, e nós fomos, claro!
Ao chegar lá, logo de cara, percebi que não era uma festa comum. Pra resumir: No final rolou uma putaria louca. Todo mundo trepando com todo mundo. La só tinha mulher gostosona, bombada, tipo: “panicat”! Creio eu, que eram todas garotas de programa, ou pelo menos, a maioria era. Eu, Gilvanda, e mais uma menina, éramos as únicas “comuns”: Nem tão bonitas e nem tão feias comparadas às outras. Entretanto, Gil era carente, insegura de mais, se sentiu intimidada, quis aparecer, bebeu, usou drogas, tenho certeza que ela fingiu que estava bêbada, tirou a roupa, trepou com um monte de homens e mulheres. Usaram e abusaram de Gilvanda, bateram, humilharam, sodomizaram, castigaram, eu ouvia os tapas que ela levava de longe, dava pena. Eles estavam fodendo na sala, eram sete pessoas, quatro homens e três mulheres. Gilvanda e mais uma mulher foram escravizadas pelos outros. Os gritos das duas ecoavam pela casa, beirou a crueldade o que eles fizeram com elas. Restaram eu e mais três meninas que não quiseram participar da orgia. Além de mim, tinha uma menina ainda mais nova que eu, com quinze anos. Ela chorou querendo ir em bora, nós ouvíamos horrorizadas as gemidas, mortas de medo de alguém tentar nos pegar e fazer a mesma coisa conosco.

No entanto, as duas mulheres falaram que nós poderíamos ficar tranquilas que eles não forçavam ninguém a fazer nada. Depois disso eu e a “caçulinha” ficamos mais tranquilas e vimos às coisas em outra perspectiva. Entretanto, por mais medo que tivéssemos, por mais constrangedor e assustador que aquilo fosse, uma parte de nós gostava de ouvir aquilo. Uma parte de mim deseja desesperadamente espreitar o que acontecia, mas o medo me impedia! Nenhuma de nós saiu da casa, tanto eu, quanto a caçulinha, as únicas inexperientes naquelas práticas, as mais assustas, também eram as mais curiosas… Ouvindo Gilvanda e a outra menina sendo degradadas e sodomizadas começou a despertar uma sensação diferente em mim. Por um momento eu tive pena, mas depois quando fiquei mais tranquila e relaxada me senti vingada. Era como se eu gostasse de ver Gilvanda gemendo de dor, implorando por piedade, pedindo clemencia, sendo dominada por aquele bando de devassos riquinhos. Eu sentia como se fosse minha retaliação por todas as vezes que ela me rebaixava na frente dos outros para se sentir superior. Por um momento fiquei bem excitada imaginando minhas mãos açoitando Gilvanda, a fazendo resmungar e implorar por piedade. Todo aquele clima, aquelas gemidas eróticas, os resmungos de dor e prazer, a mistura do medo que sentia com o ambiente promiscuo e erótico, a ansiedade para saber como e quando tudo terminaria, enfim… A excitação tomou conta de mim! Tudo me fez relembrar dos velhos tempos que minha boceta era frequentada pela rola deliciosa do Douglas Gordo, e pelos lábios carnudos do Elias Malandro.

No entanto não foi apenas meu corpo que teve efeitos colaterais por causa do ambiente sodomita… As outras meninas que estavam na cozinha, também entraram no clima, e essa, foi à primeira vez na vida que fiquei com uma mulher. As duas mulheres mais velhas que estavam com a gente na cozinha, nos seduziram, nos levaram para varanda da casa, e eu fui deliciosamente fodida por Karla. Foi tão incrível que eu passei seis meses tento a certeza que eu era lésbica. Karla tinha vinte e nove anos, era promotora de eventos, linda, casada, mãe de dois filhos, ( Uns anos mais tarde, trepei com o filho de Karla, Rodrigo tinha 15 anos) e me fodeu de um jeito tão carinhoso, atencioso, erótico e profano, que por um instante acreditei que Karla fosse um anjo! Uma mulher de vinte e nove anos que trepa com uma garotinha de dezesseis é muita maldade, chega ser um sacrilégio, faz qualquer menininha mudar de time, rejeitar rola e idolatrar boceta pra o resto da vida. Lembro-me que eu estava de biquíni, e Karla não me deixou tirar a calcinha, disse que se alguém viesse “dava tempo da gente disfarçar”. Karla afastava minha calcinha com uma habilidade genuína, me chupava e me fodia com os dedos de um modo sublime e avassalador. Meus peitos foram maravilhosamente mamados, minha língua e lábios chupados com erotismo e desejo, meu corpo ruiu em prazer sendo profanado por Karla. Eu rebolei tanto na boca dela que fiquei com dor na coluna. O que Karla fez com meu corpo não tem nome, descrição ou preço, me fez descobrir partes na minha anatomia que eu nem sabia que tinha, foi a melhor maneira de descobri minha bissexualidade: A mais pura e genuína putaria profana, devassa e legitima. Fez os lábios de Elias desaparecerem da minha memoria. No sofá ao lado eu via e ouvia a outra mulher fodendo a “Caçulinha” que gemia, se contorcia, murmurava, e rebolava peladinha na boca de sua amante insaciável. Karla me provocava questionando se eu gostava de assistir minha “amiguinha” foder. Os dedos de Karla fodiam minha boceta com movimentos insanos, sua boca sugava meus seios, chupava minha língua e atentava meu juízo, eu rebolava tresloucada nos dedos de Karla, e agarrada em seus peitos, me dei conta de que assistir o corpo de uma mulher sentindo prazer me excitava pra caralho. Gozei até desidratar nesse dia levando dedadas, chupadas, caricias e ouvindo as gemidas alucinantes da Caçulinha. Que depois desse dia no sitio, eu nuca mais a vi!

Eu fiquei com Karla por uns quatro meses, depois ela me dispensou. Disse que: “Era melhor a gente parar, porque ela prezava muito a família que tinha”. Foda-se! Karla me arrumava altos ingressos para festas, eventos, e iniciativas cultuais na cidade. Eu ia, e era obrigada a vê-la com o marido. Karla fingia que nem me conhecia, aquilo me matava. Depois disso, gastava muito do meu tempo assistindo filmes pornôs lesbicos tocando uma siririca bem gostosa na casa de Gilvanda. Eu não tinha computador em casa, sendo assim, matava minha vontade no trabalho… Deixava Agatha assistindo TV, e me acabava assistindo putaria no computador. Nessa época eu tinha um delicioso relacionamento proibido com um homem chamado Maurilio. (Abordaremos esse assunto mais à frente) No entanto, o prazer de uma siririca bem tocada, era insubstituível! Além de fazer a mulher conhecer mais seu próprio corpo, trás um tipo de experiência sexual diferente, uma satisfação única estabelecida pela sua própria capacidade de se dar prazer. Foder é uma delicia, sentir um pau duro latejando de tesão penetrando o espaço apertado e vazio entre minhas pernas é incrível. Trepar com uma mulher ou menina em uma troca de carinhos intensos, é sublime. No entanto, uma siririca era indispensável, me fazia gozar de um jeito diferente, mais intimo e independente. Por mais que eu tivesse fodendo loucamente com Maurilio, minhas siriricas eram diárias, frequentes, molhadinhas, necessárias, e uma mais gostosa que a outra.

Em um período eu me viciei, gostava de assistir vídeos lesbicos. Depois, mulheres se beijando me matavam de tesão. Na sequencia, o que me fazia gozar desesperadamente eram mulheres mais velhas seduzindo e fodendo meninas mais novas. Mais adiante, passei a curtir mulheres trepando falando palavrões e pedindo pra apanhar. Com as aulas de inglês que a mãe de Gil pagava pra mim, pude compreender os diálogos dos filmes pornôs gringos, isso foi minha perdição! Evolui para homens gays, assistir todos aqueles paus juntos me deixavam louca. Ouvir os homens gemendo, murmurando, agonizando, me fazia melar a calcinha facilmente… Filmes bem elaborados com uma boa historia, e um roteiro coerente, eram minhas joias mais raras e preciosas. Eu amava, adorava, e gozava proporcionalmente!

Em uma ocasião Agatha tinha pegado piolho. Antes de sair de casa para ir trabalhar, Gilvanda me deu um dinheiro para eu comprar o remédio na farmácia. Agatha almoçou, eu comprei o remédio, a coloquei no banho, lavei a cabeça da garota com o medicamento, de acordo com a bula, eu tinha que deixar reagir por 15 minutos para matar a piolhada. Deixei Agatha na banheira do quarto da avó, e enquanto o remédio reagia decidi assistir um videozinho no computador. Como eu tinha acabado de dar banho em Agatha, eu estava de calcinha, sutiã e com um roupão que roubei do hotel onde fiquei hospedada para o Simpósio que fui com Gilvanda e trepei gostoso com Teodoro. Liguei o computador, abri minhas pernas, fiquei bem confortável, e comecei a assistir um filminho adulto bem sacana me masturbando gostosinha. A trama do filme consistia em um homem maduro, bem-sucedido, que tinha acabado de comprar um Iate novo, e foi comemorar a nova aquisição com a mulher, a filha, e o genro. Em uma determinada parte da viagem, três ladrões invadem o Iate, e obrigam a família a cometerem deliciosas atrocidades sexuais uns com os outros. Os ladrões obrigam o pai a comer o cu do genro, fazem a mãe oferecer a filha para salvar a vida do pai. Obrigam a filha chupar a buceta da mãe, o genro comer o cu da sogra, e o pai foder a filha enquanto um dos ladrões comia o cuzinho gostoso do Genro. Depois, a mãe fode com os três ladrões, enquanto o pai e o genro fodiam a filha deliciosamente. A menina parecia adorar ser a puta do próprio pai. O papai goza dentro da filha, e o genro, arrematava, lambendo a porra que escorria da bocetinha da menina, e para complementar, o viadinho mamava o pau do sogro que estava todo melado do mel da própria filha. Em vários momentos os familiares tiveram varias oportunidades de fugir, mas, assim como eu tive chance de fugir quando fui deflorada por Douglas, eles estavam gostando da putaria toda, e continuaram profanando o corpo um do outro em um delicioso sexo incestuoso! Esse filme me matava de tanto gozar, era tão espontâneo, natural, bem feito, os atores eram ótimos, o roteiro muito bom, uma historia interessante, e extremamente inapropriada para uma menina de 16 anos, mas tudo naquele filme me satisfazia! O filme terminava com o genro usando a calcinha da filha, a filha sentada no colo do pai com cara de satisfeita o consolando, e um dos ladrões dando uma piscadinha para mãe enquanto desce do Iate, como se ela tivesse planejado toda a putaria com ele ou que se encontrariam novamente. O filme era Russo, incrível, um clássico, mas eu nunca mais o encontrei! Se alguém souber o nome, me falem!

Eu estava transtornada de tesão, toda arreganhada com os pés apoiados na mesa, os peitos pra fora do sutiã, com a calcinha pendurada em uma das minhas pernas, com minha boceta toda babada latejando de desejo, com meus dedos melados, meu cuzinho piscando, meu corpo começou a se contorcer como efeito colateral de delicioso orgasmo fulminante, quando Agatha apareceu do meu lado pelada, com a toca na cabeça, toda molhada, dizendo que a agua da banheira tinha esfriado. Eu levei um susto insano, cortou meu gozo na hora, eu me ajeitei rápido, quase morri do coração! Agatha me perguntou o que eu estava fazendo e ficou olhando para tela do computador que só passavam as letras dos créditos e pra minha boceta que estava em estado de choque por causa do susto!

Mas enfim… Continuando:

No dia seguinte o corpo de Gil estava todo marcado, ficamos no tal sitio, o final de semana todo, fomos embora segunda feira de manha, e quando Gilvanda chegou em casa, disse pra mãe dela que estava mancando porque tinha tomado muito sol. Mas nós sabemos que ela tinha levado uma surra de rola, isso sim! Mais tarde Gilvanda confessou que já tinha ido outras vezes nas festinhas insanas, que aquela, tinha sido a terceira vez que ela participava da putaria Sado. Revelou também que quando ela não aguentava mais, e queria parar, era só ela gritar uma palavra chave, que, na ocasião, era: “Montreal”. De acordo com Gilvanda, ela gritou a palavra chave, mas ou não ouvi porque estava fodendo com Karla.

Continua…

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