Sendo estuprada pelo meu pai até ficar destruída
Fui estuprada pelo meu pai até ficar destruída e acabei ficando viciada em sexo.
Oi, me chamo Bruna. Minha infância foi bem difícil. Desde nova, me acostumei com meus pais brigando, meu pai batendo na minha mãe, minha mãe o xingando, traindo etc. Eu morava em uma cidade no interior de São Paulo, nossa situação financeira era boa, mas nada dava certo em casa. Por conta disso, acabei crescendo em um ambiente hostil, nunca tive muitos amigos e os amigos que tinham eram normalmente bem mais novos que eu. Aos meus 15 anos, dois meses depois do meu aniversário, minha vida mudou. Minha mãe brigou muito feio com meu pai, deu até polícia. No final, tive apenas duas escolhas: ou eu vivia com meu pai, ou vivia com minha mãe. Com minha mãe, eu teria que morar na casa da minha vó que eu odiava, além de aguentar ordens, não ter liberdade, privacidade etc (já que assim era minha mãe). Com meu pai, eu teria liberdade e uma condição financeira boa, porém, tinha vezes que ele me tratava como um objeto até dentro de casa. Eu era uma adolescente reprimida, então, era acostumada a cuidar de casa e obedecer ordens. No final, acabei ficando com meu pai e fomos morar na cidade vizinha perto da família dele. Meu dia a dia passou a ser ir na escola de manhã, chegar em casa, arrumar a casa e ficar de boa fazendo o que eu quisesse, já que meu pai trabalhava de tarde até a noite. Durante um ano, minha vida estava boa, consegui comer melhor, me arrumar melhor, ter sossego. As vezes meu pai levava algumas mulheres em casa, mas eu apenas fingia que elas não existiam. Conforme o tempo foi passando, o tratamento dele que comigo sempre foi rígido passou a ser ainda mais. As minhas obrigações passaram a ser como uma empregada, tudo que ele mandava eu tinha que obedecer. As vezes, quando ele chegava bêbado em casa, ficava agressivo e era ainda mais exigente, tinha vezes que eu tinha que sair a noite sozinha na rua para buscar pizza para ele comer. Tirando isso, eu vivia normalmente.
A partir do segundo ano, prestes a completar 17, quando estava quase começando a namorar, meu pai que antes me tratava como uma empregada, agora começou a me tratar como um objeto. Eram minhas férias, por azar, caiu junto com as dele. Ao invés dele me liberar, me proibiu totalmente eu sair de casa pra ir na casa de alguma amiga, cortou meu namoro antes mesmo de começar, começou a me colocar de castigo toda vez que pedia algo para ele, e com o tempo fui ficando cada vez mais brava, até que um dia, entrei em uma discussão séria com meu pai e que após isso, mudaria minha vida para sempre. Tudo começou quando eu xinguei ele por ele ter me proibido de sair de novo. Comecei a xingar ele, gritar e fazer um escândalo. Ele praticamente não falou nada, só ficou quieto ouvindo tudo que eu falava. Quando vi que ele não estava se importando, acabei passando dos limites. Gritando, eu disse:
— Eu não sou um brinquedo, não sou as putas que você traz pra comer aqui em casa não.
Foi então que ele falou "Ah, é? Agora você vai ver quem vai ser minha puta".
Ele começou a vir para cima de mim, me agarrou pelos braços. Eu comecei a gritar, perguntando se ele estava ficando louco, ele logo me silenciou com um soco na cara. Quando eu fiquei atordoada, ele me pegou pelo meu braço e foi me levando para o meu quarto. Eu tentava me soltar, mas nem tinha chances. Meu pai era um homem alto, chegava nos 1.90 de altura e era muito forte. Ele me jogou na minha cama com tudo, como se eu fosse uma boneca e trancou a porta do quarto. Eu via o pau dele marcando no short enquanto ele tirava minha roupa, era grande, talvez duas vezes maior que o maior pau que eu já tinha aguentado. Quando vi, entrei em desespero. Pelada, ele me agarrou pela cintura e me colocou de quatro.
— P-Pai, por favor, não faz isso. Por favor, eu imploro.
Eu vi ele abaixando o short e tirando a camisa. O pau dele apontava com tudo para minha direção. Era grande, realmente grande, talvez o maior que já vi em toda minha vida, pelo menos pessoalmente. Ele começou a chupar minha buceta e me dedar. Passava a mão no meu corpo, apertava meus peitos, sentia meu cheiro. Por algum motivo, eu não conseguia me mexer, só aceitava tudo que estava acontecendo calada. Quanto mais ele se divertia com meu corpo, mais eu me sentia pressionada. Quando ele começou a meter em mim, entrei em desespero. A pressão que antes era grande, agora estava insuportável. O pau dele batia no colo do meu útero e me machucava. O pau dele além de grande era muito grosso, a cada metida parecia que eu ia vomitar, minha pressão caia e minha visão ficava turva. Tive que me apoiar na cama, não tinha dado 30 segundos de penetração e eu já não estava mais em condições de aguentar aquilo. O pau dele ia me destruindo, minha buceta estava sendo arrombada e eu não conseguia nem me mexer. Quando ele aumentou a velocidade, entrei em desespero. Eu, que só gemia e aguentava calada, agora implorava para ele parar.
— Para pai, para por favor! Tá doendo, tá doendo muito, eu não aguento mais!
Como ele iria parar? Ele estava me estuprando. Não tinha dado nem um minuto, ele não estava nem perto de gozar. Ele só se mantinha em silêncio enquanto destruía meu interior. A esse ponto eu já estava agarrando meu travesseiro e abafando meus próprios gritos de dor. Quando ele pegou minha perna e me virou com tudo, fiquei frente a frente com ele. Ele me olhava com um olhar de desprezo, como se eu fosse apenas um objeto. Ele pegou minhas pernas, colocou no ombro dele e me arrastou para perto do final da cama. Ele me colocou em uma posição parecida com a "catapulta", era desconfortável para mim que nunca tinha ficado daquele jeito, meu interior doía, quando ele deu a primeira estocada, vi estrelas, foi como se eu tivesse tomado uma marretada no crânio. Fiquei tonta, lerda, minha mente apagou, permaneci naquele estado de transe entre consciente e inconsciente, ainda conseguia sentir tudo, mas era como se eu estivesse extremamente drogada. Uma sensação bizarra, inexplicável. Tive que aguentar tudo calada, não conseguia nem raciocinar direito. Pela primeira vez tinha experimentado a sensação de ficar burra na pica. Passei o resto do tempo em transe, só gemendo no pau dele como se eu fosse um brinquedo. Voltei a raciocinar quando ele já tinha gozado duas vezes dentro de mim e me deixado largada na cama. Meu interior doía como se eu tivesse parido um filho. Minha bunda ardia de tanto tapa que levei. Conforme eu respirava ia saindo esperma da minha buceta. Ele tinha me destruído de verdade, a tal ponto que eu fiquei largada na cama pelo resto da noite. Ele nem deu mais as caras. Fiquei naquela situação até o sono vir, dormi pelada e arrombada e nem percebi. Quando acordei no dia seguinte, uma dor de cabeça enorme tomava conta de mim, como se eu estivesse de ressaca. Levantei da cama e minha buceta estava muito dolorida. Só de mexer as pernas já dava um tranco e um choque ruim, eu tinha que ir com calma. Sem pressa, totalmente pelada, mancando, saí do quarto, fui andando, passei pela cozinha, quando estava perto da porta, dei de cara com ele, pelado e com uma garrafa de vodka na mão.
— Onde você vai, Bruna?
— S-Sai de perto de mim. - Respondi.
— Dá meia volta. Quero te comer. - Disse ele.
— Sai de perto de mim, por favor, fica longe. - Continuei.
Ele agarrou meu braço e eu gritei "Saii" bem alto. Ele me deu um tapa na boca e foi me arrastando para o meu quarto novamente. Eu comecei a chorar, ele me jogou na cama e ele começou a me estuprar novamente. Dessa vez, a dor somada com a dor do dia anterior me fizeram desmaiar no processo. Meu pai me acordou na base dos tapas, dizendo que eu ia ter que aguentar tudo e não era pra eu fugir desmaiando. Dessa vez, ele pegou para me destruir de vez. Foram duas horas seguidas levando pica. Em muitos momentos cheguei a achar que meu corpo estava desistindo e eu ia morrer. Quando ele finalmente gozou pela última vez, eu já nem gemia mais de dor, apenas ouvia o barulho da cama se mexendo e meu pai gemendo. Quando terminou, ele me pegou e me jogou em baixo do chuveiro. Começou a lavar meu corpo, eu estava toda mole, só conseguia sentir ele tocando no meu corpo de lá pra cá. Quando acabou, me enxugou e me levou para o quarto dele, já que o meu estava inteiramente sujo de porra e suor. Ele levou comida para mim, mas eu não consegui comer. Já estava em um estado deplorável, ia levar um bom tempo para me recuperar do trauma. De tarde, meu pai se sentou na minha frente e começou a conversar comigo. Disse que não queria ter feito aquilo, que ficou com raiva e acabou sendo extremo demais, pediu desculpas, mas naquele ponto ele já tinha me quebrado a um nível que não tinha mais conserto. Passou 30 minutos, e pela última vez, tentou se desculpar. Quando eu não perdoei ele pela última vez, ele viu que não tinha mais volta e passou a me tratar realmente como um brinquedo. Ele passou a noite toda quieto fora do quarto, enquanto eu dormia na cama dele. De repente, acordo meio tonta com uma coisa gelada na minha bunda. Aos poucos fui retomando a consciência, quando acordei, meus braços estavam amarrados para trás, eu estava de barriga para baixo na cama com a bunda empinada. Quando ele percebeu que eu acordei, passou um pano na minha boca e começou a dedar meu cu. Eu nunca tinha dado o cu antes, estava gelado, eu olhava de relance e ele não economizava no lubrificante. Ele preparou bastante meu cu antes de começar a meter, mas não serviu de nada. O pau dele era monstruoso, para terem ideia, quando ele metia na minha buceta, batia no colo do meu útero e nem metade do pau dele entrava por completo. Quando ele foi enfiando sem parar, sem dó e com força, foi abrindo meu cu e não parava de entrar. Quando vi, ele estava metendo. Não deu nem tempo para eu me acostumar. Não tinha entrado inteiro ainda e mesmo assim meu corpo já tinha começado a soltar espasmos e eu começado a me debater. Quando senti as bolas dele batendo na minha bunda nas metidas dele, soube que havia entrado tudo. Eu, magrela da bunda pequena não podia nem sonhar em aguentar aquilo. Dito e feito, ele tirou o pau com tudo e meteu de uma vez só e de repente, ouvi um barulho forte como se meu corpo tivesse dado algum sinal. Realmente deu, o trauma foi tão forte que eu parei de sentir tudo e comecei a vibrar nas estocadas dele. Talvez meu cérebro estivesse lutando para meu corpo não falhar, mas sei que, naquele momento, eu senti um tesão tão enorme que comecei a me tremer e minha buceta começou a pingar. Foi então que eu conheci na pele, o que muitos estudos se referem como "síndrome de estocolmo". Meu pai demorou um pouco para perceber, mas quando olhou para baixo, minha cama estava molhada e então viu minha buceta pingando. Rapidamente ele tirou o pano da minha boca e tirou a corda de mim, e começou a me fuder enquanto ele estimulava meu clitóris. Não demorou muito e pela primeira vez, eu gozei levando pica no cu, e essa pica era do meu pai. Agora, com meu corpo dando respostas definitivas de que eu estava gostando, passamos a noite toda transando. Começamos a transar tão freneticamente que o tempo foi passando e eu fui vendo pela janela o dia amanhecer. Meu pai já tinha gozado mais de cinco vezes. Eu já estava quase desmaiando de exaustão e meu pai ainda metia em mim. Eu nem vi a última vez que ele gozou, já tinha apagado. Acordei no dia seguinte, mas dessa vez, sem capacidade de levantar. Sentia uma sede enorme, uma vontade gigante de urinar e não conseguia ter forças para me impulsionar para frente. Comecei a cutucar meu pai desesperada, ele acordou assustado e me levou ao banheiro. Me deu banho, comida, água, me ajudou a ficar de pé, me deu remédios para dor, estava sendo atencioso demais, nem parecia meu pai, ele me tratava como uma princesa. Passei dois dias inteiro deitada na cama em recuperação. Pedi várias vezes para meu pai me levar ao médico mas ele não quis. Tive dificuldade extrema para andar direito, defecar, urinar, fazer minhas coisas sozinha, para tudo precisava da ajuda do meu pai. Meu corpo foi se recuperando ao longo da semana, e no dia que completou uma semana certinho desde o primeiro ocorrido, enquanto eu tomava banho, meu pai entrou no banheiro pelado e lá mesmo começou a me fuder, mas antes de começar a me penetrar, disse algo que ficou na minha mente para sempre:
— A partir de hoje você é minha puta. Se comporte como minha puta, se vista como minha puta. Não terá namorados, sou eu quem você vai amar. - E em seguida, começou a me comer.
Meu corpo, agora acostumado, conseguiu aguentar o ritmo dele com poucas dificuldades. A partir daquele dia, nossa relação mudou. Antes eu era uma empregada, agora, eu era uma escrava. Na nossa casa, eu comecei a ser obrigada a seguir algumas regras. Regras definidas por ele, enquanto eu estivesse em casa eu não poderia vestir uma peça de roupa, nem mesmo uma calcinha, mesmo se estivesse frio; Sempre que ele quisesse, não importava o que eu estaria fazendo na hora, eu teria que largar e transar com ele; Anal era um dia sim, um dia não; Eu não podia sair de casa enquanto ele estivesse lá. E claro, o básico, eu tinha que obedecer todas as ordens dele. Em poucas semanas, fui me adaptando ao ritmo extremo dele, e no final das minhas férias já conseguia levar pica no cu sem lubrificante e sem chorar. Aos poucos, ele foi introduzindo alguns amigos pervertidos dele na minha rotina. Claro, não eram nada comparados a ele, mas era comum festas na minha casa onde ele bebia com 4/5 amigos e eu tinha que ficar pelada o tempo todo. Durante algum dos nossos momentos, meu pai me revelou que minha mãe se separou dele porque ele estuprou ela. Claro, meu pai era um pervertido maluco, quando ele falou aquilo nem me impressionei, mas tudo fazia sentido. Porém, nada mais importava, já que minha vida era praticamente fazer sexo com meu pai, servir os amigos dele, obedecer e ser a escravinha dele. Passei dos meus quase 17 até meus 23 anos sendo a esposa dele, mas infelizmente ele foi assassinado. O que ele me deixou foi uma tristeza enorme, um tesão gigante, desejos sexuais extremos que ele enfiou na minha cabeça (masoquismo, submissão, etc) e alguns amigos que amam brincar com meu corpo. Atualmente tenho 25, transo pelo menos duas vezes por dia todos os dias, sou sustentada pelos quase 10 amigos do meu pai que acabaram viciando em me comer. Vivo minha vida prazerosa e feliz, e hoje, finalmente tive coragem para postar o relato da minha vida, que muitos podem achar pesado, mas que pra mim, foi incrível (e se eu pudesse voltar, faria tudo novamente).
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Comentários (1)
Dom Klaus: Excelente. Único propósito de uma mulher é dar prazer ao Homem. Não importa quem seja, quanto mais cedo começar o seu dever em nos satisfazer, melhor é. Você existe apenas para ser usada, abusada, estuprada até sentir os buracos arrombados vazando leite de macho, enquanto sente a buceta molhada cheia de desejos, ficando excitada só de imaginar em cumprir seu dever como uma boa puta sedenta. Somente assim terá algum valor!
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