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Lucas, meu enteado (Parte 13) (Verdadeiro)

4995 palavras | 36 |4.36
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Olá a todos. Pra quem não me conhece, sou Daniel Coimbra, escrevi a minha história com minha esposa Isabel e meu enteado Lucas até a parte 12. Há uma parte 13 que foi escrita e publicada por um fã, porém eu não tive participação alguma na criação desse episódio. Foi total criação dele. Aproveito aqui para agradecer o carinho dele, e elogiar o seu trabalho. Entretanto estou publicando agora a real parte 13 da minha vida intitulada LUCAS, MEU ENTEADO.
Não quero ser repetitivo, mas vocês sabem que eu sou pedófilo assumido. É algo que compreendi há um tempo. No início me sentia culpado com esses sentimentos e desejos, porém comecei a me entender e passei a aceitar essa característica em minha vida. Tive várias experiências com crianças, mas foi com Lucas que eu tive os melhores momentos e as melhores experiências.
No último relato que compartilhei com vocês eu contei sobre a transa com o colega de Lucas, o Julinho. Um garoto de dez anos que chupou meu pau de uma forma maravilhosa. O garoto gostava mesmo de pica e não perdia a oportunidade de ter uma nas mãos e, evidentemente na boca. Nesse dia eu senti tanto tesão por esse garoto que praticamente eu o estuprei. Se não fosse por Isabel que me tirou de cima dele eu teria deixado ele muito mal, tamanha a forma bruta e animalesca que eu o penetrei. Porém no final eu gozei gostoso e abundante dentro do cuzinho quente e apertado do meu pequenino Lucas enquanto era observado por Isabel e Julinho sentados a minha frente.
Entretanto depois daquela gozada fantástica eu me senti culpado e receoso de tudo que tinha feito. Mandei os garotos tomarem banho e fiquei a sós com Isabel.
— Eu fiz besteira?! – perguntei.
Ela balançou a cabeça e disse:
— Você precisa se controlar. Você não pode deixar seu tesão tomar conta de você. Você estava estuprando esse garoto. Pense no problema que isso poderia nos causar.
Eu assenti e a olhei. Ela estava séria, pensativa. Apenas disse:
— É mais forte do que eu. Mas eu prometo que tomarei cuidado e nunca deixarei que isso nos faça mal. Eu prometo.
Nos olhamos cúmplices. Ela veio para mim e sentou no meu colo.
— Eu te amo! – ela disse.
— Eu também te amo.
Nos beijamos. Ainda estávamos nús e cheirando a sexo.
— Vamos tomar um banho pra tirar esse cheiro de sexo do corpo – ela chamou.
Caminhamos para nosso quarto e ao passar pelo banheiro onde os meninos estavam vimos o que estavam fazendo. Lucas estava se apoiando na parede, com a bundinha empinada e Julinho atrás metendo a pica no seu buraquinho. Uma cena linda, muito linda! Meu menino estava provando uma nova pica. Estava tendo a segunda pica na sua vida. Eles estavam realmente transando. Dois garotos transando. Então eles perceberam nossa presença e Julinho perguntou sem parar de foder o rabinho do amiguinho:
— A gente pode fazer?
— Claro – eu disse. — Vocês podem fazer sempre que quiserem.
Isabel estava olhando pro rostinho de lucas extasiado de prazer recebendo o pau de Julinho que metia com carinho e experiência. Ela alisou o rosto dele e o beijou. Perguntou:
— Tá bom, filho?
— Tá, mamãe – ele respondeu demostrando o prazer de sentir uma rola no cu.
Isabel também sorriu para Julinho que em momento algum se mostrou constrangido ou envergonhado com a nossa presença. Ele continuou metendo com tesão e ainda fez Lucas empinar mais a bunda. Isabel também fez carinho em seu rosto e disse:
— Você é um safadinho. Tá gostoso meter no cuzinho dele?
O garoto suspirou com prazer e respondeu:
— Tá gostoso. O cu dele tá melado da gala de seu Daniel aí fica escorregando bem gostoso.
— Deixa eu ver – ela pediu.
Julinho tirou do rabinho de Lucas o pau super duro e melado da minha porra. Ele era realmente bem dotado para a idade. Isabel passou o dedo no cu de Lucas pra sentir como estava e disse:
— Ele tá todo melado e pegando fogo.
Enfiou o dedo e ficou mexendo. Lucas empinou mais pra receber o dedo da mãe e gemeu feito uma putinha. Mas Isabel tirou o dedo e alisou o pau de Julinho que pulsava esperando pra continuar enrabando o cuzinho gostoso do coleguinha. Então ela o puxou fazendo encaixar no buraquinho e ficou admirando a enrabada. Lucas era só tesão e prazer dando o cu. Julinho se mostrava um pequeno garanhão e fodedor de viadinhos. Ela beijou ambos com carinho e me levou para o nosso quarto para tomarmos banho.
— Que safadinhos esses dois – eu disse.
Ela sorriu enquanto se ensaboava e falou:
— Lucas sente muito prazer sendo penetrado. Você viu como ele estava gostando de dar pra Julinho?
— Ele gosta. Ele sente muito prazer – falei. — Eu sinto que pelo jeito que ele gosta de rola, logo logo vai estar procurando outras na rua.
— Será, meu amor?! – Isabel perguntou um pouco preocupada.
— Eu tenho certeza, mas ficaremos atentos para ele não fazer nenhuma besteira. Nessa fase não se enxerga os perigos. O que importa para uma criança nessa idade é o prazer do sexo, o prazer de estar com um homem, dentro das pernas de um macho chupando uma pica ou de quatro dando o cuzinho. E o que mais tem aí nas ruas são pedófilos loucos pra encontrar um garotinho como Lucas.
— Temos que ficar atentos, prestar atenção – ela disse enquanto começava a ensaboar meu corpo.
— Mas não podemos fazer disso um drama, nem proibir que ele conheça novas pessoas, ou se relacione com outros homens. Entende?
— Entendo – ela disse compreensiva. — Só tenho medo dele se envolver com algum homem estranho. Você o ama e transa com ele com muito carinho, mas e outro homem? Se não for carinhoso como você e fizer ele sentir dor?
— Amor, infelizmente isso vai acontecer – eu disse explicando. — Ele vai conhecer vários homens, vai ter muitas experiências. E cada experiência será única. Cada homem vai foder ele de um jeito.
Eu a abracei com carinho e continuei explicando:
— Você viu o jeito que eu meti em Julinho, você viu que eu só estava pensando em mim. O tesão que senti por essa criança, a vontade de foder ele foi imensa. Quer dizer, é imensa. Eu quero foder ele de novo. Mas o que quero dizer é que do mesmo jeito que fiz com Julinho, algum homem irá fazer com nosso pequeno Lucas. Infelizmente nem todos os homens irão foder ele com carinho e cuidado. Eu queira que fosse diferente, que os homens que transam com crianças, que nós pedófilos tivéssemos muito cuidado com nossas crianças. Elas são nossos tesouros, nosso maior prazer.
Enquanto explicava essas coisas a Isabel ela estava alisando meu pau que começava a endurecer. Fiquei curtindo o carinho dela, mas ela disse:
— Continue falando. Gosto de ouvir você falando essas coisas.
— Gosta?
— Gosto muito, me dá muito prazer, muito tesão. Você é o homem mais incrível do mundo. Incrível e gostoso, com um pau delicioso. Por isso que todo mundo fica louco por você, pelo seu pau. Adultos e crianças ficam loucas por esse pau gostoso, delicioso.
Ela me beijou com tesão enquanto me punhetava. Perguntou:
— Amor, quantas crianças já mamaram no seu pau?
— Muitas.
— Muitas mesmo?
— Muitas. Eu comecei muito cedo. E adoro crianças. São meu maior tesão. É algo que não sei explicar. Já transei com muitas crianças.
— Qual a mais nova que você transou? Tinha que idade?
— Não sei ao certo que idade tinha, mas era muito novinho.
— Novinho mesmo?
— Sim, um garotinho novinho. Foi uma experiência maravilhosa.
— Você comeu o cuzinho dele?
Isabel estava louca de tesão. Eu sentia seu corpo pegando fogo mesmo estando molhada. Passei a mão em sua buceta e estava encharcada. Isabel transbordava de tesão e sua buceta respondia tendo uma gozada atrás da outra apenas ouvindo minhas experiências de pedófilo. Respondi:
— Não, apenas ele mamou meu pau.
— E quem era esse garotinho?
— O filho de uma drogada. Dava pedra a ela em troca das mamadas do filhinho.
— Então foi mais de uma vez?
— Sim, algumas vezes.
— E por que parou?
— Alguém da família tomou o garotinho dela. Foi apenas o que soube. Não procurei detalhes. Mas senti muita falta daquela boquinha esfomeada. Eu passava doce no pau e ele lambia e chupava todo. Fazia a maior festa na minha pica dura. No final ficava a maior meleira no meu pau. Uma mistura de doce, baba e porra. Enquanto a mãe se drogava e caía lá no canto dela eu fazia a festa na boquinha do seu garotinho tão puro e tão ingênuo. Renan era o nome dele. Um garotinho bonitinho. Espero que ele esteja bem, mas que tenha continuado mamando em macho.
— Eu te amo tanto, tanto, tanto! – ela disse me apertando e gemendo de prazer. — Mete em mim que eu quero gozar com você me fodendo.
Levantei uma perna dela deixando sua boceta bem aberta, botei o pau na entrada e meti. Ela urrou e se estremeceu sentindo meu pau fundo. Pediu:
— Me fode. Me fode como se eu fosse uma menininha de sete aninhos. Lasca minha bucetinha. Arrebenta minha xaninha, papai. Fode sua garotinha.
— Você já aguenta pica, filhinha? – embarquei na fantasia dela, pois ela merecia sentir todo o prazer possível.
— Eu não sei, papai. Mas eu tô com vontade de sentir como é. Sua rola é tão grande! Tão bonita!
— Minha pica tá toda dentro de sua xaninha. Você é tão novinha, uma menina de sete anos e já dando a xoxotinha. – eu gemi de tesão, falei. — Que xoxotinha gostosa, meu bebezinho. Toma pica, toma.
Meti fundo e gostoso. Sentia meu saco pesado balançando enquanto meu pau arrebentava a xoxota de isabel. Meti com vontade, com desejo e tesão. Naquele momento não a via mais como minha esposa, como uma mulher, mas como uma criança, uma garotinha de sete anos que eu estava corrompendo, usando pra satisfazer meu prazer, minha luxúria, meu vício descontrolado e animalesco por foder crianças. Eu sou um predador, e vivo como um predador em busca de satisfação e prazer. Estava quase gozando quando ela disse:
— Não, não goza. Guarda essa porra pra Julinho. Quero ver ele chupando você antes de ir embora. Guarda essa porra toda pra ele.
— Tem certeza? – perguntei com prazer vendo a possibilidade de ter Julinho mais uma vez naquela tarde.
— Tenho certeza – ela disse gemendo enquanto apertava seu clítoris e tremia espetada na minha vara.
Isabel gemeu fundo demostrando todo o prazer que estava sentindo e disse:
— Tô gozando, tô gozando. Minha bucetinha tá gozando.
Ela tremeu e gemeu por mais uns instantes e então desabou exausta sobre mim. Estava linda, muito linda. Seu rosto brilhava de felicidade e prazer. Nos beijamos.
Continuamos nosso banho e ela perguntou:
— Amor, você tem vontade de ter um filho?
— Um filho?! – fui pego de surpresa.
— Sim, um filho.
— Não penso sobre isso.
— Por quê?
— Por que não – disse. — Não sei.
— Você acha que transaria com ele? Com seu próprio filho?
Pensei por um instante. Não tinha uma resposta exata. Ou meu desejo tinha limites? Apenas respondi:
— Não sei. Realmente não sei.
Ela me olhou séria e disse:
— Se você quiser a gente pode ter um filho.
Eu continuei olhando pra ela. Não tinha uma resposta exata. Então a puxei para um abraço. Ela disse:
— Quero estar contigo em todas as coisas. Quero ter todas as experiências ao seu lado. Eu te amo!
Abracei ela com mais carinho e amor, disse:
— Eu também te amo. E teremos muitas experiências. Viveremos muitas coisas. Sempre juntos e felizes. Você me apoia e eu lhe apoio.
Nos olhamos e ela disse:
— Somos um casal de pedófilos.
— Sim, um casal de pedófilos e incestuosos.
Nos beijamos e então terminamos nosso banho.
Quando fomos para a sala os meninos estavam vestidos e jogando videogame. Estavam tão felizes e tão infantis que nem pareciam aqueles dois depravados que haviam mamado no meu pau há pouco.
— Vamos lanchar? – Isabel perguntou animada.
— Oba! – Lucas festejou logo desligando o videogame e puxando o amigo para a mesa.
Isabel foi para a cozinha e eu sentei à mesa junto com os garotos. Fiquei ao lado de Julinho. Ele me olhava de uma forma enigmática e um sorrisinho safado.
— Está tudo bem, Julinho? – perguntei.
— Está – ele respondeu.
Continuei observando ele e perguntei:
— Julinho, você entende que o que fizemos aqui é algo muito sério?
— Eu sei – ele confirmou me olhando com seriedade.
— Então você sabe que ninguém pode ficar sabendo dessas coisas?
— Eu sei sim, seu Daniel – ele disse me tranquilizando. — Ninguém vai saber. Nunca vou falar pra ninguém. Eu gostei de fazer com vocês. Foi muito bom.
Ele pensou por um instante e continuou:
— Aqui é bom que todo mundo faz. Até dona Isabel. Aí a gente não precisa fazer escondido e nem ficar com medo de ninguém ver. Assim é bom. Queria que na minha casa fosse assim também.
— E na sua casa quem faz? – eu perguntei.
— Só eu e meu irmão – ele me olhou desconfiado e arrependido de ter dito isso. Perguntou:
— O senhor não vai falar pra ninguém não, né? Que eu faço com meu irmão.
— Não, Julinho – disse acalmando ele. — Claro que não. É nosso segredo também.
Fiz carinho nele pra que se sentisse mais calmo e confiasse plenamente em mim. Perguntei:
— Você e seu irmão já fazem há quanto tempo? Você lembra?
— Eu tinha sete anos na primeira vez – ele respondeu recordando.
— E seu irmão tinha quantos anos?
— Ele tinha dezenove.
— Que ótimo! – falei com interesse e perguntei: — Mas ele já meteu em você na primeira vez?
— Meteu – ele respondeu sempre recordando.
— E como foi? Você gostou?
— A primeira vez doeu muito. A segunda também. As primeiras vezes doía muito – ele concluiu.
— Mas ele metia mesmo assim? Doendo em você?
A história de Julinho já estava me deixando duro de tesão. Continuei perguntando:
— Ele fazia como?
— Primeiro ele mandava eu chupar. Aí eu chupava um bocado o pau dele. Depois ele mandava eu ficar de quatro, passava cuspe no meu cu pra poder meter melhor. Quando a cabeça do pau dele encostava no meu cu eu gostava um bocado, era bom e eu sentia uma coisa gostosa. Mas quando começava a entrar, doía. Parecia que tava rasgando, ficava abrindo muito. Meu cu ficava muito aberto. Aí eu pedia pra ele parar porque tava doendo, mas ele não parava. Segurava minha cintura e enfiava mais. Aí doía muito mesmo, mas ele não parava. Pedia pra eu aguentar que ele já ia terminar. Mas doía muito mesmo, então eu dizia que ia gritar se ele não parasse. Mas ele não parava de meter e tapava minha boca, se deitava em cima de mim e metia rápido e forte pra gozar logo. E ficava gemendo e dizendo que já tava perto. Aí eu ficava em baixo dele só esperando ele terminar logo. E eu já sabia quando ele ia gozar porque ele ficava mais duro, metia mais fundo e mais forte, gemia mais e me apertava bastante. Mas mesmo sentindo dor eu gostava quando sentia ele gozando. Era bom. O pau dele ficava inchado e mexendo sozinho dentro do meu cu. Era bom.
Escutava o relato de Julinho babando de prazer e tesão. Meu pau pulsava e melava descontrolado dentro da cueca. Coloquei pra fora e perguntei a ele:
— Ficava inchado e mexendo assim como o meu?
Ele olhou meu pau pulsando e já vi seus olhinhos brilharem de desejo. Disse:
— Ficava assim, bem duro igual o do senhor.
— O meu tá bem duro agora.
O que mais gostei em Julinho é que ele era um garoto que tinha iniciativas. Fazia o que tinha vontade e como já disse, ele não perdia uma oportunidade quando o assunto era sexo. Então sem algum pudor ele pegou meu pau e alisou, iniciou uma punheta lenta, mas muito gostosa e disse:
— Seu pau é muito grosso. Mais grosso que o do meu irmão. Por isso que doeu muito quando o senhor enfiou em mim.
— Mas Lucas é menor que você e aguenta todo enfiado – eu disse.
Ele olhou pra Lucas que prestava atenção em nossa conversa e analisou o que eu havia dito. Então perguntou a Lucas:
— Você não sente dor?
— Um pouco – Lucas respondeu. — Mas eu gosto de sentir toda dentro. É gostoso. E meu pai não faz forte como ele fez em você. Comigo ele faz bem devagar.
Olhei pra Julinho e disse:
— Me desculpe por ter feito daquele jeito. Eu perdi o controle. Você me deixou com muito tesão. Mas prometo que da próxima vez que meter em você vai ser devagar pra você sentir bastante prazer. Vou meter em você devagar igual meto em Lucas. Você vai gostar muito também.
— Tá certo – ele disse demostrando confiança em mim.
Meu pau estava babando e Julinho me punhetava de uma forma muito gostosa. Sua mãozinha percorria toda a minha rola. Ele alisava, apertava e espalhava a baba fazendo uma massagem muito prazerosa. Ele me olhou e perguntou:
— Quer meter em mim agora?
Não pensei duas vezes, respondi:
— Quero.
— Mas vai ser devagar igual como você mete em Lucas – ele advertiu.
— Eu prometo – disse como um adolescente bobo louco por uma transa.
— Deixe eu chupar um pouco primeiro – ele pediu.
Não esperei ele pedir novamente. Levantei e botei o pau duro e melado nos seus lábios infantis. Imediatamente ele botou a cabeça dentro da boca e aos poucos foi engolindo mais até alcançar sua garganta. Lucas olhava atento a chupada formidável que seu coleguinha dava no meu cacete. Julinho botou suas mãozinhas em minha cueca e abaixou deixando meu pau e saco completamente disponíveis para ele. E novamente ele fez o mesmo que antes, cheirou e beijou meus ovos.
Isabel estava cozinhando algo no fogão, mas olhava atenta para a gente.
Novamente ele abocanhou meu pau enquanto massageava minhas bolas. Ele me olhou de uma forma muito gostosa e sensual e depois de lamber e beijar a cabeça do meu pau perguntou:
— Tá bom?
— Tá delicioso – respondi gemendo.
— Quer meter agora? – ele perguntou com desejo.
— Quero! – apenas respondi.
Ele levantou, tirou o short e foi pro sofá já ficando de quatro, me oferecendo o rabinho empinado. Tirei minha cueca e me posicionei atrás dele, mas não queria alí. Queria ele na minha cama. Beixei o pescocinho dele e disse:
— Vamos pro quarto. Na cama é melhor.
Fui na cozinha falar com Isabel:
— Eu vou pro quarto com ele. Tudo bem?
Se — Tudo bem, meu amor – ela disse. — Mas tome cuidado pra não machucar ele. Se controle. Se ele pedir pra parar, você para. Por favor. OK?
— Não se preocupe. Vou controlar meu tesão. Vou fazer ele sentir muito prazer – garanti. — Você vem?
— Agora não. Vou terminar de fazer esse cachorro quente. Vá lá. Aproveite!
Nos sorrimos. Beijei ela e disse:
— Eu te amo muito.
— Eu também te amo muito.
Nos beijamos novamente e eu voltei pra sala. Julinho estava nuzinho sentado no sofá esperando por mim. Lucas estava na mesa e perguntei a ele:
— Você quer vim também pro quarto?
— Eu não quero agora não – ele disse dengoso. — Tô cansado e meu bumbum tá doendo um pouco.
— Tudo bem, meu amor – disse beijando sua cabeça. — Eu amo muito você.
Dei a mão a Julinho e perguntei:
— Vamos?
Ele me deu a mãozinha dizendo:
— Vamos.
Segui pro quarto levando mais uma criança pra ser usada por mim. Mais uma criança na minha cama pra eu fuder o cuzinho da forma mais prazerosa possível.
Quando entramos no quarto e eu sentei na beira da cama colocando ele entre minhas pernas tive a certeza de que nunca pararia de desejar crianças. Eu as queria de todas as formas. Eu queria todas as crianças que encontrasse. Eu queria todas elas para mim. Eu queria possuir e deflorar todas as crianças. Eu compraria todas para mim. Seriam todas minhas e a cada hora eu foderia com uma diferente.
Julinho estava em pé entre minhas pernas e já alisava meu pau duro. Ele era lindo, muito lindo. Alisei seu rostinho e beijei nos seus lábios. Senti que ele gostou do beijo, então beijei sua boquinha mais uma vez. Então ele abriu a boca para que eu a explorasse com a minha língua, e assim fiz. Ele tentou fazer o mesmo que eu, mas era ainda uma criança desajeitada e inexperiente beijando um homem adulto. Mas estávamos nos beijando. Puxei-o para mais perto de mim, ele colocou os braços em volta do meu pescoço e continuamos a nos beijar. Meu pau latejava entre nós dois, e sentia seu pauzinho também me espetando. Desci minhas mãos até sua bundinha e apertei com desejo. Ele empinou e eu passei o dedo no buraquinho. Estava quente, pegando fogo e ele contraiu o cuzinho na ponta do meu dedo. Fiquei brincando no seu cuzinho por um tempo fazendo ele suspirar e se contorcer de prazer dentro das minhas pernas. Então ele pediu choroso e dengoso:
— Meta a pica em mim agora.
— Vou meter. Você quer mesmo?
— Eu quero.
Levantei e rápido coloquei ele de quatro na beira da cama. Meu pau estava estourando de tão duro. Peguei lubrificante no armário e passei bastante no cuzinho dele e no meu pau. Encostei a cabeça na entradinha. Ele gemeu, suspirou e colocou as mãos pra trás abrindo a bunda pra eu invadir. Fiquei esfregando a cabeça do pau nas suas preguinhas e ele gostava muito disso.
— Assim é bom – ele disse.
— Abra mais que eu vou meter – mandei.
Ele abriu o máximo que conseguiu. Por um segundo tive dúvidas que conseguiria meter nele sem fazer estragos. Era um buraquinho muito pequeno.
Dei a primeira investida e ele logo advertiu:
— Devagar!
— Relaxe – eu pedi. — Fique bem relaxado que vai entrar toda.
Dei mais uma forçada pra dentro e a cabeça passou inteira. Ele esboçou um incômodo tentando fugir das minhas mãos, mas o segurei pela cintura e pedi:
— Calma, calma. Relaxe. Já passou a cabeça.
Fiquei um tempo só com a cabeça encaixada pra ele acostumar. Fiz carinho em suas costas, alisei seus cabelos pra ele relaxar. E enfiei mais um pouco. Ele apenas pediu:
— Devagar, seu Daniel. Pra não doer.
— Fique calmo – pedi. — Sinta minha pica entrando em você. Já tá quase toda dentro. Só falta um pouco.
Meti mais. Botei mais pica dentro dele.
— Tá bom assim? – perguntei.
— Tá – ele respondeu tranquilo mostrando sentir prazer com minha vara dentro dele.
— Quer que eu meta mais? – perguntei excitando ele. — Só falta um pouquinho. Já tá quase toda dentro.
— Eu quero. Pode meter.
Ele pediu arrebitando mais ainda e arreganhando o cuzinho totalmente pro meu pau. Enfiei todo. Estava com o pau inteiro dentro do rabinho dele. Sentia seu cuzinho mastigando e apertando minha vara. Ele estava pegando fogo.
— Tá toda dentro – eu disse.
Senti sua mão tocar meu saco e os dedinhos conferir se estava realmente com o pau todo enfiado nele.
— Tá tudo dentro – ele disse com satisfação. — Entrou tudo. Tá só os ovos de fora.
— Vou foder você, foder seu cuzinho – disse queimando de tesão.
— Foda – ele permitiu.
Comecei bem devagar fazendo ele sentir meu pau deslizando suavemente dentro do seu cu. Tirava um pouco e metia novamente. Ele suspirava demostrando prazer e tesão. Mais uma vez deslizando no seu cu, massageando sua pequena próstata. E ele delirava de prazer, e se entregava completamente a mim de quatro sobre minha cama. Tirei toda bem devagar e meti de novo. Fiquei parado pulsando dentro dele. Perguntei:
— Tá bom? Tá gostando?
— Tá bom – ele respondeu com um gemidinho gostoso.
— Vou foder mais.
— Pode foder – ele disse quase implorando.
Continuei fodendo devagar, fazendo ele sentir muito prazer. Queria proporcionar a ele todo o prazer possível. Eu estava delirando de tesão. Meu pau pulsava e jorrava baba dentro dele.
Empurrei ele mais para o meio da cama e deitei sobre ele. Cobri seu corpinho completamente. Fechei suas pernas e coloquei as minhas uma de cada lado dele. Sempre amei essa posição, me dá muito prazer. Meti mais fundo. Meti tudo que tinha de pica. Ele gemeu. Eu gemi no seu ouvido. Eu disse:
— Seu cuzinho é uma delícia.
Continuei a meter lentamente e com muito prazer. Por mim ficaria o dia inteiro dentro dele. Gozaria muitas vezes sem tirar de dentro. Deixaria seu cuzinho lotado de porra.
— Tá ficando gostoso no meu pinto – ele disse ofegante.
Enfiei e fiquei apenas pulsando e esfregando na sua próstata. Percebi ele gemendo mais intensamente. Ele estava realmente sentindo prazer sexual.
— Você já gozou alguma vez? – perguntei.
— Acho que não – ele respondeu ainda ofegante e esfregando o pauzinho na cama.
— Você tá sentindo o que agora?
— Tá gostoso. Tá dando uma sensação gostosa no meu pinto. Nunca tinha sentido assim. É a primeira vez.
Ele empinou fazendo minha pica entrar mais. Voltei a foder seu cuzinho e em cada metida ele gemia mais. Ele iria ter a primeira gozada de sua vida enfiado no meu pau. Segurei forte seu corpinho sob o meu e investi nas metidas. Ele começou a gemer descontrolado feito uma putinha. Estava sentindo minha porra fervendo no meu saco, inchando meu pau, fazendo a cabeça crescer e se abrir pra derramar dentro de Julinho mais um litro de porra. Meti fazendo aquela foda ser inesquecível para nós dois. Gememos demostrando o quanto estava gostoso, o quanto meu pau estava dando prazer ao seu cuzinho. E o quanto meu pau estava tirando prazer daquele rabinho infantil arrombado por mim.
Quando meu pau inchou inteiro pra deixar a porra passar e transbordar dentro dele ouvir seu gemido profundo. Seu corpinho estava tremendo em espasmo incontroláveis. Ele estava gozando.
E eu gozei…
Achei que não fosse parar de gozar, de derramar minha porra dentro dele. Estava todo enfiado o mais fundo possível e sentia minha porra se acumulando nas suas entranhas. Foi a gozada mais longa que tive em toda a minha vida. Uma quantidade imensa de porra saindo de mim pra ficar dentro dele. E seu cuzinho não aguentou toda essa quantidade e começou a escorrer pra fora mesmo com meu pau ainda enfiado. Mas não queria sair de dentro dele tão cedo. Me deitei sobre ele e o beijei. Não sei por quanto tempo ficamos juntos engatados na cama. Então meu pau começou amolecer e saiu de dentro dele e trouxe junto toda a porra que despejei nele. Apertei ele sob mim com todo o amor que sentia naquele momento. Eu já o amava. E ele já era meu.
Tomamos um banho juntos. Passamos o resto da tarde em casa nós quatro. Lanchamos, brincamos, nos divertimos como uma linda família. De noite levei Julinho até a casa dele e então conheci seu irmão.

Termino esse capítulo aqui. Logo postarei mais.

Obrigado a todos. Em especial a John Deere que ultimamente tem me inspirado bastante. Temos conversado muito e ele me conta a vida sofrida que ele teve ao lado da mãe que obrigava ele a se prostituir igual a ela. Ele me contou como é triste e sofrida a vida dele desde criança quando descobriu que é portador do vírus da AIDS. Um beijo grande a John Deere que é o viado mais triste e sofrido na terra.

ATT: Daniel Coimbra.

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36 Comentários

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  • Responder PadrastoLekao

    Adoro esses contos fe nino, mandem Skype quem tiver afim de trocar ideia sobre o assunto. Skype: luan_matos_adonis

  • Responder Beru

    Daniel escreve q vcs fazem uma suruba com scat. Vcs fazendo xixi e cocô ums nós outros…

  • Responder tonyalves100

    sou seu fa, adoro todos os seus contos, continue escrevendo, vc e maravilhoso

  • Responder Boyz & Zoo

    Muito bom.
    Hey Daniel faz o “Amor e Paixão Em Família 2″por favor kkkkk amo seus contos
    T: @LovelyboyZoo

    • Daniel Coimbra

      Escreverei sim, com certeza. Amo esse conto. Me deixa muito excitado!

  • Responder Maxx

    Conto espetacular como sempre, seria perfeito se fosse em HQ, poderia ficar lendo páginas e mais páginas de puro prazer. Amo seus contos, sei exatamente o que esses meninos sentem, e vc é um macho mto bom rs.

  • Responder Daniel Coimbra

    Quero explicar aqui que sempre respondo a todos os comentários, porém o site não publica. Para mim não há comentário mais importante que outro. Todos são muito bem-vindos e me fazem crescer de alguma forma.

  • Responder Ivinho

    É muito bom ter você de volta ao site Daniel Coimbra, quando você escreve eu consigo sentir a sua paixão, seus desejos e seu prazer, e misturando isso com o fato de eu ter uma imaginação fértil, nossa é como se eu estivesse lá vendo tudo, você é incrível no que faz Daniel, você é um grande homem, e um grande escritor. E aliás que tesão da Porra, não tem como não gozar, se eu não tivesse batido uma mais cedo, eu teria gozado litros.

    Continue aparecendo Daniel Coimbra, até 👋👋👋

    • Daniel Coimbra

      Ivinho, sempre escrevo no auge da paixão e do prazer. Fico feliz que você tenha sentido isso. Obrigado pelo comentário, pelo carinho e pelas palavras incentivadoras.

  • Responder Daniel Coimbra

    Eu já tentei duas ou três vezes criar um grupo com pessoas que entendam a nossa condição de uma forma sincera e franca. Mas o que a maioria das pessoas que me procuram querem e estão interessadas é em material pornográfico, fotos e vídeos. Isso elas nunca encontrarão de mim. Tenho bastante experiência e posso compartilhar com vocês. Apenas isso.

  • Responder titio sacana

    que delícia
    me fez lembrar a época com meu tio e primos dele, era um metendo mais gostoso que outro. Ótima época essa minha dos 8 aos 13 anos

    • Eduardo

      Oi Daniel. Sou seu fã desde os contos antigos de anos atrás. Esse conto tá muito gostoso, gozei igual um cavalo. Muito obrigado por voltar a ser ativo no site, pq nós precisamos de autores como vc. Mas tenho umas críticas para fazer, mas não é nada sério. Eu gostava muito quando suas crianças eram mais inocentes. O palavreado do Julinho nesse conto está muito avançado. Na verdade não é uma crítica, mas uma sugestão para você fazer nos próximos contos, deixar as crianças mais submissas aos seus comandos, pq é vc que é o predador. Adorava quando vc pedia pro Lucas repetir que queria pica. Abraços de seu fã, Edu.

    • Daniel Coimbra

      Eduardo, muito obrigado pelo feedback, pela interação. Entendo o que você diz, e percebo que encontrei dois garotos com personalidades bem diferentes. Lucas que é um garotinho bastante submisso, e Julinho que já é um garoto mais malandrinho, criado na rua, acostumado com certas situações. Confesso que me apaixonei pelos dois. Você não faz idéia do que é uma criança de dez anos fazendo um boquete perfeito, olhando nos seus olhos e perguntando se está bom ou se você já vai gozar. Espero e desejo que você um dia possa ter essa experiência, pois é a melhor coisa do mundo. Palavras sinceras de um homem que ama crianças.

  • Responder Amo Kids

    Cara, que conto tesudo da porra. Sem sombra de dúvidas o melhor que já li aqui. Gozei muito! Gozada boa da porra. Gozei um litro de porra também.
    Quem quiser conversar tenho um sobrinho novinho.

    • titio sacana

      hummm sobrinho

  • Responder Estevão Paizão

    Nunca senti tanto tesão lendo um conto como senti com esse. Me segurei pra não gozar antes de chegar no final.
    Espero pelo próxima parte com o tesão pegando fogo.
    Vou ler todos novamente.

  • Responder Jack

    Mano eu só li essa parte 13 e bati duas punhetas brabas. Voce é mto foda.

    Jack moreno

  • Responder @Lk7xw

    Muito bom! Sdds desses contos

  • Responder VivaOTratorAmericano!

    Então quer dizer que o Grão-Veado,o Veado Mestre,ou Veado-Mor pareceu novamente pra contar veadagens praticadas com uma criança indefesa,um proto-veado na verdade,dado o veadão que o cria,que bonito!Veado,veado,cuidado,sou o John Deere,Matador de Veados,para com a veadagem e respeita sua mulher,meu dever como homem de bem é acabar com a veadagem,onde quer que ela estiver!

    • Ivinho

      Pequeno John, Pequeno John…
      Ela não esta abusando da criança, ele está fazendo sexo com ela, um abuso só é cometido quando o ato sexual é práticado sem a aprovação do parceiro ou parceira, e em nenhum momento foi mencionado que os parceiros sexuais dele não deram seu devido consentimento. E quanto a parte de respeitar a mulher dele, onde foi mencionado que ele não a respeita? Porque até onde eu me lembro, todos os atos sexuais cometidos por ele, tiveram o consentimento da esposa dele, assim como nada foi escondido dela, ela, a propósito gosta da ideia de ser pedofila. Tendo dito isso, eu sou Ivinho, e tenho como missão, arrumar uma rola pra você colocar na sua boca. Sendo que eu poderia colocar a minha mesmo. Mais como eu não como porcaria, vai ficar apenas no seus sonhos Pequeno John

    • Ivinho

      Vai caçar uma rola pequeno John.

    • John Deere

      Me respeita veado

    • Leonardo DiCaprio

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkk. John Deere é o maior viadão, cuzinho podre e imundo

    • Daniel Coimbra

      Ivinho, muito obrigado pela resposta que deu ao osso querido e tão sofrido John Deere. Me sinto muito bem sabendo que meus contos tem lhe proporcionado momentos prazerosos. Espero ter somado valor na sua vida e nos seus desejos. Muito obrigado pelo carinho! Espero realmente que um dia não precisemos mais nos esconder de pessoas que não compreendem os nossos sentimentos, de pessoas que não compreendem que nosso desejo é puro e saudável como o de todos.

  • Responder Free Man

    Bombástico! Fodástico! Eu juro que pensei que nunca mais fosse ler sobre essa criança chamada Lucas que fez todos os homens que leram sua história ter inúmeras fantasias com ele. As palavras PEDOFILIA e PEDÓFILO escritas por você tem cor, tem cheiro, tem textura, tem tesão e muito prazer. Você me fez ser outro homem, um homem livre. Depois de ler os seus contos eu entendi os meus desejos e aprendi a me aceitar como sou. Não preciso ter mais nojo ou medo de mim mesmo. Hoje eu entendo o que é PEDOFILIA e o que é ser PEDÓFILO. E agradeço a você, Daniel Coimbra, que me libertou da minha prisão. Tenho certeza que você não salvou apenas a mim, mas com certeza a todos os homens que leram os seus contos. Você me representa.
    Muito obrigado por tudo, não apenas pelo enorme prazer e maravilhosas gozadas que você nos proporciona.
    Nós te amamos!

    • Daniel Coimbra

      Free Man, suas palavras me deixam completamente feliz e um tanto vaidoso. Confesso que quando comecei a escrever não tinha essa intenção, de mostrar e explicar o que é a PEDOFILIA e o que é ser PEDÓFILO. Mas fico muito feliz que meus contos tenham ajudado você e outros homens a compreender essa questão, esse tabu tão falado e marginalizado pela sociedade, entretanto amplamente cometido em muitos lares. Espero poder continuar libertando homens que sofrem com isso.
      Pode contar comigo sempre!

    • .

      sinto isso tbm mano, cada dia mais seu que minha pica foi feita pra socar em novin,

    • Gab

      Também é o mesmo comigo. Sou um pedófilo melhor depois do Daniel Coimbra. Muito tesão

    • Daniel Coimbra

      Free Man, muito obrigado pelo comentário. Fico realmente muito feliz que minha história tenha lhe ajudado de alguma forma. Espero poder continuar contribuindo para que nós, pedófilos, possamos um dia amar e ser amado sem medos e sem tabus por uma criança. As pessoas precisam compreender que uma criança tem total direito ao sexo, mesmo com um adulto. Desde que o ato sexual não faça mal, não traga prejuízos ao desenvolvimento saudável de uma criança não vejo empecilhos para o relacionamento entre uma criança e um adulto.

    • Gab

      Orgulho de ter conhecido esse site. E por ter lido os contos do Daniel

    • Daniel Coimbra Resposta

      Gab, obrigado pelo feedback. Espero poder continuar lhe proporcionando momentos prazerosos. Me sinto feliz em saber que você tem expressado seus desejos de uma forma sincera. Precisamos disso.

  • Responder Gui

    eu nem acredito que você voltou!!! aff Daniel, casa comigo! obrigado por nos presentar com contos tão bons ♥

  • Responder Grilex2

    Delícia de conto tava com sdds, tlg @grilex2

    • @Lk7xw

      Não apareceu

    • Grilex2

      Tenta de novo

  • Responder Gar

    Ótimo, tem telegram?