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Bezerrinho em Ascensão – 3º Ato

1177 palavras | 5 |4.52
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Enquanto o tio dormia, o pequeno sobrinho saboreava o grande volume de sua cueca, nascia um bezerrinho

Depois daquele dia toda vez que o garoto vinha sentar do meu lado no sofá eu já puxava uma almofadinha para cima do meu colo. Às vezes ele nem queria deitar e quando deitava queria tirar a almofada pra deitar a cabeça sobre o meu short esportivo, mas eu já sabia qual era a intenção dele e não deixava. Eu tinha que ficar esperto, depois que o moleque começava eu não conseguia mais sair, parecia até que ele ficava injetando paralisante pra gente não conseguir escapar e ele ficar sentindo o pau duro do cara.
Mas teve um dia em que tive que fazer algumas horas extras no trabalho. Além de estar super cansado, ainda cheguei mais tarde, reduzindo a quantidade de horas que eu poderia dormir antes de ir pegar o moleque ao meio dia na escola.
Chegando à tarde liguei a TV e fui para o meu momento de descanso e entretenimento. Este dia estava particularmente mais fresquinho, então levei uma mantinha pro sofá e me cobri. O meu sobrinho veio e se cobriu junto, sentado do meu lado. Para minha tranquilidade ele estava bem quieto nesse dia, ficou lá do meu ladinho vendo TV e toda aquela paz e tranquilidade começou a me dar sono. E como eu tinha dormido pouco, fechei os olhos e comecei a cochilar ali sentado mesmo, até que um soninho gostoso veio e se apoderou de mim.
Eu me lembro que enquanto eu dormia, nem sei se posso chamar aquilo de sonho, mas tinha uma voz muito familiar que chamava o meu nome e eu até tentava responder dentro do sonho claro, mas não dava pq parecia muito distante. Depois disso eu me lembro de ficar sentindo um tesãozinho gostoso enquanto sentia o meu pau extremamente duro, como se tivesse alguma estimulando ele, mas não dava pra ver o que era. Aí eu ouvia aquela voz de novo bem distante e baixinha falando alguma coisa sobre a grossura do meu pau ou algo assim.
Não sei por quanto tempo eu dormi, mas depois de um tempo eu me acordei num tesão fudido, sentindo uma pressãozinha gostosa na rola. Fiquei ali de olhos fechados prestando atenção e senti que tinha uma mãozinha malandra grudada no meu short, apalpando o volume do meu pau duro por cima do tecido. Então já totalmente desperto abri os olhos e vi a situação do moleque debaixo da mantinha ao meu lado no sofá como se fosse uma espécie de tenda, só com a minha cabeça de fora.
Eu fiquei atônito em ter acordado naquela situação sentindo o pau pulsando na mão do garoto. Como eu não tinha mais deixado o moleque brincar, ele deve ter me visto ali dormindo de perna aberta com aquele short fininho de futebol e não resistiu à oportunidade de pegar na rolona do tio mais uma vez, agora mais dura e grossa do que nunca. E naquela situação ele tinha bem mais liberdade do que da vez anterior, ele devia estar adorando aquele meu “soninho” e eu confesso que com a seca que eu tava, ter despertado naquele tesão todo sentindo a mãozinha dele no meu pau foi muito bom. Os meus 19cm deviam estar bem marcados naquele tecidinho maleável e eu sentia as apertadinhas dele percorrendo toda a extensão, pressionando cm por cm, parecia até que tava medindo o tamanho. O que devia ser o caso mesmo, pq mesmo que baixinho, uma hora eu ouvi ele falando “da de sentir que o tio tem o piru muito grande”… “maior que do Zelinho”… e Zelinho era o cara que a minha cunhada tava antes de voltar pra cá, agora as coisas faziam mais sentido. Ele devia induzir o moleque a fazer um carinho nele ou algo do gênero. E eu acho que ele nem deve ter tido muito trabalho, pq era visível que o garoto gostava de uma rola.
Como eu ainda tava sentado de pernas abertas ali no sofá, às vezes eu sentia a mãozinha dele descendo pro meu saco e ficava lá apertando. Nessa hora eu ficava tenso que ele pudesse apertar demais e eu não conseguisse mais disfarçar, mas pra minha sorte foi de boa, depois ele voltava pro pau, tava demais aquilo. Mas eu pirei mesmo foi quando eu senti ele puxando a alça da cintura do meu short e expondo a minha cueca, depois descendo a cabecinha e encostando os lábios no volume. Que safadinho, pensei, o que aquele cara fazia com esse moleque… O meu pau quando fica durão dentro da roupa, fica atravessado pro lado, que no caso era o lado que ele tava. Aí ele ficava lá sorvendo o cogumelo da minha rola na lateral sobre o tecido da cueca, ele não chegava a engolir, até pq eu sei que nem caberia, só ficava com a boquinha aberta e os lábios grudados mamando a superfície como se fosse uma bola de sorvete. E eu sentia que ele só ficava mamando naquela região que já tava com o tecido meio úmido da baba, parecia até que gostando do saborzinho da lubrificação.
Aquilo tava me matando e eu tava quase gozando com aquela situação. Aí ele parava, devolvia a cintura do meu short pro lugar e voltava a apalpar. Depois puxava a alça da cintura de novo e descia a cabeça pra dar mais uma sugadinha na cueca igual um bezerrinho em ascensão querendo descobrir algo. Que agonia que aquilo tava me dando, minha vontade era tirar pra fora e usar as mãos pra afundar a cabeça do moleque na minha rola e usar a boquinha dele como uma xoxotinha quentinha, daquelas que a gente fica laceando na grossura do pau. Mas eu tive que me controlar e continuar com o teatro pra não causar nenhum escândalo.
Aquela brincadeirinha durou um bom tempo até que se ouviu o barulho da minha esposa chegando de carro. Nessa hora o moleque tirou a boca devolvendo a cintura do meu short pro lugar e ficou ali sentadinho do meu lado bem quietinho como se não tivesse feito nada. Quando ela entrou eu só ergui os braços bocejando como se estivesse me acordando naquele momento com o barulho dela. Mas incrível mesmo era a cara do moleque, até agora com a boquinha grudada na minha cueca sugando o volume dela, mas olhando pra ele ninguém dizia. Quando eu fui pro banheiro tomar banho pra ir trabalhar e tirei o short, eu vi o molhadinho da saliva dele lá no ladinho da cueca onde ele tava sugando a cabeçona do meu pau. Claro que depois disso tudo, eu sabia que quando o moleque crescesse, iria ser viadinho e ainda daqueles bem ousados, que mama os caras nos banheiros e no escurinho do cinema.

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5 Comentários

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  • Responder JHONNY ID:8kqyfs68ri

    Cadê o capítulo 4?

  • Responder Rafael ID:8d5f8yz8rb

    Enrolação do caralho, já está chato porra

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    ta demorando muito a vc colocar o moleque para mamar gostoso talves ele ja tenha ate dado o cuzinho

  • Responder Gabriel ID:8d5se3i20a

    Uma vez eu dormi do lado da cama dos meus tios e de madrugada enquanto o meu tio gostosinho dormia eu fui com a mão no calção dele e fiquei sentindo aquele pau grosso, duro e cabeçudo. Eu tinha 14 anos na época e a sensação de ter um pau e um saco daquele tamanho na minha mão foi incrível.

    • Fabiano ID:7btepa60m3

      Já fiz isso tbm. Fui passar um final de semana no sítio dos pais do meu amigo, e ficamos no mesmo quarto, ele, eu e um irmão dele, o mais velho. Meu amigo e eu tínhamos a mesma idade, 14a, e já éramos bem íntimos. Nos conhecemos na sexta série qdo ele veio transferido de outra escola e caiu na minha classe. Em pouco mais de dois meses, eu já frequentava a casa dele, e começamos a dar os primeiros passos na putaria. Troca-troca era de lei, fazíamos quase todos os dias, bastava ficarmos a sós na casa dele, e com tempo hábil tbm, senão só rolava mão amiga e boquete. Eu não tinha muita malícia, pq brincadeira de homem com homem na minha família, era coisa de viado, e a cinta comia solta qdo surgia assunto do tipo. Eu era meio travadão, mas acabei sucumbindo qdo as coisas começaram a esquentar. Lembro da primeira vez que ele passou a mão na minha rola, e ficou acariciando até ficar dura. Estávamos no sofá, ele pediu pra eu mostrar, mostrei e sem dizer nada, ele se abaixou, caiu de boca na minha rola e chupou até eu gozar. Dali em diante ele passou a me chupar com frequência, e num dia que a mãe dele saiu, ele trancou td e fomos pro quarto dele. Lá ele tirou a roupa, fez eu tirar a minha tbm, deitamos, ele começou me chupar, e pediu pra eu avisar qdo sentisse que estava perto de gozar. Fiz isso? ele parou de chupar, pegou um tubo que estava embaixo do colchão da cama dele, espirrou na minha rola, ficou de quatro, mandou eu passar um pouco no anelzinho dele, e meter rola. Fiz exatamente como ele mandou, e ouvir ele gemendo dizendo que minha rola era uma delícia, que ele não via a hr de gozar sentindo ela no cusinho dele. Foi demais. Gozei gostoso, e saiu mais porra que de costume, pelo menos foi a essa a minha impressão. Sei dizer que comer o cusinho virou regra, porém tempos depois, perto das férias de Julho, estávamos na sala, e ele estava fazendo cu doce, estava todo cheio de frescura, dizendo que só eu gozava, que só eu comia, e ele ficava na saudade.