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Como se formou uma história de amor entre eu, a Sueli e seu irmão

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Resumo de minha estadia em Tabajara/RO, época em que trabalhei no PAEG.

Meu nome é Cláudio, sou engenheiro mecânico. Alguns anos atrás fui contratado para trabalhar na ampliação de linha de alta tensão em Rondônia, no interior na minúscula cidade Tabajara.
A empresa em que trabalhava me providenciou um carro e alugou uma casa para mim. A casa era muito antiga e enorme. Certamente estava abandonada antes da empresa alugar pra mim. Foi feita uma pintura e troca de pisos nos cômodos principais da casa, e alguns quartos não foi feito nada, pois eu iria morar sozinho numa casa com 5 quartos e duas salas e não iria precisar usar de toda a estrutura da casa.
Fui muito bem recebido na vila, que era bastante pobre. Contratei uma faxineira pra manter a casa limpa e cozinhar pra mim. Era uma mulher de uns 40 anos feia mesmo, sem nenhuma beleza a coitada.
Depois de algumas semanas a faxineira me pediu pra morar na minha casa com alguns de seus filhos, pois não tinha aonde morar, apanhava do marido, e alguns outros problemas. Eu permiti, pois a casa era enorme e eu me sentia sozinho mesmo. Logo que fizeram a mudança pra minha casa descobri que a faxineira pouco parava em casa; Saía para trabalhar ou para passear com homens e voltava tarde, às vezes no outro dia somente, nos finais de semana nem aparecia. Ela certamente fazia programa.
E dentro de casa ficava eu e mais três crianças, uma menina de 12 anos chamada Sueli, um menino de uns 10 anos chamado Anderson e outra menina de uns 16 anos, a Kethelen. A mais velha também ficava pouco em casa pois dormia com frequência na casa de um namorado. O curioso é que as crianças realmente se viravam sozinhas: Cozinhavam, limpavam a casa e até pescavam ou caçavam de vez em quando. Faltavam muito à escola, mas como essas crianças não eram problema meu, e basicamente faziam uso somente da parte em ruínas da casa, eu não me importava.
Mas com o tempo fui me apegando às crianças, até que um dia a menina mais nova, chamada Sueli, me deu uma carta de amor feita à mão. Fiquei sem palavras. Eram frases dizendo como ela gostava de mim, alguns desenhos de nós dois, e aquilo me fez desmoronar. Ela terminava a carta pedindo pra namorar comigo, eu conversei com ela e disse que seria seu namorado, sim. Claro que eu não tinha nenhuma maldade, seria algo só faz-de-conta, pra deixar aquela criança mais feliz. Nesse dia a levei pra passear, comprei roupas novas pra ela e seu irmão, comprei sorvete, e foi um dia bem divertido. Nesse dia a Sueli pediu pra dormir comigo e eu concordei, e não aconteceu absolutamente nada, apenas dormimos na mesma cama e eu a abracei antes de dormir.
No outra noite seu irmão pediu pra pôr o colchão no chão do meu quarto e dormir lá também, eu não me importei.
Nos próximos dias a Sueli ficou muito apegada a mim, me abraçava, enquanto eu via TV ela ficava no meu colo, e durante a noite dormíamos juntos. Inicialmente eu a enxergava como uma criança mesmo, mas com o passar do tempo, fui considerando a possibilidade de ter uma relação de verdade com ela.
A Sueli era bem magrinha, branca, tinha cabelos escuros e lisos. Sua mãe nesse ponto estava absolutamente ausente, e já tinha demonstrado que não via problemas na relação mais íntima que estava se formando. Teve uma noite em que resolvi medir a reação dela à minha investida mais sexual e me deitei com ela mais cedo do que o normal. O Anderson ainda estava na rua com amiguinhos e nós estávamos sozinhos no quarto. Nós dois estávamos sem sono e fiz bastante carinho nela, e a beijei na boca pela primeira vez. Ela se assustou um pouco mas me devolveu o beijo e nos beijamos por bastante tempo.
Estávamos deitados na cama e enquanto a beijava passei a mão em seu corpo, ainda testando seus limites. Pus a mão na sua bunda dentro do seu pijama, pus a mão sobre sua vagina, tirei sua blusa, e percebi que ela estava absolutamente entregue a mim. Poderia fazer com ela o que bem entender.
Tirei toda a sua roupa e chupei sua bucetinha por muito tempo. Que delícia lamber uma bucetinha tão jovem! Ela gostou bastante, embora não tenha gozado. Sua buceta era tão pequena que eu não me imaginei comendo ela. Depois que a chupei, tirei minha roupa e pedi para ela me chupar um pouco. Ela era absolutamente inexperiente, então foi um boquete bem sem graça e desajeitado. Não consegui imaginar comer ela aquela noite. Sua buceta era muito pequena, assim como seu cu. Ficamos só nos amassos mesmo.
Nas próximas noites os amassos prosseguiam sempre que possível, muitas vezes mesmo com o menino Anderson no quarto dormindo ao nosso lado. Não havia penetração, e sempre nos cobríamos com lençol. Essa certa falta de privacidade me excitava, e a presença do menino ali me deu uma idéia. Durante o dia fui no centro da cidade comprar um DVD de filmes pornôs. Indeciso, comprei 3 DVD´s com a temática dois homens e uma mulher, assunto que me excita bastante. À noite, deixei os DVD´s ao lado da TV do quarto, e as imagens da capinha dos filmes chamou a atenção da Sueli e do Anderson. Eu perguntei se eles queriam ver os filmes e eles disseram que sim, empolgados. Eu disse que esse tipo de filme tem que assistir pelado, o que aceitaram numa boa, afinal nudez nunca foi problema entre eles.
Deitamos os três na cama, a Sueli no meio, nos cobrimos com lençol e liguei o filme. Já começava com uma loira tirando a roupa para dois rapazes. O pornô tinha sexo oral, vaginal, anal, e logo vi que o menino Anderson ficou com seu pintinho duro. Enquanto assistia o filme, eu massageava a bucetinha da Sueli lentamente. Peguei numa mão da Sueli e pus no meu pênis, queria ganhar uma punheta. E peguei a outra mão da Sueli e a pus no penis do irmão dela. As duas crianças gostaram do que estava acontecendo.
A Sueli batia uma punheta desajeitada pra mim e seu irmão ao mesmo tempo, enquanto recebia uma lenta siririca. Foi assim até terminar o primeiro video do DVD, que tinha uns 15 minutos.
Quando terminou o primeiro vídeo, me levantei pra pegar o controle que havia ficado ao lado da TV, e perguntei qual seria o proximo video que eles queriam ver. Tinha várias opções no menu, e decidimos ver outro filme pornô, que era bem parecido com o anterior. Voltei pra cama e pus a Sueli no meu colo. Ela ficou esfregando e bucetinha no meu pau enquanto via o pornô, e ao mesmo tempo batia uma punheta pro seu irmão. Perguntei pro Anderson se ele queria fazer que nem o vídeo, e ele disse que sim. A Sueli era totalmente obediente à mim, e eu nem perguntei se ela topava, pois naquela época eu estava a tratando como um objeto meu e que eu poderia fazer o que quisesse. Posicionei ela de quatro, de forma a ficar com o pênis na boca do irmão e com a bunda virada pra mim.
Ela chupou seu irmão e eu lambia o rabo dela. Mesmo louco de tesão, era inimaginável comer sua buceta ou seu cuzinho. Eram muito pequenos e apertados! Tive que me contentar em chupá-la e a assistir enquanto chupava seu próprio irmão. O menino estava adorando tudo isso. Depois de alguns minutos, o vídeo rolando na TV, falei pro Anderson para trocarmos de posição. Me sentei e deixei a Sueli ficar me mamando. O menino Anderson pode laber o cu de sua irmã, passar a mão no corpo dela, e esfregar o pintinho dele na bunda dela.
Depois de alguns instantes eu percebi uma reação de incômodo da Sueli, e quase não acreditei no que estava aocntecendo. O garoto havia enfiado seu pintinho duro no cuzinho da irmã. Entrou com certa facilidade, e assim como no filme pornô ela começou a fode-la. A Sueli não estava gostando nem um pouco do que estava acontecendo, mas era tão submissa que prosseguimos! Ela perdeu sua virgindade ali, dando o cu pro seu irmão e chupando o pau de um homem 20 anos mais velho. Gozei em sua boca como nunca havia gozado antes, e o Anderson, que estava perdendo sua virgindade também, gozou no cu de sua irmã. A situação era indescritível. Fiz carinho na Sueli, e levei os dois para tomar banho. Tomamos banho juntos, nos secamos e voltamos para o quarto. O DVD ainda estava passando pornô quando voltamos, e o pinto do guri ficou duro o tempo inteiro!
Quando voltamos eu senti inveja do guri, mas não tentei penetrar a Sueli por medo de machucá-la. Voltamos para a cama, conversamos algumas bobagens e logo o menino começou a passar a mão na sua irmã denovo. Ele queria come-la novamente, e eu sugeri que a chupasse primeiro. O garoto foi ao delírio! Chupou a buceta e o cu da irmã por vários minutos, mesmo ela não se mostrando muito confortável com a situação. Enquanto isso, eu a beijava e fazia carinho. Eu realmente estava gostando dela. Mesmo após ser chupada e receber carícias, aquela noite a Sueli não quis dar pro irmão novamente.
No outro dia nenhum dos dois foi à escola, e eu fui trabalhar e conversei com ambos. Poderiam fazer o que quisessem, mas nada na bucetinha da Sueli. Eu temia uma absurda gravidez, mas tambem queria que a virgindade dela fosse minha, quando chegasse a hora.
Não adiantou nada falar. quando voltei do trabalho a Sueli estava chorando e disse que seu irmão tinha comido sua bucetinha logo que eu saí de casa. O guri não estava em casa, e nem apareceu pra dormir em casa essa noite. Sabia que ia apanhar quando chegasse. Cuidei da Sueli, a acalmei, mas durante a noite resolvi que iria come-la.
Tirei toda sua roupa, fui bastante carinhoso com ela, mas penetra-la foi uma tarefa bastante dificil e demorada. Foi após uns 30 minutos de tenttivas que ela finalmente relaxou e a cabeça do meu pau entrou na sua bucetinha. Eu nem acreditava no que estava acontecendo. Pude começar a fude-la conforme ela ia se relaxando, e alguns minutos depois já estava a fudendo com força. Enfiei todo meu pau na sua minúscula bocetinha e tive o melhor gozo da minha vida.
A situação era pra mim bastante excitante, pois aquela menininha estava tão submissa, tão usável que eu poderia imaginar que poderia fazer qualquer coisa com ela. Em 24 horas, havia pela primeira vez dado o cu, a buceta, levado porra na cara, e isso para dois pintos diferentes. No outro dia estavamos mais calmos, e a comi novamente pela manhã e fui para o trabalho.
Quando voltei do trabalho, soube que o menino Anderson voltou pra casa na minha ausência, se alimentou e dormiu no sofá, e foi embora um pouco antes de eu chegar. No final de semana fizemos as pazes, o guri voltou pra casa, e por muitas outras vezes dividimos a Sueli.
Uns dois anos depois nossas surubas ficaram normais. Dividíamos a Sueli e toda a família e vizinhos sabiam. Fizemos tantas vezes dupla penetração nela que perdi as contas. Mas conforme o tempo foi passando as coisas mudaram, hoje eu e a Sueli somos casados, temos 3 filhos, o Anderson mora em Florianópolis e a anos não o vejo. E não toleramos qualquer comportamento sexualizado entre nossos filhos, a putaria terminou sem dúvida.
Suspeito fortemente que nosso primeiro filho seja na verdade filho do Anderson, pois é mais moreno que os outros. E lembro-me que antes da Sueli engravidar a primeira vez eles faziam sexo com muita frequência na minha ausência. Mesmo assim, o amo como igual aos outros.
Essa é minha história, nos confins desse Brasil, que teve um final feliz do qual me orgulho bastante.

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