Brincando de Mocinho e Bandido – Parte II – Final

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Passaram-se muitos meses – 10 ou mais, de meu último encontro com o Gera. Nunca mais o vi, tendo certeza de que ele não morava em nossa cidadezinha.Vinha da escola uma tarde, junto com um colega que sei que sempre quis me comer mas nunca dei ouvidos para suas piadinhas, sua mão tentando encostar na minha bunda “sem querer”, sempre coçando seu pau, pois, tinha medo de abrir para ele e todos os outros ficarem sabendo, seria minha ruína na escola e, até então o Gera tinha cumprido a promessa e não contara para ninguém. Nesse período que não mais nos vimos, minha bundinha cresceu, eu tocava muitas punhetas pensando nele e, minhas tetinhas começaram a aparecer sob a camiseta, fazendo com que seguidamente nas brincadeiras meus colegas sempre tentassem apertá-las, era o gordinho com a bundinha e as tetinhas mais desejadas pelos colegas. Do nada, meu coração “disparou”, mais à frente, avistei sentado à sombra de uma árvore o Gera, fomos nos aproximando e eu suando frio, não ouvia mais o que meu colega falava, pensando e agora? O que vai acontecer quando passarmos pelo Gera? Nos aproximamos, o Gera levantou a mão, cumprimentando nós dois, meu colega rapidamente perguntou: conhece? Tentando não tremer a voz respondi em tom mais alto: não. Passamos rapidamente, com o canto do olho, vi o meio sorriso aberto do Gera e, entendi, ficaria à minha espera. Melhor ocasião não havia, à tarde eu estava sozinho em casa. Duas quadras adiante, meu colega dobrou à direita, tomando rumo de sua casa, andei mais uns passos com a certeza de que ele não me olhava e virei-me para olhar o Gera, que já estava em pé olhando-me, aguardando meu chamado.Bastou eu abaixar levemente a cabeça, ele entendeu e veio atrás, tomando uma distância precavida, entrei rapidamente em casa, joguei a mochila sobre uma mesa, certifiquei-me que já estava sozinho, vi ele passar na frente discretamente, corri para o pequeno portão, não havia mais ninguém à vista, fiz sinal com a mão para que entrasse, passamos pela sala e entramos no meu quarto, ele parou na minha frente, o sorriso largo, abriu os braços, levei as mãos ao rosto, revelando uma falsa vergonha e fui abraçado pelo meu machinho, agora, mais forte, maior, um cheiro gostoso de suor, senti seu pau duro a pressionar o meu e se acomodar entre minhas pernas, que tremiam, sua língua abriu meu lábios, procurando sorver minha língua, meu primeiro beijo, uma sensação indescritível nunca antes sentida.
Nesses meses que não nos vimos, Gera também cresceu, estava mais forte, bronzeado e com certeza, seu pau que continuava a sarrar no meio de minhas pernas, estava maior, mais apetitoso e não via a hora de recebe-lo dentro de meu cuzinho.Como sempre, tomou a iniciativa, levantou minha camiseta, com uma das mãos apalpou minhas tetinhas, rapidamente começou a chupar uma delas, molhando bastante, dando-me uma sensação muito gostosa, com a mão livre e por trás foi baixando minha calça de moleton e ao mesmo tempo massageava minha bundinha, que continuava durinha, porém, maior e segundo ele, cada vez mais deliciosa e só dele, disse isso entre dentes enquanto sua língua penetrava meu ouvido, arrepiando-me todinho, não tive o que falar, permaneci estático sentindo aquele momento único.
Após alguns segundos, minha reação foi afastar algumas roupas e livros que estavam sobre minha cama, sentar na beirada, enquanto o Gera já sem calção, parado na minha frente, pude apreciar aquele pau, que era pequeno da última vez que nos encontramos e agora, estava mais grosso, a cabeça um pouco maior que o corpo, não mais reto, mas levemente torto para o lado esquerdo, mas sem dúvida alguma, mais apetitoso…. segurando minha cabeça com as duas mãos, direcionou minha boca para a cabeça do seu pau e, pela primeira vez, ainda com um pouco de asco, fui passando a língua sobre a glande, sentindo o gosto do seu pau. Pela minha inexperiência, o Gera foi me guiando, mandando passar a língua sobre a cabeça bem rosada, lisa, gostosa, meio sem jeito comecei a chupar, enquanto ele fazia o movimento de meter e tirar da boca, enquanto gemia, alisava meus cabelos, empurrava o pau enconstando as bolas na minha boca, falou no meu ouvido: deita, vou te comer todinho, pois, deve se a última vez que nos encontramos. Nesta altura, nós dois já sem roupas, deitei-me sobre a cama, bundinha para cima, abri as pernas, Gera como sempre, rápido cuspiu no meu cuzinho, no seu pau, pincelou rapidamente meu rego, encostou a cabeça bem no centro do meu cuzinho e empurrou, devagar, firme, senti o cu abrir, fechar, arder, doer um pouquinho, mas aceitar a cabeça passar, Gera parou, deu um tempo para eu me acostumar, mexi com as cadeiras para acomodar melhor o pau dele dentro de mim e, então soltou seu corpo quente sobre o meu…. o pau avançou mais um pouco, sentia a cabecinha cutucar minhas entranhas e então, calmamente, ele começou a o vai e vém, sentia o pau dele penetrar e na volta eu apertava o cuzinho para ele não sair, enquanto eu gemia com uma leve dorzinha, gostosa, e Gera gemer de prazer. Os movimentos foram aumentando, por duas vezes o pau escapou para fora, rapidamente Gera enfiava para dentro, agora entrava e saía sem precisar forçar, deslizava gostosamente. Após alguns minutos, falou no meu ouvido, vou acabar… desesperadamente eu apertava meu cuzinho, tentando prender, como para nunca mais deixar sair de dentro de mim…. finalmente, após pequenos espasmos, as cravadas fundas, senti o pau crescer dentro de mim, o leitinho quente inundar meu cuzinho, eu gozando sobre o lençol sem precisar tocar uma punheta.Largou seu corpo pesado e cansado sobre o meu, ainda fazia pequenos movimentos enfiando seu pau e segurando bem no fundo, me dando o maior e melhor prazer de receber seu pau, que eu teimava em não deixar sair. Por derradeiro, sussurrou no meu ouvido: estou indo embora, meu pai vai trabalhar em outra cidade. Não vamos nos encontrar mais, mas, César, tu foi o melhor viadinho que comi até agora. Virei o rosto e trocamos o último beijo. Saiu de cima mim, vestiu-se e foi embora. Permaneci deitado, enquanto seu leitinho escorria para fora do meu cuzinho. Saudades, Gera… passados mais de quarenta anos, onde andas?

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