Cap 2: Bielzin e seu tio Marcos (Gay/Incesto)
Capítulo 2: Bielzin e seu tio Marcos (Gay/Incesto)
Sábado chegou e dessa vez eu estava com mais fogo e com a mente mais aberta para safadezas. Nos últimos dias aproveitei os momentos a sós para assistir cada vez mais do canal adulto. Vi homens brancos, negros, sarados, barrigudos, todos pirocudos, estava ficando obcecado com os diferentes formatos e tamanhos. Inclusive o papai percebeu que eu estava ficando mais tempo acordado durante a noite vendo TV e me perguntou o que eu tanto assistia. Falei que eram os canais de documentários históricos sobre culturas antigas que serviam para as aulas de história da escola. Alias eu sou um ótimo aluno, porém sinto dificuldade para português.
Ao me levantar da cama fui escovar os dentes no banheiro. Meu quarto ainda não possui banheiro próprio, aqui em casa temos o do quarto dos meus pais e o banheiro da sala para visitas e inclusive para mim mesmo utilizar. Mamãe está fazendo o café da manhã.
– Bom dia, Biel, dormiu bem?
– Dormi sim mãe, bença!
– Deus te abençoe meu filho. Vou com seu pai na Capital fazer umas entregas para minhas clientes e vamos lhe deixar no tio Marcos. Arrume uma mochila com suas coisas da escola. Leve toalha e roupa.
– Eba! Nunca mais fui para o tio Marcos.
– Você vai almoçar lá também.
Fiquei animado. Tio Marcos é um homem mais alto que meu pai, come muito e nunca engorda, recentemente terminou de construir a própria casa. Ele possui uma namorada que é professora e quando está em casa me ajuda com as tarefinhas de português, chama-se Ana.
Escovei meus dentes e usei o vaso sanitário. Não gostava de usar papel higiênico pois sempre tomava banho após as necessidades fisiológicas. Fui para o chuveiro, lavei meu pinto, a axila e os braços. Me inclinei um pouco para a água pegar bem no centro da minha bunda, eu gostava sempre de lavar muito bem. Passava o sabonete na mão e lavava minha bunda. Resolvi ensaboar ainda mais minha mão para garantir que a entrada do meu cuzinho estava limpa, eu gostava de passar a mão e checar se meus dedos estavam tão limpos quanto antes de passá-los no meu rabo. Resolvi aproveitar e enfiar o meu dedo indicador com sabonete para limpar mais o orifício. A porta do banheiro abriu.
– Não sei se a Ana vai estar lá, mas leva suas tarefinhas pra ela te ajudar, viu? – disse meu pai terminando de escancarar a porta do banheiro.
Levei um susto. Tirei a mão rápido do meu cuzinho e botei no peito. Já faz um tempinho que não tomamos banhos juntos e eu não esperava que ele invadisse assim.
– Tá bom pai, fecha a porta.
– Por que? Tu não tem nada aí que eu já não tenha visto. Quem te dava banho desde cedo era eu! – disse ele olhando pra mim e rindo.
– Eu sei, mas fecha logo.
Em seguida merendamos e nos arrumamos. Fomos os 3 na moto de meu pai até a casa de meu tio, que fica no mesmo bairro há 1 quilômetro de distância. Meu pai buzinou e consegui ouvir os passos da chinela de meu tio com o chão de terra até chegar no portão. Desci da moto e me despedi de meus pais. Tio Marcos abriu o portão e estava sem blusa, usava um calção cinza fino e curto, seu cabelo curtinho estilo militar, já seu corpo era mais magrinho que o do meu Tio Edson. Olhei logo para sua virilha e vi volume de pau mole, ele ficava muito bem naquele calção.
– A gente volta de tardezinha Marcos. – disse meu pai.
– Beleza, Zé, se preocupa não. – Respondeu tio Marcos.
Eu entrei, abracei ele de lado, meu tio fechou a porta e retribuiu o abraço.
– Bença tio Marcos.
– Deus te abençoe Bielzin, bora entrar.
Me virei de costas e fui andando até entrar na casa. Mas como meu tio sempre fazia, com a mão direita ele puxou meu calção junto com a cueca pra baixo. Desse jeito, metade da minha bundinha ficou à mostra. E como sempre eu puxei o calção de novo pra cima com raiva. Há muito tempo meu tio tem essa brincadeira comigo, inclusive ele faz quando chega lá em casa ou na casa de meu avô. Com pessoas olhando ou não. Mas dessa vez eu tive um pensamento, será que ele queria explorar mais da minha bunda? Estava decidido a descobrir hoje.
Como ainda era cedo fomos para a sala, meu tio mandou deixar minha mochila no quarto dele. Quando cheguei no quarto vi uma cueca box preta em cima da cama. Coloquei minha mochila na beirada e aproveitei para chegar mais perto da cueca. Me curvei e enfiei meu nariz nela. Senti um cheiro forte de homem. Fiquei ereto de novo e ouvi passos rápidos se afastando do quarto. Será que ele tinha me flagrado? Me virei e não tinha ninguém.
– Bielzin vem ajudar o tio aqui. – Falou ele já no quintal.
– Já vou! – Fui correndo pro quintal.
Ele estava sentado em uma cadeira de plástico vermelha de frente para um banco deitado. Segurava uma ferramenta na mão esquerda.
– Chega mais. – Disse ele cuspindo no chão.
Fui me aproximando e ele colocou a mão direita dentro do próprio calção. Utilizou a abertura do calção por onde passa a perna esquerda. Parecia que tinha passado os dedos no próprio pau.
– Que foi tio? – Perguntei terminando de me aproximar e olhando nos olhos dele, fingindo que não via o que ele estava fazendo.
Ele tirou a mão do calção. Apontou para a bolsa de ferramentas no quintal e me disse para pegá-la. Quando me virei ele puxou meu calção com a mesma mão que ele tinha passado no saco, dessa vez o puxão foi mais leve e só o calção desceu. Nesse momento eu gostei pois parecia ser mais do que uma brincadeira, parecia ser um convite. Não subi meu calção e fiquei com a lateral da cueca à mostra. Peguei a bolsa de ferramentas um pouco pesada e voltei para meu tio, que não tirou os olhos de mim. Como minha visão estava baixa eu olhei direto o calção dele, vi um volume e acho que vi um pouco do saco na lateral do calção. Então era isso que ele estava fazendo com a mão, era pra mim ver?
– Coloca aqui no chão mesmo, – disse ele.
Soltei a bolsa e esperei a próxima ordem. Mas meu tio lentamente levou os dedos da mão direita dele pra bem perto do meu nariz me fazendo sentir o cheiro do seu pau. Eu cheirei com força, parecia que eu estava sendo treinado a reconhecer sua rola.
– Biel me ajuda a desmontar esse banco. Se senta na cadeira. – Falou ele tirando a mão do meu rosto e apontando pra cadeira.
Quando me virei ele puxou minha cueca. Agora a lateral da minha bunda estava novamente visível. Então ele gostava de olhar pra minha bunda. Era a única explicação.
Como o banco era longo eu precisava sentar a menos de um metro de frente pro meu tio com o banco entre nós. Mas era uma visão privilegiada, pois eu fiquei de frente para suas pernas bem abertas e um pouquinho do seu pesado saco aparecendo. Eu já estava ficando louco, olhava com muita atenção.
– Segura o banco desse lado aí, pra ele não virar enquanto eu desparafuso.
– Certo tio Marcos, pode deixar.
De vez em quando ele usava a mão para puxar mais o calção e o saco aparecer mais. Ou então ele ia com a mão direto no saco pra fazer ele cair mais do calção. Eu o acompanhava com muita atenção e nervosismo. Meu pau ficou duro dentro da cueca. De vez em quando ele olhava pros meus olhos e eu desviava o olhar pra ele não ver que eu estava olhando pro que ele tinha entre as pernas. Passaram-se alguns minutos.
– Tá quente né Biel? Quer beber água não?
– Quero sim tio, o senhor tem aí? – Falei querendo chegar perto dele de novo.
– Pega lá na cozinha, aproveita e tira a blusa e esse calção. Joga tudo lá na cama, melhor ficar só de cueca pra não sujar a roupa. – Disse ele acabando com meus planos e me deixando com menos peças.
Me levantei ainda com a bunda a mostra e fui até o quarto, tirei o calção e subi a cueca de novo. Meu pinto ainda estava duro então fiquei com a barraca armada na cueca. Voltei na cozinha e bebi a água. Finalmente fui em direção ao quintal, quando saí na porta dos fundos vi que meu tio estava em pé urinando no chão de frente a parede de tijolos. Tio Marcos estava inclinado de frente para que quem chegasse na porta da cozinha visse-o mijando. Ele utilizava a abertura por onde a perna passava, por isso com uma mão segurava o calção para não melar e com a outra não segurava o seu pau com a cabeça exposta soltando um forte jato. Eu fiquei na porta observando, ele sabia que eu estava olhando e parecia ser exatamente o que ele queria. Em seguida chacoalhou e os últimos pingos do mijo caíram no chão, assim deixou o calção cobrir seu pau e virou-se para mim.
– Vem Bielzin se senta pra ajudar o tio. – Disse ele voltando pra cadeira.
Voltei a me sentar na cadeira de frente a ele. Meu tio voltou a desparafusar o banco. Para minha surpresa ele colocou todo o pau mole, pesado, bonito, escuro pela mesma abertura do calção por onde ele acabou de mijar. Eu fiquei extremamente encantado com o que via, podia ver ele por completo. Queria sentir e tocar.
Pouquíssimos segundos depois o pau dele parecia maior, estava crescendo. Eu já não disfarçava como antes, olhava com todo o gosto, já nem segurava o banco direito.
– Tio o senhor pode me ensinar a desparafusar? – Falei querendo chegar perto dele de novo. Estava eufórico demais pra ficar só olhando.
– Vem cá, te ensino Biel.
Me aproximei dele. Agora de frente para meu tio Marcos que não é bobo, ele usou as duas mãos para descer as costas da minha cueca. Não parecia brincadeira, era o que ele queria. Assim minha bunda branquinha por não levar sol ficou totalmente exposta. Ela fazia contraste com o restante do meu corpo moreninho.
– Senta aqui no colo do tio que eu te ensino. – Disse ele batendo com as mãos nas coxas bem abertas e o pau pendurado.
Me virei e sentei no seu colo com a bunda exposta pra ele. Ninguém estava sentindo pudor nenhum. Estávamos a sós e com muito tempo livre. Eu estava agindo apenas pelos meus instintos sexuais, certeza que meu tio também. Até porque o que levaria um homem a ficar se insinuando tanto para o próprio sobrinho. Ao me sentar fiquei sentado bem na virilha dele com a minha bundinha encostando na sua barriga. Meu tio pegou minhas pernas com as próprias mãos e abriu-as para pendura-las sobre suas coxas. A minha cueca ficou totalmente arreganhada tampando meu pinto, mas isso não iria me atrapalhar. Quando olhei para baixo vi o pau dele ainda maior e ereto, a cabeça estava brilhante. Parecia estar bem duro.
Ele não me ensinou como desparafusar o banco. Nem eu perguntei, estava muito concentrado. O pau começou a balançar e sair mais baba. Ele estava com muito tesão. Ele sabia que quanto mais ele piscava o cu para fazer o pau balançar, mais eu olhava. Finalmente, voluntariamente levei minha mão para tocar seu mastro grosso e escuro. Parecia a coisa certa a ser feita. Pela primeira vez senti um pau de verdade, era quente e duro, apertei e fiz o movimento de subir e descer com a mão a cabeça do pau dele ficou completamente exposta. Meu tio começou a gemer levemente. Deve ter se surpreendido tanto quanto eu. Nesse momento o pau dele estava completamente em pé e babando muito.
– Tá gostando do que tá vendo Bielzin? – Disse ele com muito tesão na voz. Em seguida beijou minhas costas, o que me fez tremer.
– Seu pinto é tão grande e bonito tio. – Falei agora levando a outra mão para o pau dele.
– Você deixou ele assim. Sempre achei que você fosse gostar de rola. Bota na boca, você vai gostar.
Soltei seu pau. Meu tio levantou-se, me pôs de pé. Tirou o calção com dificuldade pois a rola estava muito dura. Confirmei que não estava de cueca, então será que ele deixou ela na cama pra ver se eu cheirava?
Colocou o calção na cadeira e me mandou sentar nela. Assim fiquei de frente pro pau extremamente duro dele. Botei minha língua pra fora e encostei no pau dele, achei o gosto azedo e ruim. Fiz careta.
– Bota a cabeça na boca, chupa igual pirulito que você vai gostar. – Exclamou meu tio claramente com muito tesão.
Abri minha boca com a língua pra fora e fiz o que ele mandou. Me lembrei dos pornôs que assisti, estava fazendo o papel da mulher. Meu tio gemeu mais um pouco. Alguns minutinhos passaram e ele começou a brincar mais com minha boca. Colocava mais do pau dele e pressionava pro canto da minha boca até dar pra ver a rola pela minha bochecha. Ele fazia isso até o pau escapar. Era um pouco difícil mas muito gostoso.
– Engole todo. – Disse ele segurando minha cabeça e enfiando com tudo.
Me engasguei que chorei. Ele tirou o pau cheio de baba minha e dele. Meus olhos lacrimejaram e ele riu.
– Foi mal Bielzin, você tá chupando um pau pela primeira vez, mas parece um especialista. – Ele bateu o pau nos meus lábios.
– É que eu ando vendo uns filmes tio Marcos.
– Ah é? O que mais você vê lá?
– Os homens enfiam o pau na buceta ou na bunda das mulheres.
Ele sorriu de lado daquele jeito sacana e disse:
– Você tem vontade de ser feito de mulherzinha?
– Acho que sim tio.
– Vamos pro quarto. – Disse ele tirando minha cueca até embaixo e deixando ela na cadeira. Meu pinto duro ficou completamente exposto, mas não tive vergonha. Estava com muito tesão.
O caminho até o quarto foi infinito, parecia que o tempo não passava. Eu não olhava pra trás pra não ver o meu tio pelado com o pau mega duro. Era algo impensável. Mas eu sabia que ele olhava diretamente pra minha bunda durante o trajeto. Chegamos no quarto.
– Deita na cama com a bunda pra cima Bielzim.
Obs: Será que no próximo capítulo Gabriel vai ser comido pela primeira vez? Vocês querem saber se ele foi comido pelo tio Marcos ou não?
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Comentários (1)
Boqueteiro: Complicado, mais de 2.700 palavras pra nada?
Responder↴ • uid:7r053wnvv1