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A bunda do meu pai

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Fabrício reaproximou de seu pai e a amizade entre eles começou a mexer muito com sua cabeça e com seu pênis.

*** Identidade Bourne ***

Dúvida mortal

Meu nome é Fabrício, 25 anos. Vou contar algo muito íntimo e confuso, que mudou minha vida pra sempre. Sou filho único de meu pai, Miguel, de 50 anos, e minha mãe, que não foi casada com ele morreu quando eu tinha 16 anos, de AVC. Eu fui criado pra lá e pra cá entre minha mãe e meu pai, que sinceramente era frio e distante, poucas palavras comigo. Vivia ocupado ou em festa com mulheres. Minha mãe sempre disse que ele não prestava, sempre pintava a caveira dele pra mim e eu não sentia nenhuma ligação emocional de pai e filho como os outros. Meu pai tinha um olhar misterioso, era grande e intimidante, eu tinha mais medo que respeito. Eu parecia muito com meu pai fisicamente, e dizem que a gente acaba sendo como o pai que criticamos. Meu tio Manuel, irmão de meu pai dizia que ele me amava, só não sabia como expressar.

Depois que minha mãe morreu ele tentou se aproximar mas sempre havia um gelo entre nós. Eu estava morando com meus avós maternos. Eles não gostavam do meu pai, diziam que ele não tinha maturidade e nunca foi fiel a minha mãe e que até com travesti ele a traiu. Mas como tudo, maioria das histórias eram rumores, e também uma implicação entre eles, apesar de tudo não posso dizer que ele tenha sido mal comigo. Eu me tornei num cara rebelde, bombado, cheios de tattoos, lutava jiu jitsu e arranjava briga por aí.

Mas tive uma reviravolta na minha vida, foi quando acordei na cama do hospital. Minha visão estava embasada, mas foi fácil perceber o perfil do meu pai, careca raspado, barba rasa, começando a ficar grisalho, sobrancelhas baixas e franzida enquanto olhava com indignação para meus avós do lado da cama, eles discutiam algo e ao notarem que eu havia acordado ficaram todos agitados, meu vô disse que ia chamar o médico e meu pai abriu um sorriso que não via muito tempo, seus olhos castanhos claros, que as vezes ficavam verdes, brilhavam, acho que ele estava chorando.

Eu estava com uma perna e um braço e engessados. Eu tinha sofrido um acidente de carro, e havia ficado três dias em coma, um cara furou o sinal etc. A pancada na lateral da minha cabeça tinha sido forte mas não precisei de operação, apenas uma perfuração simples para aliviar a inflamação interna, minha cintura, que foi atingida lateralmente esmagou alguns nervos. O médico disse que eu tive sorte, eu ia ter dificuldade pra andar no começo mas em pouco tempo já estaria normal. Eu tinha completado 20 anos e era meu primeiro carro que se foi.

A discussão entre meus avós e meu pai era sobre quem ia tomar conta de mim. Como meus avós já tinham os problemas deles, eu resolvi ir com meu pai, era a coisa mais sensata, ele tinha flexibilidade em seu trabalho e melhores condições, pois eu ia precisar de ajuda pra tudo. Meu pai contratou uma enfermeira, uma mulher madura, eu não me sentia confortável com ela me acompanhando e me limpando depois de fazer minhas necessidades fisiológicas. Eu tinha ereções e ficava muito sem graça.

Então mudamos para um enfermeiro mais maduro, que foi melhor mas ele não pôde continuar com mais esse emprego. Não seria fácil achar outro tão cedo, meu pai pediu férias e licença e disse que ele cuidaria de mim. Eu não sabia o que seria pior, a vergonha diante uma enfermeira ou a vergonha diante meu pai. Ele e eu nunca tivemos essa proximidade, a última vez que ele me viu pelado eu devia ter uns sete anos e eu não me lembro de alguma vez vê-lo nu, mas nas minhas condições eu não tinha escolha. O enfermeiro, que se chamava Demir, nasceu na Turquia e cresceu no Brasil, ele era pouco mais velho que meu pai, uns 55 anos, foi muito legal e passou pro meu pai muitas instruções. Na conversa com meu pai ele disse que cuidou muito de seus três filhos e isso o fez entender seus pacientes jovens, percebi que meu pai ficou meio envergonhado de não ter feito o mesmo.

Era já tarde na noite, meu pai passou no meu quarto eu estava na internet, era ainda conexão discada e eu esperava uma página abrir.
– Ja volto pra te dar banho! Quer no banheiro ou na cama? – disse abrindo a porta.
De qualquer modo ele iria me tocar e me ver pelado. E eu queria fazer minha necessidade físiologica, que eras parte mais humilhante.
– No banheiro porque eu preciso usar o vaso!
Ele voltou só de cueca branca e tão folgada que não faria diferença embaixo de uma calça, e me deixou de cueca e cobriu os gessos com plástico até ter certeza que estava em isolada.
– O doutor recomendou estimular seus movimentos, então vou te tirar dessa cadeira e te ajudar a andar!
Ele me ergueu, sem experiência e sem jeito, me agarrou de frente e acabou me carregando com sua mão nas minhas nadegas. Meu pai tinha 1.80m, forte, parrudo. Eu tinha quase a mesma altura, eu estava musculoso mas perdi massa, ainda assim eu era pesado. Ao medida que andava seus pelos e sua barriga forte roçava meu meu corpo e pelvis. Sua barba tocava meu ombro quando ele falava. Isso tudo me incomodava.
– Jesus, você tá um homem mesmo! – disse rindo.
– É que você não me viu muito quando eu estava malhado, agora tô é magro!
– Eu aguento até o dobro do peso! Vou cuidar do meu filho!
Primeira vez que tive esse abraço pele a pele com meu pai, tive um sentimento diferente, de proteção e apoio de alguém mais forte. Parecia que um menino tinha despertado em mim. Ele me sentou no vaso, baixou minha cueca e saiu. Voltou quando eu chamei. Seria a parte mais vergonhosa. Ele me ergueu, me inclinou apoiado em seu braço e com outra a mão pegou os lenços umedecidos. Sua mão era pesada e sentia meu rego afundar, repetiu várias vezes trocando os lenços.
– Eu quase te perdi, Fabrício, e agora é como ter uma segunda chance! De te carregar no colo, te dar banho e até limpar seu bumbum! – disse rindo.
– Tá pai, mas não precisa fazer tão forte!

Esse estímulo anal me causou uma semi ereção. Isso aconteceu também quando enfermeiro fez o mesmo, mas ele foi profissional e conservou comigo sobre isso, ele parecia um pai pra mim, o que me deixava a vontade com ele, mas com meu pai eu não sabia como seria. Meu penis ficou com o dobro do tamanho, meu pai reparou mas Simplesmente não disse nada. Me sentou na cadeira de banho embaixo do chuveiro ligado e começou a me banhar com suas mãos e esponja, como fazia o enfermeiro, ele me havia contado sobre os tais banhos turcos, em que os turcos vestiam somente uma toalha ou um short fininho, mas ele como enfermeiro sempre se vestiu propriamente no seu padrão profissional.

Meu pai já estava com sua cueca toda molhada, com seu conteúdo balançando a medida que ele esfregava minha cabeça. Suas mãos descerem o meu corpo, falava das minhas tatuagens comparadas com as dele, eu estava ficando muito relaxado e com sono. Ele se baixou pra limpar minhas pernas, meu pau estava duro, minhas bolas tão relaxadas que se assentavam sobre a cadeira. Quando ele veio com a esponja na minha virilha, eu soltei minha mão do suporte da cadeira pra cobrir ou bloquear meu penis, foi algo automático.
– Fabrício, segura na barra antes que você escorregue e caia! Quando você era bebê, você sempre ficava de pinto duro quando eu te dava banho ou te trocava, nada mudou, só o tamanho!
– Ta. E que eu não to acostumado pô!
– Melhor a gente se acostumar, quando eu ficar velhinho você que vai ter que dar banho!
Ele me puxou com a cadeira pro lado.
– Agora minha vez de tomar banho e já saímos! – disse tirando sua cueca molhada.

Eu fiquei meio sem graça de meu pai estar nu do meu lado, mas racionalizando melhor, isso era comum em muitas famílias e éramos dois homens. Sua virilha estava no meu campo visual, e isso era esquisito, eu tentava não olhar. Foi a primeira vez que eu via o penis do meu pai, que eu me lembre, e tomar banho com ele era como criar os laços íntimos que nunca tivemos. Estávamos expostos um ao outro devido as nossas vulnerabilidades. Então eu resolvi olhar e reparar na nudez do meu pai, como se fosse um amigo qualquer. Ele se virou e o vi de lado a curva de sua lombar, que fazia suas nadegas ficarem empinadas e grandes, achei aquilo bonito eu também era pouco assim, e essa curva também projetava seu abdômen, dando um aspecto de parrudo. Sua bunda era peluda, menos que suas pernas e virilha, seu penis apesar de mole, apontava para frente, com a glande querendo sair da pele, dali a água escorria em formada de cachoeira. Acho que admirar o corpo do pai não deve ser nada de mal, era um tabu que ia acabando.

– Se preocupa não filho, o seu sempre será o maior! O pai deixa! – sua voz me acordou num susto. – Me deixa orgulhoso e a mulherada feliz!
Eu fiquei quieto desviando meu olhar. Ele nos enxugou, meu pau já estava mais tranquilo, ele ainda nu começou me levantar, eu fiquei meio em pânico.
– Pai, perae, busca nossa roupa primeiro!
– Mas só pra te levar ali no quarto Fabrício? Nem faz sentido.
Ele me pegou da mesma forma de antes, porém nem eu nem ele estávamos de cueca. Meu pau foi roçando em sua barriga ficando totalmente duro, com o contato afetuoso que ele fazia eu fiquei sem entender porque eu estava tão ereto e parecia que eu ia gozar. Quando me largou na cama, vi um liquido viscoso esticando entre sua barriga e meu penis, senti meu rosto queimar de vergonha.
– Ow, você tá precisando liberar ai, ta na seca como o seu pai! – disse agindo naturalmente. – Vou providenciar umas garotas, você quer?
– Não pai, ta louco!
– Para com isso filho, você tá precisando.
– Eu nem ficaria me sentindo bem com uma garota na minha situação!
– Ta bom, então vai na mão mesmo, tenho videos que baixei no computador!
Ele me vestiu uma cueca rapidamente, voltou de seu quarto de cueca e seu laptop, que na época era maior que os de hoje.
– Assim é melhor porque da pra assistir deitado. Ah, mas você vai ter que fazer tudo com uma mão só!
Ele me deixou no quarto com seu laptop ligado nos arquivos pornô dele. Eu ignorei por um momento, mas mais tarde, na hora de dormir, eu comecei a pensar coisas de sexo, quando vi eu estava me tocando, fazia tempo que eu havia transado e gozado. As portas de casa eram mantidas abertas caso eu precisasse chamar. Então alcancei o laptop pra assistir os arquivos, muitos eram de dois homens numa mulher e fiquei mais excitado nesses não sabia o porque. Eu me posicionei de um modo que pudesse usar minha mão para me masturbar e o laptop caiu de vez no chão, fez um barulhão. Em poucos segundos vi meu pai me ajudando a pega-ló do chão.

– Que susto achei que tinha sido você! – disse sentando-se ao me lado.
Eu cobri minha ereção e ele fazia o mesmo, seu pênis contornava a sua cintura por baixo da cueca, fiquei incomodado. Ele colocou tela cheia a imagem de dois paus entrando e saindo da buceta da mulher mas o que me chamou atenção era os dois paus se esfregando e os homens curtindo da mesma forma. Vi de canto de olho meu pai se tocando, a luz da tela iluminava meu pau pra fora da cueca, que pulsava em pré gozo. De repente os dois caras gozaram e na tela se via a buceta da mulher escorrer porra deles, eram dois paus se esfregando em porra, meu pai fungando do lado com seu pau na mão, e eu segurando meu pau grosso , veiudo, eu não aguentei e ejaculei como nunca, parecia não ter fim, espirrou na tela e na perna do. meu pai.
Meu pai nos poupou de qualquer comentário, só nos limpou e disse que agora íamos dormir mais relaxados e foi pro seu quarto. Isso tinha sido demais pra minha cabeça me deixou muito confuso, eu não sabia se isso era algo normal entre pais e filhos, algo que eu nunca tinha vivido, e agora era novidade, talvez passaria.

Chegou o dia de tirar os gessos, eu não conseguia andar direito, precisaria de fisioterapia e massagens. Uma fisioterapeuta me mandava fazer movimentos chatos e tinha que repetir em casa, com meu pai era mais legal. Tomamos banhos nus, ele me segurava em pé grudado em sem corpo, eu ficava tenso, mas de pau duro e ele não, mas era algo que não conseguia disfarçar ou evitar .

Num desses banhos eu não esperava, a companhia tocou.
– É seu tio Manuel, ele vai perceber que a porta tá destrancada. – disse meu pai me sentando na cadeira.
– Miguel!!! – gritava meu tio pela casa.
Meu pai correu até a porta, a abriu e gritou:
– Tô aqui em cima no banho sobe aqui!
Eu me apavorei, meu tio ia ver a gente assim, eu de pau duro pelado com meu pai! Ele vinha ficar comigo durante esse tempo pro meu pai ir pros seus compromissos na cidade, mas nunca me deu banho. Eles continuaram gritando um pro outro e não conseguia pedir pro meu pai pra não deixá-lo nos ver assim.

Meu pai voltou pra ducha falando algo com meu tio que apareceu na porta.
– E ae, meu moleque, só melhorando! – disse meu tio ao me ver nu na cadeira com meu pai me esfregando. – Você que vai fazer teu pai tomar juízo !
– Ah não enche Manuel! – retrucou meu pai.
Tio Manuel simplesmente parou frente ao vaso na nossa frente, abriu o zíper de sua bermuda jeans, puxou seu pinto pra fora e começou a mijar enquanto conversava. Meu tio era parecido com meu pai, mas tinha bigode somente e usava muito boné pra cobrir sua careca. Ele nos olhava sem pudor. Eu desviei o olhar cobrindo meu pau já mole.
– Joga o sabonete no chão e manda ele pegar Fabrício! – zombou meu tio.
– É capaz você pegar primeiro! – respondeu meu pai.
A conversa entre eles continuou falando do trabalho de fulano e ciclano, enquanto meu pai nos enxugava, meu tio foi me ajudar pro meu pai se secar. Mas ninguém me vestia uma cueca, meu tio me pressionou contra a barriga dele, meu joelho apertava seu volume, meu pau ereto na sua barriga, nada era comentado, me deixaram na minha cama, e saíram, eu me cobri com meu lençol. Meu pai voltou de shorts dizendo que tio disse tchau e voltaria noutro dia, ele entrou com seu copo de whiskey, parecia muito feliz.
– Agora tenho que te fazer massagens! Demir me explicou e o fisioterapeuta também!
A massagens tinha que ser no glúteos, pernas e ombros, seguidos de alongamentos.
– Tá me dá uma cueca!
– Cueca atrapalha, Demir disse que era sem cueca.
– Pai, não é melhor chamar uma massagista?
– É verdade, na próxima vez eu vejo isso!
Ter meu corpo massageado sempre foi uma das coisas mais gostosas da vida e sempre me deixou duro. Sendo tocado por meu pai me fazia sentir algo esquisito. Ele me massageava e bebia, já estava alegre demais falando abobrinhas.

Meu pai estava relaxado, sorridente, feliz, e muito cativante. Se jogou na cama ao meu lado e me abraçou dizendo que me amava pedindo perdão. Eu não gostava dessas coisas sentimentais
– Nada vai me afastar de você filho! Você me lembra muito a mim mesmo na sua idade, sempre auto suficiente, independente! Agora somos uma família, você é eu! Espero que eu possa te conquistar e compensar o pai que não fui antes.
Eu não sabia o que dizer, nunca alguém havia dito isso pra mim. Eu tentei levantar a cabeça dele pra me ouvir melhor.
– Pai olha aqui! Eu era criança, eu só entendia as coisas pela cabeça da mãe. Agora é diferente! Você é meu velho!. – me senti muito sem jeito pra falar isso.

Ele pegou uns negócios da sua gaveta, eu fui entendendo que era tabaco, papel, moedor e…. maconha!
– Você tá fazendo um beck?
– Sim! Só em casos especiais e já que estamos longe de tudo e no tédio…- disse manuseando os items. – Confio em você e sei que vai guardar nossos segredos.
Acho que não haveria outra coisa mais significante pra simbolizar uma conexão de confiança do que o pai fazer algo proibido com seu filho, foi a masturbação e agora maconha. Ele se deu conta que eu estava pelado, ao invés de me dar uma cueca, ele tirou seu shorts.
– Pronto! Temos mais nada a esconder um do outro!

Ele se sentou de Buda na minha frente, nus, expostos e acendeu o beck, abriu a janela e ficamos juntos fumando e rindo, o tempo escureceu e começou uma chuva de verão, pesada sem ventos, fazendo me sentir longe da realidade e perto do meu pai. Nossos pênis dilatados, e semi eretos. Eu um pouco chapado olhava ele crescer. Meu pai ria.
– Pai, eu não conhecia esse seu lado! – eu disse sério.
– Nem eu! – riu.
– Não é estranho a gente ficar assim, de pau de fora!
– Por que seria? – perguntou sério.
– Não… é que..
– Ahhhh ! – voltou a rir. – Pênis bonitos igual ao seu, ao meu, do seu tio, é pra se mostrar!
– Tio Manuel??? Por que?
– Ah, coisa de moleque. Todos nossos amigos diziam que Manuel tinha um pau grande fora do normal, Tomamos banhos juntos até os seus 11 anos, quando eu tinha 6 anos, depois tivemos nossa privacidade. Mas um dia, quando ele tinha 20 anso e eu 15, ele tava dormindo de cueca e teve uma ereção, eu quis ver como aquilo era possivel, eu tirei pra fora, segurei e apertei, ele acordou, só ficou tirando sarro de mim, mas nunca contou pra ninguém.

Ele parecia um adolescente com um novo amigo, afetuoso e sem julgamentos. Sua bunda estava no alcança da minha mão, e sem querer ele roçou. Ele deu um trago e se escorou pra tras soltando a fumaça lentamente, seu saco e pênis estavam bem na minha frente, relaxados e expandidos, rodeados por seus pelos pubianos, acho que isso que deferenciava um penis adulto de uma criança. Eu fiquei super orgulhoso com o tamanho do meu, se destacava entre minhas pernas.

Meu pai ficou quieto deitado pra trás, lerdo, parecia viajar eu não fumei tanto, eu estava só relaxado e sexualmente excitado mas não entendia ainda o porquê.
Seus joelhos dobrados balançando lentamente, o som da chuva ia fundo a minha mente, ele não reagia. Então ele se virou de lado e seus glúteos ficaram pra cima, eram fortes, e eu estava achando sua bunda muito bonita, Então fui mais ousado, estiquei-me e peguei nelas, depois abri seu rego vi seus pelos finos castanhos. Seu ânus rosa chamou minha atenção. Eu não sabia o que eu queria fazer, parecia um imã, eu comecei a rir de mim mesmo, era só a brisa da maconha.

Bom, a partir desse dia meu pai e eu ficamos muito unidos. Eu já estava muito melhor, íamos pra academia juntos, aos bares, ao estádio, fomos pescar com meu tio e amigos. Meu pai vivia ansioso queria fazer tudo como se não houvesse amanhã. Ele me deu o carro do ano e me chamava de Fast & Furious. Comecei a paquerar, comi muitas meninas, estava ficando com uma garota e ela reclamou porque eu ia deixá-la de encontrá-la pra ir malhar com meu pai, mandei ela pra PQP.

Era num sábado, íamos pescar de novo, ninguém mais podia ir mas eu chamei meu pai pra ir só nós dois mesmos. Eu levantei mais cedo que o normal e fui descanso descendo as escadas e ouvi meu tio conversando:

– Ele tem direito de saber Miguel!!! Até quando você vai esconder dele! – sua voz era incisiva.
– Pensa que é fácil conta algo assim pra um filho? Você só vai saber se tiver um! Então não me cobre isso!
– Ele é meu sobrinho, meu sangue também! E acho que ele é maduro o suficiente….
Eu desci raspando a garganta e eles mudaram de assunto na hora, fui pra cozinha preparar cereal e leite, eles me olhavam com cara de desconfiado, sabiam que eu tinha ouvido parte da conversa.
Fomos pro pesqueiro normalmente, como das outras vezes, porém só nós dois. Eu não tinha como mostrar minha gratidão pelo meu pai, pelo amigo que ele estava sendo. Pegamos bastante peixe, jogamos sinuca, jantamos, mas eu ainda estava intrigado com aquela história. Na hora de dormir saímos da ducha e fomos pro quarto eu me sentei na minha cama de frente a dele enrolado na toalha, ele se enxugava em pé e mudava o canal da tv, sua bunda estava a mostra com marca de sol, olhei pra minha bunda tentei comparar. Falei de umas meninas e que o quanto gostava de comer o cu de uma delas. Ele enrolando na toalha nos serviu um whiskey.
– Pai, você sabe que eu ouvi o tio Manuel falando contigo! Quero que saiba que, seja o que for, não vai mudar nossa relação de pai e filho! – eu nunca tinha falado algo sentimental assim. – Espero que você confie em mim, estou pronto pra ouvir quando quiser!
Ele se virou sentando-se de frente pra mim olhando em meus olhos. Tomou um gole da bebida se preparando para dizer algo.
– Eu acho que já tá na hora e esse o momento. – disse preparando-se para falar. – Você percebeu que não tenho namorada né? – falou de cabeça baixa.
– Sim, por minha causa?
– De jeito nenhum, Fabricio!
– Você nunca esqueceu a mãe né!
– Não é por isso também não!

Fiquei no vácuo, não entendi. Ele viu minha cara de confusão.
– Desde quando você nasceu eu me cobrei muito, me condenei muito, me afastei por vergonha, por me achar inadequado, sem valor. Eu ….. eu tive relações sexuais com outros homens!
– Ah Pai, mas isso é brotheragem, igual a gente fez antes, é bobeira!
– Não filho, eu me refiro a relação sexual regular mesmo! Completo!
– Então… você gosta de….
– Isso, no momento eu gosto de homens…. Sei que é foda ouvir isso! – ficou quieto e me olhou com olhos cheio de lágrimas.

Eu tive um baque pra processar aquilo, era muito diferente ouvir isso com todas palavras de alguém tão íntimo seu, do próprio pai.
– Pai, o que exatamente você sente?
– Fabrício! Não tá querendo aceitar né?
– Não! Eu to querendo entender!
– Eu era bissexual, mas agora sinto mais tesão por homens, quero estar com homens!
– Mas você é o…. Ou é o…
– Eu gosto de ser passivo!
– Então você é quem…
– Isso, quem dá o cú!

Me veio a cabeça eu comendo o cu da mina, que gemia e pedia pra ir devagar. Entre muitos coisas que passavam pela minha cabeça naquele momento foi a vergonha de ter dito sobre comer o cu dela tratando ela como putinha.

– A mãe soube disso?
– Não, acho que não, nunca contei e pouca gente sabe.
– Quando você soube que gostava de homens?
– Desde pequeno, era muito interessado no seu tio….
– O Tio Manuel também….?
– Não, não não! Ele é muito hetero! Mas sempre esteve ao meu lado, sempre amigo, era algo de admiração, batemos punheta juntos, ele me ensinou muita coisa, mas é hetero!
– E você tem um parceiro ? Tá com alguém?
– Não não!
– Desculpa pai, fazer todas essas perguntas!
– Você deve perguntar! Não me importo! Tenho orgulho de ter um filho bonito e macho como você!
Se não fosse a bebida, a gente não estaria conversando tão a vontade.
– Puxei você pai! Você é um homem muito boa pinta, deve ter um monte de homem querendo…
– Querendo me comer né? – deu risada. – E como você se sente em saber disso?
– Eu tô surpreso, mas não muda nada pai!
– Tem certeza? Só não posso mais baixar pra pegar o sabonete! – ria enxugando seu pé.
– Mas você tem uma bunda hein pai! – eu falei sem pensar, escapou.
– Fico feliz de ouvir isso de um filho como você ! – disse levando na brincadeira.

Eu tentei terminar o assunto alí, falamos de outras coisas, eu me levantei agora pensando se deveria cobrir minha nudez ou não, principalmente porque meu pau estava duro e ele percebeu.
– Filho, para com isso, não quero que fique com vergonha ou constrangido! Nada mudou!
– Pai, não sei, mas acho que a conversa me deixou assim, falando de sexo anal, bundas e tal. Faz um beck pra gente relaxar?
– Vou fazer, acho até melhor depois dessa notícia! – disse ele pegando as coisas.
Ele começou e bolar na cama enquanto conversava. Abriu a janela na parede de sua cama e me chamou pra sentar ali com ele e fumar. Sentamos de frente e tragamos ouvindo os grilos do brejo.
– Vou ser sincero, você é meu filho e hetero, senão você já teria me comido! – disse soltando fumaça.
Minha cabeça já estava lerda, tranquila, sem medo.
– Ah pai, deve ser bom uma bunda de homem, senão ninguém ia comer né! Eu até provaria um dia pra saber como é!
– Verdade, experimentar não arranca pedaço, pelo menos fica sabendo como é!

A toalha em nossa cintura já estava escapando, meu pau estava duro pra cima, muito duro mesmo.
– As meninas devem sofrer com você hein! – disse meu pai.
– Nunca recusaram! Mas agora ta muito duro… – eu disse pegando no meu pênis. – Caralho, olha só! – eu disse expondo pra ele.
Meu pai levou a mão e apertou o meu pênis.
– ‘E mesmo hein! O meu ta quase assim! – disse abrindo sua toalha.
Começamos a rir, e ele de novo foi se escorando para trás, reparei o quanto seu saco era grande, vi seu cu piscar, e aquilo na minha mente quase virava poesia.
– Pai, deixa eu ver sua bunda direito!
Ele achou engraçado, deu risada de mim.
– Por que? Agora vai querer comer o próprio pai? – disse me olhando e rindo.
Eu fiquei quieto, não ri, mas estava de boca aberta.
Meu pai se levantou pra pegar água e o vi de costas de bunda de fora, eu me levantei e encoxei nele, peguei na sua bunda, branca, forte, pelos finos, ele olhou pra trás eu estava com cara de bobo retardado.
– Fabricio, isso pode ser um erro! – disse se afastando.
– Não quero saber, quero experimentar! – eu avancei com meu pau na bunda dele.
Fiquei a sacanagem esfregando me pau babão no rego do meu pai, ele respirava forte, acho que isso fez ele se render, sua bunda foi empinando enquanto eu melava meu pau com saliva misturado com a baba, segurei em sua cintura, ele se dobrou pra frente se apoiando no criado mudo, senti o anel na cabeça da minha rola e forcei a entrada puxando ele pra trás.

La estava na minha frente as costas do meu pai, sua nuca, seus ombros e seus triceps ressaltados segurando seu corpo pra frente. Meu pau soltou um gemido grave, como a de um boi. Meu cacete entrou no rabo do meu pai e nem tava acreditando, agora eu me sentia ligado a ele de verdade. Deitei meu corpo sobre o dele e soltei o meu peso, abracei ele por trás sentido seu carpo carnudo, tudo que eu sentia era um desejo louco e entrar dentro dele.
– Isso, monta no seu pai garoto! – murmurou.
– Ah pai, como isso é bom, porra!
Senti meu pau sendo mordido pelo seu anel, me deixou louco.
– Mete filho, mete no cu do seu pai, faz tudo que você quiser! To sempre aqui pra você!

Eu fechei os olhos e bombei, bombei, com meu queixo em suas costas, minhas mãos apertando o coro do peitoral dele, senti minhas bolas baterem nas bolas dele, os músculos do meu pai contraídos aguentando meu peso sobre ele.
– Vou gozar pai! Vou gozar!
– Não tira Fabricio, goza dentro bem fundo, com toda força.
Meu corpo foi no modo automático socando tudo pra dentro, sentindo a bunda do meu pai nas minhas coxas engolindo meu semen a medida que ele também gozava. Eu fiquei fraco, mole, e sai de cima dele todo suado. Ele se virou para me segurar, seu rosto estava diferente, eu olhava pro meu pau sentindo que ainda estava gozando.
– Fabricio, Você tá bem? – era o que eu ouvia.
Eu só me lembro dele me fazendo deitar na cama e me cobrindo com o lençol.
– Deita Fabricio! Você tá muito chapado! – vi meu pai dizer preocupado.

Abri os olhos, era de manhã, eu estava meio perdido e levei alguns minutos para me entender onde estava. Sentei-me na cama, eu estava de cueca, a cama do meu pai estava arrumada, a porta se abriu e ele entrou com uma xícara de café.
– Bom dia! Peguei la na cozinha pra você, dormiu bem? – disse me pai me dando o café.
Ele estava de shorts e de regata, parecia bem disposto, olhei em volta e tudo estava arrumado.
– Que foi Fabricio! Parece meio assustado!
– Não sei, acho que foi um sonho que eu tive – disse muito confuso.
Meu pai abriu a janela, deixando a luz forte do dia entrar, parecia animado como sempre.
– Que sonho foi esse? Toma café pra dar uma acordada, você parece que ta meio chapado! Foi um pesadelo?

Com certeza não foi um pesadelo, mas que foi algo muito estranho foi, não sabia o que dizer e se deveria dizer, mas se eu não contasse nada eu nunca saberia se tinha sido real ou só uma viagem da minha cabeça.
– Não deixa pra lá! Noutra hora se eu lembrar eu conto! – falei tomando o café.
Meu pai parou diante de mim e me olhou nos olhos.
– Tá bom! Se há algo que vem te atormentando, saiba que sou teu pai e nada vai mudar isso! Estou sempre aqui pra quando quiser falar!

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9 Comentários

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  • Responder Pau durasso

    Que delicia queria tanto um incesto

  • Responder Nathan

    Minha pergunta é:ele limpa a bunda direitinho quando caga? por que como cu limpinho,cheirando bosta não dá não,teve uma vez que ranquei pedaço de bosta seca do cu do cara,me ti o pé na bunda dele,cagar no mato

    • Gozo dentro

      Cara eles não sabem fazer direito não dai tem que mandar refazer ao sentir algo estranho eu começo com camisinha mas faz parte nem tudo é perfeito mas também não chega a cagar né

  • Responder Nathan

    Olá e meu primeiro comentário aqui e oq eu quero dizer e que gosto muito dos seus contos e gostaria de perguntar algo

  • Responder Gozo dentro

    Ele limpa a bunda direitinho quando caga? por que como cu limpinho,cheirando bosta não dá não,teve uma vez que ranquei pedaço de bosta seca do cu do cara,me ti o pé na bunda dele,cagar no mato porquice

    • 🤤

      Tá comendo cu quer que saia oq?

  • Responder Gozo dentro

    esse pai deve ser uma delicia de homem já comi vários pais de família assim um ainda me disse que tinha um filho de 17 anos muito pauzudo esses homens geralmente somem depois de dar o cu normal com certeza vai procurar mais por ai

  • Responder Bil

    Quando sair o filme eu assisto kkkks

  • Responder 69

    Que maravilha de conto, parabéns!