Garoto do Supermercado

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Meu nome é João, sou filho único, tenho 16 anos e 16 cm de vara. Corpo atlético, pois sou viciado em natação e futebol de salão. Moro em uma cidade de porte médio. Meus pais são professores universitários e trabalham a 100 km de distância de minha cidade. Eles saem às segundas feiras bem cedo e só voltam na Sexta à noite ou nos sábados pela manhã. Tem uma senhora, D. Maria que chega cedo, arruma a casa, lava e passa nossas roupas e faz o almoço para mim e deixa um lanche preparado para o jantar.
Minha mãe ou D. Maria deixa uma lista de compras para eu fazer; o que sempre faço depois do almoço, pois estudo pela manhã.
No mercado que está a quatro quadras de minha casa, tem um garoto que trabalha na ponta do caixa, ajudar colocar as compras nas sacolinhas. Tem a pele escura porque é filho de afrodescendente e mãe branca. Devemos ter a mesma idade. É um garoto simpático e eu sempre puxo conversa. Ele tem uma tremenda bunda e já me pegou secando-a pelo grande espelho da parede e nessas vezes ele dá um sorrisinho enigmático. Acho-o levemente afeminado.
Certa tarde de segunda feira eu estou voltando de bicicleta do futebol de salão e de repente sou pego por uma fria chuva há dois quarteirões de casa. Acelerei os pedais e para minha surpresa encontro perto de minha casa o Léo (Leonardo); o garoto do mercado a pé e todo molhado.
— Entra aqui Léo; eu moro aqui. Vamos sair dessa chuva.
— Estou todo molhado. Obrigado João.
Portão fechado, estamos na garage e estamos tremendos de frio. Proponho tirarmos as roupas e ficarmos de cueca e tomar um banho quente. Léo fica envergonhado e pede somente uma toalha. Eu insisto e ele cede. Passo pelo barzinho e tomo um gole de uísque e dou outro para o Léo; é só para esquentar. Levo Léo até meu banheiro, entro no boxe, ligo o chuveiro e delicadamente puxo o Léo para dentro. Nossos pintos por dentro da cueca sobem imediatamente e deixa o Léo um pouco envergonhado. Eu o abraço e fico roçando nossos pintos. Tiro e cueca e rapidamente puxo a dele para baixo. Surge um pinto do tamanho do meu e mais escuro. Começo a roçar nossas varas ao vivo. Pego o sabonete e começo passar em suas costas e desço em direção a sua bunda.
— Não faz isso, João.
— Desculpe-me Léo. — Fui tirando minha mão e desencostei-me de seu corpo. — Acontece que eu acho sua bunda muito bonita.
— Eu vi várias vezes você secando ela.
— É verdade Léo; não vou mentir, já tentei imaginar sua bunda peladinha várias vezes.
— O que você quer?
— Admirar, tocar e fazer muito carinho nela, mas você não é obrigado a ceder só porque estou te dando abrigo.
Com o olhar para o chão, Léo pegou o sabonete e deu-o para mim.
— Conto com sua discrição, João. Segredo?
— Segredo meu e seu, Léo.
Eu o abracei, encostei meu pinto no dele e fui acariciando e lavando aquela deliciosa bunda. Percebi que teria que ter muito tato para chegar onde queria. Léo foi relaxando e abrindo um pouco as pernas. Cheguei ao seu cuzinho e enfiei a pontinha do dedo médio. Léo suspirou e me encarou. Fomo-nos aproximando e nos beijando de leve no começo, mas depois nos entregamos deliciosamente. Peguei em sua vara, passei sabonete e o punhetei e ele fez o mesmo. Voltei a acariciar sua deliciosa bunda; lavei-a muito bem, assim como seu buraquinho do prazer. Virei-o de costas, baixe-me e lambi seu cuzinho. Léo foi ao delírio e totalmente relaxado ele abria a bunda com as mãos.
— Ai João que tesão. Nunca senti uma língua no meu cu; tá delicioso… Tá delicioso; não para.
Fiquei por um bom tempo linguando aquele cuzinho e tocando uma punhetinha de leve para ele. Léo virou-me de frente e abocanhou meu pau e o chupou como um mestre na disciplina.
— Mama Léo. Mama minha vara. Que boca deliciosa.
Léo mostrou que era mestre, chupou, lambeu, fez garganta profunda, mas deu maior atenção a cabecinha.
— Que vara mais gostosa, João. Nunca chupei uma vara como a sua.
— Então deixa meter no seu cuzinho.
— Deixo. É o que mais quero nesse momento.
— Vamos para minha cama. Lá ficaremos mais à vontade.
Deite-me na cama com a barriga para cima e Léo veio por cima de mim. Beijou minha boca e foi deslizando a língua até minha vara novamente. Eu não resisti e o virei e fizemos um delicioso sessenta e nove. Coloquei uma almofada sobre a coma e pedi para que Léo Deitasse em cima dela.
— Para que a almofada.
— É para ficar com a bundinha bem empinada para levar bem gostoso no cuzinho.
— Lubrifica bem sua vara. Vai bem devagar porque nunca levei uma vara desse tamanho e grossura no cu.
Lambuzei meu pinto com óleo corporal e o cuzinho de Léo. Encostei a cabecinha em seu piscante buraco e meti bem devagar, sem pressa; era um cuzinho apertado. Quando chegou à metade Léo começou a se contorcer e me puxar para dentro.
— Vai João. Mete tudo, põe tudo no meu cu. Coloca-o todinho dentro de mim. Mete. Como você mete gostoso. Fode. Fode meu cuzinho. Faz tempo que eu sonho com sua vara dentro de mim. Adora quando você ajeitava sua vara no Mercado. Imaginava ele todinha dentro de mim. Já bati muita punheta pensando nele atolada no meu cuzinho. Mete… Mete. Fode meu cu. Fode que está gostoso.
Metemos deitado, de lado, de frente, de quatro, sentado na poltrona, uma perna na cama e outra no chão e que deixava sua bunda totalmente empinada.
— Que cu delicioso Léo. Seu cu é mais gostoso que eu imaginei. Quero-te foder sempre. Quero-te foder todos os dias. Vou tirar para gozar
— Goza dentro de mim. Não tira não. Nunca mais saia do meu cu.
Gozei muito. Enchi o cuzinho dele de porra. Fiquei dentro dele, mas inevitavelmente meu pau amoleceu e saiu de dentro e começou sair porra do cuzinho de Léo que se levantou e foi ao banheiro se lavar. Quando ele voltou, trazia papel higiênico nas mãos e começou a chupar minha vara. Em dois minutos meu pau estava duro novamente. Léo encheu minha vara de cuspe e sentou sem cerimonia e começou a rebolar. Percebi a intenção dele e comecei a punhetá-lo.
— Me fode João… Fode meu cu. Eu quero gozar enrabado. Nunca gozei assim. A partir de hoje quero gozar com sua vara no cu. Que delicia. Fode… Estou gozando.
— Eu também; estou gozando novamente.
Ficamos algum tempo abraçados e depois nos tomamos outro banho rapidinho e dei uma roupa seca para Léo e combinamos foder novamente no dia seguinte assim que ele saísse do supermercado.
Jantei e dormi; estava completamente relaxado.

Continua…

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