#Corno #Incesto #Voyeur

Depois do feriadão parte 1 & 2

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Maquik

De volta à rotina, o assunto não saía mais da nossa cama. Sempre que transávamos, um de nós tocava no tema. Nunca conversávamos sobre isso fora do sexo — só durante. E quando falávamos, era sempre na terceira pessoa, sem citar nomes. Ela perguntava coisas como:
— Vai deixar ele meter com força?
Eu respondia no mesmo tom:
— Quero ver você sentando gostoso.
Isso apimentou demais nossa relação. O tesão em casa estava em outro nível.
Já havia passado um mês. Sabíamos que Luana estava no oitavo mês de gravidez. Foi numa noite, depois de termos fodido gostoso, que Mila teve a ideia:
— A gente podia ir visitar eles…
Eu sabia que não era só uma visita de cunhada. Ela queria ver meu irmão. Deitados na cama, exaustos, perguntei:
— Você realmente quer ir?
Ela ficou alguns segundos em silêncio, só ouvindo sua respiração. Depois respondeu:
— Sim.
Levantou da cama, sorriu pra mim e foi tomar banho.
No dia seguinte, no trabalho, recebi mensagem dela:
“Amor, falou com seu irmão?”
Fiquei pensando. Fazer com um estranho era uma coisa. Com meu irmão… era completamente diferente. Até o feriadão, eu nunca tinha imaginado isso. Respondi:
“Vou falar agora.”
Ela mandou um emoji de carinha de anjo.
Mandei mensagem pro Antônio. Ele só respondeu horas depois, dizendo que seria ótimo, que Luana ia gostar muito.
Cheguei em casa e Mila já tinha voltado da clínica. Estava só com uma camisa social minha, branca, de botão, e uma calcinha por baixo. Preparava o jantar. Abracei ela por trás, sentindo seu cheiro bom. Ela me deu um selinho e disse:
— Vai tomar banho e vem comer.
Quando voltei e sentei à mesa, ela perguntou se eu tinha falado com meu irmão. Contei o que ele respondeu. Vi um leve sorriso de canto de boca. Notei que a blusa estava com alguns botões abertos, deixando boa parte dos seios à mostra. Aquilo me deixou excitado na hora.
Depois do jantar, na sala, ela deitou do meu lado e colocou a mão no meu peito. Olhei pra ela e falei:
— Não vejo a hora de ir ver eles.
— Sério, amor? Você quer tanto assim?
— Sim, amor — respondeu, me beijando.
Sua mão desceu por dentro do meu short e apertou meu pau, que ainda estava mole. Enquanto me beijava, sussurrava:
— Quero muito, amor…
— Quer, amor? — perguntei.
— Quero, corno.
— Quer sentir ele?
— Sim… bem fundo.
Meu pau endureceu rapidinho. Coloquei a mão por dentro da camisa dela, apertando os seios. Ela gemia no meu ouvido:
— Isso…
Não demorou e ela já estava mamando. Transamos ali mesmo na sala. Mila gemia como se tivesse outro homem comendo ela, não eu. Acabei gozando na boca dela. Ela me olhou com aquela carinha de puta safada enquanto terminava de limpar meu pau com a língua.
Depois levantou, sorrindo, e foi tomar banho. Fiquei ali, ofegante no sofá, pensando em como seria aquela visita.

Parte 2

Aquela segunda-feira passou mais rápido que o normal. Na sexta, saí do trabalho às 17h, fui pra casa arrumar as coisas no carro. Mila só sairia às 18:30. Passei pra pegá-la e seguimos direto pra cidade onde meu irmão e Luana moram. A viagem durava cerca de uma hora.
Durante o trajeto tudo ia normal, conversando sobre várias coisas. Quando faltavam uns 20 minutos pra chegar, percebi que Mila ficou mais falante, claramente ansiosa. Ela colocou a mão na minha perna e começou a fazer carinho. Aos poucos o carinho foi subindo, me excitando. Ela percebeu e intensificou. Logo passou a mão por cima do meu pau. Nos olhamos e sorrimos.
Ela abriu meu short devagar. Eu me ajeitei no banco e senti sua mão quente me segurando. Não falávamos nada. Eu tentava me concentrar na estrada enquanto ela me masturbava bem devagar. Seus dedos circulavam a cabeça do pau… delícia. Ela olhava pra frente como se nada estivesse acontecendo.
Foi quando meu celular tocou. Era Luana. Como o celular estava conectado no carro, o nome apareceu no display. Nos olhamos e Mila disse:
— Atende!
Respirei fundo e atendi. Luana perguntou se já estávamos chegando. Antes que eu pudesse responder direito, Mila se inclinou e começou a chupar meu pau. Que chupada gostosa…
— Já estamos passando pelo último posto. Daqui uns 15 minutos chegamos — respondi, tentando manter a voz normal.
Luana falou que Antônio já estava assando carne e que a cerveja nossa estava esperando. Nesse momento Mila apertou meu pau e sugou com mais força. Não consegui segurar um gemido abafado.
— O que foi? — perguntou Luana.
Mila tirou o pau da boca rapidinho e respondeu:
— Foi um buraco.
Ela passou o dedo no canto da boca, olhando pra mim com cara safada. Luana ainda comentou que Mila coitada tinha saído do trabalho e já estava viajando sem comer. Mila respondeu olhando pra mim:
— Pois é… mas comi uma coisinha.
Luana riu:
— Quando chegar você come pra encher. Já vai ter carne.
Mila, com os olhos brilhando, completou:
— Com certeza. Quero algo pra me encher. Manda o Antônio assar uma calabresa.
Luana, inocente, disse que ele tinha ouvido. Mila sorriu e encerrou:
— Tá bom, até daqui a pouco.
Guardei o pau ainda duro e ela falou rindo:
— Guarda isso, cachorro. Já estamos chegando.
Chegamos e fomos recebidos por Luana com aquela barrigona e os seios bem evidentes no decote. Tive que me controlar pra não ficar olhando demais. Antônio estava no quiosque assando carne. Tivemos o momento de cumprimentos. O cheiro de churrasco tomava conta do lugar.
Mila subiu com Luana enquanto eu fiquei conversando com meu irmão. Um tempo depois Luana voltou sem Mila e disse que ela tinha ido tomar banho. Enquanto conversávamos sobre o nascimento próximo do bebê, Mila apareceu. Estava com uma saia jeans e uma blusa leve de tecido fino, com um decote sutil, mas que deixava os seios quase saltando a qualquer movimento.
Percebi os olhos de Antônio seguindo ela. Enquanto Luana falava comigo, Mila foi pegar uma cerveja e depois um copo no armário. Ficou na ponta dos pés e a saia subiu, mostrando a polpa da bunda. Antônio teve uma visão bem melhor que a minha, com certeza.
Sentamos e ficamos conversando até tarde. Durante toda a noite, peguei Antônio olhando várias vezes pra ela. Mila estava relaxada, mudando de posição de forma discreta, provocando de um jeito natural que Luana não percebia.
Num momento em que só estávamos eu, ela e Luana, Mila cruzou as pernas devagar. Fiquei curioso e mandei uma mensagem:
“Tá sem calcinha?”
Demorou um pouco até ela ver. Respondeu:
“rsrsrs adivinha?”
“Fala, amor!”
“Se quiser saber, pergunta a ele rsrsrs”
Senti um frio na barriga. Respondi:
“Como assim?”
“Deixa a Luana sair rsrsrs!”
O frio só aumentou. Respondi alertando pra ela não aprontar. Ela mandou:
“Relaxa amorzinho, sei me comportar rsrsrs”
Depois disso fiquei só observando. A conversa fluía, com risadas. Luana foi ao banheiro. Mila veio pro meu lado perguntando sobre a carne. De repente deixou o garfo cair e abaixou pra pegar. Eu nem precisei olhar pra trás — sabia que Antônio estava olhando. Quando ela levantou, sorriu pra mim e disse baixinho:
— Agora tira sua dúvida com ele.
Voltou pra mesa. Antônio mexia no celular, claramente disfarçando. Luana voltou e continuamos conversando.
Saí até o banheiro e mandei mensagem pra ela:
“Vc é puta demais. Tá doida? E se a Luana tivesse voltado?”
Voltei pra mesa. Não demorou e vi ela olhando o celular, rindo discretamente. Depois disse que ia colocar o celular pra carregar.
Fiquei conversando com Luana e Antônio, pensando: mesmo depois do que ela fez, ele agia naturalmente com os dois. Ele sabia se ela estava sem calcinha ou não… e eu não, caralho.
Foi quando Mila mandou outra mensagem:……

Comentários (2)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Mente aberta: Incrível, quero continuação

    Responder↴ • uid:8effb9rk0b
  • Safado: Mulher de corno manso é outro nível.

    Responder↴ • uid:1v7e0gqk