Minha prima Martha

06-05-17 Por 3 ★ 0.00

O conto que venho a relatar ocorreu na década de 80 quando eu ainda tinha meus 16 e tudo em termo de sexo era novo, e sempre tive vontade de pegar a minha prima Marta, um espetáculo de menina para a época, não era bonita, mas tinha seios grandes e uma maravilhosa bunda e um jeito sensual.
Eu e essa minha prima sempre estávamos juntos nas reuniões de família, onde brincávamos de marido e mulher com os demais primos menores e quando íamos para o sitio de nossa avó juntamente com os demais primos sempre procurávamos ficar próximos, nas caminhadas, nas brincadeiras coletivas e principalmente na piscina, pois adorávamos brincar de cavalo de guerra e na medida do possível eu tentava com muito receio tentava passar a mão nela e alisava coxas grossas dela que me deixavam louco de tesão.
Mas, infelizmente só ficávamos nisso por um período, pois eu tinha muito respeito por ela e não queria perder o carinho e a amizade que tínhamos e caso eu avançasse com segundas e terceiras intenções poderia perder o pouco que eu já tinha.
Uma certa tarde, fui para a casa dela e lá estavam outros primos menores e também dois vizinhos de minha prima, todos abaixo de 12 anos, sendo que eu e ela já tínhamos 16 anos e nesta tarde, quase anoitecendo fomos brincar de esconde-esconde. Eu já estava com muito tesão só de observa-la, pois ela estava usando uma calça jeans sem bolso da qual realçava bem o contorno de sua maravilhosa bunda e o contorno de sua buceta devido a calça estar bem justa, dando para observar a linha separação de sua xota, ela também estava usando uma blusinha do tipo tomara-que-caia que tinha o cumprimento na sua cintura.
Bem, começou a brincadeira e todos foram se esconder cada um em um lugar a minha prima correu para um quartinho de bagunça que existia o fundo do quintal, junto com ela entrou um garoto vizinho dela e mais uma priminha nossa de 11 anos e eu também fui atrás, ao entrar o quartinho que estava escuro resolvi me agachar e percebi que eu estava ao lado de minha prima, ela estando de pé. Bem, como o meu tesão já era enorme e eu já não estava me incomodando com mais nada, isto é, deixei o receio de lado e parti para o ataque sobre a minha prima e assim, comecei colocando a mão em suas coxas e ela nada falou e nem tão pouco tirou a minha mão, fui criando coragem e investindo cada vez mais nas passadas de mão, comecei percorrendo toda a sua coxa e depois alisei a sua buceta e posteriormente passei a alisar a sua bunda….comecei a percorrer todo aquele objeto de desejo e confesso de muitas horas de punheta em homenagem e ela simplistamente passou a mão em minha cabeça, alisando os meus cabelos deixando a entender que ela estava gostando das caricias que estavam ocorrendo por cima de sua calça.
Saímos e entramos algumas vezes para se esconder naquele quartinho e em uma dessas vezes eu já sabendo que ela não se importava em receber as “minhas caricias” eu abaixei para me esconder e peguei em sua cintura, pois ela estava ao meu lado e em um movimento rápido fiz ela virar a posicionando de lado, deixando a bunda virada para mim, isto é, ela ficou de costas e comecei a beijar aquela maravilhosa bunda e alisar freneticamente. Saliento que sempre estávamos na presença de outras crianças menores.
Depois de uns minutos paramos de brincar e percebi que um garoto, seu vizinho de 12 anos ficava abraçado ela e segurando em sua cintura, bem, achei estranho aquela atitude, mas fomos para uma varanda que existia na frente da casa e ficamos conversando, foi então que o garoto para a minha surpresa vira e me diz com tom desafiador: “Você acha que eu não sei o que você estava fazendo com a Marta” e ainda completou: “ Ela é minha”; fiquei atônito e ela só abraçou o pirralho, bem, mudamos de assunto e logo, fomos até a padaria, pois a sua mãe, nos chamou e pediu que fossemos (eu e ela) buscar pão. No caminho até a padaria que ficava a umas três quadras da casa dela resolvi tomar coragem e perguntar sobre o que rolava entre ela e o pirralho; para minha nova surpresa e sem nenhum constrangimento ela me confidenciou que deixava ele ficar beijando (entendam como chupando) os peitos quando estavam a sós no quintal ou na varanda da casa. Nossa fiquei com muito tesão em saber por ela própria e ela ainda me confidenciou que tinha desejos de ter novas experiências e ainda foi além, também me confidenciando que na hora do intervalo da escola quando ela estava na fila da cantina um outro garoto ficava passando a mão na bunda dela, bem discretamente na frente de todos ali presentes e ele (o garoto) agia como se nada estivesse fazendo e ela agia como se nada estivesse acontecendo nunca permitindo maiores avanços por parte do garoto da escola, sendo que ela nem sabia que era e procurava manter total discrição, fingindo para o garoto que não sentia nada dando a sensação que não se incomodava, pois não via maldade (essa era a sensação que ela queria passar para o garoto, mas ficava excitada).
Posso dizer que depois dessas revelações a nossa relação de primo e prima ficou ainda mais intensa, pois ao voltarmos para a casa (volta da padaria) voltamos abraçados e pude perceber que ela confiava em mim e assim, eu teria mais chances de avançar. Ao voltar para a casa os primos e primas menores continuavam lá e depois do café retomamos a brincadeira de esconde-esconde e procurei ir me esconder juntamente com a minha prima e entravamos no quartinho dos fundos do quintal e lá ambos de pé eu a virava de costas para mim, sendo que ela ficava apoiada atrás da porta e logo tratava de ir roçando o meu pau na maravilhosa bunda dela e ela de boa deixando sem nada dizer e eu ainda ficava com a mão segurando os seus seios.
Em uma dessas entradas no quartinho para se esconder percebi que estávamos sós e começamos a nos beijar, nossa que maravilha foi aquilo, pois estava sendo a primeira vez que eu estava beijando uma garota e após muitos beijos acalorados e até mesmo de língua abaixei a blusinha que ela vestia e apesar de pouca luz refletida pelo luar e pela luz do quintal através do vitro pude observar como eram grandes e perfeitos aqueles maravilhosos seios e comecei a colocar a boca beijando as auréolas e posteriormente chupando na medida do possível, pois sempre vinha um pirralho.
Depois desse dia ela passou a ser como se fosse a minha namorada e sem que ninguém desconfiasse\percebesse começamos a trocar caricias e principalmente rolava muitos beijos de língua, passadas de mão e encoxadas, também eu a fazia pegar no meu pau, do qual ela atendia prontamente. E assim, quando íamos para o sitio de nossa avó passar o final de semana sempre procurávamos ficarmos a sós e em uma dessas oportunidades saímos para caminhar e falamos que íamos apanhar os ovos das galinhas que estavam botando em um galpão que ficava um pouco distante da casa. Lá, depois de muitos beijos ela vestindo uma calça de agasalho comecei enfiando a mão por dentro de sua calça (visto que era bem propicio) e coloquei o dedo em sua buceta (pela primeira vez), sendo que neste momento ela já estava com os seios para fora da blusinha e que maravilhosa visão que ela me proporcionava com aqueles seios grandes, duros e com as auréolas enormes e bem rosadas, sendo que estavam molhados de tanto eu passar a minha boca. Bem, logo depois pedi para ela bater uma punheta e ela atendeu com um belo sorriso maroto, a princípio de pé e depois ajoelhada e quando se ajoelhou segurei a sua cabeça e logo fiz ela colocar o meu pau na boca, primeiramente ela começou a beijar a cabeça, depois deslizou a boca pela lateral dele todinho, indo até as bolas e por fim colocou inteiro na boca (me lembro até hoje da macies de sua boca tocando o meu pau).
Naquele dia estávamos com muito medo de sermos vistos, mas o nosso desejo falou mais alto e a levantei, dei um longo beijo com muito de tesão em sua boca e ela correspondia e a virei de costas, ela por sua vez apoiou-se no trator com os braços esticados e eu fui logo abaixando a sua calça e pude observar como era bonita aquela bunda, grande e empinada, sendo objeto de desejo e continuei enchendo de beijos aquela linda bunda, logo tratei de colocar o meu pau para fora, dei umas pinceladas em sua buceta que nesta altura já estava toda umedecida e fui colocando bem devagar para que ela não reclamasse de dor e a penetrei totalmente com o meu membro rígido, grande e grosso e variando entre movimentos leves para não gozar rapidamente com estocadas ficamos assim por cerca de uns 10 minutos, até ela chegar ao climas e logo depois eu tirei o meu pau e gozei deixando a sua bunda toda molhada de leitinho.
Tenho muitas outras situações para relatar que ocorreram entre eu e essas minha prima (namoradinha as escondidas), inclusive quando ela me confidenciou que também passou a ser seduzida por um outro primo (da família do pai).

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3 Comentários

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  1. Sérgio

    Belíssimo conto – conte mais

  2. Mauricio

    Quem sabe criar conta no bate papo???me ajudem

  3. Rafaella

    Muito bom… parabens