Ele me aceitou como filha (Parte 3)
Oi oi, estou praticamente no final da faculdade então não tive tempo para escrever
E também não estava tendo muitas ideias de como continuar
Agradeço a todos e todas que mandaram emails. Tentei responder o máximo que deu, mas foram tantos e o tempo que também não ajudava.
Novamente vou deixar meu email no final para os que quiserem mandar, mas mandem suas opiniões, o que gostariam que acontecesse, podem mandar seus fetiches e ideias malucas.
Deixo aqui meu agradecimento especial ao Natan e Oculta, que me ajudaram muito com ideias e motivação para escrever.
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A escola naquele dia foi apenas uma ocupação de tempo na minha vida, já que minha mente estava ligada ao que tinha acontecido no carro. Já tinha me tocado e chegado ao ápice sozinha antes, mas não daquela maneira, foi a primeira vez que fui tocada intimamente assim, principalmente com a boca de alguém e ainda em chegar ao orgamo.
Me senti lerda o dia todo, estava acostumada a me tocar a noite e ir dormir em seguida e como prestar atenção em algo sabendo que um homem como aquele estaria esperando…?
“É por isso que as pessoas se casam?” - Pensei comigo mesma enquanto vagava de aula em aula, de um lugar para o outro.
No intervalo sentamos próximo a quadra, estava tendo jogo de futebol dos meninos do terceiro ano, gostava de observar, para além da aparência de alguns ser agradável, ver garotos suados era interessante, alguns tiravam as camisas pontualmente e outros jogavam descalços.
Não era como se eu ficasse “secando” eles ou ficava olhando o tempo todo, no geral eram uma olhadinha rápida entre um assunto e outro, mas naquele dia, tudo me levava a pensar no meu pai.
Ver eles sem camisa me gerava o pensamento direto que agora eu tinha acesso a um corpo e eu poderia cheirar e lamber, os pés, as pernas, o pescoço, o pau…
E disso a percepção que agora eu veria um pau de verdade na minha frente, antes o que era um frio na barriga se transformou em um iceberg no corpo todo, passei o resto do tempo tensão
“Ele me chupou, tenho que chupar ele também....!”;
“Meu Deus, eu nunca vi pau pessoalmente…”
“E se eu machucar ele? E se eu não gostar?”;
“Ele com certeza vai ficar bravo se eu descobrir que não gosto de chupar um pau!?!?”
“Caralho e se eu não gosta de tudo que falei que gosto?!?!?!”
“Pq uma coisa é imaginar que gosta outra coisa é de verdade”
“E se eu descobrir que nem de homem eu gosto? Eu já quis beijar a Ana (Amiga da escola), eu posso ser lésbica e não sei”
Milhares de pensamento e paranoias das mais absurdas vieram à minha mente naqueles momentos, as duas horas que faltam depois do intervalo se transformaram em séculos.
Tentava me acalmar, lembrar que ele mesmo disse que independente do que aconteceria entre a gente ele ainda iria me considerar como filha, mas vai que ele não quer uma menina lésbica que não sabe chupar um pau como filha???
As horas passaram e na saída fiquei quase 10 minutos do outro lado da rua em frente ao ponto de ônibus pensando seriamente em mentir algo e não vê-lo agora
Ana: Seu pai não vem hoje? - Ela fala brincando chegando por trás e tocando no braço
M: Não sei se quero ir com ele hoje
A: Pq? Ele te fez algo??
Ana era a que mais sabia da história, de como tudo começou, como ele sempre me dava carona e como estava nossa relação, mas sempre omiti a parte dos meus interesses e principalmente agora com a parte sexual.
M: Não, ele tem sido o máximo, é pq não consigo falar tudo agora, mas basicamente eu contei mais sobre mim e acho que posso ter criado expectativa e to com medo, pq falei muito e talvez eu não seja exatamente o que falei, pareço maluca?
A: Parece bastante, mas é na maluquice que a gente se entende. Faz o que eu sempre faço, assim resolve logo
Ana sempre foi muito pragmática e direta, quando está em dúvida, não fica pensando mil coisas igual a mim, ela joga uma moeda e o resultado que cai ela segue.
A: Para sua sorte acabei de jogar para saber se iria ver o Luan (Ficante dela) hoje, para o azar dele, caiu coroa, vou pra casa terminar o dever de casa para amanhã
M: Não sei como você vive assim
A: Cara você vai para o ônibus, coroa vai para carro, simples e vai - Ela fala já tirando do bolso uma moeda de um real, que não parte da cara era algum esporte das olimpíadas
Estava tão incerta que nem tentei reagir ou impedir
A: Cara, viu você tem a resposta do que quer fazer
Fico meio travada
M: Acho que isso não me ajudou em nada - Olho meio seria para ela
A: Ajudou sim, agora sabe que não quer ir embora, se quisesse teria usado o acaso como motivo e atravessado a rua. Para de graça e vai ver ele, se der algum problema, pula do carro em movimento - Terminava sua fala atravessando a rua
Ana morava na direção oposta a minha, até pensei em pedir para ir para casa dela, o que aceitaria, mas dá tanta dor de cabeça voltar de lá e no fim, ela tá certa, se eu quisesse fugir, já teria ido.
Sigo para o carro, como sempre, lá estava ele, chique e todo preto, mas dessa vez com as janelas todas fechadas o que me deixou mais preocupada ainda “Ele tá bravo e não quer que eu veja o rosto de longe…”
É estranho como nossa mente nos faz pensar coisas absurdas assim
Ao entrar no carro vejo Rafa tão lindo, o carro estava imerso em seu cheiro, muito mais intenso do que eu já tinha sentido antes. Não estava mais suado, mas ao ve-lo era possivel perceber que estava encharcado de suor a não muito tempo
N: Oi, pai… - Igual quando nos vimos de manhã, estava tensa e nervosa
R: Iiih, acho que alguma coisa mudou de novo, cadê a filha abusada que vi mais cedo??
N: Fiquei tensa, desculpa, percebi várias coisinhas durante a escola…
Ele faz uma cara de preocupação, liga o carro e vai saindo
R: Posso saber que coisinhas são essas?
N: É…, percebi que eu nunca fiz nada..
R: Como assim?
N: Tipo, nada nada, com ninguém…
R: Ah, entendi, está preocupada de ser com o seu pai as primeiras experiências, não se preocupa, amor, se isso te incomoda seguimos em frente sem nada sexual, te falei que é minha filha independe do que aconteça
A resposta me deixou mais tranquila para falar
N: Obrigada, mas não é exatamente isso. É pq tudo que falei… São coisas que penso e amo imaginar, mas nunca fiz nada real, sabe…
N: Fiquei com medo de que caso eu não goste de nada que falei quando fizesse e se te decepcionar por isso por ter criado expectativas, vai que sou lésbica e não sei?!?!
R: Amor, eu vou repetir quantas vezes precisar ouvir, independe do que aconteça, você é minha filha agora, se você não gostar de nada e no final se decobrir lésbica, vou te amar do mesmo jeito, vou adorar ter uma nora e não poderia te culpar, também prefiro mulher… - Ele coloca gentilmente sua mão em cima da minha cabeça e me faz carinho - Fica tranquila bebe, vamos no seu tempo, nem mais rápido, nem mais devagar
Foi nítido em minha expressão, no rosto e no corpo, de como fiquei mais tranquila
R: Fala pra mim, o que quer fazer? Que tal a gente só conversa hoje e deixamos as brincadeiras para outra hora?
Com uma forte coragem vindo, tento expressá-la logo antes que fuja - Quero sentir o cheiro do seu suvaco de perto!! - Não foi um grito, mas também não foi em tom baixo, falei ficando vermelha em imediato, a primeira vez que falava algo tão vulgar e íntimo diretamente a outra pessoa.
N: Por favor…. - Finalizo falando baixinho, consumida pela vontade de entrar em um buraco de tanta vergonha
R: Claro, meu amor, se é isso que quer, não precisa ter vergonha, vem cá
Ele levanta o braço direito, a camisa que usava era de manga, eu não conseguia ver totalmente sua axila
N: Não, assim, não, sem camisa, por favor..?
R: Que fofa, onde estava essa educação toda antes? Minha filha só vai fazendo o que quer - Ele ri tentando aliviar a situação e dá certo, que vou relaxando
R: Mais algum pedido? Tem sinal ali na frente, eu paro e tiro a camisa rapidinho
N: Os tênis também, quero que vá dirigindo descalço
R: Seu pedido é uma ordem, amor
Ao parar no sinal parecia que eu estava sonhando, não digo só em sentido de felicidade, mas a sensação mesmo de que aquilo não era real, um homem daquele tamanho, quase o dobro da minha altura, com mais músculos do que eu tenho de idade, seguindo o que pedi sem questionar, apenas fazendo, por um motivo que antes eu via como a maior vergonha da minha vida
Meu corpo inteiro reagiu, a tensão de antes virou leveza, minha intimidade molhou ao vê-lo tirar o tênis só com o movimento dos pés, sem se baixar e logo em seguida retirando a camisa e jogando no meu colo - “Tão másculo e gostoso” - Penso comigo mesma
Em que voltou a dirigir como se nada tivesse feito, como se a coisa mais natural no mundo acontecesse e ele não estivesse ficando semi nu para uma sua filha de consideração adolescente.
O carro volta em movimento e seguimos nosso caminho
R: Bem querida? Ainda quer? - Ele levanta o braço, os músculos flexionam e os pelos se destacam - Entendo se não quiser exatamen….
Encosto diretamente meu rosto, não apenas me aproximo, mas conector, junto e grudo em minha face naquela parte do corpo que tanto desejava, que o faz ficar em silêncio, nem terminando sua frase.
A tanto tempo eu só imaginava a noite no meu quarto, com vergonha do meu próprio desejo, agora podia expressá-lo tão livremente.
O odor era forte, masculino, entendo pq as pessoas chamam de fedido, mas era tão agradável, potente, que sentia meu corpo inteiro esquentar.
Comecei com leves selinhos e passei a puxar a mais intensamente, em seguida lambidas tímidas.
“Salgado… saboroso… quente… delicioso…” - pensava comigo mesma enquanto aproveitava aquela liberdade - “É realmente bom…”
Fiquei extasiada, em silêncio aproveitando, ele não me fez recuar em momento algum, apenas me deixou lá, continuou dirigindo normalmente, não comentou, não me julgou, apenas me deixou ser eu mesma.
Meu corpo ardia, não em algo negativo, de prazer e luxúria, mas não apenas sexual, aquilo não era unicamente sexual para mim, era a realização de curiosidade de anos.
Ainda estava muito envergonhada, mas o silêncio e calma de Rafa me acolhia em ficar à vontade. Passeio com minha mão pelo seu corpo, desço e subo, passo por sua outra axila quase lhe abraçando, em seus mamilos e peitoral duros como pedra e falando em algo duro como pedra, desço com minha mão até seu volume do short, eu não tinha nenhuma referência real de penis, não sabia o que era um tamanho real ou não
Mas naquele momento tive a sensação de imensidão
Passo longos minutos, subo e desço com minha língua naquela axila máscula e saborosa, cheirava, beijava, enquanto brincava com minha mão por seu peitoral e por cima de seu volume.
Assim como na chegada da escola acabou com meu transe, o carro para e ao abrir os olhos estava perto da rua de casa.
Mesmo sabendo do tempo que passou, sinto ter sido teleportada, como se tivessem passado poucos segundos
Me afasto e encosto largada no banco, limpo meu rosto com o braço, eu estava com a face úmida, não sabia se era minha própria saliva ou suor de papai em mim.
R: Como está?
M: Realizada… - falo leve, com um sorriso bobo no rosto e admirando aquele homem imenso e sem camisa na minha frente
M: É mil vezes melhor do que eu imaginava…
R: Sou todo seu quando quiser… - Ele flexiona um pouco o braço querendo se exibir mais ainda, ao fazer isso vejo seu volume se destacar mais ainda naquela short fino
M: Você quer… - falo meio sem graça - que eu te ajude com ele ai…? - Direcionando o para seu volume totalmente em destaque
R: Não precisa, amor, o que você quer fazer agora? Temos alguns minutinhos ainda - Ele colocou os braços em volta no banco e me olhou de uma forma tão quente
M: Não sei… Queria te beijar antes de ir… mas também queria sentir o gostinho dele… - Digo sem jeito de novo referenciando seu volume
R: Fala como se uma coisa anulasse a outra
M: Pode botar ele pra fora então…?
R: Pq está com essa voz meiga e envergonhada de novo? Me deu tanta ordem agora pouco - Ele falou se aproximando de mim, ficamos a poucos centímetros um do outro, talvez menos do que 5 cm. Seu tom de voz era me desafiando e provocando
Me deixo ir pela excitação e me aproximo, lhe beijando de leve, um beijo fofo apenas com os lábios, não intenso, nem como de filmes, era leve apaixonante e tão gostoso.
Ainda de olhos fechados, eu mesma coloquei a mão dentro de seu short e, em seguida, sua cueca, puxando devagar, mas de uma vez e quase como em um salto aquilo pula para fora.
Paro o beijo e olho, ainda não sabendo se ficava assustada, impressionada, talvez feliz, mas em prazer com certeza. Nunca tinha visto um pessoalmente, não tinha a menor noção de tamanho realista para saber se aquilo era um monstro mesmo como eu senti que era.
Apenas olhando podia ter a certeza que com duas não o cobria totalmente, o short e cueca ainda tapava sua base, mas conseguia ver o quão peludo papai era em sua intimidade.
Primeiro encostei, era ao mesmo tempo duro, mas macio, o odor realmente era muito melhor do que eu imaginava. De início explorei, papai não me apressou ou pediu qualquer coisa, subia e desci ele, pegava, olhava de um lado ao outro, fiz menção de puxar um pouco a roupa para vê-lo todo, ele mesmo ao perceber abaixou o restante da roupa, ficando totalmente nu comigo no carro.
Aquele estava sendo um dia de muitas primeiras vezes, e novamente era a primeira vez que vi um homem totalmente nu na minha frente, não apenas fiquei olhando sua intimidade rígida, mas todo seu corpo era tão belo de ver e desejar.
Depois de provavelmente uns 5 ou mais minutos, terminei de explorar tudo que podia com os olhos, e a maior parte que queria com as mãos, agora faltava descobrir se eu realmente gostava de pau. Meu coração voltou a parecer que sairia pela boca com meu nervosismo.
Me abaixei e fiquei de frente para a monstruosidade que facilmente tinha o tamanho do meu rosto.
O cheiro era magnífico, nem podia descrever o quão excitante era, não era exatamente bom, agradável, era excitante, a única sensação que me provocava. Não era de ser bom ou ruim, era de me esquentar, de me provocar desejo, luxúria, vontade de ter ele, e naquele momento, te-lo era o que eu podia. Sem pressa e sem ser apressada por papai, pude com paciência entender cada uma das emoções e sensações que meu corpo gerava, até que finalmente encostar os lábios, a língua e por fim, começando pela cabeça, o colocando dentro da minha boca.
R: Ann - Ouço um leve e sonoro de papai, até me preocupo um pouco e ameaço sair no sustinho, mas ele mesmo me mantém lá, apenas com a cabeça em minha boca.
R: Fica calma e não liga pra mim, só cuidado com os dentes, fica a vontade e pode sair quando quiser - Ao terminar ele me faz um carinho no cabelo e tira mão, deixando claro que posso como eu quiser e sair quando quiser também
Obviamente minha inexperiência deu as caras, depois de colocá-lo na boca apenas aproveitei o gosto, cheiro e toda a combinação, me recostei no copo de papai e fiquei lá. Chupando, não subindo e descendo como uma profissional, apenas encostada e chupando como se tivesse um pirulito enorme na minha boca, passeando com minha língua naquele meu novo brinquedo.
Depois de não sei quanto tempo, ele me faz carinho sinalizando para levantar, entendi que nosso tempo estava acabando.
R: Desculpa te tirar, querida, mas precisa ir para casa antes que seus parentes percebam - Ele se referia às minhas tias, primas e primos que moravam na mesma rua que eu e com certeza perceberam se eu chegasse muito além da hora que costumo e minha mãe de certo ficaria sabendo disso.
M: Eu sei, eu estava gostando… - Digo felizinha por tudo que tinha me preocupado antes não ter se confirmado e eu mesma tendo gostado de tudo
R: Ficou feliz, amor, fica tranquila, fazemos só o que quiser, se amanhã não quiser mais nada disso ou quiser coisas diferentes, a gente conversa, tá bom?
M: Tá bom, papai, eu gostei muito de tudo
R: Também gostei muito - Ele iniciou a pegar sua roupa, começando a se vestir e eu já quase abrindo a porta quando o desejo me corta de novo
M: Me da sua cueca, quero ficar com ela, te devolvo amanhã - Eu estava mais confiante do que nos últimos pedidos, dessa vez falo já com a mão erguida esperando o que pedi
Ele nem questiona, já havia posto uma das pernas, retira, a separada do short da cueca e me entrega
R: Aqui princesa
Coloco na minha mochila em bolso vazio e já abria a porta para saída
R: Ou! Cadê sua educação?
M: Ah - Rio um pouco - Obrigada por tudo e pela cueca, pai
R: Isso também, mas cadê meu beijo de despedida?
Fico surpresa pelo pedido
M: Mas Rafa, eu botei a boca no seu pau, não tem nojo?
R: Que bobeira é essa de nojo e pq tá me chamando de Rafa? Perguntei, cadê meu beijo de despedida?
Faço um sorriso bobo e vou de encontro a ele, agora lhe dando um beijo de verdade, intenso, de língua, cinematográfico e demorado. Quando acabou, fiquei até sem fôlego
R: Muito bem, melhor que seja sempre assim, hein, não tô criando nenhuma menina sem educação
M: Tá bom, papai, te amo, desculpa por ter esquecido
R: Vai logo e lembra que amanhã quero ver seus cadernos, se tem feito todas as tarefas de casa, te amo folgada
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Acho que esse ficou um pouco mais longo que os outros e tenho demorado em avançar com a parte sexual pq estou montando conforme gosto de imaginar
Desculpe a demora em mandar cada parte, escrevo conforme é possível dentro da minha rotina.
Gostaria de pedir a opinião de vocês de como posso ir avançando com a história dentro do que gosto e que a maioria gostaria.
Pensei em adicionar um possível namoro da Milana com o filho do Rafa, que eventualmente descobre que a namorada transa pai e participa junto (Rafa tem dois filhos, uma da mesma idade que a Milana e outro mais velho de 20 anos)
Ou um relacimento bissexual entre Milana e a mãe com participação do Rafa.
Ou envolvimento da amiga Ana, mencionada no início desse conto, que pode tanto se transformar em um namoro ou em relacionamento de irmãs junto com o Rafa
Também pensei do Rafa ter uma namorada ou namorado adulto que a Milana se envolve em algum momento.
Também se tiverem gostando, eventualmente podemos colocar tudo junto
Gostaria da opnião de vocês, pode ser por aqui nos comentários, ou no meu email: [email protected]
Aqueles que mandarem email, por favor mande ideias já elaboradas, o que gostaram e o que não gostaram também, é chato responder um email só com “Oi, gostei do conto, podemos conversar”
Emails com envio de fotos peladas não serão respondidos, não importa como esteja, nem se é homem ou mulher, por favor não mande
Destaco para me falarem tanto do que estão gostando e gostariam de ler, quanto do que não estão gostando e do que não querem ver, isso ajuda muito.
Aos que leram até aqui, muito obrigado e até breve
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Comentários (1)
Dandan 19cm depau: eu tô curtindo eu sou um garoto BI com um relacionamento semi aberto consensual e com uma aparência um jeitinho um pouco infantilizado e eu conheci um rapaz que todas as características bate com o Rafa e amanhã vou buscar a minha namorada e ele se ofereceu pra me leva MDS que ansiedade kkkk
Responder↴ • uid:1dxvgph36pyp