No sítio - Parte final
No dia seguinte, o tempo amanheceu chuvoso e Berenice preparou um bom café da manhã. O assunto era o cotidiano daquele lugar com suas dinâmicas próprias. Eu pensava em tudo que havia acontecido no meio do mato e ela especulou sobre minha saída. Um olhar safado com mordida no lábio e sorriso tirou da minha boca aquilo que ela gostaria de saber e comentou:
- É assim mesmo. Fazendo mais você acostuma.
As relações muito espaçadas não eram interessantes para mim e eu precisava resolver isto. Novinho e branco, eu gosto de fazer sexo e aquele pau preto do amigo dela botou tesão e excitação.
O mau tempo não impediu que aquele cara experiente viesse atrás de mais sexo, ao contrário, ele chegou disposto a tacar fogo no meu cu mesmo diante da sua amiga!
Na sala, a tara dele despertou e meu lábio viu uma cabeça de pica preta aproximar. Berenice mordeu os lábios e olhou esperando que algo acontecesse. Segurei firme mesmo corado e envergonhado, bati uma e sorri. Falei:
- Bonito cacete e fode bem.
Meu pau ficou duro e o dele só endureceu mais diante da minha audácia! Curvei pagando mamada forte e desliguei da presença da Berenice na sala. Ela sorriu ao amigo e eu levantei a pica chupando as bolas!
O meu tesão é alto, novo e querendo muito sexo, eu não escolhia fodedores e quando havia possibilidade para mais sexo com o mesmo cara, eu não dispenso e dou. Engoli toda sua pica e a mão dele segurou minha cabeça. Ouvi:
- Bom ser guloso.
Berenice estimulava minha iniciativa, apoiava, sabia que eu tinha que buscar minha felicidade. Bati uma, babei após um vai e vem do pau preto e olhando meu macho. Tirei a roupa após ficar em pé e já posicionei de quatro pedindo pica!
- Vem. Mete.
O papel de observadora da Berenice só colocou mais tara no meu cu piscando. O amigo veio com a pica preta na mão e pincelou, bateu na portinha várias vezes, mirou e senti passar! Abri a boca e soltei:
- Ohhh! Hum!
Ela arregalou os olhos após os ataques ao meu cu branco. A pica preta deslizava ganhando terreno e aceitei numa boa mordendo meu lábio! Fiz careta, abri a boca, deixei o pau trabalhar até que eu começasse a ampliar o tesão.
- Tá bem?
- Tô! Ahhh!
Curiosa, Berenice parecia estudar meu comportamento.
A chuva apertava e a rola preta animou dando tapas e enterradas profundas. O toque da cabeça daquele pau indicava tara. Eu mostrava ser mestre em safadeza. Fechei os olhos, mordi o lábio e curti a rola já com as mãos no sofá.
- Ai, ai, hum!
- Bunda do caralho!
O pau preto não se intimidou com a presença dela ali dando amostras claras daquilo que estava fazendo. Impondo sua vontade, ele ia e vinha, excitava meu rabo, fazia pegar fogo, a tara disparou e eu fechei os olhos até levar enterrada.
- Rebola. Isso. Boa, garotão.
O calor no corpo, a respiração acelerada, ele tirou e mostrou o meu cu abeto e piscando para ela como um troféu. Tomei fôlego e levei nova penetrada. Cruzando as mãos na minha bunda, tirou gemidos constantes da minha boca aberta.
- Ah, ah, nossa, ai, ahhh!
O suor dominava após a transpiração, recebi uma sequência forte de vai e vem para que o pau sem camisinha tivesse sua glória! Corado, quente, excitado, tendo arrepios, eu vi aquele macho tirar fazendo uma exibição erótica para a amiga!
- Ahhh! Ohhh! Ahhhh!
Tirou mandando esperma sobre a minha bunda e melando tudo. Olhei a Berenice que mordia o lábio, olhos arregalados, o caldo líquido de vida começou a escorrer e ele espalhou tudo. A perna sentiu um pouco e meu duro pau que eu fiquei apertando durante a relação precisava descarregar a tara. Fui ao banheiro e bati uma espirrando aquele tesão! Ouvi dela:
- Nossa! Gostei de ver, hein!
Ele veio ao banheiro e tomamos um banho rápido tirando o suor do corpo. A chuva real foi com esperma sobre a minha bunda pois a natural estava passando.
Tendo coisas para fazer, ele saiu e sumiu com guarda-chuva.
Na cozinha, comentei com a Berenice que estava com sorriso de orelha para outra. A minha coragem era aquilo que sua cabeça pensava e no meu caso, o prazer e excitação trazida pela rola preta. Falou:
- Tá gostando de ficar aqui?
- Claro.
- Excelente.
A ajuda de Berenice estava sendo determinante para que meu gosto por pica estivesse em dia. Dia seguinte, minha mãe viria não tendo mais chance nesta viagem. Questão de tempo para mais pica. Tesão do caralho.
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