Fui convencido a comer minha filha novinha 3

Quando comecei a comer minha filha Julia, ela não mudou muito seu comportamento dentro de casa ou na rua. Continuava sendo uma menina tranqüila e calma, que gostava mais de ficar em casa do que na rua. Isso me deixa menos culpado pelo fato de se aproveitar de sua inocência, embora por vezes ela que chegava a mim e dizia: Pai coloca seu pinto na minha perereca?!

Confesso que achava que ela seria aquela garota que começava a transar cedo e seria a alegria da garotada da rua. Mas assim como aquele velho tarado identificou que minha filha seria um infeta boa de comer, para minha surpresa outro também viu em Julia a mesma coisa e começou a comer sua bucetinha enquanto eu estava em Mar. O que vou contar é o relato da minha filha que me contou como outro senhor, quase na mesma idade de Afonso, começou a comer sua bucetinha.

Como de costume desembarquei e fui buscá-la para passar o final de semana comigo, meus pais haviam viajado. Claro que com meus pais fora de casa e o tempo fechado, passaria praticamente comendo sua bucetinha o final de semana inteiro. Quando meus pais estavam em casa, nossas sacanagens eram na sala vendo TV na madrugada ou no meu quarto. Era uma sexta á noite, tanto eu como Julia estávamos cansados. Brincamos pai e filha, conversamos, pedimos uma pizza para comer e fomos dormir. Por mais que comer sua bucetinha estava sendo uma coisa normal, tínhamos momentos de pai e filha sem maldade. No dia seguinte logo pela manhã, eu estava na sala vendo TV, quando minha filha chega perto de mim e fala:
– Pai come minha periquita?
Eu fiquei surpreso com sua fala, por que ela nunca falou “come minha periquita”. Olhei com ar de contradição para ela:
– Como Julia?
Ela percebeu que havia falado de forma diferente, ficando calada e sem graça. Decidir apertá-la. Meu medo era o que tinha imaginado poderia estar acontecendo. Minha filha havia virado a putinha da garotada.
– Fala Julia! Colocar meu pinto dentro da sua perereca?
– Isso pai!
– Isso o que? – franjo a testa e perguntou – Aprendeu com quem essa palavra “comer sua periquita”?
Julia fica sem saber o que falar. Vendo que ela poderia ficar sem jeito e achar que estava brigando com ela, suavizei o tom de voz:
– Julia minha filha, pode contar para o papai, lembra que nunca contei o que fazemos?!
Minha filha olha para mim:
– Eu sei pai!
– Então pode falar!
Julia começa a contar que era seu vizinho, chamado Nestor, avô de amiguinho seu que morava sozinho no mesmo prédio dela. Perguntei se ele também colocava o pinto dentro da sua perereca. Minha filha responde um sim, pausando sua voz.
– Mas como assim minha filha! – sem alterar o tom de voz – Me conta essa historia direito?

Julia começa a dizer que não queria fazer nada com ele, mas que às vezes tem vontade de fazer e como não estou perto dela; deixou o Sr. Nestor colocar o pinto dele dentro na sua perereca. Fiquei sem ação na hora, mas relaxei e a fiz contar como tudo começou. Julia vai contando que começou em um aniversário de seu amiguinho. Ela brincava com seus amiguinhos no play, quando deu vontade de ir ao banheiro. Quando saiu do banheiro foi até sua mãe e pediu algo pra beber. Minha ex-mulher conversava com a mãe do aniversariante que respondeu:
– Julia minha linda! Meu pai estava na cozinha, é só pedir pra ele.

Minha filha andou até a cozinha que fica no play. O Sr. Nestor estava colocando refrigerantes nos copos para distribuir na festa e levou um pequeno susto ao ver minha filha parada na porta:
– Ôh minha filha que susto tu me deu! – rindo ao falar – O que você quer?
– Quero refrigerante!
Julia pegou um copo, ficando na cozinha enquanto bebia.
– Seu meu é Julia. Né minha filha?
– Sim!
– Você lembra muito sua mãe quando pequena! – minha mulher mora no mesmo prédio desde que nasceu
Minha filha riu. Nisso apareceu à moça que estava servindo, recolheu a bandeja que estavam os copos cheios para servir aos convidados. Julia terminou de beber e quando ia saindo ele a chamou.
– Julinha, não quer comer um salgadinho? – Com um na mão levando para minha filha pegar.
Ela aceita e ele vai dando outros para ela comer. Percebendo com ela era um pouco tímida e educada, resolveu tentar uma aproximação mais carinhosa. Passou a mão nos cabelos dela dizendo: Como você é linda!…
Novamente são interrompidos, mas dessa vez pelo aniversariante.
– Vô me dá um refri aí?
O Sr. Nestror serviu ao neto. Ele bebeu e chamou Julia para brincar. Eles iram jogar vídeo-game. Ela perguntou qual jogo e disse de futebol.
– Não gosto de jogo de futebol! – respondeu

Assim que seu neto foi embora o velho não perdeu tempo:
– Você não gosta de futebol?
– Eu gosto, mas não de jogar vídeo- game de futebol!
– Então gosta de jogar o que?
– Ah.. jogos de aventuras e RPG!
– Você gosta de jogos de tabuleiros?
– Sim!
– Eu tenho alguns em casa! Quer jogar comigo? Meu neto não gosta!
Julia balança a cabeça dizendo sim. O safado não perde tempo:
– Quer ir agora lá em casa então?
– Eu não sei se minha mãe vai deixar!
– Olha, ela nem precisa saber! Será rapidinho!
– Tá bom!
– Vai para a escada e me espera! Eu moro no primeiro andar.

Julia vai para escada como havia combinado. Sua mãe conversava e bebia com as amigas, as outras crianças corriam ou estavam jogando. Sr. Nestor não demorou e eles foram subindo as escadas em direção ao seu apartamento. Logo que entraram no apto. o Sr. Nestor disse:
– Os jogos estão ali no meu quarto, vou ali buscar e você fica na sala.

Ele voltou com os jogos na mão, sentou no sofá os colocando em cima da mesinha de centro:
– Vem minha filha! Senta aqui!
Julia sentou ao lado dele. O safado foi logo dizendo:
– Julia, como você é linda sabia! Se eu fosse da sua idade iria namorar com você! – ele começa a alisar suas pernas.
Julia não faz nada pra fazê-lo parar. Nestor foi avançando com suas mãos por baixo do vestido que ela vestia.
– Hum.. quer dizer que gosta de carinho aqui né? – ele já alisava sua bucetinha por cima da calcinha
Julia apenas diz que não, porém continuava parada. Ele levantou toda a parte de baixo do vestido, deixando sua calcinha amostra.
– Tira essa calcinha e mostra essa periquita!
Julia esboça uma reação de sair, mas ele diz:
– Calma, não vou machucá-la! É só carinho!
Minha filha volta a ficar sentada quieta. O velho puxa sua calcinha de lado deixando sua bucetinha a mostra. Julia olha seu pau ficando duro e diz:
– Seu pinto ta duro?
Ele responde que sim, dizendo que há muito tempo seu pau não fica duro assim. Ele alisava sua bucetinha e ela foi abrindo suas pernas. Julia leva sua mão ao pau dele e fala:
– O senhor quer colocar ele dentro da minha perereca?
O velho fica surpreso com a pergunta e responde
– Você deixa colocar?
– Eu deixo, mas não pode contar pra ninguém!
O velho então coloca seu pau pra fora. Manda minha Julia ficar de quatro no sofá, puxa a calcinha dela de lado, pincela seu pau na entrada de sua bucetinha enfiando aos poucos a cabeça do seu pau. Seu pau entrada todo em sua bucetinha e devagar vai começando o vai e vem. Enquanto comia sua bucetinha dizia palavras: que periquita apertada e gostosa.. vou querer comer todo dia essa periquita…
Julia assim como faz comigo, fica ofegante e bem molhada. O velho goza dentro. Seu pau amolece rapidamente, saltando para fora de sua bucetinha. Julia fica normal ajeitando sua calcinha, que estava cheia de porra, deixando toda suja de goza por dentro. Limpou o pouco que escorreu em sua perna e disse ao velho que estava em estado de êxtase relaxando sentado no sofá:
– Tenha que ir!
– A chave está na porta. – respondeu ofegante
– Tchau..

Antes de ela abrir a porta ele perguntou:
– Você pode vim aqui amanhã?
– Eu não sei!
– Que horas você estuda?
– De amanhã!

Ela abriu a porta e o deixou falando sozinho. Voltou para o play e brincou com seus coleguinhas com a bucetinha cheia de porra. No dia seguinte depois do colégio passou a frequentar o apto do velho, que a comia sempre que ela aparecia. Eu estava louco de tesão e quando ela terminou de contar. Julia olhou pra mim e perguntou novamente:
– Pai vai colocar seu pinto dentro da minha perereca?

Puxei meu pau pra fora da bermuda. Julia tirou sua roupa. Ela sentou sobre meu pau de frente pra mim. Fiquei alisando meu pau na entradinha de sua bucetinha até penetrá-la. Essa final de semana foi de sexo e descanso. Disse que Julia não deveria mais fazer com ele. Ela prometeu que não iria mais e passou a fazer só comigo.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,69 de 32 votos)
Loading...