Adulto chupador de garotos, pensava eu

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Na década de 70, próximo dos meus 13 anos, eu frequentava o local que os calouros de um programa de tv passavam por uma “peneira” pq era amigo de um dos músicos. Uma das vezes desse evento eu fiquei com o saco cheio daqueles “cantores de chuveiro” e fiquei andando pelo local que era grande. No fundo do salão tinha um laguinho com carpas e fiquei lá pensando nas minhas punhetas que eram várias por dia. Apareceu um homem, de aproximadamente uns 30 – 35 anos e puxou conversa, se identificou como câmera do programa de calouros, e perguntou, na lata, se eu queria ser chupado, fiquei desnorteado pois nunca tinha recebido tal convite, e lembrei de um livrinho do Carlos Zéfiro, chamado de catecismo, que era desenhos e letreiros eróticos, onde um cara chupava outro até gozar, e eu na loucura de gozar, falei …..onde? tenho medo de ser visto… o homem pediu para eu o seguir mantendo distancia e se dirigiu ao canto do salão que tinha uma escada, eu fui atraz, morrendo de medo mas com o pinto duro, e ao terminar as escadas tinha um corredor e o homem entrou em uma porta e entrei também. Era uma sala com mesas e cadeiras e o homem foi no fundo que tinha uma mesa e se alguém entrasse tinha uma pilha de cadeiras fazendo uma parede. Eu tremia da cabeça aos pés e suava muito. Ao chegar perto dele começou a me abraçar e lamber meu pescoço e apalpar meu pau e mencionou…..do jeito que está duro vc vai gozar rápido mas não pode…….ele abaixou minhas calças e cueca e, começou um carinho no saco que me fazia esticar as pernas, involuntariamente, que parecia pulinhos. Ele pediu para eu segurar o gozo e se agachou e beijou minhas bolinhas e disse….estão duras, deve ter muita esporra ai dentro…..quase gozei com a lambida e falou….se sente na mesa e vou chupar, se vc gozar se mantenha deitado que vou fazer carinho que gozará novamente e muito mais… foi imediato, sentir aquela boca quente, pela primeira vez, na cabeça do meu pau junto com uma língua vibrante e gozei de pular na mesa feito pipoca na panela. O homem, que depois fiquei sabendo que se chamava Raul, não soltou meu pinto da boca, engolia a esporra e massageava meu saco, pensei que minha alma sairia do corpo, era um enorme tesão sentir a chupada. Quando acalmei e deitei na mesa de barriga para cima e pernas para baixo o Raul puxou minha calças e cuecas até tirar do pé e pediu para eu ter calma que ninguém entraria naquela sala.
Ele pediu para por os pés na mesa e me manter deitado como estava e se sentou em uma cadeira. Raul começou a fazer carinho nas minhas coxas por dentro e saco e quando chegou no pinto já estava duro novamente. Iniciou a passar a língua na cabeça do meu pinto e ir descendo até o saco e as coxas me fazendo ter vontade de chicotear o corpo como uma minhoca no asfalto quente, subia até a cabeça e engolia o pau até onde dava e voltava a passar a língua da cabeça até o saco e coxas e ficou nesse sobe e desce por várias vezes e uma das linguadas no saco e coxas passou a ponta da lingu no meu cuzinho, foi fatal, o pulo e a gemida que dei mostrava que tinha gostado, e voltou aa cabeça, engoliu, desceu com a língua, e agora segurava minhas pernas abertas e para cima, e lambida no cu, subia, descia e língua no cu, e parou de subir e ficou só no meu cuzinho e iniciou uma punheta neta mas em poucos movimentos e com aquela língua no cu eu gozei novamente. Os jatos de esporra foram forte que os dois ou três primeiros caíram na minha cara e o Raul rapidamente engoliu meu pinto enquanto eu gozava o resto, pela segunda vez e desmontei encima da mesa. O Raul ajudou a me vestir e disse se quisesse mais poderia ir à casa dele pois morava sozinho e me passou o endereço e telefone, mas pediu para ligar antes. Retornei ao encontro dos amigos e esperamos acabar o evnto para ir embora. Estava satisfeito e já pensando em ir ser chupado novamente mas aquela linguada no cuzinho me preocupou se eu estava virando viado devido o tesão naquele lugar.
Depois continuo e descrevo a primeira vez que fui na casa do Rui. Se vcs quiserem é só me informar.

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