Meu primeiro emprego: Perdi o cabaço no dia do meu aniversário
...no momento que a cabeça acerta meu botão, eu não aguento, solto um gemido mais forte, e começo a gozar.
Olá pessoal, me chamo Marcos, sou mulato, e hoje tenho 62 anos, casado, com filhos. Vou contar duas historinhas que rolaram, quando arrumei meu primeiro emprego. Espero que gostem...e comentem...
Comecei a trabalhar em janeiro de 1978, meu irmão mais velho arrumou esse emprego.
A fábrica era pequena, dividida em duas unidades, distantes uns 300m uma da outra, na mesma rua. Lá, trabalhavam, umas cinquenta pessoas, quase todas garotas jovens, com idades entre 17 e 22 anos. Um casal de idosos era o dono, o filho mais velho deles, Ricardo trabalhava no escritório, e o mais novo, Roberto, era o faz nada, chegava no local e ficava enchendo o saco de todo mundo, dando em cima de algumas garotas, que não davam bola para ele.
Os funcionários mais velhos eram: Alberto, o encarregado geral, que tinha 29 anos; Geninho, impressor de silk-screen screen, que tinha 34 anos; Paulo, motorista de 28 anos, e o Arnaldo, que trabalhava numa máquina grande, ele tinha 35 anos.
Meu irmão tinha 17, e o Ailton, 16 anos, eles trabalhavam na outra unidade da fábrica, junto com o Arnaldo.
No setor que eu trabalhava, além das garotas, ainda tinha o Agnaldo, irmão do Ailton, ele tinha 14 anos.
O local onde eu ficava, era esquisito, o terreno era comprido, uns 50m, tinha uma casa na frente, onde funcionava parte da fábrica, tinha uma casa no meio, alugada para uma familia, que nada tinha a ver com a fábrica, e ao fundo, um galpão, onde funcionava a impressão de silk-screen da fábrica.
Bem, com um mês de trabalho, saiu uma pessoa do silk-screen, e eu fui deslocado para lá. E foi lá que tudo começou.
Com quinze dias nesse setor, Geninho me chamou para a sala escura, dizendo que ia me ensinar a montar as telas de impressão. Era uma quarta feira. Não esqueço esse dia, por alguns detalhes: a mulher que morava na casa alugada, lavava roupas no tanque toda segunda e quarta; e os guardanapos e outros panos leves, na sexta.
O tanque ficava no fundo do quintal, próximo ao galpão. A porta dessa sala escura, ficava fechada, mas tinha uma pequena fresta embaixo, e dava de frente a esse tanque. Geninho montou a tela, depois se deitou num papelão, e ficou olhando a mulher, que estava sempre de saia, lavar roupa.
Um tempo depois ele se levantou, e falou:
_Vai lá...dá uma olhada...
Fui, e fiquei impressionado, dependendo do movimento da mulher, dava para ver até a curvinha da bunda. Meu pau ficou duro na hora. Quem é dessa época, sabe bem como era raro ver essas partes da mulher, praticamente era só na praia ou em filmes kkk.
_Na sexta ela vem á tarde, lavar uns paninhos. Já tô deixando essa tela para sexta. Disse Geninho.
Na sexta á tarde, voltamos para a salinha.
_Vai lá...vai vendo enquanto eu monto aqui. Falou.
Deitei já de pau duro, e fiquei observando a mulher lavar os panos.
Tô ali todo distraído, e o Geninho vem e se deita atrás de mim.
_Ei. Resmunguei.
_Xiiiuuuu. Quer que ela escute a gente. Deixa eu ver também. Falou baixinho.
Meio incomodado, me viro para a fresta e volto a olhar. Geninho encosta sua barba no meu pescoço, e sinto sua respiração quente no meu ouvido. Sentí um calafrio.
_Não dá para nós dois ficarmos aqui. Falei.
_Vai...fica quieto...dá sim...
Mesmo sentindo uns arrepios, voltei a olhar pela fresta. Só que aí, ele abusou, ele se aproximou mais de mim, e me fez sentir o seu pau duro cutucar minha bunda.
Nessa hora, meu corpo arrepiou todo, cheguei à estremecer. Confuso com medo do que estava sentindo, resolvi sair dali.
_Vou sair. Falei.
_Não...espera mais um pouco. Disse ele, segurando minha cintura.
Ele aproveitou minha indecisão, e avançou, deslizou sua mão que estava na minha cintura, e a levou até meu pau, que estava durissimo, e ficou levemente massageando, sobre a calça.
Confuso, e gostando daquela "massagem" fiquei.
Me vendo sem reação, ele abaixou o zíper, colocou meu pau para fora, e iniciou uma punheta.
Ahh...estava muito gostoso para pedir para parar. Nem mesmo quando seu corpo literalmente colou no meu, e seu pau duro ficou pressionando minha bunda.
Acabei soltando meus primeiros gemidos, e ele deu a tacada final. Geninho abriu o botão da minha calça, e a puxou para baixo. Sua mão massageia minhas bolas, e em seguida volta a me punhetar. Demorei para notar que algo quentinho repousava na minha bunda. Joguei minha mão para trás, e notei que ele também estava com a calça arriada, era o seu pinto que aquecia minha bundinha. Gemendo de tesão, sentindo várias sensações, não tive forças para intervir.
Mais à vontade, Geninho segura firme meu pinto, e segue na punheta. Ele se remexe atrás de mim, ajeita melhor o corpo, e deixa a cabeça do seu pau, bem no meio do meu reguinho.
Geninho acelera na punheta, no mesmo instante em que a cabeça do seu pinto cutuca, e invade meu reguinho. Meu corpo estremece, e no momento que a cabeça acerta meu botão, eu não aguento, solto um gemido mais forte, e começo a gozar....ahhh...gozei muito...nunca tinha gozado tão gostoso assim...
Momentaneamente sem noção do que estava acontecendo, extasiado pela bela gozada, demorei para perceber que Geninho forçava a rola na minha portinha, dava para sentir que meu cuzinho estava melecado, devia ser do seu pré gozo.
_Ahhh...é melhor parar por aqui. Falei.
Me desvencilhei dele, e me levantei, mas não consegui subir minha calça, Geninho também se levantou rapidamente, e me abraçou por trás.
_Ah...vamos continuar mais um pouquinho...
Eu estava meio confuso, atordoado, extasiado, não conseguia entender porque estava gostando daquilo, achava aquilo errado, não podia continuar. Sem muita convicção, tentei resistir.
_Não Geninho...por favor, é melhor parar...eu nunca fiz essas coisas...meu irmão trabalha aqui, ele pode ficar sabendo...eu ainda estou na experiência, posso me complicar...
Ele prensou meu corpo contra a bancada, roçou a barba no meu pescoço, me descontrolando ainda mais, e falou quase que ao meu ouvido:
_Seu irmão não precisa saber...e vou te falar uma coisa...o Alberto pediu para eu avaliar o final da sua experiência...
_Sério???
_Tô falando...
Fiquei mais confuso ainda, e sem saber o que fazer, mas Geninho não esperou respostas ou mais argumentos, sua rola toca meu cuzinho, e ele pressiona. Meu pau volta a ficar duro.
Se passavam muitas coisas na minha cabeça, zonzo, não raciocinava direito, e sem saber se estava fazendo a coisa certa, falei:
_É você mesmo que vai me avaliar?
_É...já falei...o Alberto me pediu...
Insisti com uma nova pergunta:
_Jura que não conta para ninguém?
_Claro Marquinhos...é só nós dois aqui...
Mesmo inseguro, me desfiz da calça que já estava nos tornozelos, e abri as pernas.
_Caralho...seu cuzinho é bem apertadinho. Disse ele.
_Eu nunca fiz isso...
_Peraí...já sei...
Geninho esticou o braço, e pegou uma latinha de óleo singer, lambuzou a cabeça da rola, e ficou pincelando no meu cuzinho.
Depois de me deixar com o cuzinho todo lambuzado, ele volta a se encaixar, e para meu desespero, também volta a forçar meu anelzinho.
Foi estranho sentir meu buraquinho se abrindo, até que a cabeça passou.
_Ai...ai...tá doendo. Falei baixinho.
_Ahh...a primeira vez é assim mesmo...calma...
Ele ainda falou para eu empinar mais a bundinha, que entrava mais fácil. Obedeci, e a cabeça da rola foi abrindo caminho, até seus 19cm se alojar inteirinho dentro de mim.
Geninho deixou a rola enterrada, e foi abrindo minha camisa, depois, passou a massagear meus peitinhos, que ficaram durinhos. Ao mesmo tempo, ele beijava e passava a barba no meu pescoço. Eu me estremecia todo, acabei relaxando, e a dor foi diminuindo.
Com as mãos nos meus peitinhos, e beijando meu pescoço, ele tira quase toda a rola, e lentamente volta a enfiar. Quando as bolas colam na minha bunda, solto um gemidinho, e não era de dor.
Lentamente, Geninho repete esse movimento várias vezes, até que começa a acelerar. Meu cuzinho ardia um pouco, mas o tesão era maior, era muito gostoso.
Alguns minutos depois, ele já está babando no meu pescoço, e sua respiração vai ficando ofegante.
_Ahhh...tá gostoso demais...vou gozaaaaarrrr...
Quando eu sinto os primeiros jatos, quentinhos, sendo depositados no fundo do meu canal, acabo explodindo também, e gozo desenfreado, estremecendo meu corpo, como se rebolasse no pau dele.
Alisando minha bunda, e elogiando nossa foda, ele ficou grudadinho comigo, até seu pinto parar de pulsar dentro de mim, aí então, Geninho tirou da minha bunda.
Parecia que eu tinha ficado oco por dentro, e na hora da limpeza, muita porra misturada com sangue.
Enquanto colocava a roupa, bateu um arrependimento, mas não tinha mais o que fazer, apenas fiquei em silêncio. Geninho percebeu que eu fiquei mais quieto, mas não comentou, agiu como se nada tivesse acontecido. Terminamos a tela, e voltamos para a sala normal. Juliana, a garota que trabalhava com a gente, tinha arrumado todo o ambiente, já estava na hora de ir embora.
Juliana e Geninho, saiam dali mesmo, eu tinha que me trocar na unidade em que meu irmão trabalhava. Fiquei todo envergonhado assim que o vi.
Na volta para casa, meu irmão notou meu silêncio.
_Tá assim porque? Só porque tá ficando mais velho hoje? Me perguntou.
Esse é um outro detalhe pelo qual não esqueço o fato, ele ocorreu bem no dia do meu aniversário, no dia em que completava 14 anos.
_Não...nada a ver...só tô cansado...agora com trabalho e escola, tá puxado. Falei todo envergonhado, sem olhar no rosto dele.
_É maninho, vai se acostumando, que só vai piorar kkk...
Naquela noite, fiquei disperso na aula, o que tinha feito, não saía da minha cabeça.
O que estava me incomodando, não era só porquê eu tinha dado o cú...era porquê eu tinha gostado. Eu tinha gostado de dar o cú, esse era o motivo da minha vergonha.
Passei o fim de semana todo, remoendo esse assunto, e resolvi que não iria fazer mais. Mesmo tendo gostado, não ia fazer mais. Se Geninho viesse com conversinha para o meu lado, iria dizer não, e me afastaria dele. Tinha que ser firme...era isso.
Segunda feira, tudo corria normal no serviço, até que Alberto entrou no galpão.
_E aí Geninho...como está o garoto aí?
_O chefe...o moleque é bom, trabalha bem, é obediente, já tô ensinando ele a montar telas...
_Que bom...olha, esse pedido chegou hoje, cliente novo, dá uma prioridade nele, tenta começar amanhã...
_Pode deixar...eu dou um jeito...
Alberto foi embora, terminamos a impressão da manhã, e fomos almoçar.
No retorno do almoço, Geninho falou:
_Ó...a Juliana vai ficar tirando as folhas impressas do varal, e depois vai preparar o esquema para as de amanhã, e nós, vamos montar essa tela que o chefe trouxe...é o serviço de amanhã. Nós vamos montar, não...você vai montar...quero ver se já aprendeu...vamos lá...
Ao entrar na salinha escura, sentí calafrios, mas me mantive firme nos pensamentos. Peguei o fotolito, a tela, e iniciei a montagem.
Assim que terminei a montagem, Geninho se aproximou, chegando a se encostar na lateral do meu corpo.
_É isso aí...parabéns. Falou.
_Obrigado. Falei dando um sorriso.
_Que sorriso lindo...você viu que eu te elogiei pro chefe?
_Unhum...obrigado...
_Obrigado Marquinhos? Ah pára...você pode me dar mais do que só um "obrigado". Disse ele, já me abraçando por trás.
Seu pau duro colado na minha bunda, fez meu corpo arrepiar, e acabei ficando sem reação. Suas mãos sobem até meus peitinhos, e sua barba, roça minha nuca.
_O quê você acha de me dar aquele agrado? Falou quase ao meu ouvido.
Descobri que quando estimulado, meus desejos se afloram de uma forma que eu perco o controle do meu corpo.
Esqueci as minhas promessas, e sem nenhum constrangimento, joguei meu corpo para trás, e dei uma reboladinha no pau dele. Pronto...foi o suficiente, minhas roupas foram arrancadas. Sim, isso mesmo, fiquei peladinho na salinha escura. Geninho também tirou tudinho, lambuzou o pau com o óleo, e meteu sem dó no meu cuzinho. Doeu bem menos dessa vez.
Como dois animais no cio, fomos parar no chão, sobre o papelão.
Beijos, sussurros, carícias...sobre o papelão, fizemos de tudo, transamos de todos os jeitos possíveis, cheguei a cavalgar nele, mas foi de quatro, que chegamos ao orgasmo. Gozei ao sentir seu líquido me invadindo.
Demos uma pausa, e depois, a pedido dele, chupei sua rola. Desengonçado, meio sem jeito, mas mesmo assim, consegui saborear seu leitinho quente, tomei tudinho.
A tela ficou pronta, mas coloquei de lado, porque Geninho queria me foder de novo.
Fiquei de quatro, e como um cavalo, o homem montou em mim, e fodeu....fodeu muito. Antes de gozar, ele pegou meu pinto, e bateu uma gostosa punheta, me fazendo gozar antes de receber sua porra no meu cuzinho.
Estávamos exaustos, e tivemos que dar um tempo para nos arrumar e nos recompor, para sair dali.
Assim que saímos da salinha, aquele arrependimento voltou a permear meus pensamentos. Não conseguia acreditar na putinha que eu tinha me transformado lá dentro.
Fui ao banheiro, lavei o rosto, e liguei o foda-se para esses meus pensamentos. Se tiver outra oportunidade, farei de novo...e foda-se...é gostoso, me relaxa, e me faz bem...
Mais seguro dos meus sentimentos, terminamos o dia, e voltei para casa com meu irmão....feliz...mas com um pouquinho de vergonha...
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