Somos um casal bi
Vou tentar condensar aqui minhas experiencias, já adiantando que poderá ser bem controversa.
Fui criada em uma das pequenas cidades formadas em volta de uma estação ferroviária em uma região bem fria, onde as crianças só passam a frequentar as escolas aos sete anos de idade. Desde que me lembro, sempre notei ter algo errado comigo, a começar pelo tamanho e forma de meu grelo que bem antes de eu saber o que é sexo, já ficava duro e até por causa disso, adquiri o hábito de manipula-los, o que me custou muitas broncas de minha mãe, mais tarde passei a sentir uma satisfação inexplicável ao ver as partes intimas de minhas colegas. Nos bancos escolares conheci Arthur, menino magro, baixo e extremamente inseguro de quem me tornei a única amiga. Ao contrário de mim que tive uma origem humilde, Arthur era filho único de homem mais rico da região que sempre incentivou muito a amizade entre eu e seu filho. No fim do segundo grau já com dezoito anos recebi um pedido de casamento da boca de pai de Arthur prometendo uma vida confortável e até uma vaga e o custeio do curso de medicina que sempre foi meu sonho se eu aceitasse casar com seu filho. Sem perspectiva e ainda movida pela amizade de anos aceitei. Casamo-nos e meu sobre de fato providenciou uma vaga em um universidade que jamais eu e ele conseguiríamos em decorrência da escola de ensino fraco que frequentamos. Passei a frequentar a formação médica e ele o curso de filosofia. Já achando que aquela união não seria definitiva, meus pais aconselharam-me a fazer uso de anticonceptivo desde o inicio. Passamos a morar em uma metrópole em um apartamento muito bom de dois quartos, presente de casamento de meu sogro a duas quadras do Campus. Nossa lua de mel não teve muita emoção, meu defloramento foi bem natural, já o ponto alto de nossas primeiras relações foi o sexo oral, Arthur revelou-se um esplendido chupador de buceta e eu gozava muito em sua boca, chegando a molhar os lenções a tal ponto que passamos a fazer nossos sessenta e nove no chão do banheiro e esse foi o nosso real despertar para o sexo pois em uma dessas ocasiões percebi o Arthur sofria verdadeiro choque quando um passava a língua próximo de seu cuzinho. Em uma tarde de sábado, aproveitei que ele estava deitado só de cueca com a barriga para cima, deitei-me entre suas pernas e as levantei, com o pretexto de chupar sua rola mas com a intenção de tirar minhas dúvidas, deixei o canho livre e enfiei a língua o mais fundo que pude naquele rabinho piscante e meu marido produziu o som mais sensual que eu tinha ouvido até então e passei a masturba-lo com uma das mãos e enquanto devorava seu buraquinho com a boca. Arthur se debateu e choramingou como uma putinha e produziu uma quantidade enorme de porra, ao final olhou para mim meio sem graça e eu tentei manter uma aparência de naturalidade, lambuzei meu dedo com o leite gerado por ele e passei a cutucar seu cu com meu dedo, voltando a chupeta e o fiz gozar novamente em minha boca sentindo aquele rabinho guloso morder meu dedo. Passamos a fazer nossos sessenta e nove com meu dedo todinho atolado em Arthur. Estávamos em uma ótima fase, foi quando experimentei meu primeiro anal, só senti dor no início, mas logo aprendi a me masturbar durante o anal que normalmente era precedido por uma bela chupada de Arthur. Aluguei um filme de homens se comendo, mas Arthur detestou, mas eu passei a desenvolver um gosto todo especial, o de assistir filmes de lésbica enquanto era chupada tendo grandes gozadas nessas ocasiões. Em um daqueles fins de semana que alugamos vários vídeos havia um de inversão de papeis, ficamos encantados e compramos pela internet uma cinta com vários pintos de silicone acopláveis, aguardamos a entrega com grande expectativa. Naquela primeira noite nos chupamos com uma voracidade louca e finalmente coloquei meu maridinho de quadro, enfiei o dedo em seu buraquinho guloso com bastante gel, ajoelhei atrás dele vestindo a cinta com um cacete de quinze centímetro, mirei segurando "meu pinto" e empurrei Arthur gemeu gostoso e eu tive um prazer excepcional ao ver suas mãos crisparem e provavelmente por influencia dos filmes dei um tapa em sua bunda meu "macho" passou a choramingar e eu mandei ele rebolar, não foi preciso voltar a dar a ordem, a cada tapa passou a ser uma rebolada. Nossa rotina passou a ser uma lambidinha no cuzinho dele, uma penetração com consolos de diversos tamanhos, ele gozando como um louco, seguido de uma bela chupada em minha buceta. Nesse meio tempo, já durante meu internato, conheci a Lucy, uma enfermeira dona de uma bunda e um par de seios espetaculares, nossos olhares se comiam, até que em uma noite na sala de descanso acabamos ficando sozinha e nos abraçamos, satis minha fantasia de muitos anos devorando seus seis e pela primeira vez masturbei outra mulher. Naquela noite mesmo Lucy me falou de uma boate liberal que frequentava com seu marido, onde os dois metiam muito. No meu primeiro sábado de folga, arrastei Arthur para lá onde conhecemos Fernando, o marido dela, um morenão alto, forte e dono de um belo cacete, constatando em tudo com meu marido, mas o que eu queria mesmo era poder comer minha amiga Lucy e logo após assistirmos uma belo show de um casal de strip, nos trancamos os quatro em uma das cabines e finalmente tive a oportunidade de experimentar o gosto de uma buceta, me realizei devorando a racha de Lucy que ao perceber o tamanho de meu grelo fez questão de me ensinar minha verdadeira paixão, a tesourinha e demos um verdadeiro escândalo que atraiu muitos casais para assistirem através da treliça nossa foda com gritos e gemidos lésbicos, já quase para gozar naquele desespero tesudo, vi o que torcia para ver a muito tempo, os machos masturbando um ao outro. Saímos da cabine e fomos para os respectivos banheiros para nos lavarmos, onde Lucy me informou que seu marido também era bi. Aproveitamos a noite e eu beijei vários homens e mulheres sob o olhar de meu maridinho que só não era virgem pois eu arrombava o cuzinho dele todas as noite, mas eu sabia que ele queria experimentar uma cacete de verdade e combinei uma noite erótica em nosso apartamento com Lucy e Fernando, já na quarta feira que seria a folga dela. O casal chegou com um vinho na mão sentamos os quatro no mesmo sofá de três lugares, as fêmeas no meio e os machos nas pontas, Arthur ao lado de Lucy e Fernando a meu lado. O jogo de sedução foi rápido, enquanto eu e Lucy nos beijávamos eu estiquei a mão e senti a grossura do pau de Fernando, mesmo achando a mulher nos meus braços tudo de bom, não podia perder a oportunidade de ter aquele cacetão dentro de mim e me virei colocando-me de cócoras com o vestido enrolado na cintura deixei meu marido mamando em minha amiga e engoli aquela linguiça tamanho paio com a buceta e comecei os movimentos quicando no meu ritmo chupando aquela língua grossa, fui vítima da astúcia de meu comedor, ele segurou meu quadril com as duas mãos, me levantou e quando soltou meu peso com a rola apontada para meu cuzinho que só conhecia a pau de Arthur bem menor a dor foi tão grande e inesperada que dei um berro sentindo aquela cabeçorra dilacerando o fundo do meu cu, Fernando segurou meu corpo esperando eu me recuperar e cochichou no meu ouvido: "Rebola vadia, faz esse cu piscar", exatamente o que eu falava quando comia meu marido, obedeci e em pouco tempo recebi jatos de porra no meu canal anal sob o olhar tesudo dos dois expectadores que pararam para nos ver. Fomos os quatro para o chuveiro e ali dentro do box Lucy apoio o corpo na parede de ladrilho, abriu as nádegas e pediu para eu esfregar meu grelo em seu cuzinho, novo prazer forte que eu descobrir enquanto Lucy se contorcia de prazer através da porta do box aberto eu vi meu marido com um pé em cima da tampa do vazo e finalmente sendo enrabado por outro homem enquanto masturbava o próprio cacete. Desde então conhecemos vários casais bi e vivemos uma vida de pleno prazer.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)