Cunhada realizada versão dela!
Ela era minha cunhada. Casada. 50 anos. Um beijo no carro sob a chuva bastou. No motel ela pediu pra eu gozar no rosto dela… e nunca mais conseguimos parar
Eu me chamo Lilian. 50 anos, mas todo mundo acha que tenho no máximo 42. Morena, 1,72 m, cabelos cacheados longos e volumosos, seios fartos e ainda pesados mesmo depois de dois filhos, quadril normal, pele macia e bem cuidada. Voz doce, suave, boca grande e carnuda. Corpo de mulher madura que ainda desperta desejo.
Era um domingo de almoço em família. Subi sozinha para pegar uma coisa no andar de cima. João veio atrás de mim. Meu cunhado. 35 anos, 1,90 m, corpo forte, sorriso bonito e aquele olhar que eu fingia não notar.
— Tô gostando dos filmes que você anda vendo — ele disse, baixo. — O Elio também gosta de filmes adultos?
Senti o rosto esquentar.
— Que filmes, João? Não sou eu não. O Elio… coitado. Nem vê a cor nem o sabor faz tempo. Piorou ver esse tipo de coisa.
Ele deu um passo mais perto. O perfume dele misturado com o meu.
— Então tá te deixando na mão, cunhada? Oxe… eu jamais deixaria você sentir falta. Assiste os filmes… curte sozinha…
Ri, nervosa, mas não desviei o olhar.
— Não gosto disso. Prefiro sempre ter alguém comigo, João. Pra que esse papo estranho?
Ele sorriu daquele jeito safado e doce ao mesmo tempo.
— Se precisar de ajuda… fala comigo. Te mostro uns filmes bem legais.
Naquele momento eu já sabia que algo tinha mudado.
Uma semana depois, no mesmo lugar, ele ficou bem atrás de mim enquanto eu arrumava a pia. Senti o calor do corpo dele, o peito quase encostando nas minhas costas. Meus pelos se arrepiaram inteiros. Me virei. Ficamos colados. Olhei no fundo dos olhos dele… e desci as escadas sem falar nada. O coração batia tão forte que doía.
Na segunda-feira pedi carona. O carro estava com problema. Chovia forte. Dentro do carro a conversa foi direto pra putaria e filmes. Quando paramos em frente de casa, ele se inclinou para me dar um beijo de despedida… e acertou a boca.
Não afastei.
O beijo virou língua. A mão grande dele subiu pela minha coxa, por baixo da saia. Quando os dedos encontraram a calcinha, ela já estava encharcada. Ele esfregou ali, devagar, enquanto beijava meu pescoço e segurava minha nuca.
— Haaa… hummmm… nossa…
— Para… João… não pode… você é meu cunhado… para…
Ele tirou a mão, levou os dedos à boca e lambeu o líquido que escorria de mim. Olhou nos meus olhos enquanto fazia isso.
Nesse momento o Elio buzinou atrás. Me recompus, desci do carro e abri o portão pro meu marido. João ainda estava ali quando o Elio veio agradecer pela carona.
— Magina… o prazer foi todo meu — João respondeu.
Assim que o carro do Elio sumiu, meu celular vibrou:
“Preciso conversar com você amanhã.”
No dia seguinte ele me buscou. Assim que entrei no carro, as palavras saíram sem filtro:
— João… nunca fiz isso. Nunca senti tanta vontade de ter alguém como eu tive ontem. Passei a noite inteira pensando em você. Mas não pode…
Ele não deixou eu terminar. Me puxou, beijou aquela boca carnuda com fome e falou só:
— Vamos pra um lugar melhor.
No caminho pro motel eu mandei mensagem pro Elio dizendo que ia me atrasar. O coração batia descompassado. Medo. Tesão. Culpa. E um desejo absurdo.
Dentro do quarto ele me beijou o corpo inteiro. Segurou minha bunda com as duas mãos, subiu a saia. Eu estava ofegante, meio travada, mas pedindo mais com o corpo.
Ele tirou a camisa e a calça. Ficou só de cueca. Eu passei a mão no peito forte dele, na barriga, mas ainda não tinha coragem de descer até o pau.
— Seu corpo é lindo… saboroso… mas João… somos cunhados…
— Li… relaxa. Já estamos aqui. Você quer. Eu também quero. Deita na cama.
Deitei ainda vestida. Saia azul de flores, blusa leve. Ele beijou meus pés, subiu pelos joelhos, ergueu a saia e encontrou a calcinha azul encharcada. Passou a língua por cima do tecido, apertou a boca ali, chupou através da calcinha até eu segurar a cabeça dele.
Tirou a saia e a blusa. Fiquei só de lingerie. Eu mesma puxei a calcinha pra baixo. Minha buceta estava aberta, molhada, pedindo.
Ele se ajoelhou e chupou de verdade. Língua quente, lenta, suja. Os dedos abrindo, a boca sugando meu clitóris. Eu gemia baixo no começo, ainda com vergonha.
— Haaaa… aí… nossa… hummmm…
— Se entrega, cunhada. Geme. Grita. Pede mais.
E eu me soltei.
— Vai… caralho… chupa isso… HAAA… VAI… HAAAA… continua, safado… vou gozar… continua, porraaaa!
Gozei tremendo, as pernas se fechando em volta da cabeça dele. Ele subiu já pelado. O pau de 21 cm cabeçudo e duro escorregou pra dentro de mim de uma vez. Eu estava tão molhada que ele entrou inteiro sem esforço.
— Aiii… João… mete… vai… isso… mete… nossa que pau duro e enorme… me come…
Ele metia com vontade, fundo, olhando nos meus olhos. Eu segurava as costas dele, as unhas cravadas, gemendo sem parar.
— Isso, cunhada… geme… gostosa… safada… que buceta quente e saborosa…
Me virou de quatro. Vi meu próprio cu e a buceta escorrendo gozo enquanto ele enfiava de novo. As bolas batiam em mim a cada estocada. Eu tremia, gozava de novo, pedia mais.
Na TV do motel passava um filme. Um homem gozando no rosto de uma mulher. Eu olhei pra trás, ofegante, e falei a coisa mais suja que já saiu da minha boca:
— Quero assim… quero sentir o sabor… goza em mim, João… goza na minha boca…
Ele me colocou de joelhos. Eu abri a boca. Três jatos fartos e quentes bateram no meu rosto, na língua, no queixo. Eu engoli o que consegui, o resto escorreu pelo pescoço. O gosto era forte, masculino, e eu amei.
Depois fomos pro chuveiro. A água quente escorrendo nos corpos. Eu abraçada nele, rindo baixo, ainda tremendo, satisfeita e cheia de culpa doce.
— Isso foi… intenso demais — murmurei contra o peito dele.
Ele beijou minha testa.
— Foi. E a gente vai fazer de novo.
E fizemos. Muitas vezes. Sempre no motel, sempre com aquele misto de romance proibido e putaria sem freio.
Eu nunca imaginei que, um mês depois, enquanto ele me comia à noite, de manhã estaria comendo a minha própria filha.
Mas isso… é outra história
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Comentários (1)
Marcelo: Tesao comer cunhada sempre como duas irmãs de minha mulher e uma sobrinha os maridos vivem nos boteco e não dão atenção mas eu dou duas cinquentona cavalaria.
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