Deixei Minha Filha com o Porteiro e Ela Foi Estuprada
Meu nome é Gael. Tenho 38 anos e sou pai de Daiane, minha única filha, que completou 14 anos há poucos meses. Sou um homem normal, ou pelo menos achava que era. Trabalho com sistemas de segurança, tenho uma vida estável, uma esposa dedicada. Mas depois daquele dia, tudo mudou. Eu conto essa história porque preciso tirar isso de dentro de mim. E porque, por mais que eu tente negar, só de lembrar dos detalhes que ela me contou… meu pau fica duro de novo. É doentio. É errado. Mas é real.
A mãe da Daiane precisou viajar de emergência para cuidar da avó dela, que passou mal de repente. Era uma terça-feira comum, e Daiane não tinha aula na faculdade. Eu não me sentia confortável deixando ela sozinha em casa o dia inteiro. Decidi levá-la comigo para o trabalho. Tinha uma reunião importante no grande prédio comercial do centro, um cliente que exigia atualização completa no sistema de câmeras. A reunião estava marcada para durar umas três horas.
Chegamos lá por volta das 9h15. O porteiro do turno diurno era o André, 40 anos, meu amigo de longa data. A gente se conhecia desde que eu instalei o primeiro sistema de vigilância naquele prédio, há mais de 15 anos. Ele era um homem grande, forte, ombros largos de quem malha pesado, barba bem aparada, uniforme justo que marcava os músculos. Sempre foi discreto, confiável. Um bom sujeito.
Daiane desceu do carro ao meu lado. Estava vestida de forma simples, mas o corpo dela… caralho, como eu não via isso antes? Calça jeans azul escura, justa, marcando a bundinha redonda, empinada, daquelas que fazem qualquer homem olhar duas vezes. Blusinha branca básica de algodão, sem sutiã por causa do calor, deixando os biquinhos dos seios pequenos mas firmes marcados quando o ar-condicionado batia. Cabelo castanho longo solto, pele clara, rosto de menina inocente, olhos grandes castanhos. Ela era virgem. Eu tinha certeza. Nunca deixou namorado dormir em casa, sempre foi minha princesinha.
— Bom dia, André! — cumprimentei, apertando a mão dele.
— E aí, Gael! Veio com a filhota hoje? Tá crescendo, hein? — Os olhos dele percorreram o corpo da Daiane de cima a baixo, devagar, demorando nas coxas e na bunda.
Daiane sorriu tímida, sem perceber o olhar.
— Oi, tio André.
— Pois é, cara — falei. — A mãe viajou, ela não tem aula. Não quis deixar sozinha em casa. Vou subir pra reunião no 12º andar. Você consegue ficar de olho nela aqui embaixo? Não quero que ela suba e fique entediada na sala de espera.
André sorriu largo, batendo no meu ombro.
— Pode deixar comigo, amigo. Eu cuido direitinho da Daiane. Vou mostrar as câmeras de segurança, a sala de controle, explicar como funciona tudo. Ela vai ficar entretida. Fica tranquilo, vai lá resolver sua reunião. Eu trato dela como se fosse minha.
Ele piscou para mim. Eu confiei cegamente. Dei um beijo na testa da Daiane.
— Se comporta, filha. Qualquer coisa, me liga.
— Tá bom, papai.
Entrei no elevador. Foi a última vez que vi ela normal naquele dia.
(O que aconteceu nas próximas três horas eu só soube depois, com todos os detalhes sujos que Daiane despejou na minha cara. Vou contar exatamente como ela narrou, palavra por palavra, porque foi isso que quebrou minha sanidade.)
Assim que o elevador subiu, André trancou a portaria auxiliar, ligou o modo “não perturbe” no sistema e virou-se para Daiane com um sorriso que já não era mais amigável.
— Vem cá, princesinha. Senta aqui do lado do tio pra eu te mostrar como funciona o monitoramento.
A sala era pequena, cheia de telas. Daiane sentou na cadeira ao lado dele, curiosa. André começou explicando as câmeras: corredor do térreo, garagem, elevadores, cada andar. Mas sua voz estava rouca. Ele aproximava a cadeira cada vez mais, o braço roçando no dela, a perna grossa encostando na coxa dela.
Daiane ria de vez em quando com alguma piada boba dele. Uns 40 minutos se passaram. Ela começou a se remexer.
— Tio, essa cadeira é dura… minha bunda tá doendo.
André deu um tapinha na própria coxa.
— Vem pro colo do tio, então. É bem mais macio. Só pra você ficar confortável.
Daiane, inocente, sem malícia nenhuma, sentou no colo dele. Bem em cima do volume da calça. No momento em que a bundinha quente e macia pressionou a rola dele, André gemeu baixo. O pau começou a inchar imediatamente, endurecendo como pedra, virando uma barra grossa cutucando bem no meio das nádegas dela por cima da calça jeans.
Daiane sentiu algo estranho.
— Tio André… tem uma coisa dura aqui embaixo… é o cinto?
André segurou a cintura fina dela com as duas mãos grandes e fortes, impedindo que ela se levantasse.
— Não é cinto não, minha putinha… fica quietinha aí.
— Tio… me solta… isso tá me cutucando…
Ele riu baixinho, malicioso, e começou a mover o quadril devagar, esfregando a rola dura contra a fenda da bundinha dela.
— Você é tão inocente… sentou bem em cima do pau do tio e nem sabe o que é. Olha como ficou duro só de sentir essa bundinha gostosa.
Daiane tentou levantar, assustada.
— Não… por favor… eu quero descer…
André apertou mais forte, uma mão subindo por baixo da blusinha e apertando um seio virgem com força. O bico endureceu na palma calejada.
— Quietinha, vadia. Seu pai me deixou aqui pra cuidar de você. Agora você vai ser uma boa menina e deixar o tio brincar. Olha esses tetinhos… tão durinhos… nunca ninguém chupou eles, né?
— Não… tio… eu sou virgem… por favor, não faz isso… eu vou contar pro meu pai…
— Vai contar o quê? Que sentou no meu colo e molhou a calcinha? — Ele enfiou a mão dentro da calça dela, abrindo o botão e descendo o zíper com violência. Puxou a jeans até os joelhos. A calcinha branca de algodão estava com uma manchinha úmida no meio.
— Olha só… a bucetinha já tá meladinha de medo. Safadinha.
Daiane choramingava, se debatendo, mas ele era muito mais forte. Com dois dedos grossos, ele puxou a calcinha pro lado e roçou os lábios lisos, inchados.
— Por favor… tira a mão… dói…
Ele enfiou o dedo médio devagar na entradinha apertadíssima. Sentiu a resistência do hímen intacto.
— Caralho… virgem mesmo. Que tesão. Esse cabacinho vai rasgar gostoso no meu pau.
Daiane gritou quando ele forçou o dedo mais fundo, rompendo um pouco o hímen.
— Aaaai! Tira! Tá doendo!
André tirou o dedo, cheirou o sangue e o melzinho, lambeu devagar olhando nos olhos dela.
— Delícia. Agora aguenta.
Ele abriu a própria calça, tirou o pau para fora. Era enorme: 20 centímetros, grosso como o pulso dela, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo.
Daiane arregalou os olhos.
— Não… isso não vai caber… por favor…
André a levantou um pouco pela cintura, alinhou a cabeça grossa na bucetinha virgem e puxou ela para baixo com toda a força.
— AAAAAAHHH! — Daiane gritou alto, lágrimas escorrendo. O pau rasgou o hímen de uma vez, enterrando metade na buceta apertada e quente.
Sangue quente escorreu pelas coxas dela, pingando no chão.
— Porra… que bucetinha virgem deliciosa… tá me apertando como um punho… relaxa, senão vai doer mais, sua putinha.
Ele começou a meter. Devagar no começo, forçando centímetro por centímetro até enfiar tudo. Depois acelerou, estocadas fortes, as bolas batendo na bundinha.
— Ai… ai… para… tá rasgando tudo… você é muito grosso… dói muito, tio…
— Cala a boca e toma. Seu pai tá lá em cima confiando em mim e eu tô aqui arrombando a filhinha dele. Que delícia de buceta apertada. Fala: “Tio André, fode sua putinha virgem”.
— Não… eu não…
Ele deu um tapa forte na bunda.
— Fala, vadia!
— Tio André… fode sua putinha virgem… — ela soluçou.
Ele meteu por uns 20 minutos só na buceta, alternando velocidade, batendo fundo no colo do útero. Daiane gemia de dor, mas o corpo começava a trair: o clitóris inchado, lubrificação aumentando.
Depois ele tirou o pau ensanguentado.
— Agora o cuzinho.
— NÃO! Pelo amor de Deus, não no cu! Eu nunca fiz isso… vai rasgar!
André a virou de bruços sobre a mesa de monitoramento, abriu as nádegas brancas com as mãos grandes e cuspiu direto no anel virgem. Pressionou a cabeça roxa e empurrou com força.
— AAAAAAIII! TÁ RASGANDO! TIRA! TIRA POR FAVOR!
O cu cedeu com um “plop” e ele enfiou uns 12cm de uma vez. Sangue e porra misturados escorrendo.
— Que cuzinho apertado… tá mamando meu pau… aguenta, filhinha do meu amigo.
Ele socou até o talo, metendo com violência, o barulho molhado ecoando na sala. Alternava: tirava do cu e enfiava na buceta destruída, depois voltava pro cu. Dupla penetração com o mesmo pau grosso.
— Tá gostando agora, né? Sua bucetinha e seu cuzinho tão piscando pedindo mais.
Daiane, depois de quase uma hora de foda brutal, começou a gemer diferente.
— Ai… tio… mais devagar… não… mais fundo… eu tô gozando… aaaahhh!
Ela gozou pela primeira vez na vida, o corpo convulsionando, a buceta esguichando um pouco enquanto o cu apertava o pau dele como um torno.
André grunhiu e gozou fundo no cu dela: jatos grossos, quentes, enchendo o intestino virgem.
— Toma toda a porra do tio, sua vadia!
Ele tirou, enfiou na buceta e gozou o resto lá também. Depois continuou fodendo por mais uma hora e meia. Mudou de posição: de quatro no chão, ela cavalgando forçada, de lado com uma perna levantada. Gozou mais três vezes dentro dela, enchendo os dois buracos até transbordar. Deu tapas, puxou cabelo, chamou de todos os nomes: putinha, cadela virgem, filhinha pra arrombar, buraco do amigo.
Quando terminou, limpou o pau na boca dela, obrigando ela a chupar e engolir o resto.
Eu desci da reunião. André estava calmo, Daiane quieta, pernas juntas, andando devagar.
— Se comportou, André?
— Perfeitamente, amigo. Cuidei bem dela.
No carro, Daiane estava acuada, distante, mexendo na saia.
Em casa, preparei suco, sentei no sofá e puxei ela pro meu colo.
— Filha, conta pro papai. O que aconteceu?
Daiane chorou por uns minutos, depois começou a falar. E não parou. Com riqueza de detalhes absurda, voz baixa e excitada:
— Papai… quando você subiu, o tio André me fez sentar no colo dele. O pau dele ficou duro na hora, cutucando minha bunda. Ele apertou meus peitos por baixo da blusa, beliscou os bicos… depois tirou minha calça e enfiou o dedo na minha bucetinha. Doeu quando ele rompeu o hímen… sangrou muito. Ele tirou o pau enorme… era muito grosso, papai… enfiou tudo de uma vez na minha bucetinha virgem. Eu gritei tanto… ele metia forte, batendo no fundo, chamando eu de putinha do amigo dele. Falava “toma o pau que seu pai confia em mim pra te cuidar”. Eu sangrei, doeu horrores, mas depois… eu gozei, papai. Gozei apertando o pau dele.
Ela continuou, sem filtro:
— Depois ele quis o cuzinho. Cuspiu, forçou… rasgou meu cu também. Entrou tudo, meteu sem parar, alternando buceta e cu. Eu sentia a cabeça dele batendo fundo no meu intestino. Ele gozou primeiro no cu, jatos quentes enchendo tudo. Depois na buceta. Gozou quatro vezes no total. Eu gozei três vezes… no final eu pedia pra ele meter mais fundo. Ele me deu tapas na bunda, puxou meu cabelo, me fez falar que eu era a vadia dele. Me obrigou a chupar o pau sujo de sangue e porra…
Enquanto ela falava cada detalhe obsceno — o cheiro de sexo na sala, o barulho das estocadas molhadas, como a porra dele escorria dos dois buracos, como ela sentiu prazer apesar da dor —, meu pau estava latejando, duro como nunca.
— Papai… você tá duro… — ela sussurrou, sentindo.
Eu perdi completamente o controle.
— Abre as pernas, filha. Deixa o papai ver o estrago.
Daiane obedeceu, tremendo. Puxei a calcinha pro lado. A bucetinha estava inchada, vermelha, lábios abertos, vazando porra grossa branca misturada com sangue seco. O cuzinho piscava, arrombado, escorrendo sêmen.
— Caralho… que arrombada linda…
Tirei meu pau pra fora — maior que o do André, latejando — e empurrei ela no sofá.
— Papai… não… você também não…
— Cala a boca. Se o porteiro comeu, o papai vai comer melhor. Essa bucetinha e esse cuzinho agora são meus.
Alinhei e meti tudo na bucetinha destruída de uma vez.
— Aaaahhh! Papai! Tá muito grande! Tá doendo!
— Toma o pau do papai, sua putinha. Conta de novo tudo enquanto eu te fodo.
Enquanto eu socava com força selvagem, ela gemia e repetia:
— O tio André rasgou minha virgindade… meteu no cu… gozou dentro… eu gozei no pau dele… agora fode sua filha, papai… me arromba também…
Eu fodi por quase uma hora. Alternei buceta e cu, dei tapas, chupei os peitos, fiz ela gritar meu nome. No final, gozei fundo na bucetinha, enchendo com porra quente.
— Você é minha agora, Daiane. Toda minha pra foder quando eu quiser.
— Sim, papai… me usa sempre… sou sua putinha…
E assim, o que começou como um dia normal virou o pior — e o mais excitante — dia da minha vida.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (4)
Futchamp: Caralho que delícia de conto , já ouvi falar sobre isso , acontece muito por ai rsrs T futchamp111 papais etc...
Responder↴ • uid:1enlyzx2mh67Maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkMamãe Putinha: Que delícia, continua o conto, deveria chamar o amigo e fuder os dois juntos com sua filhinha
Responder↴ • uid:19mjy1ficTitio jeff: Tem filha, deve ter tesão só de pensar nisso né?
• uid:1dai5vkkv0