A cunhada Parte II – Nem tudo saiu como o esperado

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Obs : Essa é uma continuação do conto "A cunhada" postada nesse site no dia 3 de Janeiro. Para entender melhor a história e se deliciar com outro conto, sintam-se a vontade para ler o primeiro.

Recapitulando: Meu nome é Lúcio, na época desse acontecimento eu tinha 15 anos e uma cunhada safada chamada Claudia de 12 que me deixou maluco…

Os dias foram passando. Eu achava que seria fácil esquecer tudo que ocorreu. Estava errado. Não só me lembrava varias vezes de Claudinha me chupando, como isso também me deixava excitado e tinha que ir várias vezes ao banheiro para me aliviar. As vezes batia até umas 4 punhetas por dia pensando nela. Toda aquela situação tinha trazido mais a tona a minha libido de jovem. Eu queria sexo para ontem. Pra piorar a situação, quando eu tentava alguma coisa nesse sentido com a minha namorada Carol, ela me negava falando que éramos muito novos para aquilo. Mal desconfiava que sua irmã 3 anos mais nova já tinha muita experiência no assunto. Eu obviamente estava puto, mas ainda existia amor para manter o relacionamento com Carol. Eu precisava mesmo era de alguém para me sossegar. E todas as vezes que eu pensava, somente um nome me vinha a cabeça: Claudia.
Eu passei alguns dias arquitetando uma maneira de conseguir encontra-la de novo, mais uma vez sem ninguém para incomodar. Para minha sorte, Carol tinha ficado de recuperação em algumas provas, e passava a tarde toda na escola fazendo aula de reforço, e sua mãe a levava e ficava esperando ela terminar no shopping. Clara a mais nova não era problema, pois vivia na casa de amiguinhas, ainda mais nessa época de férias. Tudo estava saindo conforme o planejado.
Foi numa quarta feira que tudo rolou novamente. Esperei o horário certo e rezei para que Claudia estivesse em casa. Foi então que eu toquei a campainha. Lá estava ela, abrindo a porta pra mim. Não contive minha cara de felicidade ao ver ela novamente. Dessa vez ela estava vestindo uma camisa bem solta e um short jeans. Não estava tão gostosa, mas eu sabia o que tinha por debaixo daquela roupa. Claudinha porém não estava muito alegre dessa vez ao me receber.
-Oi Lúcio, minha irmã não est…

Na mesma hora eu a interrompi.
-Eu não vim aqui ver a sua irmã, vim ver você , mas acho que você já sabe disso.

Claudia me olhou com um olhar desconfiado ainda, mas mesmo assim, abriu toda a porta e me deixou entrar.
Logo quando entrei, já fui logo lhe tascando um beijão de língua, que foi retribuído de forma meio tímida. Claudia estava assustada, não tinha me visto com essa postura antes.

-Eita, o que deu em você?- Perguntou Claudia.
-Você, você que ta me deixando maluco. Você sabe que desde aquele dia eu não consigo parar de pensar em você ?

Nessa hora Claudia abriu um leve sorrisinho, porém malicioso. Qual mulher não gostaria de escutar uma coisa dessas?

Eu não queria perder muito tempo com conversas, e Claudinha já tinha percebido o motivo da minha visita, então perguntei se ela estava sozinha em casa, apenas para confirmar mesmo . A resposta foi sim, porém Claudia voltou a ficar desconfiada e fazer perguntas.

-Mas e quanto a minha irmã, se lembra que a gente prometeu não fazer mais isso ?
-Esquece a sua irmã, hoje eu só quero você, toda pra mim.

Mais uma vez derrubei qualquer defesa de Claudia, ela estava atônita com minha mudança de atitude, dessa vez eu estava no ataque, e estava gostando muito.
Ela mais uma vez foi pegando a minha mão e me puxando para seu quintal. Porém dessa vez eu queria a privacidade de um quarto.
Puxei ela pro lado contrário até chegarmos ao seu quarto. Era uma quarto tipicamente de menina, muito rosa, alguns bichinhos de pelúcia e poster de bandas teens famosas da época.
Assim que cheguei, me sentei na cadeira do computador, e pedi pra ela ficar de frente pra mim.

-Tira a roupinha pra mim Claudinha, tira …

Claudia tirou a blusa que cobria seus lindos seios. Logo após abaixou seu short junto com a sua calcinha. Fiquei maravilhado com o que vi. Como um corpo de uma menina de 12 anos dava de dez a zero em um corpo de uma garota de 15 como o da minha namorada? Claudia era muito gostosa. Que peitos maravilhosos, que bunda redondinha bem formada. Sua buceta quase não tinha pelos. Meu pau já estava latejando dentro da calça, então decidi que era hora de começar a brincadeira. Me levantei, dei mais um beijo gostoso em Claudia, dessa vez correspondido com muito desejo. Gentilmente fui a empurrando até deita-la em sua cama. Abri as suas perninhas com muita calma. Sua buceta sem abriu pra mim. Então eu falei:
-Agora é minha vez de te chupar gostoso!

Claudia apenas olhou para mim e sorriu. Parecia não estar acreditando naquele momento.
Era uma buceta carnuda, com o clitóris pequenininho . Fui me aproximando e sentindo seu cheiro. Abri a minha boca e botei a minha língua em cima do seu clitóris. Nesse momento Claudia já soltou um gemidinho baixo. Comecei a brincar, passando minha língua em volta de sua buceta, então voltava para o clitóris, lambia, sugava e Claudia cada vez mais gemia mais forte. Então botei minha mão pode debaixo do seu quadril e a levantei um pouco. Dessa vez sua buceta ficou alinhada com a minha boca, e enfiei a minha língua com tudo dentro daquela bocetinha. Claudia dessa vez gemeu alto e segurou o lençol de maneira forte. Fiquei mais um tempinho brincando. Estava adorando ver aquelas reações dela. Botei meu pau pra fora e comecei a mexer nele também. Claudia já estava ofegante quando falou:
-Nossa Lúcio, nunca ninguém fez isso em mim.
-Gostou ?
-Muito!
-Então vou fazer outra coisa que nunca ninguém fez com você! Vou comer essa bucetinha.

Claudia se assustou um pouco.
– O que foi?- Perguntei.
-Eu nunca dei, tenho medo, as pessoas falam que dói.
– Doi se é feito da forma errada, mas você ta toda molhada já. Não tem porque doer.

Claudia se acalmou e decidiu confiar em mim.
Dessa vez, me despi por completo, e fui por cima dela. Ela me abracou, e entrelaçou suas pernas na minhas costas. Direcionei meu pinto até a sua buceta, e ele foi entrando devagarzinho. Por incrível que pareça, Claudia não mostrava sinais de dor ou desconforto. Então resolvi empurrar um pouquinho mais. Até que meu pau entrou por completo, sem nenhuma resistência. Claudia novamente gemeu. Comecei a beija-la enquanto fodia com ela. Era um vai e vem muito gostoso. Quanto mais eu enfiava, mais Claudia gemia. Era possivel ouvir ela falando em meu ouvido bem baixinho:
-Isso, vai, assim , huuuummmm , continua

Isso foi me deixando mais louco ainda de tesão. Comecei a estocar com mais força, e os gemidos começaram a ficar mais altos. De repente eu a segurei pela cintura com força e enfiei uma ultima vez com tudo, Quase que gozo dentro dela, mas consegui tirar a tempo e gozar na sua barriguinha. Alguns jatos de porra mais forte foram parar no seu peitinho, e ver aquela porra branca escorrendo nos seus mamilos moreninhos me deixou louco. Não deu tempo nem de descansar ,meu pau ainda continuava duro. Então fui para cima dela e pedi para ele me chupar. Ela como sempre chupou como uma profissional, deixou o meu pau limpinho, e dessa vez fez um pedido especial:
-Goza tudo nos meus peitos ? Por favor ?

Ela não precisou pedir duas vezes. Tirei o meu pau da sua boca e o direcionei para os seus seios. Foram mais 4 jatos de porra, deixando aquela pele moreninha praticamente branca. Claudia estava estasiada. Nem quis se limpar, ficava passando a mão nos peitos e lambendo os dedos. Era uma safada de marca maior.
Meu deitei ao seu lado e fiquei olhando para ela. Admito que ali chegou a rolar alguma química a mais.
Claudia toda manhosa, me vira e fala:
-Lúcio, você quer namorar comigo ?

Fiquei sem reflexo com a inesperada pergunta.
-Oi ?
-Namora comigo ? Larga a minha irmã .
-Deixa de besteira Claudinha, não vou namorar com você, eu amo a sua irmã.
-Se amasse não estaria aqui…
-É diferente …

Claudia dessa vez fechou a cara emburrada.
-Então você achar que é assim? Você vem, me come e vai embora ?
-Ué você que me provocou no início, achei que você …
-Eu o que ? Fosse uma puta ?

O papo estava indo para um caminho que eu não queria, me levantei rápido e comecei a me arrumar. Tinha que sair rápido dali.
Claudia continuou a brigar comigo.

-Se não for por bem, vai ser por mal, eu posso contar pras pessoas o que você fez comigo …

Achei que ela estivesse blefando, e não dei bola. Me apressei me despedi de Claudia e voltei para casa.

Algumas semanas se passaram depois disso, Carol estranhamente não me ligava mais. Até que um dia minha campainha tocou. Quando abri, vi seu pai vindo em minha direção, furioso para me dar porrada. Me xingou de tudo, desde vagabundo até pedófilo. Quanto mais eu tentava explicar, mais puto ele ficava. Olhava mais além e via Carol chorando também me xingando. Um pouco mais a sua esquerda estava Claudia, com um sorriso filho da puta na cara. Aquela puta de 12 anos tinha me botado numa merda enorme. Só não apanhei, porque meu pais chegou a tempo. Pra piorar ainda fiquei de castigo por uns bons 3 meses, e ainda ouvi um esporro daqueles. Bom, pelo menos eu tinha me livrado daquela família doida. Agora dava pra continuar a minha vida… Pelo menos era o que eu esperava.