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Peças que o destino prega. Parte 1

3476 palavras | 13 |4.45
Por

Saga de um homem separado que encontrou um paraíso de meninas novinhas.

Meu nome é José… más chamado de Zezinho ou Neto pelos parentes e amigos próximos. O início dessa história começou quando vim morar de novo no Maranhão. Por intermédio de um amigo, fiquei sabendo que seu irmão estava vendendo uma terrinha no município de São Vicente interior do Maranhão. Ele tinha separado da esposa e queria sumir no mundo, sair urgente daquele lugar que lhe trazia más recordações. Me vendeu a fazenda num preço  bem barato e ainda acrescentou uma casinha em São Marcos, um povoado perto da fazendinha. Eu também vinha de uma separação recente e sabia bem, que ele estava sentindo. Era pelo mesmo motivo, que também estava mudando de ares.
     Nonato do João cateto, era muito trabalhador e conseguiu amealhar um bom patrimônio, más estava pondo tudo fora por causa de um mau casamento. Quem podia por um pouco de juízo na sua cabeça, era o seu pai, João cateto que havia morrido a dois anos, por ter sido picado por uma surucucu. O apelido de cateto veio por ser emérito caçador de catitu. Eu tinha uma Fiat tipo strada preta nova, e foi nela que cheguei no povoado. Trazia meus pertences pessoais, roupas, lençóis, toalhas, coisas de cozinha e redes.
     Através de informações, cheguei numa casa, que outrora havia sido amarela. Era uma das poucas de alvenaria, e coberta de telhas do povoado, pois a maioria eram ranchos de palha ou de alvenaria coberta de palha, que eu gostava muito por ser bem frequinhas. A casa tinha na frente, uma porta e duas janelas de madeira e dois degraus na entrada. Estacionei à porta, peguei a chave, que ele havia me dado. Abri a porta, para um novo capítulo dá minha vida. Senti um cheiro de mofo, de casa fechada a muito tempo, a sala era de vermelhão com algumas rachaduras e tinha uma mesa com 6 cadeiras toda empoeirada. Abri a janela de um quarto onde tinha uma cama de madeira bem reforçada e um colchão meio encardido, uma cômoda com duas gavetas pequenas e três grandes. No outro quarto tinha cama de solteiro com um colchão surrado. A cozinha era mais baixa e ampla de chão batido, e um fogão a lenha, mesa com 4 cadeiras, um armário com umas panelas pretas e alguns pratos esmaltados, talheres e uma peixeira de cozinha meio enferrujada. Abri a porta da cozinha que só tinha uma tramela, um tanque de cimento para guardar água e um pequeno banheiro só pra banho, com uma porta quase caindo. O quintal enorme cheio de fruteiras que davam muita sombra, mas todo sujo e mal cuidado. Lá no fundo tinha uma privada, e uma cerca de arame farpado já enferrujada e com uns postes podres e meio caídos. Do outro lado da cerca, dava para o fundo do quintal do vizinho, também cheio de fruteiras más limpo e bem cuidado. Apareceu uns garotos curiosos, que me ajudaram a descarregar minhas bugigangas e me encheram de perguntas. Perguntei por uma mulher, para fazer a limpeza, e um se ofereceu para chamar a irmã dele e saiu correndo em direção da outra rua. Logo apareceu acompanhado de duas garotas. Eram moreninhas magrinhas más muito serelepes. Tinham por volta de 13 ou 15 anos. Precisavam de vassouras, rodos e materiais de limpeza e também corda, carretilha e balde para tirar água do poço. Fui comprar tudo no comércio do seu Nôno, que me foi indicado por elas.
     . Era novidade um morador novo no pequeno povoado. Procurei me instalar da melhor maneira possível e aguardar alguns móveis, que havia comprado no armazém Paraiba da cidade de Viana e eles iam fazer a entrega. Após preparar um jantar, pois sou um ótimo cozinheiro, fui descansar. De manhã acordei cedo com o cantar dos galos do vizinho do fundo e resposta dos outros da vizinhança. Eu logo chamei muito atenção pois quase ninguém tinha carro na localidade. Era final de 1983, eu estava com 29 anos e parecia ter bem menos por ter uma fisionomia juvenil, alto e magrelo. Tinha 1.80 m e 60 kg,  branco e cabelos e olhos castanho claros, não era nenhum modelo, más tinha uma boa aparência e chamava atenção das meninas.

     Meu tempo no povoado seria pouco, pois viveria  mais na “lago azul”. Como era chamada a fazendinha de 60 alqueires, com o igarapé capivaras, que cortava ela no meio e um lago que originava seu nome. Lá tinha dois ranchos, um era meu e outro do caseiro. Tinha pasto pra umas vaquinhas e dois animais de sela, malhado e cinzentinha, um cavalo e uma mula novinha. Tinha muitas galinhas, perus e patos e também uns porquinhos. Não podia faltar os dois viralatas: negão e palhaço. Meu caseiro… seu Pinduca e dona Socorro tinham uns 40 anos e 5 filhos, dois homens e três  mulheres. Más morando com eles só três, um rapaz e uma moça já tinham casados e moravam fora. Soraya tinha 16 anos, Nenem 14 e Sôninha uns 12. Nenem logo virou meu confidente e sombra, onde ia lá estava ele. Me confidenciou, que já tinha pego Soraya, tranzando com um rapaz numa festa. Nenem era muito delicado, principalmente longe do pai. Desconfiei logo que ele jogava noutro time. Os ranchos ficavam próximos do igarapé, que tinha águas cristalinas e de onde se colhia, para beber, tomar banho, lavar roupas e vasilhas. Um dia ele chegou e me segredou, perguntando, se eu queria ver suas irmãs peladas tomando banho, que ele me levaria até o poção, por um caminho escondido. Eu regeitei, pois tinha que manter o respeito. Desse dia passei a prestar mais atenção nas duas garotas.

    Soraya era uma menina bonitinha, faltava um banho de loja. Tinha cabelos castanhos escuros meio encaracolados, corpo bem feito, pernas torneadas, seios médios durinhos, bunda empinada e volumosa, rosto bonito e dentes perfeitos, era de família, moreninha clara, igual a irmã. Era baixinha más bem engraçadinha. Sôninha já estava se formando, tinha peitinhos do tamanho de uma laranja e mostrava, que ia ser muito bonita. Notei que era muito direta nas conversas, e elas tinha por onde puxar, pois a mãe delas apesar de 5 filhos, a dureza e agruras da vida do campo, ainda tinha um corpo inteiro, que ainda chamava atenção. Sôninha apesar de ter só 12 anos, já tinha a altura da irmã, e seus cabelos eram lisos e possuia duas covinhas quando sorria dando-lhe um ar feiticeiro e malicioso. 

    Do povoado de São Marcos à lago azul davam só 5 km e 3 kg do campo de futebol  onde se localizava a igreja, salão de baile e escola.
Recebi os móveis do Paraiba, um fogão à gás, uma cama de casal com colchão, um sofá, e armário de cozinha. Coloquei a cama de casal que chegou no quarto de hóspede junto à de solteiro, e troquei só o colchão, pois a outra cama era mais robusta. As duas garotas da primeira vez, vieram pra ajudar na organização e lavar as vasilhas. Estava alinhando o sofá quando me chamaram na porta.
– Oi vizinho… – me virei e vi um Sr. moreno, de estatura mediana e sorriso fácil, acompanhado de uma garota de uns 09 anos, que me olhava com curosiedade e um sorriso largo. Fiquei embevecido por aquele olhar, franco, profundo, sem maldades, que transmitia paz com promessas do paraiso, ao mesmo tempo maroto, malandro. Aquela garota magrinha e mal vestida parece que tinha uma luz. Fiquei deveras impressionado, ela confundia meus sentimentos, deu um impacto… era como eu a conhece-se a vida inteira. Por isso demorei um pouco a responder.
– Oi ! Bom dia ! Vamos entrar… – não conseguia tirar os olhos daquela pirralha.
– Sou o vizinho do fundo… meu nome é Paulo e essa é minha filha Regina. Segurei na sua mão forte e calosa pelo trabalho pesado.
– Aaah sim… vamos sentar…fica à vontade. Eles estrearam meu sofá novo.
– Foi o Sr. que comprou a lago azul ?
– Sim foi ! – prestei mais atenção nele e senti siceridade das pessoas simples, estava vestido numa roupa surrada e calçava umas botinas já bem gastas.
– E uma terrinha boa, tem muita água, boa para criar e plantar.
– Verdade! Gostei muito de lá.
– O Sr. vai tocar serviço lá?
– Sim…vou dar uma ajeitada por lá ! –  Regina levantou-se do sofá para depois dar uns dois pulinhos, para testar sua maciez  e passava a mão. Depois foi para onde as meninas estavam trabalhando.
– A minha vinda aqui pra falar com o Sr., é  se precisar de gente pra trabalhar estou disponível. – Me veio uma idéia é perguntei.
– O Sr. não quer começar limpando o meu quintal?
– Pode ser… então venho amanhã cedo. – Chamou a garota.
– Regina! Vamos embora filha! – ela veio rapidinho e perguntou de chofre.
– Sr. comprou um armário novo né? – me olhando fixamente.
– Sim! – respondi de imediato.
– O Sr. não quer me dar o velho? O Sr. não vai precisar dele… vai?
– Que é isso menina! – interpelou seu Paulo.
– Tem nada não… pode ficar com ele. – ela intempestivamente me deu um abraço me pegando de surpresa.
– Eita menina danada ! – falou o pai
– Amanhã seu pai leva tá? – farfalhei seu cabelo
– Obrigada! – O pai puxou-a pro braço e disse:
– Então está combinado…venho amanhã. – E foi embora.

     Júlia e Célia arrumaram a casa e sentamos no sofá, para um descanso e me informou sobre os nossos vizinhos. Me falaram do seu Paulo e dona Catarina e também da Regina. Júlia, que era a mais velha me perguntou…
– Vc não tem mulher? – Dei um sorriso… me ajeitei no sofá e respondi.
– Não…não tenho e não quero por hora. Acabei de me separar. Tá interessada ?
– Brinquei …
– Quem sabe… – e sorriu também. – Então Célia perguntou…
– Nem namorada?
– Não! – Então perguntaram em uníssimo…
– Porque? – Fui explicar meu ponto de vista. Olhei para Júlia e falei…
– Se eu fosse seu namorado, vc deixaria eu pegar sua irmã?
– Não! Claro que não. – Então fiz a mesma pergunta a Célia e tive a mesma resposta. Aí perguntei…
-Se eu pega-se vc, sem nenhum compromisso e depois sua irmã teria problema?
– Não! Acho que não, apesar de não gostar muito.
– Tá vendo a diferença?  E por isso que não quero compromisso. Posso pegar vc… e vc
– apontei para cada uma.
– Ou as duas juntas sem problemas.
– Eeeeh… vendo por esse lado vc tem razão. Falou Célia.
– De novo brinquei…se houver interesse pensem e depois me respondam. Levantei do sofá e fui no quarto pegar o dinheiro para pagar por seus serviços. Ouvi as duas cochichando, então demorei um pouquinho a mais para ir para a sala. Lá chegando tornei a me sentar e dei o dinheiro a Júlia, que tava mais próxima. Célia era mais direta e perguntou:
– Vc ficaria com  uma de nós? – Olhei sério para as duas e respondi.
– Depende… as duas são virgens ? – só Célia levantou a mão…
– Tem namorados ? – Célia apontou para a irmã que rebateu…
– E só um passatempo…nada sério, mas não quer dizer que vamos ficar com vc.
– Entendo…meninas pra isso acontecer tem que existir sigilo, não ter cobranças, ciumes,  muita confiança e descrição, para não ficarem faladas. E por na cabeça, que não sou dono de vocês e nem  vocês, donas de mim, entenderam ? – Elas concordaram.
– Vamos fazer o seguinte: vocês vão pra casa agora e à tardinha vocês vêem aqui para continuarmos a conversa, e vou contar uma história pra vocês Ok?  –  elas assentiram e levantaram para sair, aproveitei para tirar uma casquinha, dei um selinho em cada uma e dei uma apertadinha nos seios delas, sem ter a menor recusa.

     Fui rapidinho na lago azul levar umas compras e marcar uns serviços para seu Pinduca. Já em casa, fui dar uma olhada no quintal, que tava só o mato. Ouvi um barulho de alguém socando pilão, e me aproximei da cerca e lá estava Regina pilando arroz. Ela me viu e deu aquele sorriso lindo e abanou a mão pra mim.
Retribuí e voltei pra casa. Resolvi tomar um banho e quando estava me trocando bateram na porta. Eram as meninas, mandei elas sentarem enquanto fui passar um perfume. As duas estavam num sofá e me sentei no outro de frente pra elas. Dei uma avaliada nelas. Júlia era moreninha bem fechada, magrinha de cabelos pretos e lisos, na altura do ombro, com uma franginha parecia uma índia. Rosto bonito, com olhos pretos, amendoados bem expressivos peitinhos pequenos e bicudinhos, sem barriga bunda pequena e perninhas finas. Célia era mais clara, um pouco mais cheia, a diferença era os cabelos maiores e sem franja e peitinhos um pouco maiores apesar de mais nova. Júlia tava de short e blusa, e Célia num vestidinho. Não eram coisa do outro mundo mas era engraçadinhas. Contei pra elas o caso que tive com a Sueide e Solange em Conceição do Araguaia no Pará que também eram irmãs. Elas se entreolharam e ficaram caladas pensativas. Para sair da situação perguntei…
– Qual a desculpa que deram para virem pra cá ? – Júlia disse:
– Dissemos que viemos te ajudar com a janta. – E sorriram.
– Muito espertas. – Foi a vez de Célia falar.
– A mamãe não liga muito, nem pega no nosso pé.
– E o pai de vocês ?
– Está para a serra pelada…como a maioria dos homens daqui. – era verdade, a maioria dos homens do Maranhão, viviam nos garimpos.
– Atá… não são muito cobradas pela mamãe né? – falando isso me levantei e me aproximei. Júlia respondeu…
– Não… – sentei-me do lado dela e perguntei.
– Que as meninas decidiram?
– Vc quer ficar com nós duas? – inquiriu Célia.
– Alguma coisa contra?
– Não sei… que acha Júlia?
– Pra mim tudo bem! – eu já segurava na mão da Julia.
– Mas eu sou virgem! – Olhei firme pra ela e disse:
– Uma hora vc vai ter que dar e virgem também brinca, veja a Julia. Ela olhou pra Célia dizendo…
– Larga de frescura…vc já disse, que tava doida pra perder o cabaço. Célia ficou calada. Comecei a agarrar a Julia, dei-lhe um beijo carinhoso, que começou morno e foi subindo a pressão, foi esquentado, nossas línguas começaram uma batalha frenética, enquanto isso minha mão explorava seus peitinhos por baixo da blusa, o ar faltou e paramos ofegantes, suspendi sua blusa e comecei a chupar seus peitinhos, sob o olhar atento de sua irmã, que assistia tudo sem perder um lance. Eu estava de bermuda e camiseta cavada, meu pau estava duríssimo e senti a Júlia segurá-lo e ficar apertando devagar. Meu tesão tava a mil, pois tinha muitos dias, que estava na seca. Me levantei chamei as duas pro meu quarto.
Olhei pra Júlia e ordenei…
– Tira a roupa gata. – ela obedeceu incontinente. Então abracei a Célia e comecei a beija-lá…um beijo mais selvagem no qual se entregou plenamente, pegava em seus peitinhos por cima do vestido, sentia sua respiração ofegante e coração acelerado, meu pau duro precionava sua barriga, puxei seu vestido por sua cabeça, ela ficou só de calcinha que sem delongas tirei também deixando nuazinha e rapidamente tirei as minhas. As duas estavam nuas e paradas na minha frente, apesar de irmãs tinha o corpo diferentes uma da outra. A bucetinha da Julia era mais magrinha e maior com uns cabelinhos pretos, da Célia era menor e mais gordinha e carequinha.
– Nossa!  É muito grande! – se espantou Célia.
– Será que vou aguentar tudo isso?
– Larga de ser mole menina – falou Júlia, nem liguei para essa conversa. Mandei as duas sentarem na beira da cama, uma ao lado da outra, mandei Júlia chupar e ela não fez de rogada, pegou meu pau e começou a chupar, apesar da pouca idade ela mamava bem, me punhetava devagar e depois enfiava na boca, lambia ele todo e colocava até onde aguentava, tirei da boca dela e mandei Célia continuar.
– Nunca fiz isso! – ela falou…
– Tá na hora de aprender, vai ! – ela agarrou  meu pau e procurou fazer igual a irmã, começou meia desajeitada, mas foi pegando o jeito e chupando gostoso. Deitei-a e ajoelhei na beira, levantei as pernas dela e comecei a chupar sua bucetinha, ela tava alagada, fui sugando seu mel e passando a língua em toda sua rachinha quando cheguei no seu grelinho foi como ela recebe-se uma descarga elétrica, segurou forte no meu braço que acariciava seus peitinhos, chupava com gosto, pois sua bucetinha era uma delícia, ela começou a apertar minha cabeça e rebolar na minha boca, senti que tava chegando, do nada começou a gemer e tremer e encheu minha boca de gozo e ficou molinha. Passei para sua irmã e fiz o mesmo, quando estava chegando me pediu…
– Vem me fode….quero gozar nesse pausão…vem! – Fiz seu pedido…subi nela e comecei um papai, mamãe caprichado. Júlia não tinha frescura, gemia e pedia rola.
– Vai enfia tudo…mete gostoso…vai, aaai tá muito bom! Vou gosar…meteee !! Assiiiiim vaiiiii…tá muito bom…tá chegando vou gosar vaiiiii !!! – eu ainda não tinha gozado então continuei e logo ela reagiu e acabamos quase gozando juntos de novo, segurei um pouquinho para gozar na barriga dela. – Olhei para Célia e falei…
– Agora e sua vez garota! – ela não questionou…só sorriu e pensei… tá no papo. Dei um beijo nela com gosto da bucetinha da irmã. Acariciava seus peitinhos e desci para chupá-los, eram durinhos e bonitos, acariciei, mamei à vontade enquanto dedilhava seu grelinho deixando-a bem molhadinha. Murmurei no seu ouvido…
– Está pronta gata ?
– Sim… respondeu.
– Vai entrar na vara heim maninha ! Vai ser gostoso…não esquenta. – brincou Júlia.
Tomei posição no meio de suas pernas, pincele o pau na entrada da bucetinha, para achar a entrada, achei e empurrei um pouquinho e fiquei fazendo um vai e vem na entradinha bem devagarzinho, para não assusta-lá, empurrei até encostar no cabacinho, ela deu uma refugada e reclamou.
– Doeu! – Não dei muita bola.
– Calma…vai doer só um pouquinho…
– Larga de ser mole…eu te falei isso. – disse Júlia, que assistia tudo de camarote.
Me concentrei e dei a primeira estocada e firmei sentindo a cabeça passar, ela soltou um gritinho e tentou sair, firmei e empurrei com força e senti entrar o resto, ela soltou outro grito e reclamou de novo…
– Vc me rasgou toda! Tá doendo para!
– Calma! Calma! Já entrou tudo – fiquei quietinho para ela acostumar, dei um tempinho e comecei um vai e vem lento, ela foi aceitando e logo estava fodendo gostoso e ela também começou a gemer baixinho mas sem falar nada e logo gozou… e eu também em sua barriga.
– Vc me arrombou! – reclamou, nem saiu quase sangue. Começou minha vida promissora no povoado.
      Continua…

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13 Comentários

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  • Responder Csrlos

    Contos com muita qualidade. Alto nivele.

  • Responder Thiosam

    Seus contos continuam com qualidade.

    • Zorro

      Muito obrigado amigo. São para pessoas como vc que escrevo. Pessoas que reconhece o trabalho da gente.

  • Responder Anom

    Em 1983 já tinha Fiat estrada

    • Jhosman

      Tmb não entendi se fosse um Fiat 147 até ia kkkkk

    • Zorro

      Olha Anom… seu comentário e do seu colega foi infeliz. Leia com atenção. Escrevi ” tipo strada ” dando referência. Não marca. Se vc continuar lendo vai ver que referi ao carro como Fiat Fiorino. Pra corrigir os outros tente escrever corretamente no seu comentário… não é estrada e sim SARADA.

    • Zorro

      Melhor STRADA. o corretor mudou

    • Zorro

      Jhosman, leia também com atenção companheiro não seja Maria vai com as outras. Leia com atenção pra dar uma opinião correta, principalmente tentando desmerecer o trabalho dos outros. Dê opiniões construtivas. Falei ” tipo STRADA” como referência não afirmação. Se continuar ler veja que falei que era uma Fiorino. Pesquise.

  • Responder Cândido

    Muito bom o conto continue para fazer a alegria da galera da punheta eu gozei gostoso

  • Responder Sincerao

    O conto é bom, mas fala demais de detalhes nada a ver, a cozinha de chão batido a sala de vermelhão e não sei o que.

  • Responder Espadachim

    Muito bem escrito, leva a gente pra dentro da história. Sua qualidade como escritor é inegável. Um dos melhores desse site.continua por favor.

    • Zorro

      Obrigado espadachim, procuro descrever bem os detalhes exatamente pra deixar os leitores dentro da história. E porque não é só um capítulo, mas vários. Quando é só um capítulo vc sintetiza tudo.

  • Responder Netto

    continua