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Historias da minha vida (P1)

1874 palavras | 2 |3.80
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Olá Amigos e Amigas. estou totalmente viciado em ler os “Contos” deste e outro sites. Questão é que muitas das historias aqui não fazem o menor sentido, são totalmente falsas ou somente contos eróticos mesmo, algum muito bem, outros muito mal feitos!

Então minha proposta aqui é a partir deste relato é contar apenas as historias totalmente reais que aconteceram comigo nestes meus anos de vida! Sem Fantasiar, Sem mentir e sem enrolação.

Espero que vocês acreditem que tudo o que vou começar a contar seja verdade e que também as pessoas se identifiquem com estas historias pois tenho certeza que muitos viveram coisas semelhantes.

Vou começar a contando como iniciei a vida de safadeza em que estou metido hoje em dia, devia ter uns 11 ou 12 anos na época. antes desta idade não me importava em nada com sexo, eu era totalmente inocente.

Tudo começou com a descoberta da masturbação, logo que iniciei virou um vicio e qualquer momento em que era possível lá estava eu praticando.

Fui flagrado por minha mãe varias vezes me masturbando, levava bronca, apanhava mais sinceramente nunca me importei com isso e continuava a praticar sem me importar com essas coisas.

Minha mãe é dona de salão de beleza, seu salão era no piso térreo de nossa antiga casa, logo eu estava no ambiente de trabalho dela todos os dias. Minha mãe alugava espaço para outros profissionais trabalharem em seu salão, é uma pratica comum, todo salão de beleza faz isso.

Então devido a este fato muitos profissionais passaram por lá durante estes anos.

Uma das historias que eu quero contar se deu com uma manicure que se chamava Silvia, era é negra, na época deveria ter seus 30 anos no máximo, ela é alta e bem magrinha, cabelo Black Power. Tinha um filho de 4 ou 5 anos na época. Eu sempre achei a Silvia uma delicia de mulher, ela sempre se vestia de branco no trabalho, e sua roupa intima sempre ficava em evidencia, eu mesmo muito novo pagava um pau tremendo para ela, Alias sou ate hoje apaixonado por mulheres mais velhas.

Fiquei tarado por ela um dia que durante um atendimento vi ela usando um fio dental minúsculo, bunda lisinha, sua pele parecia ser deliciosa.
Naquela tarde Silvia foi muito homenageada. RS

Ai a partir deste dia eu comecei a planejar coisas que eu na minha inocência acreditava que faria quem sabe eu comer ela um dia! com sorte!

Com o salão fechado durante a noite esperei minha mãe sair e usando uma furadeira fiz um buraquinho na porta do banheiro onde os funcionários usavam, o banheiro do andar de baixo era deixado para uso dos clientes e os funcionários usavam o de cima, situação perfeita para eu ver quando a Silvia ia usar o banheiro, Ela deveria passar pelo corredor do meu quarto então era só esperar um pouco e correr para a porta do banheiro para espiar ela.

Esse plano inicial funcionou que era uma beleza, ali descobri como era uma buceta na vida real, antigamente só havia visto uma em revistas, sim nessa época ainda não havia as facilidades de hoje! RS

Eu ficava a tarde toda após a escola em casa, esperando a Silvia ir usar o banheiro, tudo era muito sexy para mim, a buceta dela era peludinha, mais era possível ver seu clitóris, o som dela urinando me enchia de tesão, ela se limpando com o papel era maravilhoso, principalmente quando ela fazia o numero 2, pois para se limpar ela abria as pernas ainda mais e eu conseguia uma visão ainda melhor. Sempre depois disso eu tocava uma punheta gostosa.

Ficou tudo assim ate que em um dia, Eu a seguir para espiar ela, cheguei no buraquinho da porta e vi pela primeira vez ela tocar sua buceta sem ser para se limpar, ela estava lá sentada no vaso, não havia som de urina, ela de pernas abertas, mais do que o habitual, mão tocando sua buceta e cara de tesão que me deixou de pau duro instantaneamente.

Nesse momento eu cometi o meu primeiro vacilo, fui me aproximar da porta e acabei indo rápido, bati minha cabeça na porta, com essa pancada ela imediatamente parou de se tocar e passou a olhar para a porta, nessa hora meu coração gelou e achei melhor sair dali pois fiquei com medo.

No dia seguinte eu fiquei meio desconfiado pois ela passou a olhar para mim diferente, ou era coisa da minha cabeça, não sabia direito o que pensar, mais fiquei esperando o dia todo minha mãe vir me dar um surra.

Tinha certeza que iria apanhar porque naquele dia a Silvia não usou o banheiro de cima nenhuma vez, fiquei imaginando, “Ela esta pensando se me entrega ou não” Mais como minha mãe nada me falou comecei a imaginar que a Silvia estava desconfiada de mim mais não tinha provas e resolveu ficar quieta.

O dia seguinte ao voltar da escola eu já imaginando que tudo ia ficar por isso mesmo, que ela nada falaria para minha mãe, mais que também ela não iria mais usar o banheiro e logo assim eu não veria ela mijando novamente.

Percebi ao usar o banheiro em questão que o buraquinho que eu havia feito estava fechado com uma bolinha de papel higiênico.

Ai eu gelei e falei pronto, ela contou para minha mãe e quando ela chegar vai me dar aquela surra.

Surpresa foi que nada aconteceu, porem a Silvia voltou a usar o banheiro superior, mais ao passar pela porta do meu quarto ela olhou para mim com um olhar que no momento não pude desvendar!

Ficou claro para mim ali que ela havia fechado o buraco e que sabia que eu a observava urinar.

Se passaram alguns dias, eu sem o buraco na porta já não tinha tanta vontade de ficar lá em casa, passei a ficar mais tempo de fliperama perto de casa ou na quadra jogando bola.

Uns dias depois eu reparei que a frequência que a Silvia estava indo no banheiro aumentou, porque quando eu estava em casa direto eu sempre a via ir ao banheiro no máximo duas vezes por dia e a permanência dela não era muito grande. Porem agora era eu chegar em casa e pouco tempo depois ela acabava indo ao banheiro.

Comecei a imaginar que ela estava querendo ser observada no banheiro, e logo fui verificar se o buraco da porta estava aberto ou fechado.

Fiquei triste ao ver que ele estava fechado na mesma maneira que antes, e achei que tudo não passou de coisas da minha cabeça.

Ai nos próximos dias a mesma situação permaneceu, nunca tinha visto a Silva usar tanto o banheiro quando eu estava em casa.

O ponto de virada aconteceu quando um dia estava saindo de casa e me encontrei com ela bem no momento em que ela estava indo usar o banheiro, no corredor dei de frente com ela e dei um sorriso meio envergonhado, Ela sorrio de volta e me perguntou se eu já estava saindo e eu respondi que sim, ai ela vira para mim e diz a frase que mudou tudo e eu simplesmente fiquei maluco.

Ela virou para mim e disse, “você já tirou o papel higiênico do banheiro?”

Fiquei de pau duro na hora, devo ter ficado vermelho porque ela começou a rir de forma espontânea.

Eu procurando uma saída do embaraço entrei no banheiro e retirei o saco de lixo do cestinho, dei um nó no saquinho e ao me virar vi ela na porta do banheiro rindo.

Falei para ela, “pronto vou jogar no lixo” e sai pela porta com ela ainda rindo.

Passei o resto do dia pensando na indireta, ou direta mesmo!

Não resisti … naquela noite usei um prego e tirei todo o papel que havia sido colocado no buraco da porta, inclusive o buraco agora estava maior.

Voltei da escola no dia seguinte e fui para meu quarto como um cão de guarda esperar ela usar o banheiro, verifiquei se o buraco estava aberto pois havia a possibilidade dele ter ido lá e fechado novamente, mais não, desta vez ele permanecia aberto.

O salão neste dia estava cheio e ela demorou um montão para ir ate lá, mais quando foi compensou cada segundo de espera.

Ela passou pelo meu quarto deu uma olhadinha, eu estava sentando jogando vídeo game, esperei o som da porta fechar e logo corri para lá.

Encontrei ela em pé, já com a calça abaixada mais de calcinha, estava virada de frente para a porta e rindo, desta vez eu não ia ficar com medo, não iria sair dali, iria ficar ali e ver ate onde ela iria.

E desta vez ela realmente foi longe, A Silvia tirou a calça por completo, virou de costas, virou de frente, começou a levantar a blusinha e puxou o sutiã para baixo, tocou em seus seios e os deixou a mostra, desceu a mão e enfiou dentro da calcinha, logo tirou a mesma e ficou se tocando, buceta e seios alternadamente e depois juntos.

Ela ficou ali se exibindo para mim uns 2 minutos, eu queria bater punheta ali mesmo, mais não havia condições.

Ai ela decidiu que o show acabou e rindo começou a se vestir, e corri para o meu quarto e deite na cama, comecei a me masturbar com muita vontade. não tinha coragem de ir falar com ela, e ao me masturbar de porta aberta sabia se ela olhasse para dentro me veria. Queria que ela entrasse e tomasse a iniciativa.

Ouvi a porta se abrir e vi ela olhar para dentro do meu quarto. Continuei a me masturbar, fiquei esperando alguma coisa acontecer, conseguia ver a sombra dela na porta, sabia que ela estava ali, comecei a olhar e vi que ela estava tentando ficar em uma posição fora do meu ângulo de visão.

Ela não entrou no meu quarto. Gozei muito na punheta.

Depois deste dia virou rotina nossa sessão de exibicionismo. Ela se masturbava no banheiro e eu no quarto. Eu a via e ela via a mim.

Mais nunca viemos a no tocar.

Acredito que por eu ser menor de idade na época ela tinha medo de se complicar legalmente e eu por ser cabaço tinha medo de tomar atitude com uma mulher adulta.

Mesmo assim o tesão de poder acontecer alguma coisa a qualquer momento valeu cada segundo, foi bom enquanto durou.

Um certo dia ela saiu do salão da minha mãe e nunca mais nos vemos!

Essa foi meu primeiro relato! Espero que se identifiquem e me contem sobre a vida de vocês, suas experiências!

Abraços!

Meu contato: Todo cuidado é pouco!
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2 Comentários

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  • Responder Jó62

    Fiquei impressionado como as histórias se repetem, eu tinha uns dez anos e olhava tb uma negra maravilhosa pelo buraquinho de uma porta de ferro (chapas) que ela usava na minha casa. Meu coração disparava !

  • Responder kkkkk

    posta mais