Pequena caiçara 2

Depois da minha primeira brincadeira com Mainara, a menina sumiu da pousada. Me preocupei, mas sua mãe não demonstrou saber de nada, conversando normalmente comigo, especialmente no café da manhã, onde nos encontrávamos todos os dias.
Quando completava o terceira dia ousei perguntar sobre Mainara. A mãe me respondeu que estava na casa de sua irmão, que morava ali perto, dormindo uns dias. Que tinha tido compromissos e que precisou deixar a menina com a tia, mas que naquele dia , viria até a pousada. Me preparei e fiquei de olho. Terminei o café e fui pra recepção ler jornais. Decido que naquele dia não sairia para os meus passeios. Já não me aguentava mais de vontade de ter de novo a menina em meu colinho e não conseguia tirar da cabeça as duas imagens dele me chupando e com a cabecinha do pau mau dentro do cuzinho da menina, me dando um gozo como nunca. Lembro da porra saindo, esparramando naquela pequena bundinha.
Depois de muito tempo na recepção desisto da espera. Aquela tudo tinha me deixado excitado e fui pro quarto bater uma. Saio quase perto do almoço e levo um livro até o trapiche onde tinha um banco sendo um bom lugar para ficar. A caminho minha surpresa. A grande e deliciosa surpresa das minhas férias. Encontro cm minha princesa acompanhada de outra menina, ainda mais nova que ela. Paro para conversar e digo que estava indo ao trapiche, se queiram me acompanhar. As duas imediatamente me seguem. Peço para Mainara me apresentar a amiguinha. Me diz que é sua prima. Conversamos algumas coisas, sobre os dias que sumiu, digo que estava com saúdes dela. Ela sorri encabuladamente. Pergunto se ela também sentiu saudades de mim, confirma balançando a cabeça. Comecei a puxar conversa com a prima que me fala seu nome e confirma a idade, sendo mesmo mais nova, um ano e meio que Mainara. Ela se chama Talita.
Chegamos ao trapiche já devidamente apresentados. Me sento no meio para forçar que as duas se sentem cada um de cada lado. Mainara fica a minha esquerda e Talita a direita. Pra minha sorte não havia ninguém por perto e começo uns carinhos em Mainara. Talita olha. Esfrego a mão na perninha do meu anjinho. Eu pau , mesmo tendo sido descarregado na punheta que tinha acabado de bater no quarto, se manifesta e começa a ganhar volume dentro da roupa. Eu ainda apenas alisava suavemente as perninhas da menina que vestia um shortinho azul. Talita olha desconfiadamente e despretensiosamente também coloco a outra mão em sua perninha. Talita vestia uma sainha florida.
Eu não acreditava naquilo tudo do meu lado. Dois anjinhos ganhando meu carinho. Nunca tinha vivido nada igual. Minha respiração fica pesada, minha boca seca e meu coração bate mais forte… e meu pau ganha volume. Pergunto pra Mainara se Talita sabia daquela brincadeira. Ela sorri olhando para Talita. As duas abaixam a cabeça, mas sinto uma cumplicidade. Mais um pouco de conversa e percebo que Talita sabia da coisa, o que me deixa tesudo e louco para experimentar até onde podia ir com elas e m especial com Talita que eu ainda não conhecia.
Ouso subindo com a mão e ele deixa. Pra minha surpresa ela abre a perninha quando chego na bucetinha. Com o indicador esfrego por cima da calcinha . Vejo que a cabeça do meu pau podia ser vista pela parte de cima da bermuda. Pego a maõzinha de Talita e comprimo contra a vara. Ela deixa e aceita na boa. .Coloco minha mão por cima e e começo a massagear e ela sozinha já faz os movimentos. Olho para Mainara que apenas observa com seus olhos estalados para o trabalho que deixo Talita me fazer. Ponho o pau pra fora e faço as duas segurar. Eu mais parecia um animal gemendo, quase uivando de tento tesão que sentia. Talitinha já se recostava não banco já quase revirando os olhinhos com o meu dedo que trabalhava em sua bucetinha. Enquanto isso amenina toda desajeitada me punhetava. Meu pau crescia cada vez mais com aquelas duas mãos. Faço Mainara sentar em minha perna. Começo a masturbar também Mainara. Como era um lugar tranquilo, mas aberto, fiquei com medo, mas antes que eu pudesse propor qualquer coisa melhor, eu gozei. Mesmo com a punheta que tinha batido no quarto, espirrei muita porra nas duas. Mais uma vez, como na primeira vez com Mainara, uns dias antes, desta vez também usei minha camiseta para limpar as meninas. Fiquei atordoado, mas consigo lembrar que as duas riam enquanto eu gozava. Talita sabia mais que Mainara. Não largou o pau enquanto não viu que eu estava satisfeito. As duas me olhavam com cara de que tinham o poder sobre um adulto. Estavam satisfeitas. Guardei o pau e iniciei a conversa. Nela descubro que Talita era vizinha, morava nos fundos da casa do tal tio Olavo, que Mainara tinha me falado antes que também brincava com amenina. Só assim pude entender porque Talita sabia como se portar diante de um pau. Aquilo tudo não me deixava pensar em nada a não ser continuar algo mais com as duas. Proponho fazermos o que tinha feito já com Mainara. Levar as duas pro meu quarto. Desta vez irmos os três para meu quarto, mas naquela hora não seria possível porque era a hora das arrumadeiras estrem bem no meu corredor. Propus um passeio por ali mesmo até que o tempo passasse. Ainda fomos até a trilha ecológica. Não podia deixar que elas fossem embora. Não podia perder aquela oportunidade, não sabia quando teria aquilo de novo. A pousada estava vazia. Era hora dos hospedes irem para a praia que ficava longe dalí, e que só podia ir de carro.
Na passagem pelo pátio, no estacionamento, quase vazio, nos encontramos com a mãe de Mainara. Ela estava trabalhando, e ainda passa por nós dizendo para que a meninas não incomodassem. Digo que estava tudo bem. Qual elas estavam sendo apenas boas anfitriãs, me mostrando o resto da pousada. Ela se vai para um lado e nós a caminho da trilha ecológica. As duas vão na minha frente e só assim percebo a delicia que era Talita. Pernas mais grossas que Mainara e com um rabinho deliciosamente arrebitado. As duas seguem como se nada tivesse acontecendo. Aquela ingenuidade misturada com o gozo que já tinham me dado e com o descaso que naquele momento davam para a coisa, me dava mais tesão. Tinha a segurança de que elas já tinham vivido aquilo tudo muitos outras vezes na vida, como tal do tio Olavo, o cara que iniciou as duas. Mainara eu sabia que era virgem, mas Talita , mesmo seno mais nova eu não tinha tanta segurança assim. NA entrada da trilha, chamo as duas e peço que me esperem. Não podia perder nenhum momento com elas. No inicio da nossa caminhada, coloco cada um do meu lado e seguro nas duas mãozinhas. Elas se olham sabendo o que os esperava. Sorriem com cumplicidade mais uma vez e vamos entrando na mata fechada. Levo as duas até o banco onde Mainara me deu o primeiro gozo. Coloquei as duas sentadinhas em meu colo e comecei a beijar seus pescocinhos, orelhas nuca e até a boquinha dando ligeiras lambidas nos lábios. Liberto meu pau que já era fúria novamente.
– Desta brincadeira que você faz com o tio Olavo, o que mais você gosta, Talita? Ele primeiro mantém o silêncio, insisto e finalmente ela diz…
– Quando ele lambe minha periquita, tio – dia ela tímida quase com a voz sumindo.
Tiro as duas d colo, abaixo o short de Mainara e levanto a saia de Talita. Coloco as duas sentadinhas , recostadas no banco, de perninhas abertas e começo a chupação. Percebo logo a diferença da bucetinha das duas. O dedo e a língua entravam com mais facilidade em Talita, mas avançando com o dedo, parecendo que ela mantinha a virgindade, igual a Mainara, e não seria eu ia tirar aquilo. Com outro dedo experimento o cuzinho de Talita. Aquilo me dava mais tesão, quanto mais entrava, mais sentia as contrações, apertando meu dedo. Senti que se insistisse, conseguiria. As duas rebolavam e deliravam. Mainara logo chegou ao gozo. As duas suavam e se arrepiavam. Consegui colocar os dois dedos no cuzinho de Talita. Forcei o pau e a cabeço foi. Quase gozei de novo. Segurei porque queria fazer aquilo com calma, dentro do quarto e não queria machucar a menina. Quase gozei duas vezes, mas só parei quando tive certeza que as duas já tinham gozado e estavam satisfeitas.
Paramos e ficamos mais um tempo conversando sentados no banco. Fiz elas me contarem como era com o tio. Me contaram alguma coisa e confirmaram que o tio não tinha colocado tudo em Talita. Pelo que entendi, foi só a cabecinha na bucetinha e o cuzinho estava em fase de exploração. Aquela conversa me deu muito tesão de novo e decidi que terminara de fazer o alargamento do rabinho de Talita. Ela não gostava muito, mas aceitava. O tal do tio Olavo era viciado em dar a pica pra duas mamarem e fazia elas tomarem sua porra. Saimos dalí e fomos para o quarto.
Satisfeito, mas p tempo todo de pau duro, não via a hora de comer o cuzinho de Talita. Não queria que Mainara ficasse de fora da brincadeira. Sabia que precisava de um lubrificante para comer aquele rabinho apertado, mas não tinha e e não dava pra sair e comorar. Fiz a as duas tirarem toda a roupa. O engraçado é que mesmo com tudo que já tinha acontecido, elas ainda estavam envergonhadas de tirar a roupa na minha frente. Ajudei e ficamos os três totalmente pelados. Minha pica era objeto de observação das duas que se olhavam e riam.
Deitei as duas na cama, afofei com travesseiro empinei os dois rabinhos e comecei a festa. Como jpa tinha conseguido colocar o começo da cabeça em Mainara, comecei por ela. A menina reclamava que doía. Antes besuntei bem a entrada dos dois cuzinhos com saliva. De Talita fui até dentro. Depois da terceira ou quarta vez revezando os cuzinhos, não resisti, porque sabia que o cú de Talita seria feito e ali fiquei. Acho que foram uns 20 minutos alargando o rabinho do anjinho. Até que cheguei na metade. Ela já acostumada. Contraindo com seu anelzinho de couro, abria e fechava, quase estrangulando meu pau. Não aguentei e gozei dentro de Talita. Parei de bombar o rabinho dela, deixando que ela fodesse o caralho. Senti aquele porra toda deixando seu rabinho todo melecado. Aproveitei e fui afundando dentro dela até que consigo colocar tudo. Deixei o pau dentro até perder totalmente a ereção. A ausência de sangue me deixou feliz. Tinha medo que sangrasse. A menina me olhou assustada, com lágrimas nos olhos, mas não demostrou sua dor. Ainda me sorri com carinha de quem fez o serviço certinho. Lhe dei um beijo. E disse que agora o Tio Olavo podia fazer aquilo, e ela não sentira mais dor, mas precisa fazer sempre, pra deixar o rabinho aberto. A moleca me dá novamente um sorriso.
Abro a porta e as duas se vão. Antes que saiam digo a Talita que como Mainara, não devia contar nada daquilo a ninguém, inclusive ao Tio Olavo.
Como ainda ficaria alguns dias na pousada, mesmo com o dinheiro acabando, tentaria mais algumas vezes brincar com minhas meninas. Apenas Mainara me satisfazia, mas o cuzinho de Talita foi algo sensacional.. Na expectativa de ter novamente o rabinho de Talita, fui até a farmácia e arrumei um lubrificante para deixar a nossa brincadeira menos doida. Mas acabei usando mesmo foi em Mainara.

Dias depois, lá estava minha menina sozinha perambulando pela pousada. Era tarde, com mais gente caminhando por tudo. Era um sábado e de alguma forma me aproximei dela e iniciei a conversa. Perguntei da prima . Ela disse que não sabia., Fazia uns dias que não via. Perguntei se ela queria brincar comigo. Disse que tinha uma surpresa pra ela. Achou graça e se mostrou interessada. Disse que não podia chamar atenção porque a pousada estava cheia. Disse que a esperava em meu quarto. Fui antes e logo chega minha menina. Já recebi Mainara de pau duro, imaginando fazer aquele cuzinho também. Antes lhe tiro toda a roupa e chupo ela inteirinha, como ainda não tinha feito. Acho que fiz isso durante uma meia hora. Deito ela de costas e começo a passar o gel lubrificante no cuzinho e no pau. Entrei com o dedo e foi fácil. Experimentei alargar com dois dedos. Ela reclamou. Se contorceu. Usei quase meio tubo de gel. O tesão era quase incontrolável. Fui colocando e entrando. Logo que passou a metade, fiquei algum tempo dentro dela, deitado por cima, para não deixar ela sair, porque se contorcia muito. Mainara se acalma e entro mais um pouco. Assim como a priminha, começou a contrair o rabinho. Gozei muito, como ainda não tinha gozado com nenhuma das duas. Aproveitei a porra com o gel e fiz o mesmo que fiz com Talita empurrei todo o pau dentro dela e assim fiquei até perder a ereção.

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