Comendo a secretaria do escritorio

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Meu nome é Ricardo tenho 40 anos de idade e tenho um consultório de advocacia numa cidade do interior de São Paulo. No meu consultório, sempre tive uma politica de contratar jovens atendentes e que tenham interesse em direito para me ajudar, mas quase nunca dava certo porque eles desistiam logo no segundo mês. Mesmo com a dificuldade, mantive essa linha
Estava quase pensando em desistir, quando eu conheci a Jaqueline. Jaqueline é uma jovem de 15 anos de idade, familia religiosa e estudante de colegio publico. Ela era muito timida e parecia ser bastante inocente, mas em compensação era bastante atraente. Tinha 1,58 de altura, cabelos pretos e longo, bunda e peitos grandes e coxas bastante grossas.
Ela era uma menina bastante prestativa e logo nos tornamos bastante amigos. Como ela morava numa região meio perigosa, oferecia carona para ela, conversavamos sobre diversos temas, ela tirava bastante duvidas sobre a profissão, a constituição e a CLT. Confesso que estava começando criar uma enorme simpatia pela garota e estava feliz porque finalmente tinha achado alguem que gostava de fazer o trabalho
Mas algo estava estranho no ar. Pouco a pouco, sem perceber fui me sentindo muito atraido pela aquela garota que estava trabalhando comigo. Estava meio com pé atras em relação a isso, porque iria pegar muito mal para minha reputação e tambem para a reputação do meu consultorio uma relaçao com uma menina que tinha apenas 15 anos de idade. Mas aquele seu corpinho, misturado com aquela sua inocencia me atraia e me cativava
Fui percebendo no segundo mês que ela estava afim da minha pessoa, mas como ela era uma pessoa muito timida quase não esboçava o que sentia. Em vez enquanto era um sorriso bem timido, ou se nao um abraço caloroso. Mesmo sabendo que poderia pagar as consequencias dos meus atos, fiz de tudo para incentivar esse sentimento
Todo final de mês em que batiamos a meta de faturamento, faziamos uma festinha entre os funcionários para comemorar a façanha. Nos mês em que a Jaqueline entrou para a empresa, tivemos um mês excelente. Conseguimos quitar algumas dividas da empresa e ainda por cima faturamos uma grana muito boa.
A festa ocorreu normalmente, como qualquer festa de empresa, o problema foi o fim de festa. Todos os funcionários estavam indo embora, quando só ficamos eu e Jaqueline arrumando a copa onde que fizemos um bolinho e comemos alguns salgadinhos. No dia Jaqueline estava com um vestinho curto que constantemente dava para ver a sua vagina
Estava de pau duro em ver aquela calcinha dela, quando de repente ela caiu em cima de mim levantando todo o seu vestido. Quando isso aconteceu, Jaqueline deu uma risadinha para mim e deitou em cima de mim, econstando os seus dois peitos na minha cara. Aquilo foi a deixa para que eu fizesse sexo com ela.
Deitei ela no chão da cozinha, tirei a parte de cima do seu vestido e comecei a chupar os seus peitos, puxando levemente os seus mamilos. De inicio deu para perceber que ela tinha uma sensibilidade muito grande no seu corpo e ela começou a se contorcer. Depois disso, beijei todo o seu corpo ate chegar na sua buceta. Chegando lá, massagiei o critoris com a lingua fazendo ela gozar. Quando ela gozou, ela deu um grito.
Levantei, puxei ela para o canto da cozinha e tirei a minhas calças. Ela abaixou e começou a chupar o meu pau lentamente, de maneira muito timida ainda. Pouco a pouco ela foi se acostumando e chupando mais rapido, ate fazer com que eu gozasse bem na sua cara. Só de curiosidade, ela passou o dedo que no gozo que estava no seu rosto e colocou na boca só pra saber o gosto.
Depois disso, deitei ela na mesa onde que estava o bolo e meti na bucetinha apertadinha dela que nunca havia entrado penis lá dentro. Fui pouco a pouco enfiando todo o meu penis lá dentro, quando ela demonstrava sinais de que ficaria sem ar. Ela deitou de bruço e eu penetrei no seu cuzinho apertadinho, igual a sua bucetinha. Fazia questão de penetrar com força, so pra ter a sensaçao boa dela gemer.
Depois que vimos que tinhamos uma pessoa vindo, paramos. Ela pediu desculpas, eu também e resolvemos que nunca iriamos tocar no assunto ou fazer aquilo novamente
Passaram 5 meses em que eu e Jaqueline transamos na cozinha do meu escritório. Apesar de nos dois tentarmos tocar as nossas vidas depois do ocorrido, era impossivel para mim esquecer daquele dia que eu e ela fizemos sexo. Dava para perceber que depois daquele dia, toda vez que eu passava perto dela, ela me olhava de maneira meio timida, mas com quem quer dizer "quero mais"
Certo dia, Jacque veio até a minha sala e me deu uma noticia bem triste. Ela iria sair do escritorio na semana que vem, porque ela precisaria continuar os estudos e ela nao estava conseguindo conciliar isso com o trabalho. Disse que estava triste, porque ela era uma grande funcionaria, mas tambem me abri dizendo que queria transar novamente com ela. Ela disse que tinha gostado da experiencia e que queria transar novamente comigo
Então ela deitou no banquinho que estava e eu tirei a sua camisa. Comecei massagear os seus peitos, puxando o biquinho deles lentamente. Depois disso, chupei – os e dei mordidas bem de leve nos seus mamilos. Enquanto fazia, com uma mão masturbava ela, fazendo com que o seu corpo estremecesse todinha. Fui beijando e lambendo todo o seu corpo, ate chegar na buceta onde comecei a chupar e a massagear o seu critoris, ate fazer gozar
Ela sentou e tirou a minha calça, começando assim a chupar o meu pau. Desta vez ela nao estava timida, pois ela conseguia colocar ele todo na sua boca. Tinha me assustado um pouquinho, mas depois comecei a empurrar a sua cabeça e dar tapinhas no seu rosto. Gozei dentro da sua garganta e ela engoliu todo meu gozo, dando uma risadinha depois.
Depois disso, ela ficou de quatro me pedindo que eu penetrasse no seu rabo. Passei rapidamente os dedos no seu cuzinho e penetrei, enfiando o meu penis todo no sua bunda e fazendo com que ela gritasse de tanto de tesão. Ela se segurava na cama de tanto se contorcer. Em seguida, ela virou e pediu para que eu penetrasse na sua buceta. Enfiei o meu pau la dentro, fazendo com que eu gozasse dentro.
Depois de transarmos, chegamos a conclusao de que podiamos namorar, mas tinha que ser as escondidas. Que mesmo ela saindo do escritorio, que iriamos transar novamente inumeras vezes pois eu e a jaqueline nos amavamos perdidamente

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