# #

Eu tentei – 2° parte

1534 palavras | 5 |4.10
Por

Lucas continuou me apurrinhando. E dessa vez ele investiu mais..

No caminho de casa eu fui pensando sobre todo mal que eu fiz para Rodrigo e sua família. No início da minha relação com o Lucas, era ele quem me manipulava. O moleque me intimidou durante umas semanas, e depois disso passou a me ameaçar. Cheguei em casa, pus as bolsas na cozinha, peguei um copo de água e sentei no sofá. Uma das meninas que morava comigo passou e me deu um boa noite, eu retribuí. Era bem difícil eu ver elas em casa, já que todo final de semana elas voltavam pra casa de suas famílias.

Ter visto Rodrigo só me fez lembrar de tudo que eu fiz com o irmão dele . Lembro exatamente de como fui perdendo o pouco da autoridade que eu tinha com o Lucas. Depois do acontecimento que fiquei de pau duro, o moleque começou a me colocar contra a parede.

– Tchau Luquinha, até amanhã – eu disse deixando ele em frente sua casa igual sempre fiz.
– Nick, você pode ficar um pouco comigo ? Eu tô triste hoje de novo.
– Posso sim, mas não por muito tempo.

Eu entrei na casa dele, esperei ele trocar a roupa e fiquei no sofá conversando com ele. Ele me falou sobre a escola, e de como alguns meninos batiam e zuavam ele. Eu disse que ele tinha que falar isso com a mãe dele, pra ela poder resolver o problema. Ele me disse que a mãe nunca estava em casa, e que o Rodrigo não gostava tanto dele.
– Luquinha, Rodrigo ama você. Ele só tá sem tempo ultimamente, você não precisa ficar pensando sobre isso.
– Só você que gosta de mim Nick, mais ninguém.

É rapa, eu tava entrando numa furada. Logo eu que nunca fui tão fã de criança, estava ali consolando uma, e aínda era vista como uma pessoa amada.

Depois de muito tempo conversando eu resolvi ir embora. Levantei e falei ” estou indo, da um abraço”. Lucas levantou e veio em minha direção. Me abraçou e depois apertou o meu pau.
– que porra é essa Lucas, você tá maluco ?
– desculpa Nick, desculpa. Eu só queria ver se seu pinto tava duro igual aquele dia.
– mesmo se tivesse, você não pode ficar apertando o pau dos outros assim não. Você é uma criança !
– tá bom, desculpa.
– ok, e não fala sobre isso com ninguém, você me ouviu ? Ninguém, nem com o Rodrigo.
– tá bom, não ou falar.

Levantei e fui para casa. O pau ficou duro o caminho todo. Mas o coração tava a mil. Se esse moleque abre aquela boca eu tô muito ferrado. Até eu explicar que abacaxi não é coroa de rei, eu tô muito fudido. Esse é um dos motivos que me fazem não ficar próximo de crianças. Uma vez vi um filme que o cara foi acusado de ter estuprado uma menina, sendo que ele não fez. Só sei que ele se fudeo o filme todo, pois ninguém acreditava nele. Desde então eu me afastei das crianças. Deus me livre ser acusado de coisas que não fiz. Mas o problema disso tudo era que meu pau sempre ficava duro quando aquele moleque começava a ficar muito próximo.

Os dias foram se passando, e o Lucas cada vez investia mais. Eu já não está a aguentando mais aquela situação. Eu estava a ponto de falar com Rodrigo sobre isso. Mas será que ele iria acreditar em mim ? Será que ele não ia achar que eu estava abusando do irmão dele ? Essa era a maior dúvida.

– coé Nicolas, pera ai – gritava Rodrigo pedindo pra eu esperar ele..
– eai Rodrigo, faltou ontem porquê ?
– tava mó cansado. Resolvi ficar em casa e acabei ficando um tempo com meu irmão, porque ele tá meio esquisito, você não tem notado ?
– ele anda reclamando sobre a escola. Pouco tempo atrás ele tava chorando. Acho que ele tá meio solitário.
– é, ele é meio sozinho, os amigos moram todos longe ali de casa, ai fica difícil dele brincar de vídeo game ou fazer outras coisas. Falando em brincar, ele disse que viu seu pau duro.

Se eu tivesse bebendo alguma coisa naquela hora, eu teria cuspido tudo. Eu fiquei nervoso, acredito que até roxo eu tava. Não falei nada, só continuei andando. Ficamos uns 10 segundos em silêncio. Rodrigo parecia querer um posicionamento meu,. mas nada saia da minha boca.

– eim Nicolas, vai falar nada não ? – ele me interrogou
– é que… É que tipo – eu falava soluçando.

Rodrigo começou a rir, e ria alto.
– calma viado, não sabia que você ia ficar tão nervoso. O que aconteceu, tava duro porquê ?
– então Rodrigo, ele não chegou a ver meu pau não. Não sou doido de mostrar meu pau pra uma criança. Eu tava levando ele pra casa e passou um deus africano na minha frente, e eu não consegui segurar a ereção. Seu irmão deve ter visto.
– calma Nicolas, tá nervosão. Eu sei que você não ia mostrar seu pau pro meu irmão, eu tô mais é tirando sarro da sua cara.. só queria te deixar constrangido.
– sei lá véi. Tô me explicando.
– eu sei pô, pode ficar tranquilo, isso é normal. Eu vivo de pau duro em casa e sei bem como o kinha olha. Ele é uma criança né, só tá curioso.

Eu pensando: aham, muito curioso ele.
– é normal, ele deve ter visto, só isso.
– tá beleza viado. Amanhã vocês conversam. Vai ter aula do que agora ?
– alguma matéria de educação. É aquela professora que eu não gosto. Eu nem lembro o nome da matéria.
– tranquilo, falou, até mais tarde.

Meu Deus, meu coração quase saiu pela boca. Eu vou matar aquele moleque de porrada, na moral. Já tava vendo Rodrigo me agredindo por eu ter supostamente molestado o irmão dele.

No dia seguinte eu já tinha ido com sangue no olho buscar ele. Levei ele até em casa tranquilo, sem falar nada. Quando chegou na casa dele eu resolvi perguntar:
– qual é a sua Lucas – eu disse sem que ele esperasse.
– como assim Nick , não entendi ?
– porque falou pro seu irmão que eu estava de pau duro ?
– porque você tava – disse com cara de sonso.

Eu já fui empurrando ele no sofá com agressividade, queria machucar ele, porque tenho ódio de criança sonsa, mas não podia. Por isso só empurrei.
– para Nick, você vai me machucar. – ele disse
– eu queria te machucar mesmo. O que eu falei com você um tempo atrás ? Tu não ouviu não caralho ? É surdo moleque ?
– que que tem Nick, não falei nada demais, só falei que você me abraçou com o pau duro.

Rapa, que ódio, eu queria bater naquela criança. Eu agarrei no braço dele apertando bem forte. E disse: vc tá tirando uma com minha cara Lucas, isso não é bom. Eu vou falar pro Rodrigo que você é um viadinho enrustido, isso sim.

-vai lá, e eu falo pra ele que você me bateu, e que me deixa vim da escola sozinho.
– não é possível que você seja assim. Eu gostava tanto de você, e você quer fazer isso comigo ?
– mas eu não tô fazendo nada, só falei que você tava de pinto duro.
– mas eu falei pra você não falar caralho, você não entendeu isso ? – eu já estava muito irrito.
– foi sem querer Nick, eu só falei, só isso.
– tá bom então, hoje a noite na aula vou conversar com sua irmão. Porque eu não vou te buscar mais.
– vai buscar sim, se não eu vou falar pro Rodrigo que você me abraçou sem roupa.

Pqp, eu vi tudo escuro. Eu nem consegui responder ele. Só olhei pra ele com um ódio, que já estava quase chorando. Eu não disse nada, pois é difícil conversar com criança. Eu fui embora sem falar nada, e deixei ele lá. Não consegui nem ir para aula. Fiquei em casa olhando pro teto e pensando numa possibilidade deu sair dessa confusão. Na primeira vez o Rodrigo levou na esportiva, e acreditou em mim. Mas e agora ? Se o irmão dele fala uma coisa dessas chorando, ele vai acreditar no irmão. Só sei que eu tô ferrado.

Obs: eu sei que está ficando grande. Eu estou tentando o possível pra diminuir, mas quanto mais eu escrevo, mais lembro de algumas coisas. Então tenho que ficar selecionando o que colocar. Na próxima parte vou tentar ir para o lado mais sexual já, pois se não esse conto não termina.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,10 de 20 votos)

Por # #

5 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Scorsese

    O filme é “A caça”. Que raiva daquela puta daquela garota. Se eu fosse o Lucas, só de raiva comia kkkkkkk
    ÓDIO de criança!!

  • Responder -14

    Quero ver como vai comer esse mlk

  • Responder Putinho13

    Sobre essa filme do cara Q foi acusado de estrupo eu tbm vi, tadinho foderam com ele

    • Peter

      Deixa de enrolar e ser repetitivo, mano. Conta logo essa parada

  • Responder PDF

    estupra logo essa criança