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Com 11 anos, pelado em humilhado na frente da família dos patrões – parte 6

2386 palavras | 5 |4.38
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Tuninho de 11 anos segue tendo que ficar pelado e sofrendo humilhações nas mãos dos patrões e da maldosa filha Letícia.

Limpei minha gala do chão com a camiseta, como o patrão me ordenou, ainda estava pelado e com o pau pingando porra. Quando levantei vi minha mãe me olhando Estava toda escabelada e suada, o rosto vermelho pela dor e pelo esforço do sexo, os olhos vermelhos e marejados por ter sido sodomizada com selvageria. Corri e a abracei, ambos pelados.
– Vai ficar tudo bem meu filho, desculpe a mamãe ter feito isso na sua frente. Ela disse enquanto me afagava os cabelos.
– Tudo bem mãe, eu respondi, não é sua culpa.
Ela não perguntou e eu não falei, mas certamente ela sabia que tinha gozado vendo ela transar.
Para piorar, no dia seguinte Dona Lúcia, a filha Letícia e a cozinheira Benedita voltaram da praia.
A parte da manhã transcorreu normalmente, pois só Júlia estava em casa e passava a maior parte no quarto estudando ou no celular com as amigas. Na parte da tarde, quando chegaram, foi uma confusão para descarregar o carro, lavar as roupas e tudo mais.
O que mais doía é que a Letícia, que era horrível por dentro, estava ainda mais linda por fora, com mechas loiras de sol no cabelo e pele bronzeada. Mesmo assim, não pedia a oportunidade de me espezinhar. Ficou dizendo que tinha ficado numa casa ótima, que a praia era linda e eu, que era do sertão, nunca ia ver um lugar como aquele, entre outras coisas.
No fim da tarde, Dona Lúcia me chamou para passar o creme, obedeci e vim sem roupa como de costume. Ela passou o creme em todo o meu corpo e chamou minha mãe no final, quando estava passando no pau e na minha bunda. Enquanto falava trivialidades com minha mãe ela alisava meu pau e fazia movimentos circulares na entrada do meu cuzinho. Certamente queria me deixar excitado e, quem sabe, me fazer gozar na frente da minha mãe, mas depois de tudo que já tinha passado naquela casa conseguia me controlar melhor. Minha mãe também já não se abalava por pouco.
Ela percebeu que não estava dando certo e disse.
– Tuninho, sua entradinha está diferente, o que aconteceu quando estava fora?
Eu baixei a cabeça e dei de ombros, não ia dizer que o marido dela enfiava o dedo no meu rabo sempre que podia. Vendo que eu não gozava, disse que tinha terminado e pediu que eu fosse buscar seu cigarro e uma espumante, o que, como sempre, fiz pelado.
Cruzei com a Letícia, que tirou sarro porque eu estava pelado e disse que depois que eu botasse uma roupa era para ir no quarto dela.
– Nem pensar – respondi – da outra vez apanhei quando fiz isso.
– Benedita! Ela chamou.
A cozinheira apareceu, me viu pelado e fez cara feia, depois repreendeu Letícia, dizendo que não era para ficar conversando comigo quando estivesse sem roupa.
– Benedita, quando o Tuninho se vestir manda ela no meu quarto para me ajudar a arrumar as coisas que trouxe da praia.
Quando a cozinheira idosa saiu Letícia me olhou:
– Agora está bom pra você?
Não sabia o que dizer, por pior que a Benedita fosse eu teria uma testemunha que não foi no quarto espiar a Letícia, como ela havia mentido antes, por isso obedeci.
Quando cheguei ela foi direto ao assunto.
– Tira a roupa!
– Tá loca menina! Respondi.
– Olha como fala comigo seu merdinha, sou tua patroa. O negócio é o seguinte, encontrei umas colegas da escola na praia e disse que já tinha visto um menino pelado, no caso, você. Mas elas riram de mim porque disse que nunca tinha visto um menino gozar. As aulas começam em alguns dias e quando eu enxergar aquelas vadias novamente não quero ficar pra trás delas.
– Não entendi o que eu tenho a ver com isso? Perguntei.
– Mas você é lesado mesmo né. Quero que você fique pelado e goze aqui na minha frente que eu vou filmar.
– Nem pensar! Não vou ficar pelado e nem deixar você me filar.
– Deixa de ser merda. Tu já anda pelado toda hora, que diferença vai fazer?
– A diferença é que das outras vezes eu estou recebendo um tratamento médico e NÂO TEM NINGUÉM ME FILMANDO! Falei mais alto.
– Quieto!! O negócio é o seguinte, ou tu obedece seu “paraíba” de merda ou eu digo que tentou me estuprar, daí meu pai te mata. Mas vou aliviar pro teu lado, te mostro o vídeo quando ficar proto e se aparecer teu rosto tu pode apagar.
– Não sei não! Respondi, não sei se confio em ti e não estou a fim de me masturbar na tua frente. Não pode só dizer que viu e pronto?
– Ninguém vai acreditar, por isso preciso da filmagem. Mas eu acho que tu não quer fazer isso porque é mesmo um veadinho que gosta que te passem creme co cu. Veadinho da mamãe!
Fiquei louco quando me chamou do apelido que Letícia me deu desde a primeira vez que viu me passarem creme. Baixei o calção na hora e segurei o pau na mão.
– Se quer me ver gozar pode vir aqui bater pra mim!
– Eu não vou encostar nessa coisa nojenta! Tu mesmo vai fazer e tira a blusa também. Aqui (apontou para a escrivaninha do quarto) goza aqui em cima para ser fácil de ver e de limpar depois.
Eu odiava a Letícia, mas ela estava muito gostosinha de shorts de laicra, que marcava sua buceta, e um cropped folgado que fazia seus seios em formação parecerem um pouco maiores. Toquei uma punheta gostosa, as vezes ela parava o vídeo para perguntar se estava gostoso (embora sempre com uma ofensa junto). Acabei gozando uns três jatos de porra na escrivaninha dela.
Letícia fez cara de nojo, mas depois passou o dedo na minha gala. Em seguida me mostrou o vídeo, realmente só filmou meu quadril. Me vesti e concordei que ela mostrasse se não dissesse que era eu (embora não confiasse nada nela) Antes de sair, claro, ela me fez limpar tudo.
À noite tive um alento pelo fato do patrão não procurar minha mãe e podermos conversar. Ela falou que estava muito tempo sem sexo e que, de início, não achou ruim transar com o Sr. Jorge, mas que ele era muito bruto e ela raramente tinha prazer com ele. Ainda, estava muito magoada com o que estavam fazendo comigo. Falou, ainda, que conversou com a Benedita (cozinheira rabugenta da família que já estava com mais de 60). Falou que Benedita confessou também ter sido abusada pelo pai do Sr. Jorge aos 17 anos, quando veio trabalhar na casa, o que se repetiu por anos. Ela também teria mantido relações com o próprio Sr. Jorge, inclusive tirando o cabaço dele, mas que, depois de se relacionar com a Sra. Lúcia, ele foi gostando mais de sexo selvagem e brutal, sendo que só parou de importunar Benedita quando ela passou dos 50.
Realmente, depois da conversa entre as duas, em que a minha mãe contou o que passávamos, a Benedita parou de ser tão chata comigo, até entendo a aversão que ela tem por homens, sempre chamando eles de tarados e sem vergonha.
No dia seguinte a Letícia foi para o clube com amigas e Benedita foi escalada para cuidar delas. O Sr. Jorge foi trabalhar e a Júlia saiu nem sei pra onde. Minha mãe e eu ficamos limpando a casa e servindo a Dona Lúcia e uma amiga (mãe de uma das amigas da Letícia).
Perto da hora do meu creme, sem nenhuma surpresa, a Dona Lúcia mandou minha mãe sair de casa (a desculpa era buscar uma roupa na costureira que ficava do outro lado da cidade, minha mãe teria que pegar dois ônibus para ir e dois para voltar, ficaria horas fora de casa). Quando ela saiu Dona Lúcia decidiu que iriam para a mesa com guarda sol no jardim, que ficava bem perto da sala da casa junto das espreguiçadeiras de tomar sol. Disse para tirar a roupa e levar o balde de gelo, a espumante e os copos que estavam usando e depois buscar meu creme.
A amiga dela, uma quarentona toda cheia de plásticas e um pouco mais cheinha que minha patroa, me devorava com os olhos.
– Nossa Lúcia como eu queria ter um desses na minha casa, iria me sentir uma imperatriz romana com um menininho me servindo pelado.
– Ele tem que fazer um tratamento, temos que passar esse creme nele, vem, experimenta.
Assim as duas passaram o creme em mim. Nem falavam comigo e mexiam no meu corpo sem nenhum receio, principalmente no mau pau e no meu saco.
– Olha que bundinha redondinha ele tem. Dona Lúcia falou me virando de costas para a amiga, pode passar o creme até no cuzinho dele.
Assim a amiga alisou minhas nádegas e depois as abriu e passou creme no meu cu. Nem preciso dizer que já estava de pau duro
– Ai Lúcia, eu não aguento. A amiga falou, levantando da cadeira e tirando a calcinha mas mantendo a saia e a camisa de seda. Sentou, abriu as pernas e levantou a saia.
– Vem garoto, chupa minha buceta. Já fez isso antes?
Fiz que não com a cabeça. Na infância tinha visto algumas meninas que tomavam banho peladas no açude perto da minha casa no interior de PE, além delas, só vira a buceta da minha mãe. A mulher me mandou chegar perto e abriu a buceta com a mão indicando o clitóris para eu lamber. Fiquei de joelho e obedeci meio desajeitado.
À medida que ela ia ficando mais excitada rebolava na minha cara e ia mandando enfiar a língua ou fazer outros movimentos. Dona Lúcia empurrava minha cara com força contra a buceta da amiga, que era bem peluda e tornava difícil a respiração, mas quando tentava me afastar ela, dando risada, me empurrava com mais força ainda.
Algum tempo depois Dona Lúcia, sem me deixar parar de chupar a amiga, me pôs de 4 e começou a enfiar o dedo no meu cu enquanto massageava meu saco com a outra mão. A amiga dela já devia ter tido uns dois orgasmos pela quantidade de lubrificação da buceta e pelos gritos, não demorou eu também gozei só pelos estímulos nos testículos e no ânus. Mesmo assim tive de seguir chupando mais um pouco, até ela gozar mais uma vez e dizer que não aguentava mais.
Quando fiquei em pé ela viu meu pau mole e ergueu com a ponta do dedo.
– Parece que não fui só eu quem gozou. Ambas riram.
– Tuninho, traga um lanche para a Marta se reestabelecer. Pode ser aquelas nozes do pote e umas azeitonas.
Assim, passei servindo petiscos e espumante para as duas sem poder limpar o rosto do gozo da Marta ou o meu pau e sempre pelado, claro. Marta não cansava de repetir como era erótico ter um criadinho pelado.
Antes de sair a Marta, que nem tinha se dado ao trabalho de colocar a calcinha, disse que queria repetir a dose.
– Vai lá menino, faz minha amiga gozar de novo. Ordenou a patroa.
Mais uma vez chupei a buceta da Marta, acho que melhorei, porque ela logo pediu para eu enfiar um dedo na sua buceta. Dona Lúcia só ficava em pé, um cigarro em uma mão e uma taça de espumante na outra enquanto empurrava minha cabeça contra a buceta da amiga com seu sapato de salto alto. Lá pelas tantas ela enfiou o bico do sapato entre minhas pernas e me ergueu pressionando meu saco e meu pau para me deixar de quatro. Daí passou a me empurrar pisando ma minha bunda, sendo que o salto pressionava meu saco, doía, mas no fundo era gostoso, acabei gozando mais uma vez também.
A amiga se recuperou dos orgasmos, colocou a calcinha e disse que tinha que ir buscar as crianças no clube, disse que traria Letícia e Benedita pra casa. Enquanto se despediam, minha mãe retornou.
Dona Lúcia a levou para o pátio e fez ela se abaixar para limpar meu gozo do chão.
– Olha o que o Tuninho fez novamente. O que você anda ensinando para esse menino Rosa, ele goza sempre que lhe enfiam o dedo no ânus.
Enquanto minha mãe limpava, a Dona Lúcia puxou uma cadeira bem para a frente da minha mãe, sentou e ergueu o vestido, estava sem calcinha, a buceta tão ensopada que eu podia ver o melzinho de onde estava. Pegou a cabeça da minha mãe e a fez chupar a buceta dela. Minha mãe tentou ir pra trás, mas a patroa segurou dizendo.
– Que é isso Rosa, só porque está na frente do teu filho, nem parece que já chupou ela entes.
Fiquei pasmo ao ouvir isso. Quer dizer que minha mãe Já tinha chupado a xana da Sr. Lúcia antes? O pior que o argumento surtiu efeito, minha mãe esqueceu que eu estava ali e mandou ver chupando a patroa. Eu, apesar de ter gozado há pouco, fiquei de pau duro mais uma vez. E foi assim que minha mãe me viu quando se levantou limpando o rosto babado de saliva e gozo, estático olhando pra ela de pau duro.
– Filho vai por uma roupa que a Benedita e a Letícia estão voltando.
Continua…

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5 Comentários

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  • Responder stifler fodao ID:v7avctzxpj1

    vai ter continuaçao

  • Responder Alava ID:h5ien5xia

    alguém pode me dizer se esse conto tem ao menos homoerotismo ou cenas gays? pelo título parece interessante

  • Responder Leitor assíduo ID:1dlfyl2hgtoo

    Essa história tá com cara que vai ter mudança de rumos: Ele vai se vigar da família, usando a Letícia de isca – seja filmando ela em momento comprometedor ou até mesmo devolvendo na mesma moeda (estupro). Ou ele vai se tornar amantes de todos eles tornando a família dependente dele, imagina kkkkk

    • Beto Voyeur ID:1dfa0oyjelbg

      Boa Leitor Assíduo, não quero estragar, mas a parte final está pronta e dá uma pista do futuro do nosso herói pelado.

    • Beto Voyeur ID:1dfa0oyjelbg

      Boa percepção Leitor Assíduo. Não quero estragar, mas a parte final já está pronta e vai dar uma pista do futuro do nosso herói.