#Gay #Grupal #Teen

O Segurança Dotado E O Aluninho Delicado

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Escriba-T-JC

Depois de ser arrombado pelo time de futsal, aluno novinho volta ao colégio e cai nas mãos do segurança noturno. O que será que vai acontecer com ele?

Ler o conto anterior vai te fazer entender melhor esse que segue.

*****

Muitas vezes somos movidos pelo desejo e fazemos coisas que, em uma situação normal, a gente jamais faria, ou pensaria várias vezes antes de fazer.
No conto anterior eu narrei como dei um jeito de ser fodido ferozmente pelos jogadores, dentro do vestiário da quadra do colégio.
Aqueles machos gostosos me deram a melhor experiência da minha vida, até então. Foram momentos inesquecíveis, sendo arrombado por aqueles jovens malhados e cheios de energia sexual.
Saindo do vestiário, depois do arrombamento, eu fui abordado pelo segurança, que tinha assistido a toda a seção de sexo bruto, gozou batendo uma punheta e disse que outro dia também ia querer.
Confesso que fiquei meio assustado por saber que ele tinha visto tudo o que aconteceu no vestiário. Medo de que aquilo pudesse chegar até aos ouvidos da diretoria do colégio.
Também fiquei imaginando como seria foder com aquele negão imenso e forte, na faixa dos quarenta anos, bem mais velho e experiente do que os jogadores que me arrebentaram.
O nome dele era Argemiro, mas todos o chamavam de Miro ou Mirão, devido ao tamanho dele.
Era um homem casado, tinha filhos, inclusive um da minha idade que, de vez em quando, aparecia lá na quadra para jogar com os caras que me foderam.
Fui pra minha casa sentindo o meu cuzinho aberto e muito dolorido. Passei uma pomadinha que tinha em casa, tomei um banho muito relaxante e descansei.
Fiquei sem sair de casa uns dois dias. No terceiro dia, já me sentindo recuperado, eu fui à farmácia comprar umas coisas para minha mãe. Na saída eu ouvi uma voz conhecida chamando meu nome:
— Ei moleque, espera aí. Betinho, espera aí rapaz! – Eu olhei para trás e dei de cara com o Edson, o amigo putão do Robson, que tinha me feito gozar com a vara atolada em meu rabo.
— E aí rapaz, tudo bem contigo? O que tá fazendo por aqui? – Eu perguntei, surpreso com a presença dele ali, tão perto de minha casa.
— Eu moro aqui perto, na rua de cima. Vim aqui comprar um remédio. Você sumiu, não apareceu mais lá na quadra. – Ele falou dando uma risadinha e indo em direção a uma moto que estava na lateral da farmácia.
— Como assim cara? Tem quatro dias que eu estive lá. Estava me recuperando. – Eu respondi meio envergonhado. Ele sorriu e deu uma apertada de leve no pauzão.
— Já se recuperou mesmo? O cuzinho já tá pronto pra outra? É só aparecer que a gente repete. Você tem um rabo muito gostoso. – Falou passando a língua pelos lábios e sentando no banco da moto.
— Vocês acabaram comigo. Tive que ficar de repouso para me recuperar bem. – Eu respondi, sentindo meu rosto ficar vermelho.
— Você quem procurou, moleque. A gente só te deu o que você queria muito. Vai dizer que não gostou da rolada dos manos?
— Gostei sim! Foi tudo muito bom, mas meu cuzinho ficou bem arrombado, mas já voltou ao normal. – Eu respondi, já me comportando como uma boa putinha.
— Eu sei! Você tem carinha de quem curte muito levar rola. Anota aí meu telefone. Eu estou sempre sozinho em casa toda tarde. Quero meter nesse teu rabo novamente. Me liga quando tiver afim e a gente combina. Tudo no sigilo, claro. – Ele falava, enquanto eu digitava o número dele no meu celular.
Resolvi falar com ele sobre o segurança, já que a gente estava tendo um papo legal, e ele logo me aconselhou:
— Pô moleque, o Mirão é gente boa. Ele libera várias coisas pra gente e sempre dá cobertura. Você vai ter que dar um jeito nisso, agradar o cara, nós não podemos perder o apoio dele. Você vai gostar de dar pra ele. Eu vi que você gosta de rola grande e o negão é superdotado. Pode acreditar.
— Sério cara! Eu estou preocupado com isso. Não sei como resolver. Fiquei inseguro. – Eu argumentei.
— Vai ter uns reparos no colégio nesse fim de semana e na sexta-feira vai estar bem tranquilo por lá. Aparece lá à noite, ele vai estar sozinho. Aí você dá um trato no negão e deixa ele feliz para continuar protegendo e encobrindo a gente. – Ele disse isso e piscou o olho para mim. Nos despedimos e eu fui pra casa, pensando em tudo que ouvi.
Na sexta-feira, por volta das vinte e uma horas, eu dei uma desculpa qualquer em casa e subi em direção ao colégio. Resolvi ver o que aconteceria. Precisava resolver essa pendência. Também já estava com o cuzinho necessitando de uma boa metida.
O colégio estava bem tranquilo, tudo vazio. Eu entrei e fui seguindo para a lateral do colégio, onde ficava o portão de entrada, ao lado da guarita dos seguranças. Olhei para os lados e não vi ninguém. Estava dando as costas para sair, quando ouvi o vozeirão do Miro:
— Olha quem apareceu para fazer uma visitinha a esse segurança solitário. – Ele disse sorrindo e me fazendo um aceno para entrar.
— Já estava indo embora, achei que você não estava. – Eu respondi, acanhado e sentido a mão pesada dele dando uma palmadinha em minha bunda, quando eu entrei e passei em sua frente. Nessa hora meu cuzinho piscou e eu senti um calorzinho no buraco.
— Eu estava aqui na sala ao lado, descansando e pensando na vida. Coisa boa ver você por aqui. Estou sozinho, tá tudo muito tranquilo. Veio pagar a sua dívida comigo? – Ele piscou o olho em minha direção. Eu respondi baixinho, quase gemendo:
— Você quer isso mesmo? Tem certeza que não é perigoso?
— Fica tranquilo moleque. Estamos sozinhos. É claro que eu quero. Tô na seca, meu casamento é um marasmo. Estou no maior tesão desde que te vi sendo arrombado pelos caras no vestiário. Mulher não aguenta minha rola no cu não, todas reclamam. Mas você eu tenho certeza que vai aguentar. - Ele falou isso já apertando o pauzão que estava duro, fazendo volume na calça do uniforme de segurança. Em seguida me puxou pela mão até a sala que ficava ao lado da guarita.
Assim que entramos eu já fui empurrado para o chão e fiquei de joelhos ao lado da mesa, enquanto ele abria a calça e jogava aquele instrumento de nervos em minha cara. Nessa hora eu me espantei ao ver e constatar o que o Edson havia falado. O cara realmente era um animal. Era um pau que eu só tinha visto em filmes pornôs.
— Mama, moleque! Dá um trato no pau no negão. – Ele ordenou.
— É muito grande cara! Nunca vi um deste tamanho. – Eu falei admirado e assustado.
— Por isso que a mulherada reclama e não dá o cuzinho pra mim. Mas um veadinho que aguentou quatro machos metendo no cuzinho, com certeza vai aguentar meu pauzão. - Ele disse isso e puxou minha boca em direção àquela estaca dura e preta. A cabeçona roxa brilhou com minha saliva e ele gemeu gostoso:
— Caralho, que delícia! Adoro um novinho me mamando. De vez em quando pego um aluno veadinho por aqui. Adoro um molequinho safado. Mama Putinho!
Eu fui mamando e lambendo aquele pauzão como dava, mas minha boca não conseguia engolir nem a metade daquilo tudo. Eu me esforçava bastante e arrancava muitos gemidos dele. Meu cuzinho piscava com a possibilidade de enfrentar o desafio que seria aguentar aquela vara.
— Vem cá moleque! Me deixa ver esse rabinho gostoso. - Ele falou, me levantando do chão e arrancando minha bermuda fora. Me curvou sobre a mesa, abriu as bandas de minha bundinha e meteu a língua dentro. Eu senti um choque pelo corpo e gemi.
— Ah que gostoso! Chupa meu cuzinho!
— Vou chupar e vou arrombar, moleque. Vou arrebentar o que sobrou de suas preguinhas. – Ele falava, enquanto sua língua me levava à loucura.
Ele lambeu e mordeu meu cuzinho e depois começou a pincelar a cabeçona em meu buraquinho. Qualquer pessoa que visse aquela cena diria ser impossível aquilo tudo entrar num buraquinho do tamanho do meu. Mas o tesão acaba ajudando muito nessas horas e eu estava muito excitado.
— Empina o rabo, moleque! Vou meter.
— Espera um pouquinho. – Eu me abaixei e peguei um envelope de gel no bolso de minha bermuda, tinha trazido um gelzinho especial, com um pouco de anestésico, que comprei na farmácia, no dia que encontrei o Edson Putão. Lambuzei bem o meu buraquinho e me curvei todo aberto sobre aquela mesa.
Senti a cabeçona do caralho encostar em meu buraquinho e logo ele começou a forçar a entrada. As pregas foram se afastando e, de repente, aquela cabeça imensa pulou para dentro, me causando uma dor imensa, mas suportável, devido ao gel especial. Mesmo assim eu dei um gritinho alto:
— Ah meu cu! Tá me rasgando, cara! Vai devagar. – Nessa hora ele tapou minha boca com a mão e continuou empurrando o pauzão.
— Empina o cu, putinho! Aguenta tudo dentro, veadinho gostoso e safado! – Ele falou, enquanto seu pauzão sumia dentro de mim.
Senti os pentelhos fartos roçando minha bunda e ele esperou um pouquinho, pulsando o pauzão no fundo do meu cuzinho.
Depois de um tempinho, ele puxou o pauzão quase todo pra fora e meteu novamente. Segurou minha cintura e começou a bombar.
Eu sentia meu reto todo ocupado e minhas preguinhas esticadas ao máximo. Era um misto de dor e um prazer alucinante. Cheguei a revirar os olhos, sentindo aquele cavalo negro me arrombando.
O som do seu corpo imenso se chocando contra o meu era muito gostoso e eu sentia meu pau duro e pingando, enquanto ele metia sem dó.
— Caralho, moleque! Tá gostoso demais. Tava precisando disso. Só veadinho pra aguentar uma rola como a minha, no cu. Toma no cu, putinho! – Ele bombava com força.
— Mete macho! Mete e goza dentro de mim. Não demora muito não. – Eu gemi e pedi, manhoso.
— Vou gozar no tempo certo moleque. Empina o rabo e aguenta tudo! – Ele respondeu ríspido, ainda estocando meu cuzinho.
— Isso mesmo Mirão! Mostra pra esse veadinho quem é que manda. Tá gostoso demais ver teu pauzão arrombando ele. Não te falei que ele vinha! – Eu olhei e vi o Edson putão ao nosso lado, com o pauzão pra fora, batendo uma punheta. O puto estava por lá só esperando pra me ver sendo arrombado.
— Putão! Você tá sempre aprontando, né? – Eu falei olhando para o Edson e gemendo com as estocadas do negão.
— Sempre, moleque! Veadinho tem de levar rola no cuzinho. Ainda mais um putinho como você. Tem de servir os machos. – O Sacana do Edson confirmou.
Ouvir aquilo daquele putão e sentir as metidas do Mirão, quase me fez gozar. Segurei um pouco e aguentei as estocadas. Depois de um tempinho já estava com o pauzão do Edson na garganta, enquanto o Miro me arrombava.
— Vou gozar, porra! Vou encher o cu desse putinho. – Gemeu alto o Miro, com o corpo todo suado, grudado em minhas costas.
— Dá leite no cu dele que eu dou na boquinha. – Urrou o Edson, gozando na minha garganta.
Meu pau roçando na mesa, jorrou muito leite, enquanto eu sentia a pulsação da estaca preta, no fundo do meu cuzinho.
Pouco depois eu ainda levei uma leitada do Miro no fundo da garganta. O negão estava faminto e nem abaixou direito o pau, mesmo tendo enchido meu cuzinho de leite grosso e quente.
— Já sabe, né moleque? Agora é meu protegido também. Na hora que quiser levar rola é só voltar. – Falou o Miro, passando a mão pesada e calejada em meu rosto.
— Ele vai voltar Mirão! Esse putinho gosta da coisa. – Disse o Edson saindo comigo em direção ao pátio, onde ele tinha deixado a moto.
O putão me deixou em casa e disse que queria me foder novamente em breve, lá na casa dele.

E foi assim que eu virei depósito de porra daqueles machos gostosos.

*****

Mais uma aventura para vocês.
Espero que gostem e aproveitem bastante.
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Abraços a todos!!!

Betinho 1Betinho 2Betinho 3

Comentários (1)

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  • Roberto: Puta merda, que delicia é que inveja, sonhei com isso toda minha infância e juventude mas não tive essa sorte e ainda mais com dois, coisa que nunca consegui.

    Responder↴ • uid:6stwykbgv1