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O Ginecologista do Interior – Christina, a filha da atendente – Viagem a Salvador – A Terceira Noite

3210 palavras | 13 |4.64
Por

Os contos da série “O Ginecologista do Interior” são fictícios, obras da imaginação do autor (Contos do Gineco), que não tem a intenção de incentivar a prática de atos ilícitos.

Acordei com o telefone chamando, a atendente do hotel me informando que eram sete horas da manhã. Christina ainda dormia. Beijei-a no rosto com carinho, ela abriu os olhos e espreguiçou-se sobre a cama.
– Dormiu bem?
Ela deu um leve sorriso e moveu a cabeça para cima e para baixo.
– Como está o seu bumbum? Doendo?
Ela pensou um pouco antes de responder:
– Só um pouquinho.
-Fique de bruços e se abra com as mãos, quero examiná-la.
A menina virou-se, empinou os quadris e separou os glúteos expondo-se. A região anal estava coberta pela pomada branca cicatrizante, dificultando a visualização. Fui ao banheiro, umedeci na torneira uma das toalhas de rosto. Ao retornar, encontrei-a na mesma posição, as mãos segurando os montes alvos e firmes. Com suavidade, limpei-a com a toalha. O ânus tinha voltado ao seu estado natural, apenas estava avermelhado. Peguei-a nos braços e levei-a ao banheiro. Durante o banho, ela me perguntou se iríamos brincar.
– À noite, se você estiver bem. Gostou de ontem?
– De fazer amor?
– Sim.
– Doeu…, mas gostei.
– Foi a sua primeira vez. Deixará de doer quando se acostumar.
– Vamos fazer de novo, hoje à noite?
– Você quer?
Ela refletiu por alguns segundos, depois afirmou com a cabeça.
– Então peça à sua mãe para colocar o remédio no seu bumbum quando retornarem do passeio.
A menina outra vez afirmou com a cabeça. Enxuguei-a, depois a mim, e disse-lhe para se deitar de bruços sobre a cama, para eu aplicar novamente a pomada contra assaduras em seu ânus. À noite, estaria recuperado, pronto para outra. Pedi para ela ir à suíte da mãe e se vestir para o café da manhã, enquanto me aprontava para o congresso.
No restaurante, Gertrudes parecia preocupada com a filha. Pedi a menina para pegar uns pãezinhos. Falei, quando se afastou:
– Ela está bem. Examinei-a quando acordamos.
– Escutei os gemidos dela ontem…
– Eram de prazer.
– Ela reclamou da dor…
– Somente no início.
– Mas..
– Ela disse que quer fazer amor de novo hoje. Acostume-se, Gertrudes. Sua filha deixou de ser criança.
Ela se calou ao ver a filha retornar. Na despedida, dei-lhe outros duzentos cruzeiros para gastarem no passeio pelas praias de Salvador. Quando estava para entrar no taxi, Christina correu e me abraçou. Beijei-a na testa, apesar da vontade de beijá-la na boca.
– Até a noite, doutor!
Sorriu para mim e se afastou. Não foi um sorriso inocente. Seus lábios expressavam cumplicidade, os olhos, desejo.
Não consegui prestar atenção nas conferências do último dia de congresso. Relembrava a excitante relação da noite anterior com a mais bela das meninas, sonhando acordado com o que faríamos à noite e durante o final de semana em Itacaré. Para aproveitarmos bem o tempo, contratei um serviço de taxi aéreo que nos levaria até Ilhéus, onde um carro nos conduziria ao destino, a apenas setenta quilômetros de distância. Voltaríamos no mesmo avião alugado ao final da tarde de domingo, para embargamos de volta à São Paulo em um voo noturno.
Estava virando um gostoso hábito Christina se jogar nua em mim sempre que eu retornava, o rosto bastante rosado evidenciando que havia se excedido na exposição ao sol. Segurei-a com a mão esquerda em suas costas e a outra em seus glúteos, os dedos aproximando-se do ânus e da parte de trás da pequena vulva. Ela gemeu, mas o desconforto foi causado pelo toque da mão em suas costas queimadas. Coloquei-a em pé, sentei-me na cama e olhei para a parte superior das costas e ombros que haviam assumido uma tonalidade avermelhada, contrastando com a pele branca que ficou protegida pelo maiô. Abaixo, as bochechas dos glúteos e pernas estavam rosadas, assim como a pele na parte superior do tórax. Olhei feio para Gertrudes, querendo repreendê-la por deixar a menina ao sol por muito tempo.
– Não foi culpa minha. Chamei várias vezes para ela vestir uma blusa, mas ela não queria sair de dentro d’água.
Repreendi-me também por não ter pensado em comprar uma loção bronzeadora para proteger a pele sensível de Christina.
– Aprontem-se para o jantar, enquanto tomo um banho rápido.
Ao seguir para a minha suíte, Christina veio atrás, dizendo que tinha esperado para tomar banho comigo. Retirei a minha roupa, entramos na banheira e com cuidado passei sabonete em seu corpo. Abaixei-me, separei os seus glúteos e lavei o ânus, ainda com resquícios da pomada branca cicatrizante. Estava com o aspecto e tonalidade normais.
– Pedi a mamãe para colocar o remédio para fazer cocô. Ela perguntou por quê. Respondi que com cocô no bumbum não dava para o pinto entrar.
Não pude deixar de rir. Perguntei o que Gertrudes havia lhe dito sobre a noite anterior.
– Me perguntou se o senhor me machucou. Respondi que doeu, mas depois ficou gostoso. Ela falou que sou pequena, não sabe como consegui. Eu disse que o senhor é médico de mulher, sabe como fazer.
A menina tinha argumentos. Terminamos o banho, vestimo-nos e descemos para o restaurante. Como nas outras noites, Gertrudes pediu o prato mais caro. Christina queria sanduiche, mas pedi para nós um prato à base de camarão, queria que experimentasse. Ela adorou. Antes de retornarmos às suítes, passamos na loja do hotel, onde comprei uma loção hidratante para aplicar no corpo de Christina, aliviando a ardência, e um bronzeador com fator de proteção seis, a maior disponível. Na suíte da mãe, Christina retirou toda a roupa, deu-lhe boa noite e dirigiu-se à minha.
– Eu errei quando aceitei o apartamento. Sei que não tem volta, mas amo muito a minha filha. Por favor, não a machuque…
Gertrudes tinha os olhos úmidos. Respondi com sinceridade:
– Também amo Christina, à minha maneira. Como poderia machucá-la?
Entrei na minha suíte e tranquei a porta de comunicação. Christina me esperava deitada de bruços sobre a cama, mostrando-me os glúteos que tanto me fascinavam. Com a mão direita, segurava a bisnaga de vaselina. Era determinada a menina.
– Vamos com calma, Christina. Primeiro passarei hidratante no seu corpo, para reduzir a ardência. Levante-se.
Sentei-me na cama, ela se levantou e ficou na minha frente. Apliquei o hidratante nos dedos e espalhei com cuidado em seu rosto. Apliquei outra vez e espalhei por seu pescoço, ombros e tórax. Ela riu quando passei sobre as aréolas salientes, de tonalidade mais clara que o rosa na pele queimada pelo sol. Coloquei mais hidratante nas mãos e espalhei por seu abdômen, púbis e pernas. Virei-a de costas e repeti o procedimento nas costas e glúteos. Ao final, perguntei se a ardência tinha melhorado. Ela afirmou com a cabeça e voltou a se deitar de bruços sobre a cama. Minha vontade era deitar-me por cima dela, sentir o seu corpo de menina contra o meu, o pênis forçando o orifício escondido entre os glúteos, mas a sua pele estava queimada do sol, sentiria desconforto com o toque. Pedi para ela ficar de quatro, com as pernas afastadas. Depois, para relaxar os braços e apoiar o peito e a cabeça na cama.
Naquela posição, o gracioso ânus ficou em primeiro plano, mas iniciei os carinhos pela vulva tão exposta como em um exame ginecológico, deixando visível a parte interna que os grandes lábios costumavam ocultar. Separei-os ainda mais, passando a observar o anel himenal que protegia a entrada da vagina, a abertura da uretra, as duas quase inexistentes dobras que formavam os pequenos lábios e que se juntavam no capuz que cobria o minúsculo clitóris. O sexo de Christina, de uma tonalidade rosa angelical, era a mais bela obra prima da natureza. Não resisti. Passei a língua, carregada de saliva, desde o início do capuz do clitóris, subindo pela junção dos minúsculos lábios internos e a vagina entreaberta, até alcançar o períneo. Despois, retornei à fissura vaginal e aprofundei a língua, forçando a ponta na estreita abertura. Christina emitiu um gemido que exprimia todo o seu prazer. Em segundos, estava encharcada com os fluidos da excitação.
Enquanto a chupava entre as pernas, peguei a bisnaga de vaselina, largada na cama, e apliquei um pouco sobre o lindo ânus que não parava de se contrair, reflexo do prazer que ela sentia. Forcei a ponta do indicador direito com bastante cuidado, pois a menina ainda poderia estar dolorida da cópula na noite anterior, mas, ao sentir o dedo, ela afrouxou o esfíncter, franqueando-me a passagem. Enfiei fundo, levando junto o lubrificante, espalhando-o nas paredes do reto sedento. Retirei o indicador apenas para inseri-lo novamente junto com o dedo do meio. Ela de novo soltou os músculos e deu outro gostoso gemido. Gemeu mais uma vez quando atingi a profundidade máxima e os dobrei, passando a massageá-la por dentro.
Não era a minha intenção levar Christina ao orgasmo daquela forma, queria que ela ansiasse pela penetração, no entanto, quando circulei com a ponta da língua o pequeno e intumescido clitóris, ela contraiu os músculos do corpo e passou a gemer, apertando em um frenético ritmo o esfíncter em torno de meus dedos. Ao final, caiu deitada na cama, expulsando-me de seu corpo.
Deitei-me ao lado e observei-a no que deveria ser uma maravilhosa sensação, tão expressiva eram as feições de felicidade e plenitude em seu rosto. Desisti de procurá-la, pensando que seria melhor deixá-la se recuperar, tanto do orgasmo avassalador, como da relação da noite anterior. Perdido em pensamentos, não reparei quando ela pegou a bisnaga de vaselina, dando-me conta apenas quando senti a sua mão direita em meu pênis, espalhando o lubrificante, demonstrando a vontade de fazer amor.
– Vamos fazer diferente…
Disse resignado, ao vê-la virar-se de bruços, oferecendo-se à sodomia. Ela me olhou interrogativamente.
– Suas costas estão ardidas, não quero machucá-la.
Deitei-me na cama, o pênis apontando para o teto em forte ereção.
– Agache-se sobre mim.
Christina ficou em pé na cama, passou a perna direita sobre mim, na altura dos meus quadris, e abaixou-se, ficando apoiada nos pés.
– Guie-me para dentro de você.
Ela meteu a mão direita entre as pernas e segurou o meu pênis lubrificado, direcionando-o ao ânus. Quase ejaculei prematuramente ao ver a menina agachada sobre o meu corpo, a vulva sem pelos entreaberta, a mão segurando o meu pênis, a glande que parecia enorme entre os glúteos infantis. Peguei a polaroid, tinha que registrar o momento tão excitante. A menina sorriu para a foto. Falei, quando percebi que ela aguardava alguma orientação:
– Desça devagar. Lembre-se para fazer força para fora, quando sentir que está entrando.
Christina forçou o corpo para baixo. Maravilhado, vi o ânus se alargar para receber aos poucos a glande, o períneo esticando-se, abrindo parcialmente a parte final da pequena vagina. Em seu rosto contraído e vermelho, vi a força que fazia para defecar. O orifício tragou a glande inteira.
– Ai… ai… ai…
A menina gemeu e arregalou os olhos, expressando dor, mas não subiu o corpo, não se desencaixou, sabendo que o incômodo era passageiro e a recompensa, valiosa. Poderia ajudá-la a esquecer a dor, masturbando-a, mas queria que ela sentisse o prazer de uma forma diferente. Admirei-a enquanto aguardava, delirando com o forte aperto em torno da glande, decorrente das contrações do corpo impúbere. Não resisti. Peguei a Polaroid e tirei outra foto. Depois de algum tempo, as contrações diminuíram. Quando ela novamente relaxou, o pênis deslizou alguns centímetros para dentro de seu caloroso e estreito reto. Ela parou por alguns segundos, mas logo desceu mais o corpo, acolhendo-me até a metade. Foi lindo vê-la empalando-se. Quando sentia algum incômodo parava, subia alguns centímetros, movia os quadris para melhor acomodar o invasor e voltava a descer. Tirei uma sequência de fotos.
Demorou, mas a menina recebeu todo o meu pênis, os ossos dos seus estreitos quadris pressionando a minha virilha. A posição em que estava, agachada sobre mim, as pernas flexionadas e os joelhos quase tocando as aréolas intumescidas dos seios incipientes, proporcionava uma penetração mais profunda que a da primeira vez. Eu sentia que a glande tinha alcançado o fim do reto, a junção com o cólon. Seu rosto expressava dor e, ao mesmo tempo, satisfação, mas em nenhum momento percebi lágrimas que denunciassem um maior sofrimento. Para acomodá-la melhor, fiz com que montasse em mim, os joelhos apoiados na cama, próximos ao meu dorso. Na nova posição, sua delicada vulva ficou em contato com a minha pélvis, roçando em meus pelos pubianos.
Coloquei as mãos em seus quadris e, com delicadeza, passei a movê-la para frente e para trás, fazendo o clitóris atritar-se em meu corpo. Quando Christina percebeu que daquela forma obteria prazer, passou a se esfregar em mim, movendo os quadris, ora para frente e para trás, ora em círculos. Os movimentos não faziam o meu pênis entrar e sair de seu ânus, mas me proporcionavam um prazer indescritível. Por duas vezes estive para gozar. Felizmente, consegui me controlar, prolongando a maravilhosa sensação. Em poucos minutos, a menina arqueou o corpo para trás, apoiando as mãos na cama, passou a respirar ofegante, fechou os olhos e deu um gemido prolongado, acometida por outro intenso orgasmo. Sem forças, desabou sobre o meu corpo, mantendo as pernas flexionadas.
Era a minha vez de gozar. Com cuidado, levei a minha mão esquerda ao meio de suas costas, região que não estava queimada pelo sol, e a outra aos seus glúteos, envolvendo-a em um abraço, firmando-a sobre mim, os dedos alcançando a base do meu pênis, o ânus esticado em volta. Para facilitar a movimentação, flexionei as pernas, firmando os pés na cama. Desloquei os quadris para baixo, fazendo-me sair quase todo do corpo da menina e em seguida fiz o movimento contrário. O pênis adentrou justo no reto infantil, causando-me enorme prazer.
– Ai…
Christina protestou gemendo baixo, mas não fez menção de sair de cima de mim.
– Ai…
Deu outro gemido e colocou as mãos em meus braços apertando-os, quando repeti os movimentos.
– Ai…
Christina continuou a gemer cada estocada minha em suas entranhas. Meu pênis saía e entrava profundamente, atritando nas paredes do estreito canal. A cada inserção, sentia a glande alargando o reto até alcançar o intestino, provocando-me um prazer sem igual. Dominado pela maravilhosa sensação, espalmei os glúteos pequenos, forçando-os para baixo sempre que movia os quadris para cima. As estocadas aumentavam em ritmo e intensidade, assim como gemidos de dor da menina que se deixava empalar.
Poderia prolongar o meu prazer por toda a noite, reduzindo a força e a profundidade das estocadas, mas estava preocupado com a agonia de Christina. Levei a não esquerda ao seu rosto, colado em meu peito, levantei a sua cabeça e percebi que a cada penetração ela contraía os músculos da face e fechava os olhos, em dor. Ainda assim, olhava-me nos olhos e deixava-me usufruir de seu corpo infantil, extrair dele o prazer supremo. Era o extinto de fêmea agindo, apesar da pouca idade, fazendo-a se abrir ao macho sedento. Estoquei-a muito forte, arrancando-lhe da garganta um grito que devia ter sido escutado por sua mãe, na suíte ao lado, e passei a jorrar o sêmen nas profundezas de seu intestino, gemendo sem controle a cada espasmo, olhando a satisfação expressa no rosto rosado da menina-mulher, o brilho de felicidade em seus lindos olhos azuis. Poderia morrer naquele instante. Morreria o mais feliz dos homens.
Ela adormeceu por cima de mim, o pênis novamente ereto ainda em seu interior. Apesar da vontade, não busquei o novo prazer. Forcei-me a pensar em minha esposa. Teria aproveitado minha ausência e se jogado nos braços do amante, com estou com a minha? Provavelmente. Não importava, desejava que ela alcançasse a felicidade que me invadia. Amava-a, mas não sentia mais atração sexual. Christina, ao contrário, enchia-me de desejo. Não era apenas a atração pelo seu corpo pré-adolescente, pois satisfazia o meu lado pedófilo com as meninas que se consultavam na clínica. Sentia-me atraído por Christina, simplesmente por ela ser Christina. No entanto, o sentimento sobreviveria ao seu inevitável desenvolvimento? Continuaria a desejá-la quando os seios crescessem, nascessem pelos pubianos, ela atingisse a estatura adulta? Não sabia dizer, mas havia falado sério, na primeira noite que passamos juntos, quando afirmei que me desquitaria de minha esposa para viver com ela, quando alcançasse a maioridade. Pensei nas férias do meio do ano que passaria com a família na França, em uma forma de também levá-la. A menina havia se tornado amiga de minha filha, não seria difícil convencer a minha esposa.
Com cuidado para não a acordar, retirei lentamente o pênis semiflácido, pois a vaselina havia secado e as paredes do reto pareciam grudadas em mim. Deixei-a dormindo de bruços sobre a cama para evitar o contato do lençol com a pele bastante queimada dos ombros e da parte superior das costas. Peguei a pomada cicatrizante, afastei os glúteos pequenos, firmes e empinados, típicos de uma menina que ainda não havia menstruado, e apliquei sobre o ânus, que estava mais vermelho e inchado que na noite anterior. Na ânsia pelo prazer, eu havia me excedido. Espalhei a pomada, por fora e por dentro, torcendo para que as suas dores fossem aliviadas. Apliquei também a pomada nas partes vermelhas de suas costas e ombros. Deixaria um péssimo odor e poderia manchar os lençóis caso ela se virasse, mas a aliviaria.
Deitei-me ao lado e forcei-me a dormir. Acordaríamos cedo para pegarmos o bimotor que nos levaria à Itacaré.

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13 Comentários

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  • Responder @CMoura36 ID:1ck9clcepv59

    Toda putinha deveria ser ensinada a se oferecer assim, se deixar ser usada, saber que é o objeto de prazer de outro. A mãe deveria estar orgulhosa e incentivar que a filha seja cada vez mais puta

  • Responder Nando ID:roebbfvxpy7

    Conto perfeito! Ainda aguardando a continuação! Cadê?

  • Responder Paulão ID:gp1j59b0c

    Porque parou de contar?

  • Responder Alfredo Pereira ID:1d83jruxt803

    Já existe a continuação de “O GINECOLOGISTA DO INTERIOR – CHRISTINA A FILHA DA ATENDENTE”além parte 4 ou 5 ?

  • Responder mknd ID:fi07o4vzl

    quando sai a continuação?

  • Responder Laura ID:1d6idv60a2k6

    Cadê a continuação?

  • Responder Laura ID:1eh2cql7hzp9

    Manda logo a 4a noite. Acho que agora ele pega mais pesado.

    • Laura ID:1ek5iot0b89c

      Cara, tá muito bom. Manda logo a continuação.

    • Rafaella ID:7xbyxpzfii

      Uia. Laura curte abuso médico. Se divirta lindinha !!

    • Alfredo Pereira ID:1d83jruxt803

      Laura, será que o autor já escreveu a quinta parte ? será que não tem outro título?

  • Responder kasaldiscretopf ID:1dj5cc7ia3x5

    muito bom ,,,adoramos.

  • Responder Ntkg ID:1e6hyps1xpcx

    Não vejo a hora de ler o próximo ep, fico de tesão só de imaginar o que o Doutor e a Christina irão fazer na chácara sem ter ninguém para interromper

  • Responder PedroHO ID:b8zeg3gj31b

    Acho que foi o orgasmo mais forte dele. A menina se oferecendo e se colocando desse jeito, não há homem que resista a isso.