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Manuela, 8 aninhos, não resisti pt2

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Falei pra ela lavar o rosto no banheiro porque tava com cheiro de pau e esperar um pouco que eu ia lá na cozinha…

Olá, esta é a segunda parte do conto “Manuela, 8 aninhos, não resisti pt1“. Quero agradecer o feedback positivo nos comentários, fico feliz que tenham gostado e peço desculpas pela demora em escrever essa segunda parte. Sem mais delongas, vamos à continuação da minha aventura com a pequena Manuela.

*****

Na tarde daquele dia eu fui dar início ao trabalho. Eu pensava em tudo que tinha acontecido de manhã e passei o dia tentando procurar soluções para poder aproveitar ao máximo a Manuela. Comecei a pensar até em levar ela comigo para os locais que eu iria por conta do serviço, mas isso seria arriscado… o dia transcorreu bem, conheci o meu guia, o Robson, passamos a tarde conversando sobre como iríamos fazer tudo, a ordem dos locais naturais onde iríamos, etc. Nesse dia não fomos para nenhum local especial, apenas planejamos o nosso curso de ação, a empresa também estava pagando uma boa grana pra agência de turismo dele. A gente se deu bem e ele até se ofereceu para me mostrar a cidade quando a gente tivesse tempo, tomar umas geladas e tudo o mais. Depois me levou de volta até o resort e nos despedimos. Eu só pensava que daqui a pouco a Manuela ia chegar, e bolei um plano pra comer ela naquela noite, um plano meio idiota e arriscado mas foi o melhor que eu consegui pensar…

Quando dona Dalva chegou com a Manuela eu estava vendo TV no quarto, no ar condicionado, usando uma bermuda de moletom e camisa. Fui recebe-las e vi que a menina estava usando uma saia amarela curtinha e uma blusinha azul-bebê, tava uma delicinha. Manuela deu um sorriso maroto pra mim, dona Dalva perguntou como foi o dia e eu falei que foi bacana, que a natureza da região era muito bonita, etc e tal. Ela perguntou o que eu queria jantar e eu propositalmente pedi pra ela fazer um monte de coisas, de forma que ela ficasse bastante ocupada, obviamente para ganhar tempo com a Manuela. Dona Dalva começou a fazer as coisas e eu fui pro meu quarto.

Coloquei em um canal de desenho animado e fiquei ali sentado na cama reunindo coragem para tomar uma atitude, lembrei como fiz no dia que eu pulei de paraquedas pela primeira vez, eu simplesmente parei de pensar e me joguei, porque se eu ficasse pensando demais eu não pularia. E nessa eu respirei fundo e fui determinado até a cozinha, onde estavam as duas, me dirigi para Manuela e, tentando esconder meu nervosismo e procurando falar de forma casual, natural, como quem não quer nada, disse: “Ei Manuela, se quiser pode assistir TV lá no quarto, tem um canal só de desenho…”
Ela ficou bem feliz e respondeu: “Eu queroooo! Posso mãe?”

Nesse momento a dona Dalva me encarou com um olhar diferente, percebi uma malícia ali, como se ela soubesse o que eu tava querendo. Até que falou: “pode ir filha”

A menina foi para o quarto toda contente, e antes de ir eu e dona Dalva trocamos rapidamente mais um olhar, ela sorriu e voltou ao seus afazeres…
Nessa hora eu comecei a desconfiar que ela sabia.

Entrei no quarto, tranquei a porta e vi a Manuela deitada na cama de casal, sentei do lado dela e fiz um carinho no seu rostinho de anjinha, em seguida dei um beijo gostoso nela, que segurava atrás da minha cabeça.

Depois do beijo eu perguntei pra ela: “Manuela, a tua mãe sabe de alguma coisa? Do que você faz com o seu Aldair?
E ela: “Acho que sabe, tio, mas ela faz que não vê…”
Eu: “caralho! Mas ela conversa contigo sobre isso?”
Ela: “não, teve só uma vez que ela mandou eu ser boazinha com o seu Aldair e fazer tudo que ele pedisse, acho que era sobre isso”

A mãe dela sabia, mas se fazia de desentendida. À princípio eu achei meio absurdo, mas depois fui sacando que isso ia tornar as coisas muito mais fáceis pra mim…

Então eu resolvi não perder mais tempo com aquela conversa e começar as safadezas com minha princesinha putinha.

Mandei ela ficar de pé, removi sua blusinha, a saia e a calcinha, deixando aquele corpinho lisinho e macio como veio ao mundo, tirei minha camisa, bermuda e cueca também. Dei um abraço nela e desci as mãos pelas costas até apalpar a bundinha dela e segurar com firmeza, então levantei ela e deitei sobre ela na cama, dei um beijo muito gostoso e fui descendo e dando beijos e lambidas no pescoço dela, desci para os peitinhos lisos e comecei a chupar os mamilos durinhos, fazia movimentos circulares com a língua, mordiscava os biquinhos de leve, passava de um para o outro. Fui descendo e passando a língua pela barriguinha dela, enfiei no umbiguinho, dava beijinhos, tudo com muito carinho, enquanto deslizava minhas mãos grandes por aquele corpinho.

Quando cheguei na virilha olhei pra ela, que tava mordendo o lábio. A xoxotinha já estava molhada. Eu comecei a brincar com a florzinha dela, dava beijinhos e lambidas de leve, com as mãos eu abri os lábios, dei uma cuspida lá e comecei a passar o dedo no grelinho, dava umas batidinhas. Ela estava delirando de prazer, abriu bem as pernas ficando totalmente arreganhada pra mim, então comecei a chupada. O cheiro daquela bucetinha era inebriante, cheio de feromonios que me deixavam louco, o gosto do melzinho dela era o melhor. Caí de boca mesmo, dava cada chupão naquela pepeca que fazia barulho, lambia com força, lambia a virilha e a parte interna das coxas dela. Ela instintivamente erguia o quadril pra eu chupar ela melhor, então eu segurei na bunda dela e levantei mais o quadril e comecei a enfiar minha língua nela, que delícia de menina! Ela gemia baixinho e as vezes dava uns espasmos até que gozou e ficou molinha na cama.

Eu levantei e fiquei de joelhos na cama com o pau próximo do rosto dela. Comecei a esfregar meu pauzão na cara dela toda, da testa ao queixo. Ela ria se divertindo, mandei ela abrir a boca e botar a língua pra fora, dei umas batidas com meu pau na língua dela e ela já tava maluca pra mamar na minha pica tentando abocanhar e eu tirando hehehe, resolvi maltratar ela um pouco.
Comecei a falar: ” Tu gosta de pau né sua putinha?” Ela só fazia que sim com a cabeça e abria a boca.
Eu: “Então pede pau”
Ela: “Deixa eu chupar, coloca na minha boquinha, por favor hihi”
Eu: “quem é a minha cadelinha boqueteira?”
Ela: “Eeeu”
Eu: “Quer mamar esse pauzão?”
Ela: “quero!”
Eu: “Vai engolir todo o leitinho?”
Ela: “vou!”

Eu tava muito excitado, esfregando o cacete no rosto dela. Ela deixava a língua pra fora e quando eu passava pela boca dela ela tentava chupar mas eu tirava, eu tava maluco pra ela chupar logo também, mas aquela brincadeira estava divertida, eu continuei mais um pouco.

Eu: “me fala o que você quer”
Ela: “quero mamar tio, deixa eu chupar logo”
Eu: “Então pede com jeitinho”
Ela fez uma carinha de menininha toda inocente e chorosa e pediu: “Deixa eu mamar tio, por favooor, eu vou beber todo o leitinho, prometo…” e fez um biquinho.
Fui dando ordens pra ela: “dá um beijinho na cabeça”, “chupa meu saco”, “punheta ele”… Ela era uma menininha muito obediente e submissa, ela iria fazer qualquer coisa que eu mandasse.

Finalmente falei que ela podia mamar como ela gosta, então ela ficou de quatro na cama e caiu de boca no meu cacete.
Enquanto ela chupava eu segurei o cabelo dela num rabo de cavalo e comecei a mover meu quadril pra frente e pra trás, fodendo aquela boquinha vermelha e carnuda bem devagarinho. As vezes ela dava uma engasgada quando ia muito fundo, mas logo voltava a chupar.
Eu falei de um jeito safado: “Tá gostando né” ela disse uhum, sem tirar a boca do pau.
Eu: “tá se acabando nessa pica”
Ela mamava com mais vontade, sugava mesmo.
Eu: “isso, mama gostoso vai, chupa vadiazinha, que eu sei que tu gosta, aaah que delícia de boquinha”

Eu tava afim de foder ela de novo, mas achei melhor ficar só na chupação, fiquei com receio da mãe dela escutar algum gemido mais alto…

Eu quis mudar pra uma posição mais confortável então eu deitei na cama coloquei minhas mãos atrás da cabeça ficando bem à vontade e mandei ela continuar o boquete. Ela continuou sua arte da felação…

Ela punhetava com muito jeitinho enquanto mamava, e as vezes fazia como de estivesse dando um beijo de língua na cabeça do meu pau. Ela massageava meu saco com a mão enquanto chupava.
Eu ficava olhando pra ela mamando e entrava em êxtase, a verdade é que essa menininha sabia chupar um pau melhor do que muita mulher rodada. Falando sinceramente, só uma mulher me chupou melhor que a Manuela, a minha primeira namorada, que também era viciada em chupar pau, a comparação foi inevitável.

Tem uma coisa que as pessoas chamam de “boca de veludo”, quem nem toda mulher tem, mas a Manuela tinha. Ela fazia uns movimentos com a língua enquanto chupava que proporcionavam um prazer absurdo, ao ponto de me deixar mais leve e arrepiado, então eu me segurava para não gozar e prolongar ao máximo aquele prazer.

Eu confiava no boquete dela, apesar de ela gostar de dar umas sugadas fortes as vezes, não era nada exagerado, diferente de umas mulheres que eu já tive que pareciam querer arrancar o meu pau. A Manuela não, ela era perita, o jeito que ela mais gostava de chupar era muito suave, saboreando, sentindo as veias e cada milímetro do pau, ela era o que alguns chamam de “cock worshiper”, alguém que tem adoração por pênis.

(Vou abrir esse parênteses apenas para falar uma curiosidade interessante que talvez vocês não saibam. A adoração ao pênis é algo muito antigo e cheio de significado, por exemplo, na Índia ancestral e até os dias de hoje existem práticas místicas de adoração ao pênis, que envolve meditação observando o pênis do parceiro, entoação de mantras, massagem peniana, prazer oral… o pênis é tido como uma expressão pura da divindade e o sêmen é reconhecido como a mais sagrada substância, um néctar divino, e as mulheres o engolem com muita devoção e amor. Isso não tem haver com luxúria ou emoções inferiores, é algo sublime.)

Voltando…

Eu estava ali peladão deitado na cama, no friozinho do ar condicionado, a Manuela caprichava no boquete, na televisão passava um desenho animado.
Enquanto ela mamava meu pau eu lhe acariciava os cabelos, ela era lindinha demais e eu estava começando a me apaixonar. Ela me olhou nos olhos e perguntou: “tá gostoso tio?”

Essa se tornou a marca dela, várias vezes ela perguntava algo assim durante esse tempo que passei com ela, queria fazer o seu melhor sempre, queria dar prazer pro seu macho.

Ela mamou com maestria por vários minutos, quase gozei algumas vezes até que eu não aguentei mais e soltei os jatos de esperma dentro da boquinha dela, depois que eu terminei de gozar ela olhou pra mim e abriu a boca, mostrando o esperma branco espesso, engoliu tudinho como uma boa menina, e voltou a chupar. Se eu deixasse ela me chuparia por horas, o que acabou acontecendo um outro dia em que ela ficou me mamando por horas à fio.

Ela continuou por mais uns 5 minutos até que eu a interrompi e pedi pra ela se deitar sobre mim. Ela se deitou sobre a minha barriga peluda e começamos a nos beijar enquanto eu deslizava minhas mãos pelo seu corpo, sentia seu calor, seu cheiro muito peculiar de menina novinha. Depois do beijo nós ficamos em silêncio trocando carícias, ela gostava de passar as mãozinhas nos meus braços malhados, ela gostava muito do toque, da pele na pele.

Depois de um tempo assim nesse xamego eu falei pra ela se vestir e eu também me vesti. Falei pra ela lavar o rosto no banheiro porque tava com cheiro de pau e esperar um pouco que eu ia lá na cozinha ver se a mãe dela tava terminando.

Eu fiquei um tempinho planejando como eu ia me portar, por que eu tinha certeza que a mãe dela sabia que eu e a menina não estávamos apenas assistindo desenhos no meu quarto, ela sabia que tava rolando sacanagem, eu resolvi ser o mais natural possível.

Então eu saí do quarto e fui até a cozinha, vi dona Dalva de costas e perguntei: “Já tá pronto dona Dalva?”
Ela: “ô seu Bernardo, ainda vai demorar um pouquinho, eu nunca fiz esse prato, acabei errando a mão no tempero e tive que começar de novo, mas o senhor não se preocupe que vai sair sua janta, o senhor me perdoe seu Bernardo”
Eu: “fica tranquila, não tem problema”
Ela: “ô que bom seu Bernardo, assim eu fico mais sossegada, cadê a Manuela?”
Eu: “tá no quarto assistindo desenho”
Ela: “a Manuela é uma menina de ouro, nunca me deu trabalho, o senhor cuida bem dela seu Bernardo…”
Eu: “Ela é tranquila, muito boazinha mesmo”
Ela: “boazinha até demais, ela não tem maldade, tenho medo de alguém se aproveitar dela e fazer o mal”
Eu: “tem muita gente ruim no mundo mesmo…”
Ela: “Mas o senhor é bom, seu Bernardo, eu confio em deixar ela com o senhor, ela gostou muito do senhor, e eu sei que o senhor gosta dela também. Se o senhor me der uma ajuda eu até deixo ela dormir aqui esses dias se o senhor quiser…”

Na hora que ela falou isso eu percebi o jogo dela, ela estava querendo, de certa forma, me vender a filha dela, como uma cafetina. Eu reagi com espanto, não esperava que ela fosse mandar essa…

Respondi: “como assim dona Dalva?”
Ela: “Eu não nasci ontem, seu Bernardo, eu sei que vocês estavam fazendo saliência no quarto…”
Eu: “dona Dalva, eu…”
Ela: “não precisa falar nada, seu Bernardo, se o senhor me ajudar com mil reais eu finjo que não sei de nada e até deixo ela dormir aqui com o senhor esses dias…”

Eu fiquei um tempo em silêncio, processando aquela situação, eu ia começar a falar alguma coisa quando novamente ela me interrompeu.

Ela: “o senhor vai me ajudar ou não? Eu não quero ficar falando disso, só responda, sim ou não. O senhor tem dinheiro, mil reais pro senhor deve ser um trocado.
Eu: “Tá certo, vou te dar os mil”
Ela: “quando?”
Eu: “pode ser amanhã?”
Ela: “pode ser. E outra coisa, o senhor evita falar sobre isso com a Manuela, tá”
Eu: “sobre o quê?”
Ela: “dinheiro”
Eu: “certo”

O clima tinha mudado, dona Dalva que era sorridente e simpática estava mais séria, eu estava muito desconfortável e acho que ela percebeu porque ela mudou as feições e usou um tom de voz mais descontraído quando disse: “Vou deixar ela dormir aqui hoje, o senhor cuida bem da minha princesa ein seu Bernardo!”
Eu também tentei ser descontraído quando respondi: “pode deixar, tá comigo tá com Deus”

E assim ela retornou aos seus afazeres e eu me dirigi até a varanda, sentei na escadinha, eu precisava espairecer um pouco, sentir uma brisa. Eu tinha largado o cigarro à mais de 5 anos, mas naquela hora eu daria o meu reino por um cigarro.

Depois de tirar esse tempinho pra colocar as idéias no lugar eu senti um alívio tremendo, agora estava tudo certo, eu ia ter muito tempo com a Manuela e não precisava mais me preocupar em pensar em maneiras de conseguir ficar sozinho com ela. Estava muito tranqüilo e feliz porque aquele era apenas o primeiro dia! E eu fiquei empolgado imaginando que quando dona Dalva fosse embora eu iria foder aquela bucetinha virgem a noite inteira!

Entrei e fui até o quarto entrei e tranquei a porta, Manuela estava assistindo televisão. Deitei ao lado dela e disse que o jantar ainda ia demorar um pouco e que eu tinha pedido pra mãe dela deixar ela dormir no chalé e ela tinha deixado. Ela ficou super feliz e me abraçou. Ela quis ir correndo agradecer a mãe, mas eu pedi pra ela ficar ali comigo, que a gente ia agradecer depois.

Tirei o pau pra fora e pedi pra ela segurar e ficar masturbando ele. Ela se ajeitou do meu lado, coladinha no meu corpo, e começou a alisar meu pau, depois começou uma punhetinha, enquanto eu fazia um cafuné nela.
Comecei a conversar com ela, perguntando se ela tinha vontade de dar a pepeca, ela me respondeu que morria de vontade, mas que o seu Aldair disse que só ia comer quando ela passasse dos 10 anos.
Eu falei que se ela quisesse eu comia a bucetinha dela hoje mesmo, que eu tava louco de vontade, que eu queria ser o primeiro dela…
Ela ficou toda eufórica, disse que também queria que eu fosse o primeiro porque ela gostava muito de mim, me deu um monte de beijinhos no rosto toda serelepe, nós dois sorrindo. Ficamos planejando e eu resolvi que era melhor deixar pra outro dia, eu falei que eu queria que fosse algo muito especial pra ela. Ela ficou feliz e me disse que ela queria mesmo que fosse especial. Eu disse que ia fazer uma surpresa, planejava levar ela no lugar mais bonito da região e ia tirar a virgindade dela no meio da natureza.
E assim fui papeando com ela até que a mãe dela bateu na porta e avisou que o jantar estava pronto. Fomos lá e a Manuela deu um abraço na mãe e agradeceu por deixar ela dormir no chalé. Jantamos enquanto conversávamos amenidades, eu contei pra elas mais sobre o meu trabalho, que eu morava no exterior e só visitava o Brasil ocasionalmente, falei das viagens que eu fazia e que o meu sonho era morar no Oriente, porque eu era apaixonado pelas culturas orientais como a indiana, a japonesa e a tibetana.

Depois do jantar a dona Dalva se despediu e foi embora. E eu e a Manuela tínhamos a noite inteira livre para brincar…

*****

Por enquanto é isso, espero que tenham apreciado a leitura. Novamente peço desculpas pela demora, pra falar a verdade eu fiquei um pouco arrependido por ter contado essa história, que não é 100% real, mas é baseada em fatos reais, pois eu tomei a liberdade de incrementar o que aconteceu para tornar o conto mais interessante e excitante. Meu nome não é Bernardo e o nome dela não é Manuela, mas ela existe, podem acreditar.
Eu gosto de ler os comentários de vocês e são eles que me motivam a escrever, então não deixem de dar o feedback aí nos comentários. Dependendo do feedback eu posso me animar para escrever as outras partes desse conto, que é bem longo, estamos no final da parte dois e o primeiro dia nem terminou ainda!

Se eu tiver o apoio de vocês eu posso até mesmo escrever outros contos do gênero, só depende de vocês pedirem e encherem o meu saco pra escrever mais (e elogios nunca são demais!)

Beijo na bunda de vocês, até o próximo conto (que eu não sei quando sai).

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18 Comentários

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  • Responder FabioSafado

    Eu realmente já tive uma experiência real uma mãe c sua filha de 9 quem falou que ela não molha é pq nunca teve uma experiência dessas eu trepei c ela eu fui o primeiro mas tudo concetido ambas queriam passei por 3 anos comendo ela eu era tipo o marido dla, se vc mulher tem esse desejo de ver sua filhota virar mulher me chama eu gosto de dar prazer a ambas me chamem no tele @safadinhotarado2018 mas apenas mulher mãe que realmente quer te aguardo.

  • Responder carlos gomes comedor jp

    Novinhas safadinhas vamos gozar gostoso chama no face me chamo carlos gomes comedor jp

  • Responder lolicon

    ainda esperando a continuação dessa obra…espero que o autor agracie a nós meros mortais com a pt3

  • Responder Moreno pica grande

    Delícia

  • Responder js

    uma criança com 9 anos não fica molhada. Isso é horrivel, nojo, conto mentiroso e seboso.

    • Lola

      Claro que fica!

    • Eu

      Kk fale por todas né? Só porque vc nunca ficou ou nunca viu nn pode afirmarr isso de modo geral!

    • Letícia Sousa

      Eu fico molhada desde os 8 anos. Como q criança não fica molhada? Só se for vc.

  • Responder lolicon

    vc da aulas em matéria de contos,aguardo ansiosamente a continuação abrç colega

  • Responder Benhurms

    maravilha…nao demora e escrever hein cara,….abracoss

  • Responder SouSafadenho

    Ótimo conto, só peço uma coisa…. uma coisinha de nada…. NÃO DEMORE NA CONTINUAÇÃO!!!

    kkkkkkk

    • João Victor

      Mano vcs são doentes como colocam uma merda dessa porra

  • Responder Daniel Coimbra

    Maravilhoso! Muito excitante. É realmente assim, experimenta e logo se apaixona. Não há como não se encantar com o corpinho de uma criança.

    • Ped

      Corpinho de criança é muito gostoso

  • Responder Caraloko

    Você conseguiu levar ela para o exterior?

  • Responder Rafaella

    Muito bom.. parabéns.. Beijos !!

  • Responder Pedro

    Seus contos são os melhores do site, sem dúvida. Continue contando, é um melhor que o outro. Thanks

  • Responder Bruno

    Cuida bem dela.