#Corno

Troquei o meu consolo pelo pau grosso do amigo do meu marido

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@casalperverso

Estava cansada de sentar só no consolo… então meu marido me levou pra sentar num de verdade.

Sempre fui aquele tipo de mulher que nunca faltou pica desde novinha. Já curti com vários tipos de homens diferentes. E do nada me vi casada. A pica do meu marido nunca foi o suficiente. Mesmo depois dele dar tudo de si na hora da transa, eu sentia que faltava algo a mais. Eu conversei com ele e disse que ele não estava me satisfazendo como mulher.
Ele prontamente disse que o problema fosse falta de pica, que ele iria dar um jeito.
No dia seguinte ele chegou em casa com um consolo de 22 cm. Primeiro me comeu bastante, depois colocou o consolo e eu me senti mulher novamente. Mas isso durou pouco tempo. Apesar de gozar no consolo e achar gostoso, não era a mesma coisa. Não tinha cheiro, não tinha veia latejando, não tinha a força de um homem me segurando pelo quadril.
Ele perguntou sorrindo:
— Agora tá gostando, amor?
Eu disse a verdade:
— Até tá gostoso… mas eu quero pau de verdade. Quero voltar a sentar em vários, como eu fazia antes de te conhecer.
Ele sorriu.
— Mulher minha não passa vontade.
Dois dias depois ele chegou em casa com o amigo. Um cara que eu já tinha ouvido falar. Fama de pauzudo no grupinho. Eu cumprimentei sem saber de nada. Foi só quando o meu marido falou, com aquele sorriso safado:
— Não queria um de verdade, sua putinha? Tá aí. Vê se você gosta desse.
Eu não perguntei nada. Só me aproximei.
O amigo não perdeu tempo. Passou as mãos pelo meu corpo inteiro, apertando, explorando, como se estivesse decidindo por onde ia começar. Me beijou no pescoço enquanto eu descia a mão pela bermuda dele. Quando puxei o elástico da cueca, o pau saltou pra fora. Grosso. Pesado. Uns 22 centímetros bem medidos, com a cabeça já toda babada.
Eu olhei pro meu marido e falei baixo:
— É disso que eu gosto. Não quero mais saber de consolo.
Levantei o vestido, puxei a calcinha pro lado e sentei no colo do amigo. Ele segurou minha cintura enquanto eu encaixava a cabeça. Desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir. Quando sentei até o fim, soltei um gemido alto. Bateu fundo. Fundo de verdade.
— Então era assim que você fazia antes de me conhecer?
Eu balancei a cabeça, gemendo, sem largar o pau nem por um segundo:
— Sim… olha só. Dá pra sentir ele entrando gostoso… não tem comparação com aquele consolo.
Ele só respondeu:
— Entendi. A partir de agora só pau de verdade. Agora se acaba. Quero ver tudo.
E eu me acabei.
O amigo me segurou firme pelos quadris e começou a me fazer subir e descer com força. Eu gemia alto, molhada, escorrendo nele. Cada vez que ele me puxava pra baixo, a cabeça batia fundo e eu sentia aquele choque gostoso na barriga. Meu marido ficava só olhando, de vez em quando falando baixinho:
— Isso… senta fundo. Mostra pra ele como você gosta.
Eu sentava. Sem vergonha. Sem freio. Gozei uma vez agarrada no pescoço do amigo, tremendo, e continuei. Ele estava soltando tanto pré-gozo que o pau deslizava fácil, mesmo grosso. Eu só queria mais.
Quando finalmente parei, ofegante, ainda sentada nele, olhei pro meu marido e falei a verdade:
— Tá aprovado. Agora eu quero sempre.
Ele só sorriu.
— Então vai ter.
Temos tudo gravado, pra gente assistir sempre que o tesão bater.
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Comentários (1)

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  • Fábio P: Que delícia, é maravilhoso ver o pau de um amigo enterrado na nossa mulher.

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