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As mudanças da vida

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Não me arrependo do que passei, foi um aprendizado. A vida é assim, tem mesmo coisas estranhas.

Quando comecei a perceber o que era a vida e, principalmente o sexo, desconfiei que houvesse algo errado comigo. Era filho único, morando em uma fazenda no interior do Rio Grande do Sul. Meus pais eram muito ricos e sempre tive do bom e do melhor.

Minha mãe faleceu cedo e meu mai casou-se novamente e tenho um meio-irmão. Quando eu tinha uns nove anos, minha madrasta me pegou no flagrante alisando o pintinho do meu irmão, que então tinha uns sete anos, contando para meu pai. Lembro de ter levado uma surra.

A fazenda era grande e perto da casa central, havia uma espécie de vila, com casas das pessoas que trabalhavam para o meu pai. Eu sempre passava por ali e fica espiando as roupas penduradas no varal, principalmente saias e calcinhas das meninas. Tinha uma vontade enorme em colocá-las.

Pelas minhas lembranças, eu já devia ter uns onze anos nesta época e, embora fosse um tanto inocente, quando tomava banho e olhava o meu pipi, que sempre foi pequeno, queria que ele se transformasse num rasguinho, dentro de mim havia um sentimento que eu deveria ter nascido mulher. Na escola, olhava as meninas com cabelos compridos, fitinhas, laços, brincos e tudo me encantava. Tudo do universo feminino me encantava, mas eu lutava contra estes desejos, mantendo segredo.

Nas brincadeiras com os meninos na escola, eu sempre era o mais fraco e as vezes me portava como uma menina. Era alvo fácil de gozação e até as meninas davam risada, mas eu não estava nem aí para elas porque meu interesse era por eles.

Segundo minhas lembranças, devia ter uns onze anos quando a primeira experiência sexual aconteceu. Um menino loirinho da fazenda, o Klaus, numa tarde de muito calor, falou se não queria tomar um banho no rio. Ele já tinha uns quatorze anos e acho que desconfiava de algo.

Quando chegamos ao rio vi que andamos bastante, mas ele me disse que tinha um lugar muito legal e que eu deveria conhecer. Chegamos numa espécie de praia, muito pequena e o acesso era difícil. Sentamos, ficamos conversando até que ele falou que iria entrar na água. Tirou o calção, ficou pelado e foi para a água.

Quando vi ele abaixando o calção tive a certeza do que queria na vida. Não vou ser mentiroso aqui, o pinto dele era normal, de um adolescente, estava mole, talvez uns dez centímetros, se tanto, balançando, com uma penugem preta começando a se formar. Jamais vou esquecer aquela imagem. Era lindo, bem diferente daquele pintinho do meu meio-irmão que já havia visto.

Com água até a cintura, Klaus me chamava. Pedia para tirar o calção e vir aproveitar a água que estava uma delícia. Com muita vergonha, tirei as minhas roupas. Corri em direção a ele, mas como tinha muitas pedrinhas no caminho machucando meus pés, fui com cuidado, bem diferente de como ele fez, parecia uma menina. Ficamos brincando, mergulhando, jogando água um no outro, até que num determinado momento, sinto suas mãos nos meus braços me segurando levemente e seu pinto, duro, encostou na minha bunda.

Acho que qualquer menino se debateria, xingaria, brigaria ou faria qualquer coisa, porém eu não me mexi. Senti um choque, algo que nunca tinha sentido. Senti suas mãos deslizarem e apalparem minha bunda por alguns instantes. Quando voltei a mim, ele estava segurando a minha mão e puxando para sairmos do rio.

Eu estava muito envergonhado e quando saímos do rio ele pegou minha mão e me fez segurar seu pinto. Me ensinou a bater uma punheta e eu estava gostando. O sentido do tato, aquela textura, aquela maciez e rigidez ao mesmo tempo, era uma novidade para mim.

Logo, entramos no meio do mato e ele mandou eu me deitar de bruços dizendo que agora eu seria a menina dele. Acho que ele jamais imaginou a satisfação que tive em ouvir isso. Deitou por cima de mim, abriu minhas pernas e me penetrou. Dei um grito.

– Fala baixo… – disse ele. Vou tirar tua virgindade.

– Não… Tira… Tira… Tá doendo… Tira…

– Fica quieto…

Passei a gemer baixinho e a dor era enorme. Estava sentido me abrir ao meio com uma coisa quente e dura. Estava agoniado. Ele continuava a bombar sem dó, embora eu pedisse a ele para parar.

Aos poucos a dor foi diminuindo e agora sentia seu púbis bater violentamente contra as minhas nádegas. Estava entregue e não podia fazer nada. Acho que este foi um momento decisivo na minha vida. Estava gostando de me sentir assim, dominado por um macho. Pela primeira vez me senti uma fêmea.

Depois de sentir um aumento da força e da velocidade da penetração, ele caiu pesadamente sobre mim. Imediatamente senti algo mais quente dentro do meu ânus. Percebi que tudo aquilo era gostoso demais, mas até então não sabia direito o que tinha acontecido.

Quando amoleceu ele tirou de dentro de mim. Vi que o pinto dele tinha um pouquinho de sangue e minha bunda ardia. Entendi de onde vinha aquele sangue e fiquei preocupado. Eu me levantei e coloquei a mão por debaixo da minha bunda. Vi um líquido escorrer e cair na palma da minha mão. Para o meu alívio, não era sangue. Era algo branco, viscoso, parecia cuspe, mas ele não cuspiu na minha bunda. Diante da minha inocência ele me explicou o que tinha acontecido.

– É assim que se faz filho. – disse – Eu gozei… É um líquido que sai do pau dos homens, quando ficam satisfeitos com uma mulher.

Já tinha ouvido falar nisso, mas não imaginava que fosse desta maneira. Fiquei meio preocupado com esta conversa de ter filho, mas Klaus, rindo, me disse que eu não poderia ter filho porque era homem. Como eu era ingênuo…

Como já era tarde fomos embora, porém voltamos vários e vários dias e fui aprendendo cada vez mais. Klaus foi minha primeira paixão e fiquei desesperado quando soube que seus pais iriam mudar. Na última vez que transamos foi a primeira vez que deixei ele gozar na minha boca. Queria ficar com o gosto dele na minha boca. Saudades de Klaus.

Depois disso, dei um tempo. O tesão foi aumentando gradativamente, mas como eu tinha aprendido a me tocar, me masturbava, embora ainda não gozasse.

Mas foi com quatorze anos que minha vida iria mudar drasticamente. Eu continuava com tesão em ser feminina e convidei um amiguinho, um ano mais novo do que eu, a me acompanhar naquela praia.

Ao chegar lá, repeti os passos que Klaus havia feito comigo, no que diz respeito a tirar a roupa e entrar na água. Quando saímos, pude observá-lo bem. Seu pinto era pequeno e sem ele esperar, me ajoelhei na sua frente e comecei a chupá-lo. O menino ficou doidinho. Na hora que estava bem durinho, entrei no mato com ele, e sentei naquela piroquinha, rebolando.

Na tarde seguinte, ele veio me chamar acompanhado de mais dois meninos da minha idade. Fiquei, por um lado, puto com ele, afinal não era para falar para ninguém, mas por outro lado teria mais dois meninos para mim.

Como o tempo estava ruim, fomos para um depósito de grãos. Ali, pelados, pude contemplar aqueles pintinhos lindos, beijando, chupando até deixá-los durinhos. Fiquei de quatro e o primeiro menino veio me penetrar. Dei aquele gritinho, mas recebi gostosamente. Ele estava metendo quando meu meio-irmão apareceu e me disse que iria contar para a mãe.

Falei para ele não ir, que daria um presentinho para ele. Pedi para ele baixar a calça e a cueca que eu iria chupar ele. Acho que ele estava com vontade de experimentar e veio. O pinto dele já era bem maior do que da última vez. Coloquei tudo na boca e olhei para ele. Tinha fechado os olhos. Olhei para os meninos ao redor e estavam batendo punheta.

O que eu não esperava era ver nossa madrasta chegar e nos apanhar em flagrante. Eu dando a bunda e chupando o pau do filho dela. Imagina no que deu. Apanhei dela e do meu pai. Estávamos quase no final do ano e a notícia se espalhou. Todos ficaram sabendo que eu era viado.

No início do ano seguinte, com quinze anos, meu pai me levou a Porto Alegre, matriculando-me em uma escola, comprando um pequeno apartamento e colocando uma empregada para me auxiliar. Disse para mim que eu teria dinheiro para subsistir, mas só era para voltar para a nossa cidade quando virasse homem.

Os três primeiros meses foram de adaptação, inclusive com a empregada. Ela me contou que tinha namorado e eu a liberava aos sábados e domingos no período da tarde, e ela só voltava no final da noite. Fomos pegando amizade e ela percebeu que eu parecia ser “diferente”.

Curiosa, um dia me perguntou se eu gostava de homens e respondi que sim, que na verdade queria ser mulher. Ela propôs me ajudar, desde que eu a liberasse mais tempo quando ela quisesse. Concordei e ela, aos poucos, administrando o dinheiro, foi comprando roupas novas, mudando um pouco meu estilo.

Agora, já tinha calcinhas, saias, tops, vestidos, maquiagem, sandálias, enfim… Porém, só podia usar em dentro de casa. Foi me ensinando a andar, cozinhar, a limpar a casa, a ser mais feminina. Eu adorava aquilo. Não via a hora de chegar em casa.

Numa ocasião, perguntou se poderia trazer o namorado dela no final de semana, aqui no apartamento. O argumento dela foi irresistível, ela me produziria para conhecê-lo, mas eu não podia dar em cima dele. Rimos muito e concordei.

Sábado chegou e no início da tarde, depois de um bom banho ela começou a me produzir. Me depilou, pintou minhas unhas, colocou brincos de pressão, passou batom, me maquiou, escolheu o que vestir, enfim, quando me olhei no espelho, eu estava linda.

Sempre tive um rosto com traços femininos, mas não tinha peitinhos e meu corpo era magrinho, com pouca bunda, porém, mesmo assim, parecia uma menininha. Eu já havia me vestido de menina várias vezes, mas era a primeira que um homem me veria. Estava empolgada, mas ao mesmo tempo preocupada.

Ele chegou. Era um rapaz simpático e disse que realmente eu era linda. Minha empregada me apresentou a ele me chamando de Renata. Estava feliz e o elogio parece que veio do coração, pois percebi que ele me olhava muito.

As conversas foram acontecendo e eu estava me sentido o máximo. Podia falar usando as palavras no feminino e estava me sentindo uma menina muito feliz, como nunca havia me sentido.
Em um dos papos, a minha empregada perguntou ao namorado o que achava de mim. Liguei um alerta, será que ela queria me oferecer a ele? Porém, o intuito não era esse. Pediu que eu mostrasse meus seios e minha bunda a ele. Fiquei sem graça. Ela insistiu. Puxei o top e mostrei minhas tetinhas. Envergonhada, ficando de costas para ele, levantei a saia e baixei as calcinhas.

Ele me olhou, elogiou, mas disse que precisava complementar algumas coisas que somente com hormônios femininos poderiam ser feitas e me perguntou se eu gostaria de tomá-los, me explicando as consequências e os riscos. Depois fiquei sabendo que trabalhava em uma farmácia.

Se por um lado eu adoraria tomar e me transformar em uma mulher, havia o problema da minha aparência na escola e com meu próprio pai. Eles me disseram que não precisava ter pressa, que poderia ser tomado gradativamente. Quando terminasse a escola poderia tomar uma carga com menos espaço entre uma e outra, se houvesse necessidade. Quanto ao meu pai, infelizmente eles não tinham nenhuma sugestão. Aliás, meu pai quase não me ligava. Falava mais com a empregada do que comigo.

Não seria uma decisão muito fácil, afinal eu tinha quase dezesseis anos e me sentia sozinha no mundo. Pensei muito e um mês depois decidi tomar hormônios femininos de forma a ir mudando aos poucos. Nos primeiros meses não houve muita alteração, mas aos poucos comecei a perceber que minha pele estava diferente. Os pelos pareciam demorar mais para crescer depois de depilada.

Minha empregada e seu namorado foram acompanhando a minha evolução. Comecei a sentir que minha voz não estava engrossando, mas que minhas emoções estavam um pouco alteradas. Várias vezes me peguei chorando, sem motivo.

Comecei a me entusiasmar quando meus peitinhos começaram a crescer junto com minha bunda. No final do ensino médio, eu já tinha dificuldades de esconder meus seios e meus aspecto já era de menina. Colocava biquínis e ficavam perfeitos. Estava feliz.

Enfim, para comemorar a minha formatura na escola, minha empregada e seu namorado me convidaram para sair. Seria a minha primeira experiência, sair na rua vestida como mulher. Não poderia ter sido melhor. Toda produzida e com uma saia curta fomos para o restaurante. Ali, percebia os homens me olhando, me desejando.

Eu estava deslumbrada com aquilo e não percebi um rapaz se aproximar da nossa mesa. Cumprimentou minha empregada e seu namorado, me deu um beijo no rosto e sentou-se ao meu lado. Quase tive um infarto. Loiro, alto, bonito, forte, gentil… Encantei-me com ele de cara e, foi recíproco.

Na saída, gentilmente pegou na minha mão. Se eu tivesse uma buceta estaria toda molhadinha. Fomos para o carro e sentamos no banco traseiro. Sua mão repousou na minha coxa e me arrepiei. Partimos para o meu apartamento e quando chegamos minha empregada disse:

– Bem Renata… Acho que não virei dormir hoje aqui. Você me dispensa?

– Cla… Claro… – respondi vendo aquele rapaz descer do carro e demorando a entender o que estava acontecendo.

– Boa sorte querida… – disse baixinho minha empregada, assim que o rapaz desceu.

Enquanto víamos seu carro virar a esquina, ele me abraçou e começamos a entrar. O porteiro tinha me visto sair, mas acho que não tinha me reconhecido. Fez uma cara de espanto. Subimos.

Assim que entramos ele me agarrou firmemente. Olhei para ele e disse:

– Espera… Preciso te falar uma coisa…

– Se é sobre você, eu já sei… Eles já tinham mostrado uma foto sua. Sei que não é uma mulher de verdade.

Mulher de verdade… Você vai ver se não sou uma mulher de verdade… Pensei. Sei que ele não teve maldade em falar aquilo, mas não gostei, porém, amei o que veio depois.

Sua boca veio em direção à minha e nos tocamos. Era a minha primeira vez. Sua língua invadiu minha boca com desejo. Eu mal o conhecia, mas estava tão fascinada com tudo o que estava acontecendo que não apresentei nenhuma resistência, pelo contrário, correspondi.

Suas mãos estavam indo rápido, me apertando, me bolinando, arrancando minha blusa. Algo parece que me possuiu. Um tesão incrível. Comecei a tirar a camisa dele, que por sua vez dedicou-se a tirar minha saia, sutiã, calcinha. Resumindo ficamos pelados rapidinho.

Arrastei-o para o meu quarto e comecei a mamar aquela rola. Era grande, gostosa, volumosa, cheirosa. Ouvia-o murmurar e suspirar.

– Isso Renatinha… Chupa… Vai… Chupa gostoso… Vou te dar leitinho… Vai… Chupa… Isso…

Dito por ele era um incentivo. Lambia aquele caralho com gosto, caprichando na cabecinha. Babava e tentava colocar o máximo possível na boca. Ele delirava. Depois de uns minutos chupando e punhetando, senti sua rola pulsar e tirei a boca recebendo os jatos de porra no rosto.

– Por que tirou a boca amor… – disse ele – Você não quer leitinho?

Achei que ele ficou triste e meio sem jeito coloquei minha boca no pau dele novamente para deixá-lo limpinho. Com o dedo indicador, recolhi um pouco do esperma dele que estava no meu rosto e lambi, fazendo carinha de sapeca.

Fui ao banheiro e vi um embrulhinho com um cartão com meu nome. Abri e era gel lubrificante e camisinhas, presentes da minha empregada. No cartão estava escrito: Aproveite… Isso não precisava nem dizer. Kkkkk.

Voltei para o quarto e deitei ao lado dele levando as coisas. Até que se recuperasse, ficamos de ladinho, com ele com o pinto mole no meu rego, e sua mão alisando meu pintinho. É… pequeno mesmo… Ele já era nanico, com os hormônios femininos então… não cresceu. É o meu grelinho.

Vesti a camisinha naquela pica e ele mandou eu ficar de ladinho dizendo que como fazia muito tempo que eu não dava era melhor assim. Eu não estava muito preocupada, porque tinha um vibrador em casa. Tudo bem que não era tão grosso, mas eu costumava usar regularmente. Lubrificou carinhosamente minha bunda e iniciou a penetração.

Procurei relaxar e ele foi introduzindo aquela rola na minha bunda. Claro que doeu, mas a entre dor e prazer este estava muito maior. Percebi que meus gemidos davam tesão nele. Quando sua pica entrava e saia mais facilmente, mudamos de posição.

Deitei de bruços e ele veio por cima de mim. Suas mãos divertiam-se com minha bunda. Sua boca começou a beijar meu pescoço e minha temperatura subiu. Tentava rebolar naquela pica, mas o peso dele quase não me deixava movimentar. Ficamos muitos minutos assim, até que ele me disse com voz firme:

– Fica de quatro… Gosto de comer putinha de quatro…

Óbvio que não havia nenhum romance nesta fala dele, porém me lembrei de Klaus e me excitei. Era difícil eu ficar de pau duro, mas tive uma ereção e acho que ele percebeu.

– Vai… Fica de quatro… – disse ele me dando um forte tapa na bunda.

Obedeci e ele começou a falar bobagens que despertavam toda a minha feminilidade. Eu gemia e apanhava na bunda. Me sentia dominada por aquele macho. Me sentia fêmea sendo completamente preenchida.

– Me come… Vai… Me come… – pedia para ele.

– Tome rola… Vadia… Vagabunda… Puta…

Isto estava me enlouquecendo e ele tocou no meu pintinho começando a bater uma punheta para mim. Nossa… Que sensação… Aquele pau entrando e saindo da minha bunda e eu sendo tocada. Eu gozei logo, mas ele continuava a me socar fortemente.

Já estava ficando cansada daquela posição quando finalmente ele se agarrou firme na minha bunda, me puxou para trás e enterrou até o talo. Quando me soltou joguei o quadril para frente e para trás como se não quisesse que ele parasse de me penetrar. Ele não aguentou e tirou fora.

Deitamos, cansados. Pela expressão do seu rosto, acho que conheceu uma mulher de verdade. Kkkkk.

Dormimos de conchinha naquela noite e na manhã seguinte repetimos a dose. Agora já nos conhecíamos melhor. Ele sabia que eu gostava de ser submissa e me tratava como tal. Foi quase um ano de transas assim, até que brigamos e desmanchamos.

Neste período fiquei sabendo que meu pai havia morrido e que a fazenda seria vendida por um bom valor. Fui para a minha cidade com um advogado e ninguém me reconheceu. O engraçado foi no cartório. A cara da minha madrasta e do meu meio-irmão. Sei que ela não gostou de me ver, mas não tenho a mesma certeza do meu irmão.

Por enquanto estou só aqui em Porto Alegre. Minha empregada casou e ambos ainda são meus amigos.Tenho meu apartamento, a renda que meu pai deixou dá para viver tranquilamente sem exageros e saio aos finais de semana à procura de um novo amor.

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3 Comentários

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  • Responder doente

    muito bom!
    tens o dom da escrita, até a saída da fazenda foi o melhor conto que li.
    parabéns.

  • Responder RCGD

    MUITO BOM SEU DEPOIMENTO OU CONTO. HÁ MUITO TEMPE NÃO LIA UM CONTO BOM ASSIM. PARABENS GOSTARIA ATÉ DE CONHECE-LA

  • Responder Saulo Batista

    Parabéns continue