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Uma família para amar

1603 palavras | 2 |4.33
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Eu não sabia o quanto aqueles novos moradores mudariam a minha vida e trariam tantas emoções.

Fiquei viúvo aos cinquenta e três anos, e após o falecimento da minha esposa, decidi morar sozinho, mesmo com os protestos dos meus filhos.
A vida seguia tranquila, mas após alguns meses eu realmente comecei a sentir a casa muito vazia.
Tenho uma casa grande e antiga que conta com cinco quartos e cômodos muito espaçosos, decidi convidar um sobrinho e sua família a passar um tempo morando aqui comigo.
Ele havia comentado que estava passando por dificuldades e estava muito difícil arcar com as despesas do aluguel.
Ronaldo é um rapaz forte, 27 anos e muito trabalhador, casado com Cássia, uma bela mulher, que apesar da vida esforçada e simples, era dona de uma beleza rara, 1,65 altura, uns 55 kilos, dona de uma bundinha arrebitada, coxas grossas e peitos que pareciam esculpidos a mão.
E trouxeram também a pequena Laís, a filhinha da Cássia.
Cássia engravidou muito cedo de um namoradinho que sumiu no mundo e quando Ronaldo casou com ela, a Laís tinha quatro anos e ele assumiu a garota como filha… Pelo menos era isso que eu pensava até descobrir o quanto aquela família era diferente rs…
Laís estava agora com dez anos, uma mocinha linda, muito extrovertida e simpática, já mostrava que ficaria tão gostosa quanto a mãe, pois a bundinha já era extremamente redonda com as coxas grossinhas e um jeitinho de menina mulher que me deixou encantado.
Eu já convivia com Ronaldo e a família dele, mas agora os laços seriam muito mais apertados pois seríamos todos morando juntos.
No dia da mudança a Laís estava eufórica, entrou aqui em casa correndo e me deu um abraço gostoso e quando Ronaldo entrou pela porta já com algumas malas a menina já estava aninhada em meu colo…
Nos cumprimentamos e fui ajudar com algumas caixas…
Cássia estava linda, com um ar alegre como nunca tinha visto, com certeza por deixar pra traz os problemas que estavam passando.
Ela estava com um vertido branco com pequenas flores roxas que deixavam sua bunda e suas coxas ainda mais atraentes, logo notei que ela estava sem sutiã, pois quando ela me passou a primeira caixa, minha mão a tocou e sem querer eu pude sentir seu mamilo sob o pano do vestido, que ao meu toque automaticamente se enrijeceu.
Ela pareceu não se importar e passou a minha frente com uma caixa grande nas mãos, e disse;
“Vamos senhor Paulo, essas duas caixas são no quarto da Laís.”
Tomou o rumo do andar de cima onde ficam os quartos, mas quando cheguei na pé da escada, tive uma visão que foi como uma injeção de ânimo nesse velho cinquentão, a Cássia estava a alguns degraus acima e sem nenhuma calcinha.
Eu não podia acreditar em meus olhos, aquele rabo perfeito subindo as escadas emoldurando uma bucetinha perfeita e carnuda que a cada lance de escada dava uma pequena piscadinha na minha direção.
Quando cheguei ao topo da escada eu estava queimando por dentro, aqueles meses de luto e consequente seca que eu me encontrava estavam fazendo com que minha rola quase arrebentasse a calça, não me lembrava do meu pau tão duro.
Ela não mostrava nenhuma reação diferente, tenho certeza que ela sabia que eu tinha visto a sua buceta na escada e também peguei ela dando uma manjada na minha rola dura ao deixar as caixas no quarto, no entanto ela agia normalmente , eu dei uma desculpa e fui para minha suíte bater uma punheta pensando naquela deusa.
Entrei no quarto, encostei a porta e já coloquei o bicho pra fora da calça…nossa, que alívio, minha rola estava batendo no umbigo, fechei os olhos e comecei a lembrar a Cássia subindo a escada, comecei a imaginar eu caindo de boca naquela buceta, lambendo aquele cu gostoso.
Meus pensamentos foram interrompidos pela voz infantil da Laís me dizendo; “Nossa tio, seu Pipi é bem maior que o do meu pai”.
Meu coração veio na boca…fiquei branco, abri os olhos e a menina estava sentada na minha cama olhando pro meu cacete e com a mão dentro do pequeno shorts de algodão que usava.
Guardei o pau e olhei em direção a porta e continuava trancada, olhei para a menina e pergutei.. Laís, como chegou aqui?
“A tio, meu pai está lá embaixo montando alguma coisa e minha mãe está arrumando o meu quarto, então ela me pediu pra achar uma televisão pra assistir, eu entrei aqui e sentei na cama, quando eu ia ligar a tv o senhor entrou e começou a fazer safadeza”
Eu não sabia que você estava aqui dentro Laís, me desculpe, por favor, não conta nada pro seus pais, tudo bem?
A garotinha me respondeu na maior tranquilidade, “Tudo bem, tio eu sei oq é masturbação, minha mãe já me explicou tudo…na verdade, eu também gosto e mamãe disse que não pode fazer na frente dos outros, mas quando eu vi o pipi do senhor, me deu uma coceirinha aqui na pepeca e eu também estava brincando com ela hihihi…”
Nisso a menina coloca a mão dentro do shorts novamente e posso perceber ela passar os dedos na bucetinha e em seguida estendeu o braço e colocou o dedo bem próximo do meu nariz e disse;
“Mas minha mão fica com cheiro de pepeca né?”
Aquele cheirinho adocicado parecia suco de maçã e eu já estava no limite do meu tesão, fiquei louco.
Coloquei o pau pra fora e disse pra menina… Sente o cheiro do pipi do tio e veja se é bom?
Ela sem reclamar pegou no meu pau e cheirou da cabeça até a base e disse;
“Seu Pipi tem cheiro de sabonete, tio.”
Não sei oque me passava pela cabeça, mas perguntei… O titio pode sentir o cheiro da sua pepeca de novo?
Ela se afastou um pouquinho, abriu as perninhas e puxou a beirada do shorts junto com a calcinha, deixando a mostra a bucetinha mais linda que eu já tinha visto, era gorduchinha e carequinha com apenas uma meia dúzia de pelinhos maiores crescendo no monte de vênus.
Era nítido que a garota estava excitada, pois dava pra perceber um líquido viscoso e transparente saindo dos lábios daquela safadinha.
Eu desci até sua grutinha e novamente fui tomado por aquele aroma delicioso, não perdi tempo e cai de boca naquela delícia, coloquei minha língua na entrada da buceta e forçava a entrada, mas o pano das roupas estava atrapalhando, foi quando a menina deu um pulo e rapidamente tirou o shorts e a calcinha ficando de pé na cama com a bucetinha na altura da minha cara…Não deu outra, virei a putinha de costas e meti a língua naquele cuzinho ainda mais gostoso que o da mãe.
A menina ficou molinha, gemia baixinho, sabendo que não poderia chamar a atenção dos pais.
Comecei a esfregar aquele clitóris ainda novinho, parecendo uma bolinha. Molhava o dedo na babinha e esfregava o grelinho..a menina ficou louca, gemia e dobrava os joelhinhos se apoiando no meu peito.
Foi quando escorreguei meu dedo indicador pra dentro da buceta da Laís, ela fechou os olhos e gozou, como alguém que já havia feito isso outras vezes e o que mais me deixou espantado, foi que não encontrei resistência alguma para chegar até o fundo de sua grutinha, ou seja, aquela menina não era mais virgem, na hora nem pensei em quem poderia ter tirado o cabaço daquela menina de nove anos, mas o importante é que o caminho estava livre, coloquei ela no colo e o pau entrou gostoso, aquela buceta era apertada como eu nunca havia experimentado na minha vida.
Infelizmente meu tesão estava tão alto que quase no mesmo instante eu gozei, dentro e fora da menina, dobrei a camisetinha da Minnie que ela usava para não sujar de porra e levei ela até o banheiro para limpar aquela sujeira, depois voltamos para a cama e liguei a tv no Carton, parece sincronizado, pois nesse momento a Cássia bate na porta perguntando da sua filha…
“Sua moleca, já está dando trabalho pro Tio?”
No mesmo momento eu intervi e disse que não tinha trabalho nenhum, que a menina era uma ótima companhia e eu estava adorando ter eles ali…a Laís deu um sorriso lindo pra mim, um beijo no rosto e foi pro quarto dela ajudar a mãe a finalizar a organização.
Eu fiquei em meu quarto com a cabeça a mil, e muitas perguntas no ar…
Como seria a minha vida naquela casa com seus novos moradores?
Porque a Cássia estava sem roupa de baixo e fez questão de se exibir para mim?
A Laís não era mais virgem, mas, quem tirou aquele cabacinho?
Lembrei da Laís dizendo que meu pau era maior que o do Pai dela, será que ela já tinha visto o pau do Ronaldo?
Será que a Laís contaria pra alguém sobre o que aconteceu essa tarde?
Em breve eu contarei o desenrolar dessa história.

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2 Comentários

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  • Responder Vantuil OB

    Porra Bahiano, e a continuação. Isso não se faz. Continua

  • Responder Loly

    Continua. Fiquei com a bucetinha cheia de Tesão .