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O pecado vive ao lado

2115 palavras | 22 |4.74
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Elias era meu vizinho, tinha 14 anos e estudava a oitava série, uma a mais que eu. Ele era criado pelos avós, Dona Célia de 62 anos e Seu Gerson de 65 anos, desde os 7 anos de idade. A mãe do Elias tinha falecido e o pai dele viajava muito, trabalhando em uma empresa de prestação de serviços. Seu pai não morava em São Paulo e vinha pouquíssimas vezes visitá-lo.
Os avós de Elias eram daqueles evangélicos fervorosos, não o deixava fazer quase nada, só saía de casa para ir à escola ou à igreja. Até no portão de casa era difícil vê-lo. Ele estava sempre de sapato, calça e camisa social. Na escola, ninguém falava muito com ele. Na verdade, o pessoal tinha um certo receio dele.
Seu Gerson até que era de boa, conversava com a gente. Mas a dona Célia era insuportável, não podia ver os moleques na frente da sua casa, na calçada, que já vinha jogando água. Era fofoqueira, vivia dizendo para a minha mãe que eu estava me envolvendo com maloqueiros, que eu ficava muito na rua.
Depois que a minha mãe deu umas “cacetadas” nela, ela deu um tempo. Mas depois voltou, só que agora ela falava para a o meu pai, que sem saber o que estava acontecendo, chegava brigando comigo. Se não fosse a intervenção da minha mãe, teria até apanhado. Eu odiava aquela velha. Mas o dela estava guardado.
Certo dia, na escola, fui ao banheiro fora do intervalo. Chegando lá dou de cara com o Elias, que estava mijando. Normalmente sou discreto observando os meninos mijando, mas quando vi a rola do Elias e o fato de estarmos sozinhos ali, perdi a linha. A rola dele era grande para a sua idade, não me controlei e acintosamente, admirei.
Logicamente ele percebeu, e deu uma viradinha de lado, tentando esconder. Mesmo assim continuei olhando.
Como eu estava de bermuda com elástico, abaixei até a coxa, levantei a camiseta, e comecei a mijar, deixando minha bunda bem à mostra. Ele terminou, se ajeitou rapidinho e saiu meio desnorteado. Eu terminei rindo, com a cara de desespero dele.
O interessante é que depois desse dia, Elias passou a me cumprimentar toda vez que me via. Eu estranhei, mas não o ignorava, também o cumprimentava.
Não sei o porquê, mas por dentro, passei a alimentar um certo desejo por aquele garoto, tanto que passei a cruzar mais vezes o seu caminho, principalmente nos intervalos e na hora de ir e voltar da escola. Até que, uns quinze dias depois do episódio no banheiro, um pouquinho antes de terminar o intervalo, Elias me fez um sinal e entrou no banheiro. Rapidinho fui atrás dele.
Normalmente no final do intervalo, o banheiro fica vazio, e nesse dia não foi diferente. Quando entrei, Elias estava no último box, com a porta semi aberta, me esperando. Lá eu o encontrei com o pau para fora.
_Que isso? Disse.
_Xiiii…cala a boca! Quer que alguém escute?
Totalmente autoritário e de forma rude, sem dizer mais nada, ele me virou de costas, abaixou minha bermuda, passou saliva no meu anel, cuspiu no pau, e em seguida, o enfiou no meu cú, socando com tudo, até o talo.
_Ai…vai devagar. Falei.
Ele nem ligou para o que eu disse, e começou a socar com força e de forma frenética.
Tudo bem que tinha ardido um pouco quando ele enfiou, mas a rola dele era bem gostosa, meu pau ficou duro na hora. Até que para um “crente” que mal saía de casa, ele metia gostoso.
Quando coloquei minha mão por entre as minhas pernas e acariciei suas bolas, senti seu corpo estremecer, e um jato de porra invadir e aquecer meu cú. Foi muito rápido, mas não podia ser diferente, afinal, estávamos no banheiro da escola.
Me virei e comecei a limpar sua rola, sugando as últimas gotas de porra. Dava para ouvir seus gemidos, bem baixinho. Em seguida, toca o sinal, Elias se ajeita e sai.
Como nos banheiros nunca tinha papel, tive que sacrificar minha cueca. Tinha que ser rápido.
Uns quinze dias depois repetimos, agindo da mesma forma. Só que agora eu estava com papel para me limpar.
Gradativamente, fomos reduzindo esse intervalo, e ao final de dois meses, já estávamos fazendo isso duas vezes por semana, sempre agindo da mesma forma. Foi quando eu disse a ele que era melhor mudarmos a estratégia, afinal de contas, alguém ia acabar percebendo esse nosso comportamento.
Nos tornamos bem mais íntimos, passamos a ir e a voltar juntos da escola, até a esquina da rua de nossas casas, quando nos separávamos, não queria mais problemas com a vó dele. E nesse trajeto, entre outras conversas, marcávamos nossos encontros no banheiro. Agora, a nossa nova estrategia, era pedir aos nossos professores para ir ao banheiro no meio das aulas, antes ou depois dos intervalos.
Paralelamente a isso, passei a ouvir algumas discussões, entre o Elias e os avós dele, principalmente com a Dona Célia.
Pelo que soube, Elias reclamava do fato de ter que ir aos encontros na casa dos fiéis, dizia que não havia garotos da idade dele e que se sentia muito isolado. Mesmo a contra gosto da avó, ele parou de ir a esses encontros. Ia somente aos cultos na igreja.
Foi aí que tive uma idéia, e no caminho da escola falei para ele:
_Elias, já que você fica sozinho nos dias dos encontros, se você quiser eu dou uma passadinha lá na sua casa.
Ele olhou para a minha cara, sorriu e disse:
_Acho que é menos perigoso do que aqui na escola né?
_Desde que seus avós não voltem mais cedo, kkkk.
_Nem pense nisso…kkk, seria morte na certa! Ó…hoje tem um encontro, se você puder….
_Combinado!
Passei a manhã com o pau duro, ansioso para gozar com aquela rola no meu cú. Na volta para casa, combinamos o horário.
Fiquei no portão de casa, esperando a saída dos avós do Elias, e assim que aconteceu, não perdi tempo fui lá.
Já no quarto dele, me encarreguei de tirar sua roupa, deixando-o peladinho na minha frente. Agora podia admirar bem de perto a sua bela rola, 4,5 por 17 cm. Fiquei acariciando, depois me abaixei, e esfreguei sua rola na minha cara. Levantei seu pau e abocanhei suas bolas. As pernas do Elias começaram a tremer. Brinquei um pouco com as suas bolas, e em seguida abocanhei seu pau, mamei bem gostoso, dava para perceber, pelos gemidos dele.
Elias sentou-se na beirada da cama, e eu fiquei de joelhos, babando no seu pau. Chupei por uns vinte minutos, já estava com a boca doendo, quando ele pediu para meter no meu rabo.
Fui até a janela do quarto dele, fechei a cortina, tirei minha roupa e fui para a cama ficando de quatro.
Enquanto pincelava meu anel com a cabeça da sua rola, ele disse:
_Estamos sozinhos aqui, não precisava fechar a cortina.
_Sei lá…é só uma garantia, o portão da frente não tem cadeado, vai que aparece alguém lá fora.
_É….tudo bem…ahhhh…que gostoso…que quentinho…
Elias acabara de enfiar o pau no meu cú e bem diferente do que lá na escola, ele foi empurrando bem devagarinho, até suas bolas colarem na minha bunda. Tirou quase todo o pau, e enfiou lentamente de novo. E quando suas bolas prensaram minha bunda, foi minha vez de gemer.
_Ahhh…ahhhh…delíciaaaa.
Elias foi aumentando os movimentos aos poucos, e logo, estava socando como um louco no meu rabo. Eu jogava meu corpo para trás, aumentando os impactos das suas bolas na minha bunda, fazendo um certo barulho. Quando ele me agarrou forte pela cintura, eu já sabia.
_Ahhh…ahh…nossa… muito bom…uhhhh…muito bom.
Deixei meu corpo cair para frente, trazendo o do Elias junto. Ele ficou deitado sobre mim, despejando até a última gota de porra, depois, saiu de cima de mim, ficando deitado de costas na cama.
Depois de um breve silêncio, ele fala:
_Marquinhos, você acha que isso que a gente tá fazendo é pecado?
_Olha Elias, eu não vou muito à igreja, mas acho que pecado é fazer mal a outras pessoas. Aqui, ninguém está sendo forçado a nada, e mesmo que algumas pessoas não gostem, para mim isso aqui é só diversão, porque é gostoso.
_É…isso é…é muito gostoso…
Quebrando outro breve silêncio, me viro para baixo e fico punhetando o pau do Elias, que logo dá sinal de vida. Aproveito, então, e passo a chupar, deixando sua rola bem dura.
Me levanto, me posiciono sobre ele, encaixo a rola, e deixo meu corpo descer, lentamente, dando umas reboladinhas. Os seus gemidos iam me descontrolando, me deixando com mais tesão. Passei a cavalgar meio desenfreado.
Seus gemidos me atordoando, seu pau me cutucando por dentro, suas bolas amassando minha bunda, comecei a sentir aquela sensação gostosa, eu ia gozar.
Tentei segurar mais um pouco, mas quando senti o jato de porra do Elias me inundando, não me aguentei e gozei.
_Ahhh….uhhhh….ahhh….nossa.. que gozada…ahhh.
A barriga do Elias ficou toda lambuzada. Nos limpamos, e fui embora.
Esses encontros de fiéis fora da igreja, eram quase todos os dias, mas os avós do Elias iam em um ou dois por semana. E sempre que eles saíam, eu ia lá fazer uma visitinha.
E numa dessas várias visitinhas que fiz, percebi um vulto nos observando pela fresta da cortina da janela do quarto. A cortina era um pouco escura, mas dava para perceber, só não consegui identificar. Eu estava de joelhos, com os braços apoiados na cama, com a bunda bem empinada, e o Elias socando rola. E quando virei para trás, percebi esse vulto, nos observando. Na hora pensei no Seu Gerson, mas se fosse ele, com certeza teria invadido a casa e dado uma bela surra em nós dois.
Seja lá quem for, acho que estava gostando, pois já estava há um bom tempo na janela. Confesso que aquilo me deu mais tesão, passei a me exibir, disfarçadamente, para aquele desconhecido.
Achei melhor não falar nada para o Elias, que socava sem dó no meu rabo.
_Elias, quando estiver perto de gozar, me avisa, vou bater uma punheta e gozar junto com você.
_Então já pode começar, já estou quase gozando…ahh.
Comecei a bater punheta, dei uma olhada para trás, e o cara ainda estava lá, nos observando. Nessa hora, resolvi acabar com o Elias, travei meu anel, prendendo o pau dele, e passei a fazer fortes movimentos laterais, como se quisesse cortar seu pinto. Acelerei a minha punheta, e não deu outra, Elias começou a estremecer todo.
_Assim eu não aguento…não aguento mais vou gozar….ahhh…. ahhhh…uhhhh…
Senti seus jatos quentes, e gozei em seguida.
_Ahhhhh…delícia….que gostoso…ahhh.
Elias ficou mais um tempinho engatado, depois tirou o pau da minha bunda.
Nossa, o lençol ficou todo melecado, deu trabalho para limpar.
Depois de tudo limpo, me lembrei do observador, olhei para a janela, e ele não estava mais por lá.
No outro dia voltávamos da escola tão descontraídos, que não nos separamos na esquina, e quando Dona Célia me viu com o seu neto, começou o escândalo na rua.
Falou que era por isso que o neto dela estava mais rebelde. Me chamou de semente do mal e um monte de outras coisas.
Foi aí que o Elias, todo constrangido, pediu para eu entrar, para evitar mais ofensas.
De casa dava para ouvir os gritos dela. Minha mãe ficou louca de raiva e por muito pouco não foi lá tirar satisfação. Pedi muito a ela para deixar para lá, não ligar, não se envolver.
Essa mulher era louca, ficou irada porque me viu ao lado neto dela, imagina se tivesse visto outras coisas que fizemos.
Dona Célia passou a levar e buscar o Elias na escola, e ele passou a frequentar os encontros dos fiéis.
Na escola, conversamos e resolvemos dar um tempo, íamos esperar a poeira baixar.
Mas essa história ainda tinha alguns desdobramentos….

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22 Comentários

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  • Responder AdriSLZ ID:6suh53h6ik

    Gostei

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Valeu obrigado!

  • Responder César ID:xlpkbkv3

    Muito bom! Lembrando meu início, quando um colega de escolar meteu pela primeira vez no meu cusinho virgem!

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Que bom que pôde recordar esse belo momento. E escondidinho na escola, era tudo de bom.
      Valeu pelo comentário.

  • Responder Cadu ID:3nwpcn3020a

    Quase a minha história. A diferença é que eu tinha 13a, e o Jorginho meu amigo, tinha 15. Ah, e tinha à avó dele tbm, brava que só e gostava de fazer barraco. Mas isso não impediu em nada, e tivemos ótimas experiências. E como o Elias, o Jorginho tinha um “brinquedão” e tanto, e me fez sofrer horrores qdo inaugurou meu cusinho até então totalmente virgem. Imagina, se pra chupar aquele cassatão, que para um garoto de 15a era descomunal, e eu mal conseguia abocanha-lo, imagina aguentar aquele monstro no meu cusinho. Mas eu me esforçava viu, e como. Afinal de contas, o prazer compensava o sofrimento. Mas nosso “caso” durou pouco, foi coisa de um ano e meio, e acabou pq seus pais se mudaram para o sul. E só “fui” dele, e de mais ninguém. Isso foi a dezenove anos atrás, e até hj só vivo da lembranças. Mas quem sabe ainda encontro um outro “Jorginho” por aí né. Pq até hj não encontrei nenhum que me fizesse querer voltar a ter as mesmas experiências do passado.

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Que bom que teve uma história parecida.
      Eu comecei com 11 anos, e de lá.para cá, já fui de muita gente..kkk
      Valeu pelo comentário.

  • Responder @Carloss42 ID:gqb0dg044

    Conto muito excitante..continua logo

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Em breve….em breve…valeu..

    • Eduardo ID:gp1fk72d2

      Puta que pariu c 11 anos começou a foder adoro como foi conta chupando quem?

  • Responder Sla ID:2ql0ptfzj

    Se for o avô dele seria top, aí vc tem dois machos

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Em breve, no próximo conto….
      Valeu pelo comentário…

  • Responder Tio John ID:g3jjxse8l

    Né veado,não seria correto dizer o veado mora ao lado?Cuidado viu veado,pois o tio Deere pode estar morando do outro lado!Cuidado veado,sou o John Deere,Matador de Veados,comigo veadagem e veado acabam!

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      🤔….boa…🤣🤣

  • Responder Nelson ID:3c793cycoid

    Otimo. Curioso pela sombra na janela.

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Valeu pelo comentário!

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Que conto maravilhoso! Queria tanto um Elias na minha época de escola…

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Pena que não durou muito, foram uns três meses e pouco. Agradeço ao elogio.

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Pena que não durou muito….
      Obrigado pelo elogio!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Itaúna, pena mesmo! O mais importante não é a quantidade, mas a qualidade! E vejo que suas fodas foram deliciosas! Parabéns!!!

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Concordo, a qualidade vale muito mais que a quantidade. Foi pouco, mas foi muito bom….

  • Responder Bob ID:g3ja3kd9d

    Tomara que o observador te foda e te arrombe até vc cagar a porra dele e gozar ao mesmo tempo putinha

    • Itaúna sp ID:yaz7tl8k

      Kkkk, foi quase isso…valeu pelo comentário.