# #

Sonhos de vidas e Amores eternos, 5

2658 palavras | 0 |5.00
Por

Fernando relembra da viagem e como foi que Francisca entrou em sua vida…

📆 12 de outubro de 1990, sexta-feira – Roselândia (Um aniversário)
📰 (Para muitos o tempo é ingrato, para outros uma dádiva divina… Era aniversário de Fernando.)

― Não gosto dessa brincadeira, filha… – Luciane olhou zangada para Luciene – Vista pelo menos uma calcinha…
Fernando bem que tinha falado para que a garota vestisse alguma roupa, mas aquele chamego brincado de brincadeira tinha feito deixar a sobrinha como quisesse.
― E tu seu Fernando… – ficou preocupada, o pau estava duro formando barraca na bermuda – Não vai trabalhar hoje não?
― Tu te esqueceu, mãe… – rolou e sentou no peito do tio – É aniversário dele…
Não tinha esquecido, desde o dia anterior vinha confabulando com a irmã, tinham combinado saírem para jantar no Eldorado. O que lhe preocupava era aquele jeito despudorado da filha e da passividade consciente do sobrinho.
― Vai filha, veste uma roupa… – Fernando olhou para a bocetinha já começando emplumar – Me deixa conversar com essa braba…
Luciene ainda se esfregou antes de rolar pelo corpo do tio e cair deitada no colchão, Luciana via a molecagem da filha e a vagina brilhar quando a menina abriu as pernas. Esperou que a filha saísse para fechar a porta.
― Essa pequena está cada dia mais peralta, né seu Fernando? – sentou na cama e segurou o pau duro do sobrinho – Tu não vai mexer na menina, seu sacana…
― Para com isso Lu… – tirou a mão a tia – Nunca vou fazer nada com minha filha, sua doida…
― Poxa, Nando…, sei… – suspirou e deitou – Ela vive perguntando…
― E isso é culpa tua, Lu… – acariciou a perna da tia – Um dia ela vai saber…
― E como vou falar que… – o corpo reascendeu, ele tinha tocado no peito, a mão dentro da camisa – Não sei mais o que fazer, Nando… Será que ela vai aceitar que…, que o…, que o tio que ela…, que ela – estava carente, precisava daquele carinho e tirou a bermuda – Ela te adora…, te…, hum… Te adora mais do que… Para, a porta…
Ele não parou, puxou o corpo da tia e continuou acariciando. Eram um do outro desde que eram pequenos, a pouca diferença de idade que os fazia iguais foi a chama que lhes fez serem mais que tia e sobrinho.
― Não mexo nela, amorzinho… Não mexo… – não foi preciso tirar a calcinha, nunca tinha sido preciso, só foi preciso tirar o cacete e colocar – É nossa filha, não…, nunca vou mexer nela…
Luciana sentiu, queria sentir e aquelas sensações que aprendera junto lhe assaltou o corpo.
― Tu…, tu é um…, um sacana Nando… – sorriu – Hum… Hum… Esse pau é… Hum… Vai môzinho, vai… Isso, ai… Ai… Deus… Ui…
Parecia uma cobra se esgueirando na areia quente. Se esfregou, rebolou e gostava de gostar, desde aquela manhã na beira do Corrente (Releia e relembre, clique aqui) não mais pararam e gozava e gemia sem mais se importar com a porta, mas devia ter se importado, Luciene estava parada olhando os dois, olhando o tio foder a tia, sua mãe.

🔅🔅🔅🔅🔅🔅🔅🔅🔅🔅

O jantar, regado a vinho chileno não foi tão íntimo e familiar como Mônica havia planejado, o aniversário do professor Fernando era esperado por outras pessoas.
― Parabéns, a você!
Olharam espantado, o grupo de alunos entrou com o bolo e velinhas, Lourdes e o tenente Almeida encerravam a procissão.
― Pronto, taí tua turma Nando… – Mônica beliscou a perna do filho.
Ficaram naquela alegre algazarra até depois das dez, a família Soares passou a se embrenhar com sua família desde aquela viagem. Jane tinha conseguido dobrar o pai com ajuda interessada da mãe, mas o namoro nunca tinha se encaixado direito, para desespero do velho tenente coronel que torcia para que a filha lassasse de vez o solteirão mais cobiçado do lugar.
Já em casa Mônica leva o filho para o quarto, queria conversar.
― Você não é criança, filho… – sentou na cama – Quando vai meter juízo nessa cabeça oca?
― Que foi dessa vez, Mônica…, a Lu…
― Que Lu que nada, Nando… – suspirou – Francisca está grávida… Poxa, filho, com essa é a terceira…
Ele não sabia da gravidez e a segunda tinha lá suas desconfianças que a menina não era sua filha. Já Francisca, caso fosse verdade, não teria como se safar.
― Ela tá?
― Tá… – suspirou e deitou – Vai ser certeiro assim nos quintos dos infernos, Nando… E agora, que tu vai fazer?
Fernando olhava para ela, ainda era sua mãezinha gostosa, apesar dos quase quarenta e cinco anos tinha corpo de mocinha nova. Respirou e fechou a porta com chave e ficou encostado tentando arrumar as coisas na cabeça. Na cama Mônica parecia dormir, olhos fechados, respiração lenta e calma e só abriu os olhos quando sentiu a mão lhe acariciar o peito.
― Desculpa mãe… – falou baixinho, quase um sussurro – Não sei…
― Não sabe o que, filho… – prendeu a mão em seu peito.
― Não sei o que… – ajoelhou defronte dela, meteu a mão entre as pernas e tocou na boceta, ela gemeu – Não sei o que fazer… Não… Sei lá, Mônica, sei lá…

📆 14 de julho de 1991, domingo – Serra do Calango (Atalhos e desejos impuros)
📰 (Havia um ar de devassidão desde o primeiro dia, uma batalha ferrenha entre algumas meninas atormentava Fernando que, para orgulho da mãe, estava conseguindo se safar….)

― Leva elas pelo atalho… – Elisa estava cansada – Preciso descansar um pouco, Nando.
No dia anterior tinha estado lá com a professora Elisa escolhendo por onde levar a turma, o guia lhes tinha falado do salto da Jaçanã.
― Não é melhor voltar, Lisa? – sentou na pedra ao lado na professora – Deixa eu ver…
Tinha sido um descuido só para escorregar e cair, não tinha sido tombo grande, apenas alguns arranhões e escoriações leves, mas o programa apertado lhe tinha tirado o fôlego.
― Tá doendo não, tua massagem… – sorriu, olhou para a vereda por onde Luciana tinha se embrenhado com as meninas – Será que Mônica conseguiu chegar?
Tinham dividido a turma em dois grupos, o deles estava indo para o salto Jaçanã e o ouro, com Mônica, Josefina e Abelardo foi para a Gruta dos Morcegos e, na segunda-feira, iriam para a gruta e o restante para a queda.
― Deixa eu ver… – acariciou o braço negro e forte – Se não gostar, a gente volta…
Elisa suspirou, não ia adiantar se recusar, ela sabia. Mas tinha sentido vergonha quando baixou a bermuda e ele lhe massageou a bunda. Olhou para a vereda, não viu ninguém, mas olhou em volta e viu aquela araticum solitária.
― Aqui não… – levantou e andou devagar sentindo uma dor que incomodava.
Não foi de imediato que Fernando a seguiu e só quando viu para onde ia é que acompanhou e desconfiou que a amiga estava mais constrangida que queria estar.
― Qual é, professora…, está com vergonha? – riu.
― Não mostro a bunda pra todo mundo… – respondeu sem virar – E as meninas…
― Nesse exato momento não sou todo mundo… – continuou e tocou em seu braço – Sou…, sou teu enfermeiro…
― Não é não… – virou, sorria – É o professor de educação física dando uma…, ajudando a professora de biologia… – virou de costa e apoiou as mãos no tronco caraquento.
Fernando olhou, era a negra mais bonita do lugar, se aproximou e acocorou, Elisa esperava como se esperasse ser imolada. Sentiu a mão carinhosa lhe tocar a cintura e a bermuda, de elastano, ser puxada.
― E precisa tirar também a calcinha?
― Desculpa, foi sem querer… – a calcinha minúscula branca no meio da bunda contrastava com a pele negra – Tá inchado, é bom voltar e por gelo… – levantou a calcinha, o dedo roçou na beirada da xoxota com pelos negros quase lisos demais.
Elisa sentiu o toque e sentiu a vagina fremir, mas não reclamou, não falou nada e ele tornou tocar, dessa vez por querer.
― Olha a sacanagem, Nando… – os grandes lábios abarcou a ponta do dedo – Tira o dedo, seu merda… Hum, para Nando…
Ele sorriu e vestiu a amiga que sentia querer que ele continuasse, mas sabia que não deveria se deixar assim.
― Tá doendo um pouco… – arrumou a bermuda, puxou para cima, entrou na boceta – Mas… Acho que vai dar…
Retomaram o caminho, Fernando ajudava, doía cada vez mais. Encontraram o grupo sentados na sombra esperando.
― Lu… – sentou, Elisa sentiu dor ao sentar – Vamos deixar, não dá pra ela seguir.
Mas não queriam desapontar a turma e Luciana, com mais outras alunas, resolveram voltar.
― Vai com ela Nando, vou voltar com ela… – Luciana decidiu – Tô meio quebrada também…
Uma parte da turma também desistiu, apenas Francisca, Ana e a pequena Sheila resolveram seguir. Caminharam por quase meia hora antes de chegaram ao local, uma queda d’agua de quase quinze metros caindo em uma bacia esculpida na pedra que escapulia formando o riacho dos macacos. Tinha valido apena terem caminhado por veredas estreitas cheias de espinho.
― Elas, professor… É bonito pra dedéu! – Sheila sentou na rocha úmida – As meninas não sabem o que perderam…
Quem primeiro tirou a bermuda e correu para a piscina natural, Sheila acompanhou.
― Ela é bonita, não é? – Francisca olhava para as colegas espargindo agua aos gritos que ecoava na quietude do serrado rivalizando com a queda d’agua.
― Qual das duas… – Fernando também olhava.
― Elas não… – sorriu – Professora Elisa…
― É, é muito bonita…
― Tu…, o senhor e…, e ela… – tinha visto os dois e viu quando ele baixou a bermuda.
Fernando olhou a garota, Francisca era uma de suas melhores jogadoras de vôlei e, em algumas ocasiões, tinha demonstrado mais interesse no professor homem que poderia ter interesse.
― Ela é noiva, lembra? – sorriu e acariciou os cabelos lisos cortado rente ao pescoço – É uma amiga querida…
― Vi tu…, o senhor tirar a bermuda dela…
― Você viu um amigo ajudar uma amiga… – olhou para ela – Não vá pensar que…
― Tô pensando nada… – levantou e caminhou entre as pedras gigante.
Fernando olhou a garota caminhar com sensualidade, era bonita, uma das mais bonitas dentre tantas meninas bonitas do educandário.
― Aqui é fundo? – Francisca parou.
― Acho que não… – olhou para a duas brincando na bacia de pedra e foi para onde Francisca estava – Não conheço, acho que não…
Havia outra piscina, um pouco maior que a da queda, de águas límpidas e peixinhos dourados nadando ora em linha ora em uma dança frenética quando um algo qualquer caia formando círculos de pequenas ondas.
A garota tirou a bermuda jeans e sentou na beirada com os pés dentro das águas frias, o cardume saiu em debandada para as frestas das pedras.
― Porque Lena não veio?
― Muito novinha pra essas aventuras – sorriu lembrando da filha – Mônica queria trazer…
― Acho estranho tu…, o senhor chamar ela assim…
― Esquece esse senhor, tu é mais fácil… – riu – Sempre chamei ela assim…
― Vocês são mais amigos que muita gente que conheço…, tua tia…
― Que é que tem a Lu…
― Nada, só… – mexeu os pés – Até parece que ela é tua namorada…, já vi ela te beijar…
― E a mal nisso?
― Não…
― Você não beija seus parentes?
― Beijo, mas… É diferente, não beijo na boca…
― Lu… Fomos criados juntos, somos mais amigos que sobrinho e tia e… Você vê alguma coisa contra beijo na boca?
― Não… – demorou um pouco antes de responder – Mas…, na boca…
― Também beijo Mônica na boca… – sorriu – Você acha errado?
― Não…, errado não, mas… – olhou para ele – É estranho, né?
― O que a de estranho nisso? – estava gostando de conversar com a garota – Depende de como e porque o beijo acontece…
― Mas ela é tua mãe…
― É e Luciana é minha tia, Lena minha sobrinha…
― Tu também bela na boa dela?
― Beijar não é pecado…, podia até mesmo beijar você…
― É…, mas que é estranho é, né?
― Beijar você?
― Não… – riu – Beijar sua mãe, a tia e…, Lena sabe beijar?
― Não é beijo de língua, doidinha…
― Mas na professora Luciana é, não é?
― É… – riu – Em Mônica também…, o que você tem contra beijos? Não beija a namoradinho?
― Ah, professor…, é diferente, né? – aquela conversa estava lhe agoniando – Posso entrar?
― Entre… – ela levantou e se atirou, ele estranhou não ter tirado a camisa – Porque não tira a camisa?
Francisca sorriu e mergulhou nadando debaixo da água e quando submergiu ele viu o motivo, a camisa molhada deixava ver os pequenos seios.
― Não sabia que ia ter banho… E…, e é fundo… – mexias as pernas para não afundar – Mas tá gostoso, tu não vem?
Tirou a camisa e mergulhou, era mais fundo que pensava.
― Porque tu entrou de bermuda?
― Não sabia que ia ter banho – sorriu devolvendo – Estamos empatados…
Ficaram de molho até ouvirem os gritos das meninas chamando por ele, saíram.
― Tira a camisa e espreme… – falou sem se dar em conta.
― Só se tu tirar a bermuda… – a garota apimentou e tirou a camisa.
Não foi tão estranho como poderia ser, já tinha visto a garota sem blusa depois de treinos. Não tirava o sutiã, mas via os seios perfeitamente delineados.
― Pronto… – torceu a camisa – Agora…, tira…
Olhou para ela, seios rijos com aréolas um pouco mais escuro que a cor da pele. Não tirou, não ia ficar nu na frente de uma aluna.
― Tá com vergonhinha? – riu – Tem nada não, pode tirar… Fico de costas, não vou ver…
Virou, Fernando olhava para ela, para suas costas.
― Tirou?
― Não… – sorriu – Está muito interessada…
― Tô não… – virou – Tu quer que eu tire?
― Você tem coragem? – não acreditava que aquela conversa esdrúxula acontecia – Então tire, mas…
Francisca olhou para ele, talvez não tivesse coragem, não se via tão maluquinha ao ponto de se deixar levar.
― Mas?… – devolveu, queria saber o que viria após aquele mas.
― Vamos ter que empatar outra vez…
― Como?
― Vou ter que tirar seu biquíni…
― E…, e ficar pelada?
― Se você tirar minha bermuda vou ficar…, topa?
Era uma brincadeira perigosa, sabia. Mas tinha quase certeza que ela não aceitaria, se enganou. Francisca tirou o biquíni, ficou nua.
― Deixa de ser maluca, menina… – respirou agoniado, a vagina emplumada de cabelinhos negros lisos lhe fez sentir medo – Te veste Francisca…
Ela não vestiu, sorriu e caminhou para ele, abaixou e começou desabotoar a bermuda, ele sentiu o toque da mão no baixo vente e segurou a mão delicada.
― Não…, estava brincando…
Ela olhou para cima, no rosto um que diferente. Sorriu e continuou, ele olhava para baixo e quando lhe abriu a braguilha o pau duro pulou.
― Elas, meu… – olhou, tocou e Fernando suspirou – Tá durão, professor…
― Pronto, está bom… – tocou nos cabelos sedosos – Agora… Não!
Francisca segurou o pau e colocou na boca e ele sentiu o calor morno…

📌 Não demorou quase nada para gozar, Francisca se espantou, mas continuou chupando e bebeu o gozo…

▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️▪️

🖐️ Você leu o episódio 5 de 16…

No próximo episódio…
O pátio da escola está apinhado, os alunos aguardavam ansiosos a divulgação dos convocados para os Jogos Estudantis. Mônica conversa com Fernando sobre Luciene e os jogos estudantis. Jane brinca com Fernando e Luciene está feliz por ter sido convocada para a equipe de natação, Fernando pergunta para Jane quando lhe dará um filho, Jane desconversa e fala que o pai não aceitaria uma gravidez antes do casamento e brinca falando que a mãe era doidinha por ele. Fernando recorda de uma ocasião em que terminou transando com Jane..

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 2 votos)

Por # #

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos