#Gay

Se descobrindo no trabalho versão do ativo!

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Teconto

20 anos. Primeiro homem. No almoxarifado vazio ele me virou na mesa, chupou meu cu e me fodeu até gozar dentro. Foi assim que descobri que eu também gosto de da

Eu me chamo Carlos. 45 anos, 1,80 m, moreno de pele lisa, corpo de homem que trabalha. E um pau de 18 cm cabeçudo que sempre chamou atenção.
João tinha só 20. Branco, 1,88 m, pouco pelo, corpo parrudinho e aquela bunda… caralho. Carnuda, redonda, macia, daquelas que balançava quando ele andava. O apelido “Picanha” não era à toa. Todo mundo na fábrica olhava. Eu olhava mais que todo mundo.
Desde o primeiro dia eu provocava. Piadinha no vestiário, mão disfarçada na bunda dele na hora do almoço, olhar demorado quando ele tirava a camisa. Ele fingia que odiava. Mas eu via. Via o jeito que ele olhava meu pau no chuveiro. Via o volume na cueca dele quando eu passava perto demais.
Aquele dia no almoxarifado foi o limite. Sala quente, apertada, só nós dois fazendo hora extra. Eu não parei de cutucar. Até que cansei de rodeio.
Parei na frente dele, abri o zíper e tirei o pau. Meio mole, meio duro, balançando na cara dele.
— Eu vejo você olhando isso toda vez no vestiário, João. Sei que você gosta.
Ele negou rápido demais. O olho, porém, ficou grudado na minha rola. Guardei, saí, comprei cerveja e voltei. Já era tarde. Fábrica vazia. Bebemos. Cada lata que ele tomava, eu via o cu dele piscando de nervoso e de tesão.
Quando as latas acabaram, falei pra arrumar as caixas. Enquanto a gente trabalhava, a bunda dele esbarrava de propósito no meu pau. Ele empinava. Eu deixava.
Sentei na beira da mesa de metal e chamei:
— João, pega um negócio aqui embaixo pra mim.
Ele abaixou. Eu já tinha tirado o pau de novo. Semi-duro, balançando bem na altura da boca dele. O cheiro de homem subiu. Ele engatinhou até ficar de joelhos na minha frente. Tremia. Medo e vontade misturados no rosto.
Balanci o pau e a cabeça bateu na cara dele.
— Segura.
Ele segurou. A mão jovem, quente, um pouco suada. Eu puxei a cabeça dele com carinho e firmeza. A boca se abriu. A cabeça do meu pau entrou. Quente. Molhada. Apertada. Ele chupou com vontade de quem estava com fome faz tempo. Eu senti o pau endurecer inteiro dentro daquela boca novinha.
— Caralho, João… que delícia de boca… que boquete gostoso… vou gozar na sua boca, porra…
Ele tirou assustado.
— Não… eu nunca fiz isso… melhor parar.
Segurei o cabelo dele e falei baixo, rouco:
— Continua. Não vou contar pra ninguém. Continua…
Ele voltou. Chupou de verdade. Língua rodando na cabeça, mão subindo e descendo no pau. Eu gemia, guiando o ritmo, sentindo a garganta dele se abrir.
Não aguentei muito. Puxei ele pra cima com força, virei de costas e deitei o tronco dele na mesa fria. Puxei calça e cueca de uma vez só até os tornozelos. Aquela bunda ficou nua na minha frente. Branca, redonda, macia, o cu piscando de nervoso.
Abri as nádegas com as duas mãos e enfiei a língua. Chupei, lambi, enfiei a ponta, chupei de novo. O gosto, o cheiro, o jeito que ele tremeu…
— Haaaaa… caralho… que delícia… não para… sua língua no meu cu…
— Hoje você vai ser minha menina — falei entre lambidas. — Que bunda linda… gostosa de ver… de chupar… de foder…
Levantei. Encostei a cabeça grossa do meu pau na entrada apertada. Empurrei devagar. Ele gemeu alto. A dor estava clara na voz, mas o cu abriu mesmo assim. A cabeça entrou. Depois mais um pouco. Depois outro. Cada centímetro daquele cu virgem se abrindo em volta do meu pau foi uma delícia suja.
Quando enterrei até o fundo, parei. Deixei ele sentir tudo. O pau inteiro pulsando dentro daquele buraco quente e apertado.
Aí comecei a meter.
Segurei a cintura dele com força. O quadril batia na bunda macia. O barulho molhado ecoava na sala vazia. Ele estava na ponta dos pés, debruçado na mesa, gemendo sem parar.
— Vai… minha puta… tá gostando de rola? Toma rola no cu… quem é minha menina hoje?
— Eu… eu sou sua menina… vai… devagar… tá doendo… mas não para… me come… mete no meu cu…
Me joguei por cima dele. Peito colado nas costas, boca na nuca, mão segurando o ombro com força. As estocadas ficaram mais profundas, mais pesadas. Eu sentia o cu dele apertar a cada investida, as paredes quentes sugando meu pau.
— Vai… gostoso… mete no meu cu… me fode todinha… jorra leite em mim… haaa…
— Caralho, João… vou gozar… vou gozar… toma…
Enterrei até o talo e gozei. O pau latejou forte dentro dele, jato atrás de jato, enchendo aquele cu. Fiquei parado um tempo, ofegante, ainda enterrado, sentindo a porra escorrer ao redor do meu pau. Depois saí devagar. O leite branco desceu pelo saco dele e pingou no chão.
Dei um tapa gostoso naquela bunda vermelha.
— Que delícia, porra…
Ele ficou ali, debruçado, a calça nos tornozelos, o cu aberto e escorrendo. Enquanto eu me vestia, olhei pra aquela cena e já sabia:
Ia foder esse cu muitas vezes ainda.
E foi o que aconteceu.

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Comentários (1)

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  • José Carlos: Que delícia vcs mim deixou de pau duro

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b