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Como descobrir o tesão com (Douglas)

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Seguindo às histórias e aventuras do meu amigo.

Após a data em que a irmã de Ismael quase nos flagrou no ato, passamos alguns dias sem nos vermos, mas apesar de o susto continuar vivo na memória, passamos a nos encontrar vez ou outra, mas não tive mais coragem de ir novamente até a casa deles, por isso nos encontrávamos sempre no limpão onde havíamos transado a primeira vez.
Apesar de gostar de transar com Ismael, meu desejo por sexo estava cada vez maior, por isso, certa noite em que Douglas havia ido em minha casa com seu pai, decidi tentar fazer com que ele transasse comigo mais uma vez. Meu amigo era branco e tinha o cabelo cacheado, nessa época ele estava com aproximadamente 16 anos, mas apesar dos dois anos que haviam se passado, ele continuava baixo e magro como sempre e quase não tinha pelos no corpo, fazendo com que parecesse ter pelo menos 3 anos a menos do que possuía.
Nossos pais estavam na sala conversando enquanto minha mãe assistia televisão em seu quarto, que por sinal era o quarto em que havíamos transado a primeira vez, então aproveitando que ele havia pedido um pouco de água, lhe chamei até a cozinha para que ele bebesse lá. Coloquei a garrafa de água sobre a mesa e deixei que ele mesmo colocasse a água para beber. Beneficiando-me do momento de distração de Douglas, cheguei por trás dele de mansinho, e agarrando em sua cintura, puxei seu corpo contra o meu, pressionando assim meu pênis já duro em sua bunda. Surpreso com minha atitude, Douglas soltou-se das minhas mãos perguntando:
– Tá doido é macho? Sou viado não, sai fora.
Fiquei um pouco desconcertado pela resposta de Douglas, pensei em desistir da ideia antes que ele se irritasse de verdade, mas eu sabia que ele gostava daquilo, afinal, não foi obrigado a fazer com meu irmão. Então depois de alguns segundos de silêncio falei:
– Ei Douglas, tu se lembra daquela vez lá no quarto em que você me deixou te comer?
– Nem, lembro de nada disso não! Falou ele tentando ser firme, mas era nítido que ele se lembrava, apenas estava com medo de ser tachado de gay.
Douglas que antes me encarava, agora fugia do meu olhar, virando-se novamente para a mesa, calou-se como quem sente vergonha de alguma coisa. Aproveitando seu momento de apreensão, comecei a passar minha mão por sua bunda, mas dessa vez ele não demonstrava nenhuma reação, fingia que nada estava acontecendo, parecia querer que aquilo acontecesse, ao mesmo tempo que sentia medo de ser julgado como homossexual. Vendo que ele não esboçava mais nenhuma reação contrária, me aproximei dele e falei em seu ouvido:
– Deixa eu te comer de novo?
– Não macho, sou viado não. Falou ele sem firmeza em sua voz.
– Só essa vez cara, prometo que não vou falar pra ninguém.
– E se alguém vir? Você tem algum lugar pra gente fazer? Perguntou ele quase cedendo.
– Não tenho, mas a gente pode procurar lá o terreiro.
Douglas saiu em direção ao terreiro da cozinha, que era bastante espaçoso, a casa, por sua vez, era distante das demais casas, dificultando que qualquer vizinho nos visse naquela escuridão que era quebrada apenas pela luz da lua. Fomos andando até chegarmos em meio a algumas bananeiras que haviam no quintal, sendo estas bem próximas umas das outras, formando um belo esconderijo.
Já escondido, Douglas sem muita cerimônia arreou suas calças e lubrificou bastante seu cuzinho, que a essa altura parecia estar com muita saudade de levar rola. Também não me fiz de rogado e pus logo meu pau pra fora esperando a hora de entrar em cena e naquele cuzinho gostoso. Douglas empinou sua bunda e agarrou meu pênis, direcionando para a porta do seu buraquinho, que logo começou a receber minha vara e rapidamente engoliu tudo. Dando uma parada pra que a dor da primeira penetração diminuísse, meu amigo ficou parado por um tempo me segurando e impedindo que eu me movesse por certo período.Logo após ter passado a dor, Douglas empinou sua bunda apoiando em uma das bananeiras com uma mão, enquanto iniciava uma punheta em si mesmo com a outra. Vendo que ele já não sentia mais dor, comecei a meter em seu cuzinho, tirava e botava de forma cadenciada, aproveitando o reencontro com aquele buraquinho que tirou minha virgindade. A cada minuto que passava, mais gostoso ficava, era ótimo sentir ele apertando meu pinto com o cuzinho devido a força que colocava enquanto batia punheta. Não demorou muito, do momento que começamos a transar até o momento em que Douglas gozou batendo punheta, e assim que se aliviou ele falou que já podia parar e ergueu-se fazendo com que meu pênis saísse de dentro dele, mas inconformado por ele ter gozado e levantado, pedi-lhe que deixasse meter até gozar, afinal nem faltava muito tempo para que eu gozasse. Atendendo ao meu pedido, ele apoiou-se novamente na bananeira e deixou que eu voltasse a meter nele, entrando fácil em seu cu que já estava lubrificado e aberto. Voltei a realizar movimentos de vai e vem, e sem muita demora senti que estava próximo de gozar, as pernas ficaram bambas e meu pênis começou a jorrar porra fartamente dentro de seu esconderijo secreto.
Neste momento, ambos havíamos gozado e estávamos saciados, então não havia mais o que fazer ali, então subimos nossas roupas e fomos de volta para a cozinha e em seguida para a sala, fingindo para nossos pais que nada havia acontecido, mas com os vestígios de nossa brincadeira ainda dentro de Douglas.

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