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me chamo juliana e essa é minha história é a minha vida

5391 palavras | 3 |3.36

passava os dias encostada na cerca vendo os boiadeiros passarem , achava lindo suas vestimentas e seus cavalos até a vó chama cuidado com boiadero

eu me chamo juliana sempre morei em mato grosso hoje mato grosso do sul .
essa é minha historia , é a minha vida .

assim começava um diario velho faltando paginas que foi encontrado .
toda tarde eu fico encostada nessa cerca de arame farpado vendo os cavaleiro passando com suas indumentarias que acho lindo , uns moreno forte e outros nem tão moreno e não tão fortes assim tem até uns branquelos mais é mais dificil passar por aqui , minha vó fica me chamando , ela tem medo de algum boiadero me levar , mas guá onde ja se viu isso ? boiadero é coisa ruim e se um deles levar voce nunca volta – dizia minha vó para mim no intento de por medo – mais vó oque um boiadero ia fazer com um pirralha como eu na sua garupa ? ahhhh num sei não , muitas coisas minha filha .
eu adorava ficar vendo eles passando ou quando ficavam no campo la em frente , todos reunidos a noite perto da fogueira , quando passava montado naqueles cavalos enormes – nossa eu perdia até o ar , achava lindo , todos com aqueles lenços no pescoço e aquelas botinas saltos carrapetos , faca nas costas enfiada na cintura , guando passavam cumprimentavam como se eu fosse grande e eu respondia , nunca disseram um gracejo se quer mas minha vó morria de medo e me colocava medo também mas a vontade de ver eles era maior .
naquela tarde num sei oque deu na vó , eles foram chegando um a um , pareciam cansado e foram apeando dos cavalos e se deitando no chão mesmo , quando eu tentava contar chegava mais ou se misturava , acho que era uns 6 ou 8 , logo percebi que tinha um me olhando de la , nossa fiquei arrepiada , logo a vó mandou eu ir la chamar o lider e era justamente o que me encarava , minha vó falou pra ele – aqui tem poço , tem banheiro , tem fogão que ta aceso e tem paiol pro cés durmir se quizer , agua ta no poço tem que tirar , comida eu faço mas tem que ter e lenha pro fogo tem que cortar , foi logo ele deu um grito e vieram todos e logo tava todas as vazilhas cheia e feijão com carne seca tava pulando na panela ja com uns tomando banho e outros cortando lenha e baldiano la pra dentro , aquele lider chamava juvencio e tinha acho que 24 anos e era lindo , aquela noite eu quaze não durmi , fiquei ouvindo eles cantando aquelas musicas umas apaixonada e outras de valentia , ja era hora meio avançada quando a vó mandou eu i la avisar que tinha passado um café , eu fui chegando de mansinho e bati na porta e avisei o recado e ja ouvi uma gritaria la dentro foi então que o juvencio saiu sem camisa e me pegou nos braços – nossa como é forte aquele homem , me trouxe segurando só com uma mão escanchada dum lado e eu morrendo de medo mas adorando estar ali bem juntinha dele – como é seu nome princesa ? perguntou ele – ahhh eu nun sou princesa não eu sou a juliana , mas oque é uma princesa moço ? ara so princesa é uma moça linda ( risos ) ahhh não moço eu nem princesa e nem moça eu só tenho nove anos eu sou menina ainda – mas o coração ja tava querendo sair pela boca , batia ascelerado .
na manha quando levantei ja num tinha mais ninguém , ja tinha sumido tudo , só tinha uma flor na minha cama que guardei com tanto carinho até secar mas mesmo seca ainda guardei num envelope – lembrança do juvencio .
todas as tardes eu ficava la no mesmo lugar vendo os cavaleiros passarem e meu amigo juvencio nada , ja tinha perdido as esperança , ja tinha passado muito tempo e quaze nem lembrava mais dele , ficava la mais por vicio mesmo e por acha-los lindos , mas naquela tarde eu ja ia entrar quando ouvi um galope de cavalo e quando olhei era ele que ja estava quaze em cima , fez o cavalo rastar as patas quaze no meu pé , se abaixou na cela e com uma mão me jogou sentada na sua frente galopando novamente e gritando uhhu uhhu voltou no galope até a porta de casa me descendo do cavalo e comprimentando minha vó que respirava com dificuldade depois do susto com o galope e os gritos do juvencio , apeou do cavalo e entrou em casa perguntando – cade aquele café ? senão não tem presente , foi no alfoge e retirou uma boneca para uma princesa e uma toalha de mesa para minha vó que agradeceu , chamou para entrar , fez café e ofereceu janta e pouso , aquela seria uma noite inesquecivél , falou muito comigo , ficou dois dias em casa esperando seus companheiros .
minha vó me chamou para ir na casa de uma mulher , era longe e só la fiquei sabendo doque se tratava , eu ia voltar estudar , essa mulher daria aulas a algumas pessoas que moravam na redondezas , ali ja percebi – estava frita , teria que andar 40 minutos todos dia para ter aulas , tava la fora quando chegou um menino e acho que era filho daquela mulher , começou falar comigo e foi quaze me arrastando ali por traz em um lugar onde ninguém nos veria e tentou me beijar -disse não , tentou de novo não outra vez , pegou na minha mão e levou até o negocio de – tava durinho , tirei rapidinho e ai ele queria ver minha coisinha e insistiu e insistiu inte que levantei rapido o vestido e baixei de novo ohhh bicho atentado viu ai queria passar a mão – tabom vai mas tem que ser rapido – passou a mão bem devagar falando – nossa como é macia ! isso porque foi por cima da calcinha ahhhh deixa por dentro deixa ? não e chega , quantos anos tem e qual seu nome – meu nome é juliana e tenho quaze dez anos ahh p meu -e maico e tenho doze ai a vó me chamou para ir embora , tava tudo bem mas so me lembrava do juvencio até a vó comentou – ana e aquele boiadero não apareceu mais né – é vó , deve ta trabalhando por isso .
era tardezinha e tava muito quente então fui tomar banho , ficava lembrando da ouzadia do maico e no juvencio , tomei banho e fiquei por ali no quarto brincando com minha boneca e adormeci , acordei com os passos pesado do cavalos e no meio daquele barulho conheci a vos do meu boiadero – e agora ? ja é tarde e se esperar até amanha e ele sair eu não verei ! pensei pensei pensei e descidi , vou la , ja tavam ascendendo o fogo e falavam baixo quando abri a tramela da porta com cuidado pra não acordar minha vó e sai agradecendo a DEUS por não ter cachorro – ja pensou no barulho que iam fazer , fui chegando perto do acampamento no escuro e só ai senti medo , e se não for a turma do juvencio ? e agora oque eu faço ? fiquei parada ouvindo até que ouvi – ummm ra to quebrado , reconheci a voz e era ele so ai fui rapido em sua direção chamando seu nome , um dos boiadero falou – ai juvencio nós falando baixo e oia ai quem ta acordada eu cheguei e ainda abracei ele meio que deitado sem camisa – que homem forte ! ele levantou e me abrançando tirando do chão ,abraço tão apertado que quaze me amassa , levou de volta no colo falando que a boida tinha estorado que durou o dia intero para juntar tudo o gado e tavam voltando rapido pra casa que ja tinha outra esperando e mesmo falando baixo no meu ouvido me fazendo arrepiar toda hora e mesmo assim a vó acordou – pensei que ia leva uma surra mas novamente me surpreendi com a vó , levantou ascendeu o fogo novamente que ja tinha quaze morrido e foi preparar oque comer pra aquele bando ai acabou a noite ali ninguém dormiu , meu boiadero disse que tinha crescido , que tava maior um pouquinho – percebi um boiadero veio duns 50 anos mais ou menos olhando pra vó e vi a vó olhando pra ele também ficou assim quando a vó disse que era viuva desde que nasci só ai o bicho ficou todo engraçado depois vi eles conversando perto do fogão ainda foro cortar lenha com luz do lampião , terminado ali eles foram pro paiol e durmi como pedra , acordei com sol alto e ja tinham ido e do meu lado um papel com uma flor com o talo enfiado no meio escrito dorme princesa que logo eu volto .
dias depois passei o dia lembrando do juvencio e era engraçado , era um sentimento de quere ta perto , de abraçar , de querer beija ele , de sentir seu corpo colado no meu mas não sabia oque é , passei o dia lembrando dele e a tardinha fui tomar banho e senti os peito doe mas eu ainda não tinha peito mas passei a mão e senti eles inchado , minha calcinha quando desci tava suja com um pouco de visgo , inte parecia que tava com febre la na bichinha de tão quente , sai do banho e falei pra vó da dor no peito e ela falou – ihhhh ana isso nnão é nada não e que voce vai virar mocinha e o peito ja ta crescendo .
comecei ir na escola e la era aquele inferno com o maico me atazanano , era no recreio e na hora de voltar pra casa , ele me acompanhava até longe querendo beijo , querendo que pega-se no negocio dele , querendo pegar na minha .
todo dia era a mesma coisa – o maico vai atras das outras menina ai vai – eu não eu gosto de voce – eu comecei a ceder devagar , uma hora era um beijo na boca , outra hora pegava no negocio dele e ficava movimento rapido alizando ele puxando aquela pele que cobre a cabeça , deixei ele pegar na minha coisa – ahhhh ele não sabia mais era muito bom sentir o choque com ele passando a mão la , abria ela e ficava alizando ali e eu tomando choquinho até sai aquela gosminha e escorrer na perna .
os bicos dos peitos ja tinha despontado , ja fazia muito tempo que juvencio não aparecia e eu louca pra mostrar pra ele que ja tinha peitinhos , não mostrar assim mas fazer ele ver assim sem querer mostrar mas fazendo por onde ele perceber ,quando o vestido ou blusa era mais justa aparecia o peitinho , nossa como doi pra cresce , inté parece dente nascendo , eu quando lembrava do boiadero juvencio , assim passava o dia intero brincando com a boneca e lembrando dele , eu ficava ou sentia aquele calor la em baixo na bixinha e era aquela quintura que subia me fazendo suar e junto aqueles choquinho la ahh podia ve que ja tinha moiado toda a calcinha .
eu conhecia ele com aquelas roupas de boiadero né , com a arma do lado , chapeu panamá e faca na costa , era aquele homão vestido desse jeito e meio sujo , ohhh moreno lindo viu nunca vi um moreno mais lindo doque ele , naquele dia eu fiquei o dia intero na cerca olhando pro mundo e alguma coisa me dizia que ele ia aparecer , tanto que eu tava com aquela quintura la em baixo que cheguei fala sosinha – se acalma ai que somos crianças ainda e sorri sosinha das minhas palhaçada , a vó chamou pra come e eu fui mais de olho la fora e tava acabando de come quando passou dois cavaleiro e pelo vulto nem me procupei ja os cavaleiros tavam bem vestido , só espantei quando ouvi aquela voz do meu boiadero gritando – ohh de casa , tem gente ai ? pode entrar ? foi ai que joguei o prato la num canto e sai correndo e chorando e pulei no colo dele que me segurou preocupado devido os olhos cheio de lagrima .
nesse dia era ele mais um home rico , fazendero forte comprando boi e nesse dia também fiquei juntinho dele o resto do dia ai eles almoçaram – feijão com carne seca e abobora cozida , ele foi cuidar dos cavalos , tirar os arreios e dar agua e foi soltar num pastinho que a vó tinha la e eu junto e foi ai que o danado percebeu , abriu a boca cobrindo com a mão todo espantado quaze gritou – ja ta nascendo peitos na minha princesa , nessa hora eu fiquei super feliz e acho até que a bichinha la em baixo deve ter ficado também porque subiu aquela quintura que ela ate tremia mas não deixei ele perceber isso não , credo ja imaginou a vergonha que ficaria , ai voltamos la pra casa e a vó tava contando a história de como conheceu o juvencio pro homem la na sala , engraçado que nunca tinha visto a vó sorri mas aquela tarde ela sorriu tanto que teve inté soluço , aquela noite eles não foram pro paiol não , a vó arrumou direitinho , eles durmiram no meu quarto e eu durmi junto com a vó – engraçado foi nos conversando cada um do seu quarto , engraçado também foi eu perguntar pro boiadero o nome do companheiro dele o veio mas foi a vó que respondeu – é lionço ehhh menina curiosa viu ai caimos na gargalhada , di manhã sairo de novo so ficando a saudade mas dei um abraço forte nele antes de monta no cavalo e sai
quando a vida era pra voltar ao normal mas não voltava ja que na escola tinha o maico para atazanar e eu ia levando a vida , saudade do boiadero mas me contentava com as investidas do maico que insistia em querer me fuder de qualquer maneira – era uma atentação diaria , um dia fomos liberado mais cedo da aula ,a professora tinha problemas a resolver e liberou bem antes do horario e vim embora mas o maico vinha atrás no seu intento e chegado no local que sempre a gente se pegava , paramos , era tranquilo ali mas muito perto do caminho e nesse dia como sempre ele tirou o pinto duro pra fora e eu peguei e era assim sempre e ele enfiou a mão dentro da calçinha para alizar minha bichinha , ele levava o dedo até perto do cu e subia com ele dentro abrindo os labios até passar pelo ponto que me dava choque e ia fazendo esse movimento e eu batendo punheta para ele e as vezes quando chegava no ponto ele ficava ali e aumentava a velocidade , eu me segurava para não gritar e nem gemer , ele não sabia mas eu gozava e muito , eu também não sabia que gozava e hoje voltando no tempo sei , mas nesse dia ele percebeu meu peitinho e quiz por a boca e eu deixei – nossa que sensação – gozei na hora até gritei mas dei desculpa que tinha me machucado , nesse dia e depois desse grito achei melhor nos afundar mais pra dentro do mato .
o tempo ia passando bem devagar e ia avançando a ouzadia do maico e a cada dia tentava avançar mais , nesse novo local debaixo de um pé de manga e no meio do mato ali a gente namorava sem ser namorado .
ja tinha passado um bom tempo sem noticias do meu boiadero quando chego da escola e encontro justo o boiadero veio – o tal de lionço ja montado pra ir embora ele ainda desceu do cavalo pra me dar um abraço e ficou todo adimirado afirmando que eu tinha crescido , eu percebi na hora que alguma coisa ali tinha acontecido entre ele e a vó – a vó tava diferente parecia mais bonita , mais alegre e não sei explicar mas tava diferente , lionço falou que ia encontrar a comitiva la na frente e saiu mais cedo pra deixar em casa feijão e carne seca , dias depois chegaram la com boiada e tudo e meu boiadero junto que novamente adimirado – voce ta crescendo rapido princesa .
eu crescia mas maico crescia também , o juvencio demorava a aparecer e maico avançava nas ouzadias , agora chupava o bico do meu peito que até estralava , levava o dedo na minha racha melava bem depois ia alizar meu buraquinho de traz – passava o dedo melado com meu gozo em circolo em volta do meu cuzinho aiaiaiaiaiai como aquilo era bom viu nossa , eu ia pra casa até de pernas bamba .
se o boiadero pedi-se pra meter em mim ele eu deixava , nele eu confiava sei la o porque mas o maico eu não tinha confiança nenhuma mesmo o pinto dele ser infinitamente menor ja que o do boiadero eu nunca tinha visto mas ja tinha notado um certo volume enorme ali na frente , o pinto do maico começava a se encorpar , ja saia uma aguinha rala quando ele gozava e acho que isso deixou ele mais ouzado tanto que um dia depois de alizar bastante meu anelzinho ele tentou meter o dedo , quando eu briguei com ele a justificativa era que não ele só ia forçar um pouco e começou assim forçando aos pouco e eu fui relaxando ao longo dos dias até que ele propos isso de meter ali eu cai fora e nós brigamos esse dia e o estranho é que no outro dia ele não quiz saber de mim , nem me acompanhou – eu senti o desprezo , senti e muito mas era estranho porque ele falava comigo , perguntava alguma coisa da aula eu respondia mas hora de vir embora ele não acompanha e isso tava me matando e foi assim até que chamei ele para conversar e depois cedi , dei o cuzinho pra ele mas mas era só um pouco e não podia gozar ali tinha que ser na punheta .
eu aprendia rapido conversando com as meninas mais velhas la na escola , aprendia tudo que não tinha coragem de perguntar pra minha vó , quem mais me orientou sobre sexo e gravides foi uma moçinha recem casada que tinha saido da dieta naqueles dias mas nem pra elas eu contei meu enrosco com o maico e menos que dava a bunda pra ele , com o maico era tudo tranquilo ja que o pintinho dele era pequeno e fino , era gostozinho sentir ele entrando e saindo e aumentado a velocidade das metidas e só ai eu saia fora antes de ele gozar ( risos ) ele quaze caia e grudava no pinto batendo a punhetinha até gozar , as vezes eu ria disso e depois ficava com pena .
levantei de manha e não estava legal , as dores do peito que ja tinha acostumado ficaram mais forte , sentia os peito inchado e fui ver oque a vó tava fazendo , foi ela que viu eu toda suja , ai fui tomar banho e ela foi prepar os paninhos e mi encinar como colocar e quando trocar e percebeu os pelos crescendo na bucetinha também .
ohhhhh meu DEUS minha boneca ja é uma moça ! , ohhhh minha fia daqui pra frente cuidado com o bicho homem viu que agora e facinho pega uma barriga e homem não tem responsabilidade com fio não viu minha fia isso e nossa responsabilidade viu então daqui pra frente ja sabe todo cuidado é pouco .
juvencio tinha sumido de vez , ja fazia muito tempo que não aparecia por la , quaze toda semana tinha uma boiada passando por la mas nenhuma com juvencio , meus peitos ja tavam grandinhos e ja usava soutiem , maico adoravar mamar neles e eu adorava ser mamada , gozava muito , um dia maico não foi na aula e eu não podia perguntar para não dar bandeira , fiquei na minha e a professora liberou mais cedo , alegou que tinha vizita em casa e era de muito longe e eu vim embora sosinha e quando chego no ponto onde a gente se encontrava o maico tava la acompanhado de um rapazinho que se dizia primos – inferno dobrado e ja disiludida com sumiço do juvencio resolvi ceder , nesse dia eu sofri o danado do primo dele era bem maior que ele , mais encorpado e cabeçudo , e pra entrar ? mesmo dando pro maico primeiro ainda foi dificil entrar aquela cabeçona , nossa cheguei em casa toda ardida no anel .
cheguei em casa e minha vó comentou sobre uma madrinha ( cavaleiro que vai na frente procurando lugar para pouso , descanso e comida) , minha vó comentou exatamente que a madrinha tava la no campo era certeza de boiaderos la , tomei banho e fiquei anciosa imaginando como seria a reação dele quando olha-se os dois limões ou peitos do tamanho de limão , os pelinhos la na bichinha eu nem falava ja que aquele boiadero era respeitador de meninas , eu chegava implorar para mim mesma para que ele fosse só um pouquinho menos respeitador , sim ja pensava em dar para ele , guardava o cabaço para ele .
a noite chegou mas os boiaderos não , cansei de esperar e fui dormir , sonhava dando pra ele mas ele mais me estrupava que propriamente eu dava pra ele , no sonho era bruto – violento , me pegava com aquela força toda e me abria se enfiando no meio e bem nessa hora eu acordei assustada e ouvi os gritos dos boiaderos gritando com os bois e estalando os chicotes , ia sair correndo para serca e me lembrei que tava só de calçinha , tinha durmido assim para me tocar a noite , voltei me vesti e ja sai encontrando minha vó na porta , conheci meu juvencio pelas costas montado em seu cavalo enorme – nossa como era lindo meu boiadero , colocaram a boiada em pasto o sol tava nascendo só ai chegaram em casa ele e o lionço , a vó tinha feito um bule enorme de café , só ai foram tomar banho , tratar dos cavalos e se enfiar no paiol – descanço para madrinha ja que comeriam todos la em casa , aquele dia não fui pra escola .
juvencio tinha trazido um menino junto , era um rapazote que tava aprendendo a profissão de boiadero , almoço pronto a vó pediu pra chamar eles e eu fui toda ouriçada ja que a correria e o cansaço eles não tinham percebido que eu tinha crescido e que agora ja tinha peitos e ja tinha virado mocinha , eu fui chegando perto do paiol quando ouvi alguém perguntar – quem são essas pessoas ai ? parece que são parentes do chefe ? resposta veio do lionço – continue sem saber e todo respeito aqui ainda é pouco viu – sim sim , ai bati na porta e avisei – almoço pronto , almoçaram e depois juvencio me chamou para ir la no acampamento levar almoço para cozinheiro ( madrinha ) e ver o gado , saimos conversando e ele comentando que eu tinha crescido , que tava mais bonita , que ja tava uma mulher feita , se tinha algum namorado ja – gelei na hora mas disse não , chegamos de volta os pioes sairam pra cortar lenha , tirar algua no poço quando minha vó fala – ahhh juvencio tem novidade por aqui , que novidade vó ? sua menina ja virou moça ! ahhhh sim então agora ja pode namorar vó ? não ainda não e ficamos por ali e juvencio saiu e eu como sempre fui atraz esperando sempre ele faltar com respeito comigo ai ele desceu sentido o curral ver seu cavalo e eu junto e ele calado pensativo chegou no curral pedi para me levantar e por sentada num coxo vazio ele pos ai fiquei quaze na sua altura , ai perdi a vergonha de vez e chamei, ele chegou perto – mais perto quero ver uma coisa , abaixa aqui e tasquei um beijo nele – não faz isso por favor a menos que queira brincar com fogo – ja que voce nao inicia , inicio eu , ja não sou mais criança ou voce não gosta de mim ? então voce que namorar comigo é isso ? não ,não quero namorar com voce não , quero casar com voce , seu bobo e chega não falo mais nada – ele me tirou do coxo e saimos em direçao ao paiol , la ele entrou eu fiquei la fora , saiu e fomos pra casa e la chamou minha vó e falou na cara dura – quero a permissão para namorar e casar assim que essa menina tenha idade de casar , lionço tava bebendo agua na hora engasgou – minha vó falou – finalmente , não aguentava mais ver essa menina nessa cerca esperando voce – tirou do bolso uma caixinha abriu tinha duas aliança e uma ja tinha meu nome gravado , ja enfiou no meu dedo .
todos ali ficaram sem entender nada – olha vó ta gravada meu nome por dentro , minha vó que perguntou ? como assim ? aliança gravada ? então voces ja ? – não e não aconteceu nada e é uma longa história , tudo isso mas logo logo contarei tudo o ocorrido pra senhora vó pode confiar nesse boiadero aqui – minha vó respondeu – tem meu respeito fio mas confiança nunca , aquilo virou festa ali entre nós , o menino que perguntou ao lionço – oque ta acontecendo ai ? depois te conto .
sairam no outro dia e só depois da partida e depois de ouvir os gritos dos boiaderos bem longe foi que percebi a vó triste e tentou disfarçar pedindo um abraço e dando me felicidades e parabens , fiquei sem entender nada mas agradeci assim mesmo .
cheguei na escola e maico me esperava no portão , escondi a mão para não ver a aliança , veio falar comigo algo mas as meninas chegaram perto gritando ( ta namorando ta namorando ) eu vacilei e perceberam a aliança e perguntaram se era o maico , neguei , na saida o maico sumiu , só vi quando chegava no local marcado , la nos pegamos e ja fomos direto para pé de manga , eu tava ascesa mas mesmo assim avisei que seria a ultima e por isso tinha que ser especial e pra mim foi , gozei antes do pinto entrar tudo no meu rabinho , ele queria saber sobre como tudo aconteceu mas não tinha tempo para explicar , mesmo assim todo dia ele perturbava querendo me comer novamente mas eu mantinha longe dele .
eu ainda não tinha parado para pensar em casamento , em dar pro juvencio , em como seria , eu só queria sua compania , me sentia bem ao lado dele e só , um dia a vó falou pra mim que tava conversando com lionço e achava que iria dar em alguma coisa e depois do meu noivado ela tinha que apressar as coisa pra não ficar la sosinha naquele ermo , só ai começou cair a ficha , começei entender o tamanho do passo que tinha dado .
passou aquela semana e no final da outra a comitiva chegou la de volta , todos contente e brincando uns com os outros , iam passar a noite la , depois de fazer as coisas corriqueira saimos de la meio sem dar pistas e deixamos o lionço e a vó sosinhos conversando e quando voltamo pra jantar foi que lionço chamou juvencio de lado e foram conversar , lionço deu a noticia que depois de eu e juvencio nos acertar eles se acertariam também mas até la não ia acontecer nada , sairam cedo , juvencio ja tinha idéias na cabeça e ia espor para seu patrão assim que cheg-se la na fazenda .
a ideia era transformar o sitio da vó em ponto de apoio para boiada que passa-se por ali , o local teria pasto com fartura para o gado e area de descanço para os boiadero , com cuberta para dormir e lugar para redes , mas comida , ja que o gado ficaria tres ou quatro dia recurando o strex e ganhando peso perdido na viagem , conhecer o local ele ja conhecia , ja tinha parado la antes , achou a idéia ótima .
passado mais um tempo eles chegaram la , até estranhei meu boiadero sem a guaiaca , sem o revolve na cinta e faltou também a faca nas costas , tava diferente , tava até sem a butina de salto carrapeto , no lugar sapado brilhoso , tinham se deligado do patrão e vieram emplementar a pousada ou ponto de apoio , começaram aumentando o pasto , consertando serca , depois foram construir uma casa pra nós , arrumaram o paiol e limparam , todo dia depois do almoço nós dois desciamos na beira do riozinho e na sombra do pé de ingá a gente rolava com ele tentando quebrar meu cabaço mas doia muito , eu não tinha abertura suficiente e terminava gozando com o dedo dele e batendo punheta pra ele , lembrava do maico e queria que ele tenta-se comer meu cú mas não tinha coragem de pedir – ja que na buceta não entrava e doia muito porque não tentar no cuzinho que ja tava laceado e seria mais facil pensava eu .
isso foi mais de més essa agonia , a noite eles dormiam no paiol e eu e a vó em casa ,até a casa fica pronta e mobiliada só ai eles foram la na cidade e trouxeram a carroça cheia de coisas e no domingo de manha chegou o padre e comitiva ou antiga comitiva dele ,,o padre para abençoar nossa união e da vó com lionço , ai foi aquele festão o dia intero , a noite ja em casa ele conseguiu enfiar a ponta daquela cabeça roxa – nossa quaze morri , acho que era em função do meu corpo – eu era muito esmirrada com uma bucetinha bem miuda , eu era miuda e magrinha , a partir dai toda noite entrava um pouco até que numa noite o pinto escorregou pra cima e se embocou no anel que vi estrela mas deu tempo de falar – deixa ai mesmo ta tão gostoso mas mesmo assim não foi tudo não – a primeira gozada do meu boiadero em mim foi no cuzinho , andei torta dois dias por causa disso , lionço levantava cantando todas as manhãs e a vó raiava com ele e sorria , onde ele tava a vó tava junto .
ali naquela região as beiras do pantanal o primeiro caminhão boiadero foi o nosso , outra idéia do juvencio , começou com um depois outro e a frota foi aumentando até chegar a 12 caminhão boiadero , eu tava com dezenove anos e não ficava grávida também , quando começou a crise no casamento ele correu no medico comigo e gastamo uma oequena fortuna com remedio importado ( hormonios para desenvolver meus orgãos reprodutor ) por isso a dificuldade pra quebrar meu cabaço , tinha buceta de criança ainda .
aliança gravada meu nome – juvencio falou , isso vó foi milagre de DEUS , quando cheguei aqui a primeira vez que me chamou pra ca eu achei a juliana linda ai veio uma vóz no meu ouvido e falou – vai ser sua esposa ai chegando na cidade fui no ourives e mandei faze , inta a medida do dele dela eu acertei , ai perguntei o nome e ela sem querer mas falou , é fio e deve se verdade porque nunca daria pouso a boiadero , conheço a fama , mas aquela noite ouvi uma vóz falar pra dar pouso a voces e oi ai o lionço .
fim . relato real , sem descrição para não ser reconhecido , ja que todos os envolvidos são vivos menos a vó e o lionço .
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3 Comentários

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  • Responder Nato ID:6oei6pwoib

    Ótimo parabéns

  • Responder Rei Santos ID:1dhrcmpcguon

    Dormi na metade… Rss

  • Responder Lukstrikerj ID:8d5rywp8r9

    Conto longo e chato da porra .. óbvio que é mentira . Totalmente sem graça