#Corno #Traições

Como eu conheci a mulher que me fez virar corno manso

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Franco Donasc

Eu com meus 26 anos, me separei de minha primeira esposa no ano de 1994, deixei ela na casa e voltei a morar na com os meus pais e foi lá que eu conheci Consuelo, uma negra linda, baixinha, 24 anos, 1.55 de altura, com um corpo lindo, umas coxas bem roliças e torneadas, seios pequenos e durinhos parecendo os de uma adolescente, um rosto redondo de traços suaves, um olhar firme e altivo e uma boca deliciosa, que só de olhá-la já dava vontade de beijá-la o tempo todo. Não posso negar que fiquei muito, mas muito a fim dela.
Quando me informei sobre ela a minha irmã, que era sua colega, foi logo me avisando:
– Só se mete com a Conn se você quiser ser corno.
– Por quê? – Perguntei sem entender a mensagem tão direta da minha irmã!
– As coisas com ela têm que ser do jeito dela, meu filho. – disse minha irmã sorrindo – Só para você ter uma ideia. Ela namora o Gilson, que é o cara com quem o marido dela pegou ela no flagra e tem um caso Léo, um cara casado; e eles não brigam – me olhando sério minha irmã terminou de falar – e quando um vê ela na rua com o outro não fala nada, viu?!
– Isso não dava para mim – disse eu já com raiva daquela conversa... como podia um homem aceitar aquilo? Eu jamais passaria por isso, pensei – “Logo eu que havia separado de minha esposa porque ela ficava brigando quando eu saía e não gostava de minhas amizades. Não! Nunca aceitaria uma coisa dessa. Sempre gostei de ser livre e de ter a última palavra. “Mulher muito independente, não é para mim – pensei!”
Só que os dias foram passando, ela estava sempre lá em casa conversando com a minha irmã e a gente foi se aproximando e até que um dia ela me pediu para olhar a instalação de sua casa, (pois sou eletricista) e disse que estava dando uns probleminhas e eu fui arrumar já com décimas intenções. Ela sempre gostou de usar shortinhos jeans socado no rabo e aquilo me deixava louco de tesão. E acredito que de propósito, enquanto eu mexia em algumas tomadas, ela foi tomar banho e saiu de lá num shortinho branco, minúsculo, numa blusinha regata sem sutiã e toda cheirosa. Falei que já estava resolvido o problema ela me ofereceu uma cerveja e de uma, foram várias. Não sei se minha irmã havia falado alguma coisa para ela, mas a verdade é que ela foi se chegando, fazendo charminho, com uma conversinha mole e quando vimos já estávamos nos beijando e ela me arrastou par o quarto e não demorou nada para eu está com a boca enfiada em sua xoxota e ela chupando os meus 19 centímetros de pica. Fizemos um 69 maravilhoso, ela tem um grelinho lindo e saliente e eu passei a chupá-lo com carinho e muito gosto, enquanto isso ela subia e descia a sua boca em meu cacete, lambendo a cabeça e engolindo ele todinho até seus lábios bater nas minhas bolas. Como ela gemia gostoso a cada lambida que eu dava no seu grelo e quando eu intensifiquei as lambidas ela começou a tremer e o seu corpo foi enrijecendo e daí, ela começou a gemer mais alto, o tremor se transformou em espasmos seguidos e logo ela estava gozando na minha boca e juntos com seus espasmos ela soltou em minha boca uma golfada de um líquido doce e gostoso. Respirando ofegante ela veio deitar-se em meu colo agradecendo por tê-la feito gozar e me beijou de um jeito que eu nunca tinha sido beijado. Com jeitinho ela foi se ajeitando em meu cacete e o engoliu com a sua buceta, gostosa, quentinha e quando eu ia bombar ela me mandou esperar e começou uma espécie de movimento com a vagina, como se estivesse mamando o meu pau com a sua bucetinha, eu não demorei nada e gozei dentro dela, que me puxou com carinho me beijou apaixonadamente mais uma vez. Tomamos um banho, fizemos um lanche e voltamos para a cama e ficamos conversando um pouco. Depois de um tempo ela voltou a me beijar a boca e então foi beijando todo o meu corpo e quando chegou em meus mamilos chupou forte e com carinho, me fazendo descobrir sensações que eu nunca tinha sentido, pois nunca ninguém havia tocado meus mamilos daquele jeito antes. Enquanto ela mamava meus peitos, me masturbava. Depois sentou-se em minha cara e me pôs para chupar sua buceta novamente, até gozar fazendo escândalos e mais uma vez enchendo a minha boca com o seu leitinho gostoso. Ainda tarada ela ficou de quatro e pediu que eu comesse o seu cuzinho, mas antes me mandou chupá-lo, eu nunca na vida, havia chupado o cu de uma mulher, mas fui obrigado, pois eu comecei a lamber as suas nádegas e ela falando brava comigo gritou:
- Chupa essa porra direito seu caralho, enfia a língua no meu cu. Quer apanhar na cara? Chupa direito, seu merda? – Pondo mão para trás ela pegou minha cabeça e enfiou minha cara em seu lindo rabo dizendo: - Chupa e enfia a língua, corno filho da puta.
No calor dos acontecimentos eu fiquei puto de raiva com aquilo, mas também senti o meu pau ficar mais duro ainda e caí de boca lambendo o seu rabo e enfiei a língua, chupei e a deixei louquinha, até me pedir para enfiar a pica no seu cu, o que eu fiz ansiosamente pois já não aguentava de tesão. Eu soquei o pau com vontade no cu dela e a fiz gozar feito uma louca enquanto o pau entrava e saía. No auge do seu tesão ela me chamava de seu corninho e mandava eu gozar em seu cuzinho. Não demorei muito e gozei também, enchendo o seu rabo de porra. Ela deitou-se e eu me deitei por cima e ficamos ali agarradinhos enquanto ela mordia o meu pau com o seu cu. Pegamos no sono e quando vimos o meu cacete já mole saía do seu rabo melando o lençol. Ela foi tomar um banho e eu fui em seguida. No banheiro a beijei longamente mamei os seus peitinhos lindos e durinhos e a colocando de costas pus a sua perna esquerda em cima do vaso e a chupei gostoso, fazendo-a gozar com muito gemidos. Foi uma tarde maravilhosa! Quando já estava escurecendo, ela me mandou ir pois um de seus namorados não demoraria chegar. Quando eu já ia saindo ela veio me beijar e perguntou:
– Você não quer ser o meu terceiro corninho?
– Não – respondi.
– Que pena - disse ela – do jeito que você chupa gostoso eu te daria 2 noites por semana para dormir aqui em casa e ainda deixaria você escolher.
– Obrigado – falei já saindo – mas eu não ia não ia conseguir dividir você com outro.
– Você é quem sabe, meu anjinho – disse ela me beijando de forma doce, molhada e ardente – mas se resolver ser o meu corninho é só avisar, tá bom?
Eu não falei nada e saí pensando: “mas que diabo de mulher atrevida, onde já se viu me fazer uma proposta dessa? Atravessei a rua e fui para casa e fui me deitar pensando em tudo o que eu tinha vido nas últimas horas: na foda gostosa, no jeito como ela me fez gozar sugando o meu pau com a sua buceta, no calor gostoso do cuzinho, nos gemidos, nos beijos e na proposta descabida. Aquilo tudo dentro de mim virou uma avalanche de emoções e sentimentos, mas o que me derrubou mesmo, foi quando umas 9 da noite ela entrou lá em casa procurando minha irmã e estava linda! Vestindo uma calça jeans bem colada que desenhava aquele corpo lindo e rachava sua buceta de lábios carnudos, os cabelos crespos e soltos, seus mamilos furando o tecido da blusinha branca que ela usava e um batom vermelho naqueles lábios que me enlouqueceram a pouco chupando o meu pau. Minha mãe perguntou aonde ela ia assim bonita e ela falou que ia sair com o namorado dela! Ouvir aquilo quase me matou, meu coração parou e quando ela saiu eu fiquei sentindo o seu perfume guardando na mente o sorriso lindo que ela me deu. Durante aquela noite eu sofri demais pensando nela e aquele sofrimento era a certeza de que já havia me arrependido de não ter dito sim. O silencio da madrugada destruiu o meu orgulho de macho e me fez ficar acordado até vê-la chegar com o namorado umas 4 da manhã e não me contendo atravessei a rua fui ficar perto da janela do quarto dela que dava para rua e fiquei ouvindo os gemidos dela enquanto ela fodia bem gostoso. Mergulhado entre ciúmes, raiva e sei lá mais o quê, eu não me convenci de que nas primeiras horas da manhã eu iria pedir ela para namorar comigo, porque eu estava apaixonado e para ficar viver com ela eu enfrentaria qualquer situação, menos ficar sem os beijos e os carinhos daquela negra deliciosa.

Continua...

Franco Donasc

Comentários (4)

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  • Leonardo: Cara é bom demais ser corno, eu adoro. Gostei demais do teu conto muito bem escrito

    Responder↴ • uid:1ctycgaa8z3k
    • Franco Donasc: Leonardo eu também gosto muito! É um tesão sem igual, não é?

      • uid:1e2hbxpohyfi
  • Gil Comedor: Deixa eu comer ela também

    Responder↴ • uid:1d2m6jrkelia
    • Franco Donasc: Bom dia Gil, você come mesmo?

      • uid:1e2hbxpohyfi