imperdoavel

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Tudo começou naquela tarde de um sábado qualquer , dando um passeio com minha filha , passando a frente daquele estúdio fotográfico, vi os olhos dela brilhar, pois seu sonho era ter um book fotográfico.mas as dificuldades financeiras não nos permitia , pois eu estava desempregado a quase dois anos e minha esposa que e cuidadosa de idosos e que vinha mantendo a casa. Carol queria entrar para perguntar quanto custaria um ensaio fotográfico dela tentei em vão evitar mas com seu jeitinho de convencimento entrei com ela. Fomos atendidos por um senhor muito gentil que nos mostrou como era feito seu trabalho Carol estava encantada mas o preço para nos era inviável no momento .ele perguntou qual era a idade dela que disse ter quatorze anos , ele se admirou e disse que ela parecia ter uns três anos a menos , ficamos batendo um bom papo por mais de uma hora ate que eu propus para irmos embora, foi então que ele disse que simpatizara muito com nos . e que era para nos voltarmos na segunda que ela iria dar um book para Carol e não so isto iria divulgar suas fotos pois apesar de ser pequena para ser modelo ela tinha potencial para ser modelo fotográfico. Fiquei lisonjeado por ela. Combinei que na segunda estaríamos ali sem falta. Foi um final de semana em que ela quase não se controlava ansiosa por ver seu sonho realizado para alegria minha e de Elena minha esposa. E na segunda feira quando sua mãe saiu para o trabalho por volta da seis horas Carol ansiosa já se preparava . e quando chegamos no estúdio do senhor Eduardo ele nos recebeu com entusiasmo, junto com toda uma equipe formada por ele e mais dois fotógrafos mais uma senhora que cuidou da leve maquiagem e4 dos cabelos dela alem das roupas que o estúdio cedeu para Carol fotografar. Foram feitas muitas fotos nada provocantes o Maximo foi ela posar de maio. Senti que ela estava frustrada pois as fotos foram muito infantis. Eu ate disse pra ela que por ser muito nova talves ele não pudesse fazer fotos mais audaciosas dela. Cinco dias depois fomos ver ew buscar seu ensaio fotográfico estava muito lindo , e agradecido eu disse que ficaria em divida com ele pelo presente que ele dera a minha filha.
Assim ficou selada uma amizade, mas nos afastamos e perdemos o contato com ele. Ate que meu telefone tocou era ele me dizendo que tinha uma proposta de trabalho para Carol . para fotografar para uma empresa que tinha vistos as fotos de divulgação dela. Que era uma oportunidade única que iria render muito dinheiro se ela topasse. Fiquei eufórico com a possibilidade de levantar uma grana. Marquei com ele para a noite se ela aceitasse. E corri para casa para dar a noticia. Nunca vi a loucura que envadiu minha menina, e ate sua m,ae ficou eufórica com a oportunidade de melhorar nossas vidas. Eduardo nos levou ate uma mansão num dos condomínios mais caros da cidade onde nos encontramos com um senhor chamado Klaus que tinha um poder de convencimento impressionante .que nos envolveu e nos deixou muito a vontade como se já nos conhecêssemos a muito tempo, a conversa era regada por cervejas vodka e outras bebidas e sucos para Carol ,que entusiasmada aceitou um suave licor. Pois com seu convencimento o senhor Klaus , estava induzindo ela a beber e eu estava acompanhado eles e já não estava muito sóbrio . mas mesmo estando meio alto percebi que no copo dela fora indroduzido um pequeno comprimido. E isto me deixou preocupado a ponto de questionar o senhor Klaus , Eduardo disse que eu estava enganado que o que eu tinha visto era uma semente de limao mas o copo desapareceu assim que eu questionei. O senhor Klaus então entrou no ponto de nossa reunião e propôs uma oferta de cinqüenta mil reais para Carol posar e filmar um ensaio que ele iria dirigir que ela teria que ficar nua . tentei questionar mas ela interferiu e disse que topava mas que estava com vergonha , eu disse veemente que não , mas com o seu jeito peculiar Klaus falou que eu iria estar presente e que nada que eu e ela nao aceitasse iria acontecer . Carol concordava e com o olhar insistia para que eu aceitasse. E já com a mente turva pelo álcool concordei.
Ele cheio de posses pegou um livro bem grande abriu e começou um interrogatório onde fazia perguntas e anotava neste livro. Fez indagações normais ate que começou a fazer perguntas mais atrevidas tais como se ela estava depilada , o que a deixava mais estimulada , ao notar que ela ficara constrangida ele sem cerimônias colocou um pequeno comprimido em sua boca dizendo que era pra ela ficar desinibida, eu percebi que estavam dopando ela mas eu já não raciocinava direito mais , sem perceber eu já estava totalmente dopado . minha cabeça girava quando descemos para a borda da piscina haviam varias pessoas circulando por ali holofotes e câmeras posicionadas para as tomadas das cenas que iriam acontecer ali. A mesma mulher que vi no estúdio do Eduardo maquiou Carol desta vez uma maquiagem bem carregada realçando sua boca um batom bem forte , não sei quando tempo eu fiquei apagado, me lembro que quando voltei a si ela desfilava de calcinha . para os flash das cameras fotográficas um canhao de luz iluminou ela nitidamente , eu ao ver a brancura daquela pele alva como a neve os cabelos longos amendoados esvoaçados pelo vento aqueles peitinhos alvos com dois botaosinhos cor de rosa as pernas esguias e sua bundinha arrebitada, tive uma ereção como nunca tivera antes pois nunca imaginaria ficar excitado pela minha filha . olhei fascinado para o rosto dela os olhos castanhos sombreados pela maquiagem sedutora a boca carnuda vermelha acintosa pelo batom cintilante eu era desejos e mais nada, com um gesto Klaus , parou as filmagens , as luzes se apagaram ficando na penumbra toda a área . ele mais uma vez colocou um comprimido na boca dela .e a trouxe ate onde eu estava sentado estático somente embevecido com a beleza única dela que eu descobrira. ela se deitou sobre a mesa , estava com a cabeça caída como se flutuasse . com sua voz autoritária ordenou que eu despisse sua calcinha, com mãos tremulas obedeci um canhao de luz iluminou seu corpo me cegando por momentos ate que pude admirar seu corpo totalmente nu pela primeira vez. uma leve penugem despontava sobre seu pélvis .entao me deram um pincel de barbear e uma navalha ele ordenou raspe , raspe ela . com mãos tremulas pincelei seus pentelhos ate formar uma espuma e com todo cuidado do mundo raspei seus pelos a deixando lizinha como ele ordenara, então ela sentou-se numa posição de ioga , passou a língua sobre os lábios o que deixou minha respiração entrecortada , meu pau explodiria a qualquer momento ,alguem me conduziu ate as costas dela .colocaram meus braços ao redor de seu corpo e colocaram minhas mãos sobre seus seios mandaram que eu apertasse aqueles biquinhos rosas , que eu os torcesse eu de olhos fechados curtia aquele momento insano vil hediondo com o mais infinito prazer. Quando ela gemeu sentindo a luxuria da estimulação nos bicos dos peitos , eu tive uma ejaculação sem ao menos me tocar . então a levaram ate outra mesa onde eles entrelaçaram quatro cordas nos seus pulsos e calcanhares a elevaram ate uma certa altura com os braços e pernas abertos, me colocaram entre suas coxas e alucinado eu lambi e chupei aquela gruta rosada aquele grelo pontudo .os estímulos a deixaram alucinada de prazer, e vi minha menina se contorcendo gemendo como uma vadia gritando palavrões nunca imaginados .insano saquei o pau por entre a calça e chorando alucinado implorei — abaixem ela abaixem ela. Eu estava alucinado e sem agüentar me masturbei ate desfalecer caindo pos sobre ela. então eles abaixaram ela , que passou sobre meu corpo e foi conduzida ate onde estava Klaus, deitado fiquei observando ele mostrar um comprimido entre seus dedos que ela por varias tentou abocanhar ate que ele introduziu entre seus lábios junto com seus dedos que ela sugou com deleite. Então ela caminhou para dentro da casa acompanhada pela mulher que a maquiara..
Enquanto isto eles preparavam o cenário eu continuava a ingerir tudo o que me serviam , sem raciocinar , vi montarem sobre uma mesa de centro dois ou três colchões de espuma cobertos por uma colcha vermelha. Um único holofote de iluminava aquela espécie de altar. Todas as outra luzes estavam apagadas quando Eduardo vestindo um fraque negro caminhou em direção aquele altar trazendo Carol numa roupa de couro preta que deixava a mostra seus seios e sua vulva , envolta em sua cabeça uma coroa e um nariz de cachorro cobria seu nariz e ainda tinha orelhinhas de cão , ao aproximar mais na coleira podia se ler . CAROL CADELINHA. Uma coleira no pescoço presa a uma guia que Eduardo a conduzia. Fiquei ali ao lado vendo ela ser deitada sobre aquele altar, um latido desviou meu olhar então um canhao de luz iluminou o caminhar do cão ate o local alguém borrifou algo sobre a buceta dela e nos seios . o cão foi solto rodeou e rodeou cheirou e docilmente lambeu um dos seios dela, um enorme sabujo pesando uns oitenta quilos cheirava e lambia ela ate que concentrou em sua vulva e deu linguadass profundas arrancando gemidos chorosos dela que num delírio de prazer acariciava a cabeça do cão puxando-o de encontro ao seu pélvis. Seu corpo tremia ela sentia espasmos sua buceta piscava abrindo e fechando como uma epilética ela contorcia o corpo .klaus chegou ate seus ouvidos e murmurou para ela abrir mais as pernas ela tinha as pernas arqueadas e abriu suas coxas ate elevar o pélvis, ele então afagou o cão e ordenou — monta kel monta monta vai kel. Eu estava alucinado com a cena urrei mais que gritei a plenos pulmões — fode ela fode ela. O cassete do cão era enorme ,ele colocou as patas dianteiras ao lado dos seios dela se apoiando no estrado ficando sobre as patas traseiras seu pau balançou como se girasse sobre ele mesmo procurando a gruta dela . alucinada Carol gritou para mim — pai ajuda ele vai ajuda ele. Possesso eu fui ate o cão e com minhas mãos guiei sua vara ate a entrada virgem da minha filha. Carol deu um grito de dor e prazer ao sentir a brutal penetração vi o sangue escorrer entre suas coxas enquanto ele como uma britadeira estocava a bucetinha virgem dela. Certamente por instinto Carol rebolava participando ativamente da foda quando sentiu o gomo do tamanho de uma bola de tênis no meio do pau batendo em sua gruta ficou extasiada, e Klaus falou induzindo ela para que ela deixasse aquele gomo passar pois assim ele gozaria ela então calcou suas pernas contra o dorso dele ajudando a penetração cerrou os dentes gemeu chorosa ate sentir aquela bola invadir sua buceta .ele acelerou ainda mais seus movimentos ela sentiu que aquela bola inchava dentro dela fazendo com que ela ficasse engatada no pau dele o cão ficou extático imóvel parado mas dentro dela a pica pulsava despejando jatos e jatos de porra que chafurdaram sua buceta deixando escorrer pelas bordas da sua vulva aquele liquido um pouco espesso misturado com sangue da sua agora arrombada buceta , Carol estava desfalecida após ter os mais intençoes orgasmos nunca antes sentidos seus gozos foram alucinados delirantes . o cao aos poucos ia se afastando trazendo ela engatada no seu pau Carol bateu a cabeça no frio piso sendo arrastada pregada no caralho do animal eu alucinado gozava seguidas vezes sentindo toda a luxuria do momento vendo ela pendurada literalmente no pau dele eu tinha entre meus dedos a coroa que ornamentara a cabeça dela simplesmente eu a fitava olhando seu rosto extasiado de prazer um misto de sorriso e deleite nos seus lábios infame eu via ante meus olhos toda a luxuria que ocorrera ali olhando ela eu dizia cadelinha, cadelinha minha cadelinha. Ela aos poucos ia voltando a si acarinhou o cão com doçura colocou seus pés entre suas virilhas empurrou ate que com um espocar de um champanhe ela expulsou aquele invasor de suas entranhas um rio de porra misturado com sangue e secreções formando uma poça entre suas penas ela aos poucos vai se recuperando retira aquela roupa negra ficando totalmente nua aos poço fica em pe segura os bicos dos seios com suas próprias mãos e com o olhar cravado no Klaus grita — EU QUERO MAIS POR FAVOR BIS BIS BIS,

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