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O Vizinho Militar 32 – “Meu marido pode tudo”

2102 palavras | 1 |4.38
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Voltando da viagem e comentando com Jonas que eu nos defini ao nosso guia como quase casados, imediatamente pensamos o óbvio: estávamos casados. Não oficialmente, mas eu tinha um marido. Um marido lindo, grande e safado. Um marido que me acorda cedo com um cheiro no pescoço, que roça o peito inchado nas minhas costas, que morde a minha nuca levinho como um bicho quando quer me comer de lado antes de levantar. Que traz comida na cama, que me enche de caprichos e mostra como os dias podem ser bons ao lado de um cara seguro dos seus detalhes mais íntimos.

Estávamos certos de uma coisa: o apartamento de Jonas sempre foi o nosso preferido. Mesmo nenhum dos dois dizendo isso claramente, era lá que nossa vida juntos fazia sentido. De qualquer forma, o apartamento dos meus pais sempre estaria ali do lado caso fosse necessário, por isso aconselhei aos meus velhos no interior que alugar seria a melhor opção. A mudança se deu num domingo de manhã bem cedinho. O que valia a pena ir para o outro apartamento, foi levado, o que não nos servia virou venda on-line ou doação. Eu nunca fui de encher a casa de coisas e também sempre me desapeguei muito facilmente, então foi uma mudança rápida. Em poucos dias vendemos o que deu, doamos o que sobrou e levamos para o apartamento do meu vizinho futuro marido aquilo que me valia algo.

No meu apartamento vazio abrimos as janelas para entrar um ar fresco lá de fora e o peito suado do meu namorado se iluminou. Crescia uns pelinhos dourados nele que reluziram imediatamente e me chamaram para mais perto. Nos amamos no chão seduzidos pelo eco da nossa própria respiração pesada no interior da casa que ocupei. Encaixado em mim com a bermuda abaixada até as coxas, Jonas brincou de roçar a minha bunda com a cabeça avantajada da sua rola grudenta. O calor que estava fazendo logo nos fez suar e no meio de tantos beijos, um sussurro me fez parar no tempo.

“Você vai casar comigo mesmo?”

“Não tenho como fugir agora.”

“Tá preso no galego pra sempre?”

“Porra… E como tô. Não é nenhum sacrifício.”

E assim, suados, nos chupamos no chão da sala vazia.

De casa nova arrumada, coisas no lugar e roupas no armário, pensamos em chamar alguns pouquíssimos amigos para aquilo que tínhamos como um noivado. Se íamos fazer mesmo isso, seguiríamos todos os passos. No dia não foram nem doze amigos. A maioria eram os meus, de Jonas só foram dois e Rafa, é claro. O amigo do futebol inclusive nos presenteou com um vinho caríssimo que vai durar bastante na adega. Casa cheia, cerveja gelada, música de ambiente, uns petiscos saindo quentinhos. Risadas e conversas misturadas, um fumante rindo da varanda, a noite morna lá fora esquentando o interior do apartamento. Jonas me encontrou na cozinha quando fui me certificar de que não precisava gelar mais cervejas e me encoxou na borda da pia. Grudando a boca no meu pescoço fez seu hálito viciante chegar no meu nariz e eu quase soltei um suspiro em aprovação ao carinho que me servia ali.

“Sua casa.”

“Fala que é nossa. Prefiro assim.”

“Nossa casa, nossos amigos. Acho que nossa vida está completa agora. Não acha?”

“O molde tá bonitinho. A gente casando, os amigos aqui tomando uma cerveja, as coisas no lugar. Finalmente não preciso mais pular lá de vez em quando para abrir as janelas e fingir que ainda era meu apartamento.”

“Desde o primeiro dia que dormiu aqui não deveria ter voltado àquela porta. Deveria entrar e sair pela minha.”

“Falando assim você me dá margem para pensar besteiras.”

Como eu já estava de frente e abraçado ao corpo grande e quente, uma das mãos procuraram o meio da bunda e dei uma apertada lembrando o duplo sentido do que dizia. Rimos da nossa brincadeira safada e insisti num beijo molhado depois.

“Não me pega assim que eu te arranco daqui agora e acabo com essa reunião.”

“Pra quê acabar? Me tira mesmo assim. Eles vão aguentar não nos ver nos próximos minutos.”

“Não me provoca.”

“Tá fugindo, Jonas? Você nunca foi de negar fogo. Já se acomodou? A gente ainda nem casou direito.”

Exageradamente terminou sua cerveja num gole só, largou a garrafa sobre a pia e me arrastou pelo corredor agarrado à minha cintura. Sem dificuldades para me levar, não parou de me beijar e rir no caminho até o quarto. Fechou a porta com o pé, largou as sandálias no caminho até a cama e me sentiu na beiradinha como se precisasse me cuidar. Com a minha ajuda desceu o meu short e enfiou a cara na minha cueca. Respirou, brincou com o tecido, abocanhou meu pau já meio duro e acordado.

“Cheirinho de rola guardada.”

“Para, porra.”

“Eu tô comemorando. Não tem outro cheiro que eu goste mais, você sabe.”

“Tem.” Eu digo convencido.

“Qual?”

Ele não se dá ao trabalho de me olhar quando pergunta, está ocupado arrastando seu queixo duro no volume que rapidamente se forma embaixo do tecido já esticado da cueca. Alisa minhas coxas e as morde com dentadas suaves. Suspira e cheira minha virilha que se abre quando ele força a cara ali. Está ajoelhado e ainda assim é enorme na minha frente. Uma montanha curvada por mim.

“O cheiro do meu tesão quando exalo pra você.”

“Ah, esse aí é afrodisíaco. O cheiro do nosso sexo é do caralho.”

E quando termina de falar já está abocanhando e tecendo elogios entre os dentes fincados no couro esticado e quente do meu membro. Diz como é gostoso, como estou duro e saboroso. Murmura de boca cheia, engasga por estar apressado e me olha carente. Acarinho as orelhas grandes e rosadas e gosto de apertar o queixo com as pontas dos dedos, mas depois subo para o alto da cabeça onde o cabelo baixinho e liso me espeta.

Me agrada com uma mamada na cabeça e uma punheta na base. É experiente nisso, sabe a intensidade das sugadas. Me faz gemer, pedir por mais e sorri ocupado lembrando que ainda estamos com visitas. Lembro e também tento me controlar, mas ele está me enfiando na garganta com a precisão de uma máquina feita para o sexo. Abre bem os lábios, usa perfeitamente a língua e até a saliva desempenha um bom papel. Me arrasto para dentro com força e certa violência. A cabeça do meu homem se move rápido, parece fazer círculos, não entendo como me serve tanto prazer. Meu olhos se fecham sozinhos, minha cabeça cai pra trás e me descontrolo como é comum em chupadas bem dadas.

“Caralho, me faz foder sua boca. Não quero enlouquecer aqui, mas você é foda, Jonas.”

Só entendo que seu gemido apertado é um incentivo por conhecer o homem que tenho guardado entre as coxas. Se ele quer, eu faço. Agarro a nuca e não me preocupo com os barulhos que faz quando engasga na minha pica. Forço uma mamada gulosa, me arrasto pelo céu da boca e vou ao ponto de foder. Ele lacrimeja, me morde e eu solto um gemido alto que antecede o gozo. Os outros são baixinhos e controlados e eu finalmente esporro. O líquido esbranquiçadinho sai cuspido e em jatadas miúdas cai pelo queixo babado e o peito à mostra pelo botões abertos da camisa do meu militar. Ele cai sentado sobre os calcanhares gemendo e respirando pesado, visivelmente afetado pelo ritmo exagerado das minhas estocadas na boca vermelhinha.

Sorri como só um homem safado faz, se arrasta até grudar as laterais do seu corpo nas minhas coxas e fazer o meu pau encaixar no seu peito para alcançar com a sua boca, a minha. Me beija com gosto de porra, pica e sexo. Mama minha língua vorazmente, perversamente. Me faz gemer ainda. Me faz suar. Ele mesmo está gemendo também.

“Te acho lindo de joelhos pra mim e você sabe disso, seu safado.”

“Eu sou lindo de qualquer jeito. Demoramos?”

“O suficiente para perceberem que a gente veio fazer alguma putaria.”

“Caralho. Vergonha. E agora?”

“Você, Jonas? Com vergonha? Não parece o mesmo que me pede uma chupada dentro do avião.”

“No tesão a gente vira outro. Você também tem disso. Quando quer, sai da frente. Vira puto!”

“No tesão você vira outro? Então você está com tesão 24 horas por dias, porque não importa o que eu faça… Você está sempre ali pertinho pra tentar arrancar uma encoxada, uma mamada…”

E a gente ri já dentro do banheiro. Ele lava o rosto na pia e eu lavo a pica rapidinho. Dois homens enormes presos no banheiro depois de uma safadeza. Ele me beija de novo, sussurra dentro da minha boca que me acha delicioso e eu proponho.

“Fica de joelhos pra mim mais tarde?”

“Quer me comer?”

“Eu posso?”

“Meu marido pode” ele responde. “Mas só depois de me dar o cuzão.”

“Exigências demais.” Digo saindo primeiro entre risos.

As visitas só lembram de nós quando retornamos com o famoso ar de quem andou aprontando no rosto e todos riem da distância que tomamos por alguns minutos para uns beijos. É somente o que eles precisam saber. A noite corre tranquila, os convidados vão se despedindo e no fim restamos sozinhos no meio da sala bagunçada. Por um momento achei que iríamos querer a presença de Rafa com a gente naquele fim de noite, mas não estávamos realmente nesse clima. O garoto ainda demorou em se despedir como quem pede, sem muitas palavras, para ficar. Jonas me ajuda a catar os copos espalhadas, os pratos largados e as garrafas esquecidas no canto. Às vezes esbarra em mim no meio do caminho e me puxa, levemente embriagado, para um beijo demorado. Insiste para deixar a casa como está e me pede carinho como um bom quase marido que tem sido.

Terminamos a noite pelados na cama. Os dois. Primeiro me fode como queria fazer. Me come lento, demorado. Me abre bem, me molha em exageros e tenta saciar a sua inesgotável fome de cu. Também ganho aquilo que combinamos: de quatro na cama me cede a bunda, rebola no meu pau e geme grosso como um touro. Rola na cama pedindo um encaixe, abre as coxas e me diz para comê-lo assim.

“Mete no seu macho? Me come do jeito que eu sempre como você?”

Se mexe embaixo de mim, me agarra em beijos de tesão e treme toda vez que quase me faz gozar. No banho a gozada sai na barriga de cada um e no meio de uma punheta. A gente adora bater uma juntos. Às vezes deixo de gozar na cama, embaixo dele, para gozarmos no banho completamente grudados, meio que abraçados. Me lembra que a gente constrói ainda mais nossa intimidade assim.

“Fiz uma coisa que você não vai gostar.”

Ele está terminando de vestir a cueca e eu já estou deitado, embrulhado dentro da coberta e prontinho para dormir.

“Eu vou ficar bravo?”

“Não sei. Talvez fique, porque eu nunca te vi fazendo isso. Se fez eu não lembro.”

“O que é, então?”

“Eu vou levar a gente pra acampar.”

“Acampar, Jonas? No mato? Tipo com barraca e tudo?”

“Aham. Tipo com barraca e tudo. Trilha, rio, tudo que tem direito.”

“Porra. Tu sabe que eu sou preguiçoso pra essas coisas.”

“Promete que topa? Vai ser legal, porra. Para de reclamar adiantado.”

Ele me convence porque se joga manhoso sobre o meu peito e me pede com a própria boca pertinho da minha. Me enche de cheiro e se afunda no meu peito também entrando na coberta.

“Só dorme, cara. Eu vou pensar. Já viu o tanto de corpo que eu tenho pra ser comido pelos mosquitos.”

“Não sei se por mosquitos, mas comido por mim será com certeza.”

“No mato?” Eu pergunto, interessado.

“No matinho. Bora?”

Ele me deixa pensar quieto porque sabe que é sempre assim que me convence. No fim não parece uma ideia assim tão ruim.

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1 comentário

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  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Quero Rafa no meio de vcs dois