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De Olho no Vizinho Novo – Parte 1

2277 palavras | 8 |4.19
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Tudo começou a duas semanas, quando da janela do meu quarto eu o vi vizinho pelado

Essa é a primeira vez que conto isso a alguém, não sei bem como contar, maaaas…
Bom deixa eu me apresentar, meu nome é Frederico, mas minha família e meus amigos me chamam de Fred. Tenho 19 anos e estou no terceiro semestre da faculdade de biologia. É quero ser professor.
Ah como eu sou fisicamente? Hum, vamos ver. Tenho 1,65m, moreno claro, olhos castanhos. È não sou muito alto, mas tenho um corpo bacana, vou todos os dias a academia, falando em academia, depois me lembra, que quem sabe te conta uma coisinha ou outra da academia.
O que mais gosto no meu corpo? Não sei, os olhos talvez, apesar que todos elogiam minha bunda, falam que tenho um bundão gostoso.
Mas não é sobre mim que vim contar aqui e sim sobre meu novo vizinho, o Diogo, ele se mudou para casa ao lado, tem umas semanas. Veio com a família dele, a irmã e os pais.
Tudo começou a duas semanas, quando da janela do meu quarto eu o vi. Minha janela fica de frente para a janela do quarto dele. Quando olhei na janela, lá estava ele, só de toalha, tinha acabado de sair do banho. Nossa que homem. Pensa no homem gato, 1,80m, musculoso, peitoral bem definido, branco, mas levemente bronzeado, olhos negros. Ai, até esqueci o que eu estava falando…
Ah é, eu olhei na janela e o Diogo estava lá, só de toalha. Na hora que vi, fiquei de boca aberta, e babando, se é que você me entende. Ai do nada ele soltou a toalha e a deixou cair no chão. Nossa que bundinha mais durinha e redondinha, por um minuto quase quis ser um gay ativo. Ah sim, eu sou gay, caso você não tenha percebido ainda. Imagina só, você olha na janela e do nada você ver um cara gostoso pelado na janela ao lado, eu não sabia o que fazer. Não sabia se batinha uma punheta ali mesmo parado na janela, a essa altura já estava super de pau duro, ou se me escondia com medo de ser visto.
Como se aquela cena já não fosse perfeita, o Diogo se virou ficando de frente pra janela. Acho que o Diogo não percebeu que a janela estava aberta, porque quando ele se virou e viu ele veio em direção a janela para fecha-la. Fiquei sem reação. Queria me abaixar, correr, me esconder, qualquer coisa, mas eu estava hipnotizado por aquele homem. Ele me viu, olhou bem pra mim e fechou a janela.
Eu me sentei na cama, ainda sem acreditar no que tinha acabado de ver e comecei a me tocar. Enquanto baita uma, ali sentado na minha cama, lembrava da cena que tinha visto, aquele homem gostoso ali na minha frente. Imagina ele me beijando, eu passando a lingua pelo seu corpo… Ahh não resisti e gozei, foi tão intenso que respingou gozo em várias partes do chão do quarto.
Passarem uns três dias, sem que o visse novamente. Era terça feira a tarde, tinha acabado de voltar da faculdade, estava sozinho em casa, meus pais estavam trabalhando. Desde aquele dia, eu sempre ia na janela e ficava lá olhando, esperando, na expectativa de vê-lo novamente. Mas nada, a janela estava sempre fechada, mas hoje, hoje a janela estava aberta, meu coração disparou na hora. Será que hoje eu teria a sorte de vê-lo?
Olhei, esperei e nada… já estava a quase uma hora olhando para a janela dele, um olho no celular, um olho na janela dele. Esperei mais um pouco e nada. Decidi tomar banho e deitar, peguei minha toalha e fui fechar a janela, do nada lá estava ele, sem camisa, só de shorts. Ele estava pintando a parede do lado de fora da casa, pintando de azul escuro. Não sei o que aconteceu, não sei se suspirei muito alto, se cabei falando algo, mas ele se virou e olhou bem pra minha janela, e deu um sorriso. Que sorriso lindo, que boca, tudo uma perfeição. Não sei o que acontece, mas ele mexe muito comigo, de um jeito que nem sei explicar. Vendo aqueles olhos, aquele sorriso, fiquei nervoso e fechei a janela rapidamente. Mas me arrependi um minuto depois e abri a janela novamente, só que ele já não estava mais lá. Cadê ele? Fiquei me perguntando. Olhei pela janela, para todos os cantos, olhei para a janela dele e nada, a única coisa que via, era o balde de tinta no chão, uma parede branca, com um pedaço pintado de azul. Esperei mais um tempo, mas ele não saiu mais. Acho que assustei ele.
Fui então tomar um banho, quando ouvi a campainha tocar, meu coração veio na boca, será que era ele? Será que veio tirar satisfação por eu ficar olhando-o pela janela? Será que ele veio porque gostou? Muitas coisas passavam pela minha cabeça. A gente subindo no meu quarto, ele me jogando na minha cama. Eu de quatro na cama enquanto ele me comia com forca. Fiquei de pau duro na hora.
Me enrolei na toalha, sai do banheiro e fui até a porta, nervoso, ansioso… Tentei disfarçar o máximo que pude que tava de pau duro, esperando que ele não notasse ou notasse haha. Abri a porta só um pouco para ver quem era e pra minha surpresa, não era ele.
Era o eletricista, minha mãe tinha mandado mensagem mais cedo avisando que ele viria aqui na parte da tarde, eu tinha esquecido. Também, só consigo pensar no meu novo vizinho.
-Ah me desculpe! Achei que era minha irmã, que tinha esquecido a chave. – Menti claro, minha irmã não mora mais com a gente. Pedi que ele esperasse um pouco que já voltava, e fechei a porta e fui colocar uma roupa.
Quando voltei, estava de shorts, e uma camisa regata simples. Abri a porta e falei pra ele entrar. Ele entrou, carregando sua maleta de ferramentas. Mostrei onde estava a tomada com defeito. Falei que meu pai tentou concertar, mas que ele não manja muito disso, nem eu, sorri pra ele, foi um sorriso involuntário. Até aquela hora não tinha reparado como ele era bonito. Era um pouco mais alto que eu, acho que devia ter 1,70m ou algo assim, uns 30 anos, barba. Uma gracinha na verdade, agora que olhei melhor. Moreno, apesar da barriguinha meio aparente, tinha braços bem fortes.
– Pronto, problema resolvido – Disse ele vindo em minha direção. Ele vestia uma calça jeans e uma camisa preta meio apertada, que realçava seus braços musculosos.
Me peguei ficando excitado à medida que ele se aproximava.
– Só um minuto, vou pegar o dinheiro.
Corri no quarto da minha mãe, nervoso, esperando que ele não tivesse percebido. Sem saber o que fazer, tentei respirar fundo, esperando que meu pau ficasse mais relaxado, pelo menos ao ponto de conseguir desfaçar um pouco.
Ele apareceu na porta do quarto.
– Desculpa, eu preciso usar o banheiro.
Caralho esqueci de fechar a porta do quarto.
– É na porta da frente. – Falei sem graça.
Ele foi ate a porta da frente abriu e entrou.
Ué, ele não fechou a porta, pensei. De repente ele abre a calça, tira o pau pra fora, e começou a mijar. O pau dele mesmo mole, era grande e grosso, na verdade já estava meio a meio, meio bomba. Fiquei sem acreditar naquela cena. Ele acabou de mijar, deu aquela sacudida marota, e depois olhou para direto pra mim, e ficou me olhando, me encarando.
Fui meio lerdo, demorei um pouco, mas entendi o recado. É pelo visto ele notou que eu estava afim dele. Então entrei no banheiro.
O que foi? Achou mesmo que eu ia perder essa oportunidade?
Fiquei do seu lado e ele já me puxou colocando a mão por trás da minha cabeça e me tascou um beijo daqueles de tirar o folego.
Até fiquei excitado aqui de novo, só de lembrar.
O beijo não durou muito e ele já me pois de joelho, e já foi enfiando seu pau, que agora já estava bem ereto, na minha boca. O pau do eletricista não era muito grande, não mudou muito o tamanho, do que era meio bomba, acho que uns 15 cm, mas ficou ainda mais grosso e cheio de veias.
Comecei a mamar aquela pica grossa e gostosa, gostosa mesmo, chupava como se fosse uma mamadeira cheia de leite, depois ficava passava língua naquela cabeçona grande e vermelha. O eletricista me olhava de cima, soltando leves gemidos de excitação e prazer. Ele pegou minha cabeça e me forçou a engolir todo o pau dele de surpresa, até engasguei um pouco, mas logo dominei aquele pau desenfreado. A gente ficou uns minutos ali, eu chupando ele. Ele se abaixou um pouco e falou no meu ouvido – Deixa eu FUDER esse seu cuzinho gostoso, meter meu pau nesse bundão grandão. Eu fiz que sim com a cabeça, e me levantei.
– Você tem camisinha? – ele perguntou.
– Tenho, mas não sei se vai caber não, seu pau é bem grosso.
– Um pouco, você gostou?
– Muito.
– Eu tenho uma na minha caixa de ferramentas, vou lá pegar rapidinho.
Ele saiu do banheiro. Aproveitei e corri no meu quarto e peguei meu gelzinho que tenho escondido em uma caixa de sapato. Sem gel sem condições de aguentar aquela pirocona grossa.
A gente meio que se encontrou na porta do bainheiro. Mostrei o gel pra ele.
– Aqui no banheiro mesmo?
– Sim – Respondi.
A gente entrou e eu fechei a porta.
– A gente não pode demorar muito, porque já já pode chegar alguém.
– Tá bom, a gente da uma rapidinha.
Ele tirou a camisa e colocou no suporte de toalhas, depois pois o pau pra fora da calca de novo e já foi pondo a camisinha.
Tirei meu short, estava sem cueca. Peguei o gel e já fui passando um pouco no meu cuzinho. Passei o gel pra ele e ele passou no pau dele.
Me apoiei na pia empinando um pouco minha bunda para o eletricista. Ele me abraçou por trás, senti o pau dele roçando na minha bunda.
Com um pouco de dificuldade fui sentindo o pau dele entrar dentro de mim, ardia pra caramba, quase peço pra parar, mas aperto a pia do banheiro com força, um lagrima escorre do meu olho. Sentir que o pau dele estava todo dentro de mim, e ele começou o movimento de vai em vem. Da pra ver que ele manja do que tá fazendo, apesar da dor, ele foi cuidadoso para não machucar. Ele sabe o que o pau dele e grosso. O movimento foi se intensificando, cada vez mais rápido, cada vez mais forte. E eu cada vez gemendo mais, e mais. Teve uma hora que tive que morder meus lábios pra não soltar um grito. Estava muito bom, muito gostoso, já fazia um tempo que um macho não me fodia assim tão gostoso. Teve uma hora que ele agarrou na minha cintura e começou ar meter ainda mais forte, dei ate um pulo pra frente.
– Desculpa!
Ele aclamou um pouco no movimento, mas ainda assim se mantendo constante.
Do nada ele tacou um tapa na minha bunda, ardeu pra caramba, mas gostei, não vou negar. Ate dei uma rebolada gostosa na vara dele. Ele viu que eu gostei e deu mais um tapa.
Enquanto me fodia, eu acariciava meu pau, batia um pouco, parava, me tocava um pouco mais. Depois do segundo tapa na bunda, não consegui resistir e gozei.
Depois começou a gemer meio grosso e forte, me abraçou me puxando contra seu corpo, contra seu pau. Senti o pau dele todo dentro de mim, a gente ficou assim por uns segundos. Ele tirou a pau de dentro de mim. Me virei e olhei pra ele. Seu peito todo suado. Olhei pra camisinha, pra ter certeza que que estava tudo ok. Tinha um pouquinho de sangue. Aí ele me rasgou esse putão safado.
– Você quer ajuda pra gozar.
Falei que não, já tinha gozado. Perguntei se ele queria tomar um banho, mas tinha que ser rápido. Ele falou que não, tirando a camisinha. Peguei a camisinha e enrolei bem com papel higiênico e joguei no lixo.
Ele já tinha vestido a camisa dele. Vesti meu short e acompanhei ele até a sala.
– Ah o seu dinheiro. Já estava esquecendo.
– Não precisa, já tá pago. E bem pago. – Fiquei meio sem graça quando ele disse isso. – Precisando estou as ordens, deixei meu cartão na cozinha.
Abrir a porta da sala, ele pegou caixa de ferramentas dele e saiu.
Fechei a porta e fui pro banheiro tomar banho. Aí estava um pouco dolorido. Ele pegou de jeito mesmo. Depois do banho, entrei no quarto da minha mãe e peguei o dinheiro do eletricista.
Ué. Se eu deixasse lá ela ia desconfiar.
Fui pro me quarto, abri a janela, só um pouco, e lá está ele Diogo. Que lindo. Ai se eu te pego Diogo! Mas não hoje. Hoje sem condições. Mas amanha é outro dia né.
Continua…

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8 Comentários

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  • Responder YAMI ID:h5hnlf0v0

    Esse é um daqueles contos, que a gente espera a continuação, tesão demais.

  • Responder Nino Loirinho ID:7btepa60m3

    Eu já tive um dia sortudo assim tbm, mas fiz o inimaginável…dei para os dois no mesmo dia. Meu vizinho, um tesão de garoto, e para o técnico da Net. Eu tocava altas punhetas todos os dias, enquanto espiava meu vizinho pela fresta da janela, tomando sol na lage da casa dele. Eu tinha 15a na época,as já tinha consciência que meu negócio era rola, inclusive já tinha dado minha bundinha três vezes. Duas para o carinha que quebrou meu cabacinho, irmão de uma minha minha, e uma para um instrutor de natação do clube que eu frequentava. Ambos adultos, e experientes tbm na arte de comer cusinho de meninos novinhos. Depois que mudei do bairro onde morava, não encontrei ninguém que me atraisse tanto, e que me levasse a dar minha bundinha. Já estava a quase dois anos só nas punhetas, tendo como inspiração filmes gays e bate papo nos chats especializados. Mas qdo a família do Douglas comprou a casa vizinha a minha, e dias depois vi aquele deus grego só de sunguinha na lage, tomando sol, me excitei tanto, que toquei umas três naquele dia imaginando ser empalado por ele. Fui bem discreto e já sabia muita coisa dele, idade, 17a, não tinha namorada, era mês de Junho, por isso ainda estudava na antiga escola. Gostava de praia, de ler, e jogar Xadrez, pelo menos combinavamos em duas coisas. Eu não jogava Xadrez, mas comecei a ler sobre, e até comprei um para aprender, e praticar. Enfim, a Net deu problema e minha mãe avisou que tinha hr marcada para o técnico vir em casa, e pra eu não fazer hr na saída da escola. E qdo o técnico chegou, eu tinha acabado de sair do banho, estava vestido apenas com um shortinho, daqueles bem escandolosos que eu só usava em casa. Não me dei conta disso e atendi o cara assim mesmo. Logo que entrou ele me mediu da cabeça aos pés, sorriu e perguntou onde estava o moden. Mostrei, ele ligou td, e em cinco minutos resolveu o problema. Me deu um papel pra assinar, que botei em cima da mesa, peguei a caneta da mão dele, e curvei o corpo pra assinar.

    • Nino Loirinho ID:7btepa60m3

      Senti um apertão tão gostoso na bunda, que até suspirei. Olhei pra ele já mordendo os lábios, ele sorriu, disse que eu era muito bonitinho, que minha bundinha era deliciosa, ele não resistiu e precisava toca-la. Nossos olhares se cruzaram, encostei na mesa, ele se aproximou, me abraçou, já foi apalpando minha bunda, sussurrou no meu ouvido que queria me comer, e pediu pra eu dar minha bundinha pra ele. Não disse nada, só virei de costas pra ele. Ele abaixou meu shortinho, abriu meu reguinho com as mãos, e quase me fez gozar qdo passou a língua no meu cusinho. Ele me deixou molinho, e no ponto de querer sentir novamente uma rola no meu cusinho. Qdo parou de linguar meu cusinho e se levantou, ele já tinha tirado a rola pra fora. Perguntei se ele tinha camisinha, ele disse que não. Pedi que esperasse então e fui até o quarto dos meus pais. Abri a gaveta onde ele guardava e peguei uma tira com três. Qdo virei pra voltar, me deparei com ele nu na porta do quarto, e me assustei com o que vi. Nem em sonho, nem nos filmes e nem nos bate papos vi uma rola como aquela. Senti até o corpo tremer, mas foi de medo mesmo. Ele me agarrou e falou que ia me comer na *cama onde o papai comia a mamãe*, achei graça, e pensei, pq não. Ele me botou sentado na cama, e bateu com aquela rolona no meu rosto, e me fez entender o que queria. Depois de tanto tempo, estava chupando uma rola novamente. Chupei com gosto, apesar da dificuldade pra abocanhar aquilo td. Foi ele quem tirou o pau de minha boca, dizendo que ia gozar metendo no meu cusinho. Botou a camisinha no pau, me gez ficar de quatro e começou de cara tentando me penetrar. Pedi a ele pra ir com calma pq a rola dele era grande, e fazia muito tempo que eu não dava. Ele riu, e falou que ia ser cuidadoso e que ia fazer uma coisa pra ajudar entrar melhor. Foi até o aparador onde ficavam as coisas de minha mãe, pegou um potinho de creme, olhou e falou que aquele era ótimo e que já tinha usado na irmãzinha dele.

    • Nino Loirinho ID:7btepa60m3

      Não acreditei qdo ele disse aquilo e perguntei se era sério, ele sorriu e confirmou. Disse que torou a pequena qdo ela tinha 9a, e que metia nela toda vez que ia na casa da mãe dele. Ele abriu o potinho, besuntou a rola inteira e passou no meu cusinho tbm. Me fez ficar como antes, e voltou a pincelar a rola. Qdo passava no meu anelzinho, forçava a penetração. Com certeza ia doer e mais do que a primeira vez. E doeu mesmo. O grito, acompanhado de um choro convulsivo foi regra. Não deu pra segurar, pq doeu muito mesmo. A impressão que deu, é quenfoi pior que a primeira vez. Parecia que ele estava enfiando um ferro em brasa no meu cusinho, que além de queimar, estava me rasgando tbm. Ele foi me penetrando e só parou qdo os pentelhos tocaram na minha bunda. Ficou paradinho sem se mexer por alguns segundos, e falando pra eu relaxar, que já estava todinho dentro de mim. Dizia que meu cusinho era guloso, e que eu ainda ia fazer à alegria de muito macho, pq eu era bonitinho demais, e tinha uma bundinha bonitinha tbm, e gostosa. Acho que foi o fato dele me.elogiar, que me fez relaxar mais, e curtir aquela trepada, que no fim das contas foi deliciosa, e que me fez gozar sem tocar na minha rola. Só sentindo as vigorosas estocadas que ele deu no meu cusinho até gozar. Voltar pro banheiro depois foi lei, e tomamos banho juntos. Ele se foi, e fiz questão de acompanha-lo até o portão. Fechei o portão, e antes de ir ele me deu um cartão, falou que eu era uma delícia, e pediu pra eu ligar pra gente marcar de sair qq hr, e com mais tempo né, pra gente curtir legal. Prometi ligar, tranquei o portão e subi.
      Arrumei a cama dos meus pais, deixei td ordem, e espirreis até “Bom Ar”, e qdo abri a janela, dei de cara com o Douglas na lage, sentado num banquinho lendo. Qdo me viu, sorriu, veio até a grade e falou, que pelo jeito a festa não tinha sido tão boa qto eu esperava. Estranhei ele dizer aquilo, até pq ele era de pouco papo. Era óbvio que me ouviu gritando, por isso disse aquilo.

    • Nino Loirinho ID:7btepa60m3

      Tentei me fazer de desentendido, mas foi em vão. Eu tinha 15a, mas era inteirado, não bobo, tinha muito jogo de cintura pra esconder mesmo minha preferência sexual, tanto que vez ou outra arrumava uma ficante aqui e ali, e as vezes até levava pra casa, mas deixava claro que não queria nada sério. Principal para os meus pais, e eu os tranquilizava dizendo que namorar pra valer só depois de formado, e que até lá, era só curtição mesmo. Mal sabiam eles, que eu passava as madrugadas no Skype e nas salas de bp, vendo rola, e mostrando a bundinha. Voltando ao Douglas, ele falou que td bem, que eu podia ficar de boa, que tinha outros amigos como eu, e estava td bem. Sorri né, e ele perguntou como foi, já que pareceu que não. Aí já chutei o balde, e arrisquei. Disse a ele que foi ótimo apesar de td, e que seria melhor se fosse com ele. Ele riu, balançou a cabeça, falou que eu era louco, e eu confirmei. Falei que sim, que era louco pra dar pra ele, e que tocava punheta sempre que o via na lage tomando sol. Ele me olhou de um jeito esquisito, e se foi. Ajeitei a cortina na janela, fechei um pouco a veneziana e fui pro meu quarto. Mal sentei a campainha tocou. Fui atender o interfone, e qdo perguntei quem era, pasmei…era o Douglas. Acionei para abrir o portão, botei o fone no gancho e qdo abri a porta da sala, ele já estava ali. Sorri, ele tbm sorriu. Entrou, eu fechei e já fui direto ao aasunto pq ele não tinha vindo a toa né. Meti a mão e apalpei a rola dele, e acreditem, já estava dura. E pelo jeito, a danada tbm não era nada modesta. Ele não se incomodou qto lhe toquei, e ainda falou que ia me ajudar a ter melhores lembranças qdo fosse me masturbar. Ele mesmo abaixou a bermuda e liberou aquela rola maravilhosa. Não era grande como a do técnico, mas era de respeito. Digamos que a do técnico, tinha uns 19, 20cm…e a do Douglas uns 15. O que não deixa de ser grande, pelo menos maior que a minha era. Nem esperei, abocanhei aquela bela rola, e chupei até ele gozar.

    • Nino Loirinho ID:7btepa60m3

      Depois de fazê-lo gozar, fomos pro quarto. Tiramos a roupa juntos, e eu olhei aquele monumento na minha cama e não acreditava. Eu tinha acabado de dar uma trepada gostosa, e agora estava no meu quarto com o Douglas, meu sonho de consumo. Mesmo meu cusinho estando ainda um pouco dolorido, eu não ia perder a chance. Eu queria muito dar para o Douglas, e estava decidido, eu queria gozar na rola dele custasse o que custasse. Sentei na cama, ele sorriu pra mim, e me puxou me ajeitando sobre seu corpo. Ele que tomou a iniciativa de encaixar a rola no meu reguinho, e qdo senti, suspirei. Comecei beijar aquele corpo gostoso da cabeça aos pés, e chupei aquela rola deliciosa mais um pouquinho. Então lembrei da camisinha, pedi que esperasse e fui correndo buscar. Aproveitei e peguei o potinho de creme da minha mãe. Já cheguei com o invólucro da camisinha aberto, e coloquei naquela rola maravilhosa. Passei um pouco de creme no meu cusinho, e na rola dele tbm. Me ajeitei sobre ele, acertei a cabeça no anelzinho e pedi a ele pra segurar até entrar. Nossa, foi difícil tbm. A rola dele parecia estar mais grossa. Mas não era. É que o técnico me arrombou pra valer mesmo, e estava bem dolorido. Mas o sacrifício valeria a pena. Senti cada centímetro da rola dele invadindo meu cusinho. E depois de estar alojado dentro de mim, me chamou de putinho do cusinho guloso. O sincronismo foi perfeito. Nossos movimentos se casaram, e gozamos quase juntos. Lavei o peitoral dele de porra, e até estranhei pq havia gozado a quase uma hr atrás. Ele me fez deitar sobre seu corpo, pediu pra empinar a bunda, segurou firme nela, e começou socar com volúpia. Senti as estocadas fundo, parecia que rola ia sair pelo meu umbigo a qq momento, e então ele gozou. Ficamos daquele jeito por alguns minutos, descansamos e a putaria recomeçou. Ele me comeu gostoso mais duas vezes, tomamos banho e ele foi embora com a promessa de voltar se eu o chamasse. Enfim, saí só mais uma vez com o técnico, já com o Douglas…

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Seu vizinho pode ser bonito mas naoa bro mao de um eletricista suadinho cheirandoa macho mas se puder quero os dois, tem porteiro o seu predio?

  • Responder Nelson ID:3c793cycoii

    Que delícia. Com um vizinho desse e um eletricista assim não precisa de mais nada. Estou todo babado acho que vou ter que bater uma. Obrigado pelo conto.