Gemendo na pica do pai safado do meu namoradinho
A visão de Wanessa e oque aconteceu alem do conto inicial.
Essa é uma prequel do conto "Minha namorada novinha gemendo na pica do meu pai" com a perspectiva da personagem Wanessa.
Meu nome é Wanessa. Aos 15 anos eu morava com meus pais, que controlavam tudo na minha vida.
Depois daquela noite onde o pai do Ricardinho me dervirginou, eu voltei para casa destruída: bucetinha inchada e ardendo.
Deitada na cama, eu alternava entre culpa e tesão. Tinha traído o Ricardinho da pior forma possível, mas não conseguia esquecer o jeito que Lucio o pai dele me arrombou.
Durante os dois meses seguintes eu tentei manter minha relação com o Ricardinho numa boa, mas acabei virando irrevogavelmente uma vadia...
Eu continuava saindo com Ricardinho, dando beijinho, sendo uma boa namoradinha, mas a minha bucetinha já tinha dono: A rola grossa e cabeçada de Lucio.
Depois da perda da minha virginda a segunda vez foi três dias depois, eu tava na escola quando ele apareceu de carro pra me pegar assim do nada, eu me assustei, mas não arredei, menti para os meus pais que ia estudar na casa de uma amiga.
Entrei no carro dele e ele me levou direto para um motel, mal fechou a porta do quarto, já me prensou na parede, tirou minha saia escolar e enfiou a rola grossa me abrindo inteira. Eu gemia mordendo o ombro dele:
— Ai sogrão... tá grossa demais... vai devagar que ta doendo...
Mas foi inútil, ele riu da minha cara e me comeu bruto do mesmo jeito. Me jogou na cama, abriu minhas pernas bem arreganhadas e meteu firme olhando pra mim, socando fundo, batendo no fundo da minha bucetinha. Eu rebolava gemendo toda arreganhada para ele:
— Isso... sou sua putinha...
Ele me virou de quatro, meteu na minha bunda me deixando vermelha e meteu até gozar lá dentro, enchendo o meu cu de porra. Saí do motel toda assada, andando de pernas abertas, calcinha? Nem botei, pois não tava aguentando usar e ainda tive que fingir normalidade em casa.
Teve outra vez que ele me pegou depois da aula, estacionou num lugar escondido atrás do colégio, eu subi no colo dele dentro do carro, ja sem a calcinha e desci devagar naquela pica dura e grossa. Gemendo desesperada:
— Ai Caralho! Lucio... para ta me rasgando muito porraaaa... nossa como é grooossaaaa...
Ele segurava minha bundinha e socava pra cima com força, me fazendo quicar e moldar minha buceta completamente ao formato do pau dele. Gozei apertando nele, tremendo inteira, e ele gozou logo depois, urrando, apertando minha nuca e jorrando tudo dentro de mim.
Quase fomos pegos uma noite. Saí de fininho do quarto do Ricardinho a meia-noite, pulei da cama e corri pro quarto dele, lá ele me comeu sem dó de bruços na cama dele a rola entrava e saía com força bruta, ele pisava na minha cara e me mandava lamber a sola do pé dele, enquanto eu lambia ele dizia:
— Geme pra mim sua vadiazinha... geme no caralho do paizão!
— Ai caralho... eu amo essa rola... — respondi, quase chorando de prazer.
Foram várias vezes assim nesses dois meses: motel, rapidinhas no carro, ele me chamando de biscate, de cadelinha, me batendo na bunda e me enchendo de porra, ele praticamenteme adestrou.
No final dos ultimos dois meses, eu ja tinha transado com o Lucio mais de cinquenta vezes e passei a mamar o pai dele todo dia. Foi ai que eu tomei o maior susto da minha vida. Meu período atrasou, fiz o teste e deu positivo, entrei em pânico, pois tinha engravidado do Lucio. Por esse motivo eu terminei com o Ricardinho naquela semana, inventando que não tava mais sentindo na mesma sincronia que não queria mais, ele chorou me implorando, prometendo mundo e fundos dizendo que oque eu quisesse que ele mudasse ele mudava, mas a verdade é que eu tava morrendo de medo, então fui irredutível.
Alguns dias depois veio o aborto espontâneo. Sangrei muito, doeu pra caralho, mas foi um alívio misturado com culpa. Nunca contei pra ninguém.
Como eu tinha terminado com o filho, não tinha motivo para ir na casa dele e foi nessa época que o Lucio montou uma casinha simples pra mim, num bairro discreto. Eu inventava pros meus pais que ia dormir na casa de alguma amiga quase toda semana. Passei a tomar vacina de anticoncepcional e naquela casa a nossa...
Lucio me comia direto, gente metia muito, eu fiquei viciado em mamar o pau dele, ele me fodia no sofá, na cama, no chão... de tudo que era jeito. Andava comigo pelada de quatro pela casa usando apenas uma coleira. Durante o sexo eu gemia alto e chamava ele de Paizão. Era vício puro.
Nesses dois anos de relação com o Lucio, as mentiras constantes e meu comportamento estranho acabaram chamando atenção dos meus pais. Foi isso que motivou eles a me mandarem para um intercâmbio no Canadá, para segundo eles me aprimorar, mas eu confesso que eles ja deviam estar desconfiados que eu me envolvia com um cara fora dos padrões da minha idade e que eu estava numa espiral de sexo degradante e viciado, eu tinha perdido peso e praticamente a únicaconstante na minha vida era o pau do Lúcio.
Depois que fui pro Canadá eu comecei a entender as coisas melhor, mas nos primeiros meses eu sofri pra caramba e chorava direto sentindo falta do Lúcio, me masturbava até dormir gemendo o nome dele, mas em algum momento, depois de começar a fazer terapia, eu me acostumei e segui com a vida, estudei me preparei, intensifiquei meus treinos físicos e logo tinha uma rotina, um estagio e acreditem, um namorado, sim um namorado na minha faixa de idade.
Só fui regressar ao Brasil quatro anos depois.
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