Professoras safadas

Na escola que Marta lecionava havia uma aluna rebelde que dava problema a todos os professores, menos na aula dela, porém Marta não se dava conta de como a tal aluna a olhava com cara de safada. Quando se deu conta de que a tal a menina a comia com os olhos, Marta, começou a ter problemas de concentração na sala de aula e partilhou sua inquietude com uma amiga também professora, a qual, lhe disse que se fosse com ela, ela não pensaria duas vezes, gata e safada daquele jeito até ela pegava. Marta ficou surpresa com o que ouviu, pois não se passava pela cabeça fazer burrada com aluna e nunca imaginou que a outra professora saia com mulheres assim como ela. Vendo a cara de espanto de Marta a professora disse: calma aí eu gosto de homem, mas para ela, a aluna, e para você, eu abriria uma exceção, e como abriria, pois, as duas são gatérrimas. Sorrindo, Marta, respondeu: – pronto agora é que não consigo dar aula mesmo! A outra professora, deu um sorriso, e o sinal tocou. Marta pegou um cafezinho e saiu da sala dos professores totalmente desconcentrada, sem graça e ficou um tempo sem ter oportunidade de ficar sozinha com a tal professora. Era uma tortura, uma dentro da sala de aula e outra fora, ambas a comendo com os olhos. Depois de certo tempo Marta achou que a aluna havia desistido e ficou mais aliviada. Como nas sextas feiras ela só dava aula, durante o período da tarde, e era o dia que a outra professora não trabalhava, mas quando estava indo embora ouviu a voz dela na sala da diretoria, achando estranho e curiosa, foi até lá e quando a professora a viu, deu um sorriso dizendo que já estava indo e se despediu da diretora e foi em direção dela com um sorriso no rosto e disse: oi, está pronta, to de saída, te dou uma carona, passando por ela rebolando mais que o normal. Marta, saiu sem se despedir de ninguém, só escutou a diretora gritando, tchau né? Já dentro do carro, a amiga falou: quer ir para onde? Marta respondeu: hummmm, hoje é sexta-feira e só temos aula na segunda, não é? Então guia o carro para onde você quiser, vou confiar em você. Ela seguiu sentido Rodovia Raposo Tavares, região de motéis, mas antes de chegar a um, Marta pediu para passar em um supermercado. Feito o pit stop, depois de alguns minutos ela retorna com sacolas cheias de coisas deixou a amiga curiosa, mas não revelou o que tinha comprado. Enfim chagaram no Motel, mal fechou a porta da garagem Marta pulou para o para o colo da amiga beijando-a sem parar e sem encontrar nenhuma resistência tirou a blusa dela, e ficaram se lambendo…. Depois se levantaram, começaram a se despir pela garagem, espalhando roupa para todo lado até a entrada do quarto. Quem olhasse, perceberia peças de roupas para todos os lados. Imagine a cena: enquanto a amiga abria a porta Marta estava grudada por trás dela chupando o pescoço e acariciando os seios, e a amiga aos gemidos, vira e retribue com a mesma intensidade indo direto para cama, onde uma se deitou sobre a outra aos beijos e caricias pelo corpo todo. Sem perder tempo Marta desceu até seu sexo e chupou o grelinho da amiga até ela explodir gritando que estava gozando. Enquanto a própria Marta que morria de tesão, pegou as sacolas no carro e ao voltar pediu para a amiga fechar os olhos, e então pegou uma cobertura de caramelo que havia comprado no mercado e despejou sobre os seios da amiga e se pôs a lamber. Cada vez que a lambia, a beijava, fazendo-a gemer e assim foi seguindo, chupando-a todinha e espalhando a calda pelo corpo gostoso todinho entregue para ela. O passo seguinte foi descer a língua pelo corpo lambendo até seu grelinho quente cheio de tesão, onde Marta passou a língua de forma bem suave, no que a amiga abriu mais as pernas como um convite oferecendo sua orquídea linda e Marta não hesitou e encheu sua boca bem quente e molhada sugando a todinha e a penetrou com dois dedos fazendo-a gemer mais e mais, aumentando a pressão até ela gozar outra vez aos gritos se tremendo toda na cama, como se estivesse com epilepsia e quando ficou mais calminha, olhando para ela toda entregue a ouviu dizer com voz rouca:- nossa como você faz gostoso! Faz melhor que meu namorado. Desse jeito vou morrer aqui. Marta respondeu: – claro que não professora, quero você vivinha para te chupar todinha de novo! E deitou-se ao lado dela e se beijaram com mais calma, então a professora se levanta e vê as outras coisas que Marta tinha comprado inclusive um pote de cereja em calda e pegou, abriu e foi em direção de Marta com uma cereja na boca e lhe beijou. O pote caiu e riram, deixando-o para lá e recomeçaram a se devorar como loucas. A professora enfiou a mão entre as pernas da Marta e a penetrou com tudo fazendo-a gemer aos gritos. Marta expulsou os dedos de dentro dela e quando gozou a amiga a olhou meio intrigada, mas gostou e a penetrou outra vez mantendo sua mão mais firme que antes para Marta não a expulsar novamente fazendo-a gozar por várias vezes. Era belo ver duas professoras em plena reunião carnal durante uma tarde toda se amando sem pudor, ou melhor, durante todo um final de semana, pois a transa continuou na casa de Marta á noite, para onde a amiga foi passar a noite.
Na segunda feira as duas já estavam em sala de aula comportadíssimas, mas somente elas sabiam o quanto suas bucetinhas estavam ardendo de tanto que foram penetradas por dedinhos e próteses penianas de silicone. No intervalo das aulas a amiga fez a Marta uma proposta irresistível: se unir a ela com outra mulher, mas essa história fica para depois, se você me der uma boa nota e fizer um comentário. Se desejar entrar em contato, terei o maior prazer em responder: bernard3320@live.com