#Incesto #Teen

Natasha: o professor gozou na minha boca e me deu 10

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Natasha

As férias estavam chegando e o clima em casa estava diferente. Meu pai começou a falar que iríamos para a fazenda dos avós, um lugar grande, isolado, com muito espaço e privacidade. Eu já imaginava o que poderia acontecer lá — eu, meu pai e meu irmão sozinhos por dias, sem ninguém para interromper.

Mas antes disso, tinha um problema: eu precisava passar de ano.

Depois que comecei a assistir pornô, acabei deixando os estudos de lado. No começo era só uma curiosidade, mas o vício foi crescendo. Deixei de fazer trabalhos, de estudar para provas e, pior, passei a faltar aulas só para ficar em casa com meu irmão. Enquanto meu pai trabalhava, a gente se trancava no quarto e transava até a hora de alguém chegar. Eu gozava várias vezes por dia, o corpo sempre marcado, a bocetinha e o cuzinho sempre sensíveis.

Meu boletim chegou. Como sou muito inteligente, a maioria das notas ainda estava boa. As faltas não tinham feito tanta diferença quanto eu temia… exceto em química.

O professor de química era um homem alto, de uns 40 anos, corpo atlético, ombros largos, barba bem feita e um olhar intenso. Sempre que eu entrava na sala, ele me olhava com desejo, demorando o olhar no meu corpo, especialmente quando eu usava saia curta ou blusa justa. Eu sentia o olhar dele queimando em mim toda aula.

No fim da aula, fiquei para trás enquanto os outros alunos saíam. Me aproximei da mesa dele, o coração acelerado.

— Professor… preciso conversar com o senhor — falei baixinho.

Ele levantou os olhos, o olhar passando pelo meu corpo antes de parar no meu rosto.

— Pode falar, Natasha.

— Eu preciso passar de ano. Meu pai quer me levar para a fazenda dos meus avós nas férias, mas se eu não recuperar a nota de química… eu não vou. Tem algum trabalho extra que eu possa fazer? Ou alguma forma de melhorar essa média?

Ele ficou em silêncio por alguns segundos. O olhar dele mudou. Ficou mais pesado, mais escuro, como se estivesse segurando algo. Os olhos percorreram meu corpo devagar, parando nos meus seios, na curva da minha cintura, nas minhas pernas. Havia uma tensão clara ali — um desejo contido, quase agressivo, que fazia o ar entre nós ficar denso. Ele não piscava. Só me olhava como se já estivesse imaginando o que eu poderia fazer por aquela nota.

Depois se inclinou um pouco na cadeira, a voz mais baixa e rouca:

— Existem… outras formas de recuperação, Natasha. Formas mais práticas. Mais… pessoais.

Ele passou a língua pelos lábios e continuou, olhando direto nos meus olhos:

— Se você estiver disposta a se dedicar um pouco mais… fora da sala de aula… eu posso garantir que sua nota melhore bastante. Às vezes o esforço extra vale mais do que qualquer prova escrita.

Eu já imaginava exatamente o que ele queria dizer. Ainda assim, perguntei, a voz baixa e provocante:

— E o que seria esse esforço extra, professor? Quando… e onde?

O olhar dele escureceu ainda mais. Um sorriso lento se formou nos lábios dele. Ele se inclinou para frente, a voz quase um sussurro, carregada de desejo:

— O esforço… seria você se dedicando de joelhos. Ou de quatro. Ou em cima da minha mesa. O “quando” pode ser agora, se a sala estiver vazia o suficiente. O “onde”… pode ser aqui mesmo. Ou no meu carro. Ou no meu apartamento, se preferir mais privacidade.

Ele passou os olhos pelo meu corpo de novo, demorando no meu peito e na minha boca.

— Depende de quanto você quer essa nota, Natasha. E de quanto está disposta a oferecer.

Eu respirei fundo, o coração batendo forte, e respondi sem hesitar:

— Quero aqui e agora. Estou disposta a tudo por uma nota boa. É só o senhor falar o que quer que eu faça.

O professor sorriu de lado, os olhos escurecendo ainda mais. Levantou o queixo levemente e ordenou, a voz baixa e firme:

— Fecha a porta.

Eu fui até a porta, fechei com cuidado e travei. Quando voltei, ele já estava recostado na cadeira, as pernas abertas.

— Agora desce. Abaixa debaixo da mesa. Abre minha calça… e chupa.

Meu corpo tremeu de tesão. Eu me ajoelhei, deslizei para debaixo da mesa e puxei o zíper da calça dele. O pau já estava duro, grosso e quente. Segurei com a mão e coloquei na boca, começando a chupar exatamente como ele mandou.

A cabeça grossa deslizou pelos meus lábios, o gosto salgado e quente invadindo minha boca. Comecei devagar, lambendo a glande, depois descendo a boca pelo comprimento, tentando engolir o máximo possível. Ele soltou um gemido baixo, a mão descendo até meu cabelo, guiando o movimento.

— Isso… mais fundo… usa a língua… — murmurou ele, a voz rouca.

Eu obedeço. Chupei com mais vontade, babando no pau dele, subindo e descendo a boca enquanto a língua circulava a cabeça. O som molhado enchendo o espaço debaixo da mesa. Ele apertava meu cabelo, empurrando a cabeça para baixo de leve, fodendo minha boca em um ritmo controlado.

— Que boquinha gulosa… você quer mesmo essa nota, não quer? — gemia ele.

Eu só conseguia gemer com o pau na boca, vibrando a garganta, olhando para cima o máximo que conseguia. O pau dele pulsava na minha língua, o cheiro de homem me deixando ainda mais molhada. Continuei chupando com fome, engasgando um pouco quando ele empurrava mais fundo, mas sem parar.

Ele respirou pesado, a mão apertando meu cabelo com mais força.

— Continua assim… não para…

Eu acelerei, chupando com mais intensidade, sentindo ele tremer debaixo da mesa. Pouco depois, ele gemeu baixo e gozou na minha boca. Jatos grossos de porra quente encheram minha garganta. Eu engoli tudo, olhando direto nos olhos dele enquanto engolia cada gota.

Ele ainda ofegante, acariciou meu cabelo e murmurou:

— Parabéns, Natasha. Sua nota está garantida.

Eu me levantei devagar, me aproximei do ouvido dele e sussurrei:

— Foi mais fácil do que eu imaginei. Quando falei “tudo”, era tudo mesmo… incluía a bocetinha e até o cuzinho.

O professor ficou em silêncio por um segundo, o olhar um pouco decepcionado.

— Bom saber. Da próxima vez a prova de recuperação vai ser mais difícil… e mais demorada. E lá em casa.

Eu sorri, inclinando a cabeça de lado, a voz baixa e provocante:

— Isso se eu precisar de prova… ou talvez não precise ser prova.

Deixei a frase no ar, ambígua o suficiente para ele ficar na dúvida se eu estava dizendo que não haveria outra oportunidade… ou se haveria mais vezes, mesmo sem nenhuma necessidade de nota.

Essa foi a minha primeira vez que troquei sexo por algo. O que viria a se tornar a minha profissão hoje… só que agora por nota outro tipo de nota kkkkkk.

Comentários (5)

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  • Ardo: Aluna bem aplicada assim passa de ano fácil. Vc tinha quantos anos

    Responder↴ • uid:1e1bo4jpmhc3
    • Natasha: Tinha 1 4

      • uid:jsj37eyguga
    • Tuga tarado: 14 mesmo? ;)

      • uid:b9408ou4fyk
  • Tuga tarado: Essa menina mulher puta é boa demais!

    Responder↴ • uid:e8go5nqrb
    • Natasha: Sim tenho 18 hoje isso foi a uns 4 anos atras

      • uid:jsj37eyguga